Em outubro tem curso de live marketing WTF. Programe-se!

WTF

Quer conhecer mais sobre live marketing? A galera da Katavento Online vai promover, no dia 24 de outubro, de 9 às 18 h, no UniCEUB (Asa Norte), o Curso de Live Marketing WTF,  que será apresentado pelo facilitador João Riva, diretor sócio da DuoVozz Inteligência.

Riva já atuou na Direção de Marketing do Grupo Runner e no Trade do Grupo Schincariol. Com vivência em agências de comunicação planejando para grandes clientes tem passagem pelo Banco de Eventos Dabster, Grupo Fischer América, entre outros. É co-autor dos livros “Marketing Promocional – Um Olhar Descomplicado” e “Trade Marketing – Ponto de Vista Expandidos”. Além disso, é palestrante e colunista de diversos portais e impressos especializados, e também membro do “Grupo de Pesquisa e Evolução de Mercado” da AMPRO (Associação de Marketing Promocional). Por fim, é professor de pós-graduação/MBA na FIA, Fundação Instituto de Administração e na FAAP, Fundação Armando Álvares Penteado.

Será um evento voltado aos profissionais com pouco ou nenhum conhecimento do setor de Live Marketing, estudantes das mais diversas áreas da Comunicação, além de profissionais do mercado que procurem olhar de forma ainda mais estratégica para suas campanhas de atração de clientes às lojas e fechamento de vendas.

No site  www.kataventoonline.com.br o público pode fazer as inscrições e encontrar os valores e formas de pagamento.

Programa-se e aproveite para conhecer ainda mais este tema que está crescendo no mercado publicitário brasileiro. Recomendo!

Capacidade de performance no Facebook ainda não é totalmente explorada

performance

O Facebook alcançou recentemente a marca de 1,4 bilhão de usuários ativos, demonstrando o sucesso de adesão da rede. Esse número é representa um quinto da população mundial, dos quais 64% acessam a rede social diariamente. Por outro lado, se, na frente voltada ao consumidor, o Facebook apresenta sucesso e eficiência inquestionáveis, ainda não se pode dizer o mesmo sobre o principal produto que oferece para as empresas: publicidade paga.

Mas, como uma rede social que agrega 20% da população mundial pode ter sua eficiência em publicidade questionada? Parece absurdo, mas a resposta está em uma única palavra: performance. Talvez um anunciante acostumado com a publicidade off-line, desde o carro de som ao anúncio televisivo em horário nobre, veja na possibilidade de anunciar no Facebook e suas incontáveis opções de formatos e segmentações um oceano azul a ser explorado. E, nessa perspectiva, tem razão.

Por outro lado, o anunciante acostumado com a precisão do marketing digital, com o acompanhamento de métricas como retorno sobre o investimento (ROI), custo por aquisição e taxa de conversão, com certeza ainda tem uma grande dúvida: afinal, o Facebook é apenas uma mídia social para ser usada como canal de contato com o consumidor e construção de marca ou é também uma mídia de performance e resultados concretos? Mas a pergunta certa a se fazer é: o Facebook é uma mídia de performance para o meu negócio? Essa pergunta só será respondida na prática.

O segredo é explorar as possibilidades aos poucos. Reserve uma pequena fatia do seu orçamento e veja qual retorno isso te dá. Tenha paciência e otimize. O seu público-alvo com certeza está no Facebook. Você só precisa descobrir como achá-lo e isso pode demorar. Estude as ferramentas, teste diferentes segmentações: públicos personalizados e similares, remarketing, gênero, idade, ocupação. As possibilidades são muitas. Também é necessária uma atenção especial a modelos de atribuição. Suas campanhas podem não apresentar o ROI dos sonhos, mas podem trazer clientes valiosos, que, mesmo sendo inicialmente mais caros, não seriam impactados por outras mídias. Um bom modelo de atribuição dirá se isso está ou não acontecendo.

O que pode ser dito com certeza é que o Facebook está amadurecendo como uma mídia de performance a passos largos. Foram muitos os avanços de um ano para cá: anúncios carrossel, dynamic product ads (anúncios gerados a partir de um feed de produtos), anúncios da coluna direita mais atrativos, audience insights, mais opções de segmentação, otimização das ferramentas de gestão, dentre muitos outros. O fato é que o Facebook continuará evoluindo até se tornar tão incontestável como mídia quanto como rede social. A pergunta que fica é: quão maduras estarão as suas estratégias em Facebook Ads quando essa hora chegar?

Fonte: Proxxima

 

 

Promoção de vendas constrói marcas?

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A discussão é antiga: promoção de vendas constrói marcas?

