O segredo do pulo do gato

Você quer mesmo saber como é o pulo do gato?

Infelizmente não ensinarei segredos de sucesso, mas explicarei a dinâmica do bichano que o fato ter êxito e sair tranquilo do desafio de pular de um lugar para o outro.

São sete as etapas do pulo do gato:

Primeira: o gato gira a cabeça, para que seus olhos fiquem paralelos ao solo, mesmo que o resto do corpo ainda esteja torto.

Segunda: o rabo fica esticado na posição vertical, girando constantemente para auxiliar no equilíbrio.

Terceira: o gato gira a coluna e alinha a parte dianteira do corpo com a cabeça.

Quarta: a parte traseira do corpo é alinhada com a parte dianteira.

Quinta: as quatro patas se emparelham, para que possam tocar o solo ao mesmo tempo.

Sexta: a poucos centímetros do chão, o gato estica bem as pernas e arqueia a coluna.

E sétima: no exato momento em que toca o solo, o gato descontrai as patas e endireita a coluna. A ação funciona como um perfeito amortecedor de impacto.

Creio que podemos aprender algo com o bichano, não é mesmo?

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Como administrar crise de imagem nas redes sociais

Uma das maiores dores de cabeça dos gestores modernos é a gestão da sua imagem nas redes sociais. Isto porque a modernidade trouxe a possibilidade de cada receptor emitir sua mensagem livremente no ambiente de interação social. Porém, nem sempre suas opiniões são favoráveis às organizações.

Além disso, funcionários da linha de frente podem executar mal o seu trabalho e as falhas podem ser documentadas pelos clientes, ampliando uma questão que não precisaria sair dos limites da empresa.

Considerando minha vivência no tema, dou algumas dicas para gerenciar problemas que surjam na relação da empresa com seu público e evitar que o prejuízo à imagem seja maior do que não tomar atitude nenhuma:

a) Identifique a dimensão do problema apontado em um post e a possibilidade de ampliação junto ao público-alvo.

b) Identifique como o problema ocorreu, quem foi o responsável e como a empresa encaminhará a questão. Se possível, estude uma solução definitiva para a origem do problema, de forma que não corra mais a situação reclamada no post.

c) Faça contato com o autor da postagem e esclareça a ele o que ocorreu, reconheça o problema  e informe como está sendo encaminhada a questão. Se possível, peça-lhe que faça uma atualização do post com as informações da empresa.

d) Além do autor da postagem, busque outros envolvidos e dialogue individualmente com eles, visando demonstrar o comprometimento da empresa com eles e com a solução da questão.

e) Poste nos comentários do post o compromisso da empresa com a ética e  qualidade de seus serviços, bem como o reconhecimento do problema e a solução encaminhada.

f) Evite “bater boca” com clientes que se sentirem empoderados pela aparente fragilidade da empresa nesta questão. Foque apenas na questão e convide os céticos a visitarem a empresa e conhecerem a política da empresa em relação ao tema do post.

g) Apenas utilize outros canais se o problema estiver saindo do controle e necessitar de maior investimento em mídia de massa para esclarecimento do fato e mitigação dos danos à imagem da organização.

h) Quando a “poeira baixar”, recomenda-se executar uma campanha institucional ressaltando a ética e o compromisso social da organização junto ao público. Simultaneamente, deve-se reforçar a frequência dos conteúdos no site e nas páginas da empresa nas redes sociais.

i) Também é recomendável elaborar um programa de endomarketing para, a longo prazo, engajar os funcionários na defesa da empresa.

Lembre-se: quando mais rápido a empresa responder ao problema, menos serão os danos à imagem.

Buscar a bola ou jogar bem?

 

 

Foto: Carlos Navarro

Quando criança eu gostava muito de jogar bola. Modéstia à parte, jogava bem. As partidas eram realizadas em campos de várzea ou na rua mesmo.

Quando eram muitos os participantes, dividiam-se as duas equipes participantes e quem sobrava, se quisesse jogar a próxima partida, assumia a tarefa de buscar a bola após cada chute de uma das equipes em direção ao gol.

Ninguém gostava de buscar a bola, mas quem assumia este papel tinha o direito de formar a próxima equipe a enfrentar o time vencedor. Para assegurar a participação no próximo jogo, não havia muitas alternativas.

