Como saber a média salarial de uma profissão?

Nos últimos seis meses, a média salarial de um Gerente de Comunicação no Distrito Federal foi de R$ 6.489,00, enquanto em São Paulo está na faixa de R$ 6.862,00. Informações sobre remunerações desta e de outras categorias profissionaiscomo estão disponíveis em um utilíssimo site disponibilizado pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Com base nos dados contidos no site, os trabalhadores poderão reivindicar remunerações maiores ou mudar de cidade em busca de rendimentos mais altos. O salariômetro permite a busca por ocupação, Estado, faixa etária, gênero, cor e escolaridade.  A interface é amigável. O banco de dados reúne informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho.

Acesse e conheça!

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Imprima o que quiser

Quer imprimir uma página da Web sem anúncios e outros “floreios” coloridos e sem gastar tinta colorida? Quer apenas imprimir o texto, editando-o facilmente? Seus problemas acabaram. Está no ar o site Print What You Like. Através desta ferramenta, você escolhe se deseja imprimir a página completa ou sem publicidade ou sem fundo colorido. Este site proporciona economia de tinta e uma impressão objetivo do que você deseja. Veja o exemplo acima antes e depois de utilizar a ferramenta no site Uol. Experimente você também!

Impressoras em 3D revolucionam a indústria

Vem aí mais uma revolução na informática. É a tecnologia de impressão material em 3D. A partir de cartuchos contendo gesso ou plástico, as impressoras podem produzir protótipos a partir de qualquer desenho elaborado em programas de design assistidos (CAD). O vídeo abaixo apresenta uma reportagem do Jornal da Globo abordando esta tecnologia e sua principal empresa expoente, a Dimension, localizada no Vale do Silício. Amanhã abordaremos o impacto deste novo dispositivo no mundo industrial.

Aplicativo do Hospital das clínicas auxilia usuários a montar prato saudável

O  Hospital das Clínicas, de São Paulo, em parceria com o InCor (Instituto do Coração), lançou esta semana o programa Meu Prato Saudável, disponivel no site e em aplicativo para celular.

Para assegurar que todos os nutrientes essenciais ao organismo estejam presentes no seu dia a dia, o Meu Prato Saudável apresenta, de forma visual e facilitada, as porções de alimentos que compõem a pirâmide alimentar, instrumento gráfico adotado pelo Brasil para mostrar os diferentes grupos de alimentos.

Nos próximos anos, o programa será implantado no Rio e em Minas Gerais. Já nas escolas, a proposta entrará por meio do Meu Pratinho Saudável, dirigido às crianças de até 12 anos.

Uma bela iniciativa, não?

Hot word: uma nova tendência em anúncios em online

Atualmente, os anunciantes online possuem diversas alternativas para divulgar seu produto ou serviço na internet. Uma das que vem encontrando maior adesão é a chamada hot word (“palavra quente”, em inglês). O funcionamento é simples: o anunciante insere, em palavras do conteúdo de um determinado site, um link para anúncio de seu produto. Exemplificando, hoje, no site Mundo do Marketing, no interior do texto estava a palavra beleza, estando nela inserido um link para um vídeo publicitário da Brastemp, apresentando um novo refrigerador com novos design e recursos.

Particularmente, considero a hot word invasiva e irrelevante, pois a concepção original de hiperlink, dentro de um texto, sempre visou direcionar o leitor para outro texto informativo. A impressão que tenho é de que o texto ficou “sujo”, “poluído”. No caso do site ao qual me referi, eles têm o cuidado de inserir poucas hot words, mas muitos outros sites que tenho visitado tem inserido até 10 hot words dentro do texto, em uma exploração publicitária que acredito que seja ineficaz para os anunciantes, pois quanto mais anúncios em um mesmo espaço, menor a chance de serem apreciados com atenção pelo target.

Para quem possui um site pode parecer tentador se associar a empresa hot word, que comercializa tal recurso publicitário, mas confesso que não pretendo fazê-lo neste blog, em respeito aos leitores.