Na minha opinião, creio que a resposta é “depende”.  Depende da agressividade da estratégia de promoção de vendas escolhida e da freqüência com que se utiliza esta ferramenta. Ao longo do planejamento de marketing, utilizar ações de promoção de vendas é até salutar. Mas utilizada em excesso, pode chegar a afetar a própria credibilidade da empresa.

Lembro-me que, na minha infância, assistia freqüentemente a comerciais de uma loja de varejo de Taguatinga, denominada Lojas Map, que tinha como símbolo um leão. Toda semana, veiculavam a informação de que estavam em promoção. De tanto anunciarem suas promoções, as Lojas Map perderam a credibilidade e viraram motivo de piadas. As Lojas Map, hoje, estão apenas na memória de quem viveu esta época.

Drone cegonha da Dove surpreende mães

A Dove presenteou mães e filhos que passeavam pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, durante ação para apresentar seu novo produto, o Dove – Baby Dove. O embrulho chegava de uma forma inusitada e lúdica: carregada por um drone em formato de cegonha. A iniciativa marcou o lançamento da marca da Unilever.

O Brasil foi o primeiro mercado da companhia a anunciar, em novembro de 2014, o lançamento da linha exclusiva para bebês composta por shampoos, cremes, loções, pomadas e sabonetes, em um total de 19 itens que já estão à venda em todo o país. A ação, criada pela agência F.biz, aconteceu no último dia 21 e foi registrada em vídeo e pode ser conferida acima.

A importância de Paulo Goulart para a publicidade

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O Brasil perdeu hoje mais um de seus grandes atores: Paulo Goulart. Casado há décadas com a atriz Nicete Bruno e patriarca de uma família de artistas, como Beth Goulart, Paulo desempenhava papéis de grande carga dramática em novelas e peças de teatro.

Acompanho o desempenho deste profissional desde criança e passei a admirar suas atuações, seu caráter, e, principalmente, sua voz metálica e segura. Cresci desejando virar publicitário inspirado por comerciais por ele protagonizados, os quais apresentavam um desempenho digno dos melhores profissionais da dramaturgia.

Goulart não era requisitado apenas por autores de teatro ou de televisão. Sua personalidade e sua voz eram disputados por agências de publicidade que desejavam transmitir credibilidade aos produtos que anunciava. Invariavelmente, Goulart entregava o que dele esperavam.

Um dos comerciais clássicos na  publicidade brasileira é um alusivo ao Dia dos Pais, patrocinado pelo Banco Itaú e criado pela agência DM9DDB. A peça foi mereciamente premiada em festivais nacionais de propaganda.

A publicidade brasileira só tem a agradecer a este ator cuja carreira atravessou diversas gerações, que hoje o reverenciam. Obrigado, Paulo Goulart!

Um dos comerciais clássicos

Conar acerta na mensagem, mas ofende palhaços

O novo comercial do Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária – CONAR, intitulado “palhaço”, alerta para os comerciais enganosos, a partir da desconstrução da estratégia de atratividade daquele artista junto ao público infantil.

Na peça publicitária, um pai de família indigna-se com o nome do palhaço (“peteleco”), acusando-o de fazer apologia à violência, bem como de utilizar cores fortes para despertar a atenção do público infantil.

Inicialmente engraçado, o comercial dá o recado sobre a missão do CONAR, mas de forma agressiva ofende o imaginário infantil sobre uma classe circense que cada vez mais vai sendo afastada de seu público. Peças como esta do CONAR apenas acentua esta distância, embora não pretendesse ofender a classe dos palhaços.

Se eu fosse um baixinho, me sentiria mal com este comercial e veria cair por terra o imaginário de alegria e humor que cerca a relação circo-criança.

Desta vez, a ALMAP-BBDO errou na mão.

Adriano Silva reflete sobre a diferença entre jornalismo e publicidade

Ok, tá certo. Você acha que  já sabe a diferença entre jornalismo e publicidade. Provavelmente, é um aluno de Comunicação Social. Mas o fato é hoje li um texto interessante do Adriano Silva sobre estas duas áreas. O texto nos faz refletir sobre o foco de cada um e suas diferentes nuances. “O jornalismo é retrato, lida com a realidade. Na publicidade, a verdade varia na medida em que as intenções e as expectativas são distintas. A publicidade tem 30 segundos e não 30 minutos; ela tem 5 ou 6 linhas de texto e não 5 ou 6 mil caracteres para fazer o seu ponto”, afirma Adriano. Quer saber mais? Acesse a crônica e reflita 

Paronomásia é técnica de criação publicitária

A paronomásia é uma figura de retórica que consiste no emprego de vocábulos semelhantes quanto à sonoridade, mas que se diferenciam no que diz respeito ao sentido, não vindo ao caso saber se há ou não parentesco etimológico entre as palavras. Pode também ser chamada de calembur,  parequese ou jogo de palavras. Você a conhece como trocadilho e é uma das formas de criação publicitária mais imediatas.