A primeira era ganhar a disputa. O vencedor tinha o direito de continuar jogando a sequência de partidas.

A segunda era destacar-se entre os integrantes do time perdedor, o que chamaria a atenção do responsável pela formação da próxima equipe.

A terceira era ser o responsável por buscar a bola. A este cabia a primazia de formar a equipe a enfrentar os vencedores.

Estive pensando hoje nesta circunstância e associando-a ao mercado de trabalho.

Na vida, buscamos ser sempre os vencedores. Empenhamo-nos em nossa tarefa individual, buscando nos destacar, enquanto colaboramos com a equipe para alcançar um objetivo comum.

Quando o objetivo não for alcançado, pelo menos nosso nome deve ser lembrado para assegurarmos nossa continuidade na disputa. Caso contrário, só nesta ser aquele que busca a bola, esperando a próxima chance.

O que você prefere: ser o vencedor, destacar-se entre os perdedores ou “buscar a bola”?

Empreender sem desperdiçar dinheiro

É um consenso que a gestão financeira dos gastos e do dinheiro disponível é determinante na hora de empreender. O planejamento é fundamental para não gastar além do orçamento e obter sucesso em um mercado voraz e extremamente concorrido. O especialista em educação financeira, Rogério Cauduro, acredita que para uma empresa obter sucesso é fundamental possuir três pilares básicos: saúde financeira, fluxo de caixa e lucro. Para conseguir êxito nesses itens é necessário ser organizado, saber os seus limites e, principalmente, entender onde se quer chegar, determinar o tipo de negócio que deseja seguir e o público alvo.

Gerir uma empresa e conduzi-la ao sucesso não é tarefa fácil, ainda mais em períodos de crise como o que vivemos atualmente. Você sabia que muitas vezes ações simples podem ser fundamentais para que a gestão ocorra de forma plena, sem o desperdício de verba? “Colocar em uma planilha alguns números como projeção de vendas, gestão de contas a pagar, gestão de contas a receber, elaboração e gestão de fluxo de caixa, controle de estoque, entre outros, pode ajudar bastante na hora de estruturar um negócio, fazendo com que as bases sejam construídas e com que os gastos sejam aplicados nas reais necessidade da empresa”, afirma Cauduro. Deseja empreender? Confira cinco dicas para que você não tenha prejuízo!

1 – Pense bem em todos detalhes antes de abrir um negócio próprio, consulte bem a sua situação financeira, o seu orçamento limite e a quantidade de coisas que vai precisar para iniciar e manter uma estabilidade, principalmente nos primeiros meses;

2 – Verifique se o segmento em que está pensando em investir é realmente uma boa opção. Entre em contato com outras empresas que atuem no mesmo nicho, analise a situação delas, as dificuldades e estude bem sobre o setor que pretende aplicar e investir;

3 – Planeje! Até os mínimos detalhes, se previna, pense em situações que possam vir a acontecer, não abra um negócio com a corda no pescoço e orçamento no limite, sempre tenha uma reserva de dinheiro e um plano estratégico para driblar as adversidades;

4 – Se policie para não exceder os gastos, tenha um planilha detalhada com tudo que a empresa demanda de gastos, o que entra e o que sai de verba. Não se perca nos números, ter o controle dos valores é fundamental para alcançar sucesso, sem isso a desorganização pode tomar conta do seu negócio;

5 – Tenha prazer em investir no seu negócio, não abra mão disso. Investir em um segmento que vocês não gosta é um ponto negativo, lembre-se que trabalhar no que se ama aumenta consideravelmente as chances de dar certo e passar por cima dos percalços que vierem pelo caminho.