Startup ajuda noivos a organizar o casamento

O Emotion.me é um site que ajuda noivos na organização do casamento. A startup é fruto da união de outras três empresas e surgiu depois que a empreendedora Bruna Bittencourt encontrou dificuldades em organizar o “grande dia”. O site oferece planilha de custos, contato com prestadores de serviços, blog personalizado e lista de presentes. Com cinco sócios, a empresa já recebeu um aporte e usa a metodologia do learn startup para desenvolver novas ferramentas. O objetivo, segundo a criadora, é ser uma espécie de planejador de casamento, papel desempenhado muitas vezes por consultorias. O site tem 2500 usuários e sete pessoas trabalhando. A receita da empresa vem basicamente da venda de blogs personalizados aos noivos e no acesso ao planejamento detalhado.

Depois do analfabetismo funcional, o “analfabetismo digital”

A expressão “analfabetismo digital” é uma expressão proposta pelo colunista Gilberto Dimenstein e propõe uma reflexão não sobre a falta de acesso à informática, mas sim a decisão de não aderir a ela ou de não explorar todo potencial positivo que ela pode oferecer às nossas vidas.

A grande proliferação de equipamentos e softwares, muitas vezes, confunde as pessoas sobre o que é necessário para suas vidas digitais. Em alguns casos, adere-se ao supérfluo, em outras subutilizam-se recursos.

É preciso ter um bom senso para definir quais recursos podemos nos valer da informática para nossas vidas. E você, o que acha?

Twitter: tendência ou moda passageira?

É inegável a grande adesão dos internautas ao famoso microblog de 140 caracteres. Mas creio que é preciso cautela, principalmente das empresas, ao vislumbrarem uma tendência irreversível na adoção daquela ferramenta. Um bom exemplo de modismo foi o Orkut, que, para alguns, já virou “piscinão de Ramos”, um espaço onde apenas uma parte dos usuários brasileiros ainda se encontram. Perdendo espaço para o Facebook, o Orkut já chegou a contar com um número considerável de usuários.

Embora não tenha ainda um concorrente à altura, o Twitter pode ser apenas uma moda passageira, pois, seguramente, surgirá uma nova tecnologia ou concorrente que venha  a superá-lo com mais benefícios. Pode ser apenas uma questão de tempo. Enquanto isto, todos continuam tuitando e as empresas apenas se adaptando…

O Google está diminuindo sua memória?

Encontrar virtualmente tudo o que se precisa saber na web é uma facilidade que estaria diminuindo nossa capacidade de memória, afirmam alguns cientistas americanos. Estamos realizando uma espécie de transferência de memória, levando para o mundo online aquilo que, em outras épocas, ficaria dentro de nossas cabeças, principalmente nas pessoas com talento para guardar nomes, datas e demais informações.

Em um estudo realizado pela pesquisadora Betsy Sparrow (Universidade de Columbia -Nova York) em 100 estudantes de Harvard, ela notou que sempre que alguma questão levantava dúvidas, as pessoas pensavam em seus computadores como o lugar onde todas as respostas seriam encontradas. É um caso clássico de transferência! E mais: muitos sequer lembravam onde encontraram as informações! Apenas sabiam que, uma vez online, teriam a resposta.

Este tipo de comportamento já havia sido identificado há 30 anos por outro grupo de pesquisadores que, na época, chamaram-no de “memória transacional”. Neste caso está, por exemplo, um casal em que o homem é bom para guardar nomes de ruas e a mulher de parentes distantes. Juntos, eles compartilham os dois grupos de informações.

Segundo Betsy Sparrow este novo tipo de memória já tem até nome: “Efeito Google”. Estamos transformando estas imensas bases de dados em nossa memória externa e coletiva. Enquanto estiver tudo no ar e, gratuitamente, não tem problema algum! (Reproduzido do Blog da Lu)

Como baixar vídeos do youtube facilmente

Não consegue baixar aquele vídeo preferido do YouTube? Seus problemas acabaram com o 3outube. Para copiar, sem instalar nenhum programa, basta alterar a URL do vídeo que está em exibição, trocando o Y do endereço youtube.com pelo número 3. O que era www.youtube.com vira www.3outube.com. O browser será redirecionado para uma página que pergunta se você quer baixar o vídeo em MP4 ou Flash (FLV). Em alguns casos, o site oferece ainda opções de alta e baixa resouçao. Basta clicar no formato desejado (normalmente MP4) para iniciar o download.