Ao receber um job, você é desafiado a criar para uma marca. Imagine a surpresa da agência de propaganda de uma montadora quando recebeu o nome de um veículo em lançamento: Besta. O que fazer com este nome com tão duplo sentido? A agência não titubeou e aproveitou para divulgar via internet anedotas envolvendo pessoas realmente “bestas” em um contexto automobilístico no qual o produto estava inserido.

No dia a dia das agências, usar um trocadilho é uma tentação. Particularmente, gosto de elaborar os meus, mas procuro poupá-los neste blog. De mãos dadas com a aliteração (repetição de sons), a paronomásia tem expoentes ilustres, como Caetano Veloso: “Berro pelo aterro, pelo desterro/berro por seu berro pelo seu erro/quero que você me ganhe que você me apanhe/sou o seu bezerro gritando mamãe”. De qualquer forma, é um recurso criativo válido.

E você, faz muitos trocadilhos?

Cross marketing é alternativa econômica de investimento mercadológico

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O Cross Marketing é uma ferramenta eficaz e econômica na comunicação mercadológica das empresas. Consiste em duas ou mais marcas operarem em parceria para atrair clientes. São produtos e serviços complementares que juntos tem mais força para causar um desejo maior no consumidor. Um sabão em pó associado a uma marca de máquina de lavar renomada pode agregar valor a ambas. Uma rede de autocentros associada a uma montadora de automóveis também. Vantagens também podem ser percebidas em ações em que uma empresa de móveis planejados combine sua marca com a de uma construtora ou imobiliária.

O fato é que o mercado publicitário já acordou para a eficácia desta estratégia e muitas agências de publicidade já se dedicam a este nicho de negócio. O grande argumento por trás desta técnica é a economia que as empresas parceiras experimentam, no que concordo plenamente.

Porém, há que se observar que cross marketing não é solução para tudo, mas para ações pontuais onde a força de uma marca ajude a alavancar as vendas da outra.

O teste da bomba

Um anúncio de oportunidade criativo movimentou o Rio de Janeiro na década de 80. Uma residência da cidade de Petrópolis explodiu, sem vítimas, devido a um butijão de gás que provavelmente alguém esqueceu de desligar. À época, a mídia deu ampla cobertura ao evento. Um fotógrafo do jornal O Globo, para dar maior dramatiidade ao fato, fotografou a residência em ruínas tendo em primeiro plano uma cadeira tubular, na cor preta, intacta.

Antenados, os profissionais da agência de propaganda que atendia o fabricante da referida cadeira (Móveis Tubeline) propuseram imediatamente a este um anúncio de oportunidade. O anunciante aprovou e a agência veiculou, no dia seguinte, com o fato ainda “fresco” na memória do público, o anúncio. Tendo adquirido os direitos da foto publicada no dia anterior, a agência a estampou com um recorte da matéria do jornal e apenas um título: “O teste da bomba”.

Este anúncio é antológico e um bom exemplo de aproveitamento do fato jornalístico em benefício do anunciante.

Vídeo da Apex-Brasil destaca valorização do Brasil

“Todos nós temos lembranças dos tempos de criança. Quando você era pequeno, com certeza alguém te perguntou: “O que você quer ser quando crescer?”.

Agora, com o crescimento do nosso País, o mundo inteiro quer aquilo que você já tem: o Brasil. Nós estamos crescendo com o Brasil e analisando as nossas lembranças, dá pra ver o quanto estamos grandes. O Brasil está cheio de oportunidades. E a hora de investir é agora.”

Este é o novo vídeo de divulgação dos serviços da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil. Que tal?

De volta ao começo

Este é o nome do filme produzido pela rede Chipotle Mexican Grill. Em uma animação leve e criativa, o comercial demonstra a qualidade da criação dos animais que fornecem carne para aquela rede de churrascarias. Esta peça foi premiada no Festival de Publicidade de Cannes.

Novo comercial da Net traz bom humor e simplicidade

Sou fã incondicional de comerciais simples, bem-humorados e que apresentam os benefícios de um produto com clareza. Este é o caso do comercial que vem sendo veiculado pela TV por assinatura Net.

Na peça publicitária, uma dona de casa atende um vendedor de TV a cabo que oferece uma marca que não é a Net. A cor da gravata faz leve referência aos concorrentes Sky e Claro TV, que utilizam a cor vermelha. A interpretação do vendedor é muito divertida.