Fonte: Usina de Notícias

Dicas para uma propaganda cooperada efetiva

Ontem recebi correspondência de um leitor com dúvidas sobre propaganda cooperada, sendo que a principal delas é como ter controle sistemático para assegurar a prestação de contas ao cooperado e receber sua contrapartida.
É muito comum ocorrer um certo desequilíbrio na relação entre compradores da empresa e fornecedores. Nem sempre os papéis no processo de propaganda são claros e exclusivos. Na maioria das vezes, os diretores da empresa conversam sobre as linhas gerais do processo e deixam a seus subordinados o fluxo de realização das ações e o processo de prestação de contas e recebimento da verba.
A princípio, as melhores dicas que posso dar para que o processo de propaganda cooperada flua bem são:
1) É preciso estabelecer claramente a forma de cada fornecedor conceder a propaganda cooperada: abatimento prévio de um percentual na compra sujeito a futura comprovação da utilização desta verba; ou autorização para produção e veiculação das peças com consequente reembolso após comprovação física e/ou documental da campanha;
b) Deve-se sistematizar o processo, sendo que em alguns casos é recomendável a  contratação de pessoa exclusiva para este fluxo caso o calendário de ações cooperadas seja intenso e frequente;
c) Se o fornecedor não é organizado em seu processo de propaganda cooperada, será necessário que você cobre de cada um uma sistematização do processo, para que haja a concessão e a cobrança que cada negociação requer, deixando claro a seus funcionários como agir com cada parceiro comercial;
d) Equilibrar a proximidade entre compradores e fornecedores no momento de negociação e manter relativo “distanciamento” no processo de cobrança da verba.
Explicando melhor este último, acredito que muitos compradores podem já ter estabelecido uma relação de cumplicidade com os fornecedores a partir de amizades muito próximas, seja por muita identificação um com o outro ou até mesmo extrapolando o relacionamento ao ambiente social fora da empresa. É necessário que saibam ajustar isto, pois o desequilíbrio pode ser nocivo tanto à sua empresa quanto a seu parceiro comercial.
De qualquer forma, o gestor da organização deve acompanhar mais de perto esta área sensível do marketing da empresa, principalmente neste momento de volume menor de negócios que estamos vivenciando.

Evolução do ambiente amplia requisitos ao profissional de marketing

Em artigo do Mundo do Marketing, Bruno Mello lembra que, até 20 anos atrás, Marketing era responsável por cerca de 13 atribuições fundamentais: Desenvolvimento da marca (Branding), Relações públicas, Criação de demanda, Estratégia de segmentação de clientes, Estratégia de Marketing B2B, Estratégia de fidelização de clientes, Geração de leads / prospecção, Comercialização de produtos, Análise da competitividade / inteligência de mercado, Estratégias de eventos, Preço, Promoções e Orçamento de Marketing.

Segundo ele, nos últimos 10 anos, a conta ficou difícil de chegar a um número final, mas agora também inclui Vendas, Atendimento ao Cliente, Desenvolvimento de novos produtos, Estratégia de tecnologia de Marketing, Roi, Inovação, Estratégia de negócios, Fusões e Aquisições, Antropologia, Sociologia, Psicologia, Neurociência, Netnografia, Omnichannel, E-commerce, Geomarketing, Premiumrização, Endomarketing, Shopper Marketing, Trade Marketing, Design, Design Thinking, Embalagem, Automação de Marketing, Conteúdo e Storytelling, Inbound Marketing, Extensão de Marca, Co-Branding e Edições Limitadas, Sac 2.0, CRM, Database marketing, Business Intelligence, Big Data, Live Marketing, Lojas conceito, Comunicação Digital, Redes sociais, Mobile e Growth Hacking.
Entenderam agora por que os anúncios para contratação de  profissionais de marketing pedem tantas habilidades?

Lembranças do fundo do baú

Hoje tirei do baú esta foto com duas pessoas maravilhosas que conheci, apaixonadas pela fotografia, pela pesquisa e pela missão de ensinar.

Um deles é André Luiz Carvalho, amigo que fiz durante o tempo em que fui professor na Universidade Católica de Brasília. Neste período, chegamos a levar 68 alunos para uma excursão à agências e fornecedores da cidade de São Paulo. André é professor de fotografia e foi diretor do curso de Comunicação Social da UCB. Hoje mora em Mariana e leciona na Universidade de Ouro Preto.

A outra figura ilustre é Bernardete Brasiliense, com quem tive a oportunidade de conviver na faculdade Facitec e, posteriormente, na própria UCB. Sempre bem-humorada, Berna, como a chamávamos, era muito querida pelos alunos e colegas.

A fotografia abaixo foi tirada em uma reunião que fizemos na casa de Bernadete, com muito churrasco, música e amizade.

Bons tempos!

Você conhece o Ricarvão?

Mudar-me para Belo Horizonte me proporcionou novas vivências e, principalmente, ter contato com marcas de produtos que até então não conhecia. Afinal, muitas marcas são regionais e não chegavam ao Distrito Federal.

Uma delas é um carvão vegetal de nome curioso, provavelmente pelo fato do nome do fundador da empresa se chamar Ricardo.

O nome do produto é Ricarvão, um trocadilho bem-humorado envolvendo o lendário personagem Ricardão, presente no anedotário nacional.

Recentemente, postei o produto no Facebook e convidei os leitores a elaborarem um slogan para o produto. Vejam as pérolas:

“O carvão que não te deixa na mão” – Adriana Moura

“Porque a carne é fraca!” – Robson Santo

“Bota fogo como ninguém!” – Deca Furtado

“Ricarvão, mandando brasa!” – Luciana Curvelo Volpato.

E você, qual slogan criaria para este produto?

Esquadrilha francesa homenageia Asterix

Quando eu era criança, uma de minhas leituras preferidas era a revista do Asterix, personagem do desenhista francês Uderzo. Acompanhado de seu amigo Obelix, Asterix sempre conseguia liquidar com os soldados inimigos tomando uma poção mágica. O traço sofisticado de Uderzo e a criatividade das histórias me encantavam e, sem dúvida, encantaram muitas gerações de fãs dos quadrinhos.

Recentemente, para homenagear os 50 anos do personagem, a esquadrilha da fumaça da França resolveu surpreender o autor, ainda vivo, com uma apresentação exclusiva.

O resultado você confere no vídeo a seguir. Que tal?

Como você tem escalado “seu Everest”?

Há 3 anos venho imergindo no pop rock francês e descoberto muitos artistas bons de letra e bons de música.

Um deles é o rapper Soprano, que neste ano lançou o single “Mon Everest”, tendo como convidada a cantora a Marina Kaye.

A canção fala da luta de Soprano para vencer na vida, com passagens como

“Tudo é possível quando você sabe quem você é.
Tudo é possível quando assume quem você é.
Agora olhe para mim e contemple meu sacrifício no topo do meu Everest”.

A música vale pelo talento da letra de Soprano e a bela voz de Marina Kaye no refrão:

“Eu fiz minha escalada na vida, escondendo, e lutando pelo que que quero.
Eu não tinha ninguém ao meu lado, apenas o meu pão, a minha fome e minhas lágrimas.
Eu sei, eu sei, eu sei
Eu sei, eu sei, eu tenho que lutar, lutar
Lutar, lutar por quem eu sou
E eu vou.”

Aprecie e diga o que você achou da música e do clipe.

Blog do Elias completa 10 anos

Neste mês completo 10 anos do Blog do Elias, o qual iniciei no WordPress com o incentivo de duas colegas professoras da UCB: Liliana Ribeiro e Rosana Pavarino (valeu a força, meninas!).
Para marcar este momento, gostaria de compartilhar o agradecimento que recebi do leitor Diogo Xavier sobre um texto intitulado “Vale a pena fazer um curso de coaching?” (hoje campeão nos trend topics do Google).

“Obrigado, Elias! Estava a desembolsar R$ 6.900,00 e após suas orientações refleti melhor. Principalmente em questão de assimilar todo o conteúdo programático em 4 Dias. Não que seja impossível, mas pra quem esta navegando pela primeira vez, talvez fique a sensação de “Será que aprendi tudo?”. Vou optar a cursar com profissionais que montaram metodologias para iniciantes e com um tempo mais apropriado no método on-line, e ao obter mais confiança e entendimento, invisto em algo mais aplicado, e até quem sabe, uma MBA na FGV ou outras maiores. Deus o abençoe, salvou um investimento que faria muita falta e talvez com pouco resultado”.

Fico feliz em ter ajudado, Diogo. Espero ter ajudado muitas pessoas, a julgar pelos números do blog: 1.333 posts, 458 comentários, 285.000 visualizações.

Tenho me ausentado um pouco do blog, uma vez que o Facebook tem sido mais dinâmico na comunicação com amigos e leitores. Entretanto, prometo voltar a postar mais frequentemente neste espaço que acredito ser mais permanente, graças à solidez desta plataforma superlegal que é o WordPress.