Projeto E-lixo Universitário: Estudantes reciclam os computadores da UCB

De acordo com dados da ONU, o Brasil é um dos países que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano e, para contribuir com a diminuição dessa estatística, a Universidade Católica de Brasília realiza o projeto de Extensão E-lixo Universitário, também conhecido como projeto Reiniciar. Nele, 10 alunos da instituição trabalham com a reciclagem de computadores e criam a solução sustentável para diminuir o impacto do lixo eletrônico no meio ambiente.

Criado em fevereiro de 2010, o projeto tem três destinos para os computadores: reiniciar, reciclar e descartar sustentavelmente. “Nosso trabalho é realizado com os computadores da Católica. Nós reutilizamos peças de outras máquinas e fazemos com que um computador inutilizado se torne útil para alguém”, disse um dos alunos do projeto, Ciro Duarte. Os computadores que adquirem vida nova são doados para comunidades educativas, que têm parceria com a Universidade Católica de Brasília.

A reciclagem consiste em dar utilidade para peças que não funcionam. Placas de rede, teclas, dissipadores de calor, entre outros componentes são, com um pouco de criatividade, transformados em chaveiros, colares, porta-caneta, porta-jóias, porta-cartão, entre outros objetos.

O terceiro passo dessa ação, o descarte sustentável, representa a logística reversa. Cada indústria é responsável pelos produtos que fabrica e tem de dar o destino final a eles. “Sempre que identificamos a empresa fabricante, entramos em contato para receberem as peças que sobram”, comentou Ciro.
 ideia desenvolvida por Sebastião Eustáquio, coordenador do curso de Logística; por José Gualeve, coordenador do curso de Gestão da Tecnologia da Informação; e por Luiz Kitajima, coordenador do curso de Gestão Ambiental da UCB, tem como proposta inicial diminuir o lixo eletrônico da instituição. Porém, no próximo semestre, atenderá também a comunidade externa.

As peças produzidas por meio da reciclagem estarão a venda na Semana da Contabilidade, a realizar-se de 14 a 18 de junho, no Campus I. Haverá um estande na Feira de Artesanato no saguão do Bloco Central. A verba arrecadada será destinada à melhoria do projeto e para as pesquisas.
Mais informações: projeto.reiniciar@gmail.com ou 3356-9686, com Ciro ou Lucas. O projeto E-lixo Universitário funciona no Campus I da Universidade Católica de Brasília, sala O102.
(por Poliana Nunes – UCB)

Rádio online faz a trilha sonora do seu estado de espírito

Vai cair na estrada? Rolling Stones, Bob Dylan, Led Zeppelin. Esperando amigos para jantar? The National, Coldplay, Beatles. Chorando até morrer? Sneaky Thieves, Cat Power, Barzin. Entre artistas consagrados e grupos desconhecidos, essas são algumas sugestões do Stereomood, um serviço de streaming de áudio que tenta fazer a trilha sonora para o seu estado de espírito. Você escolhe o clima entre dezenas de “tags” disponíveis (choro, alegria, reencontro, fim de relacionamento, trabalho, relaxamento, pista de dança…) e ele responde com uma lista inicial de 20 músicas. Você pode criar listas de favoritos, enviar alguma sugestão para os amigos e compartilhar tudo o que quiser nas redes sociais da vida. É uma espécie de “botão shuffle com conhecimento de causa e muito bom gosto musical”, função cada vez mais fundamental nos dias de hoje. E enquanto você decide entre as tags, vamos apostar no gênero “sunny day” para ver se o Stereomood sabe mesmo o que está fazendo. (Fonte: uol)

Cosette Castro: Interação fará diferença na TV Digital

Foto: Myrcia Hessen/Captura

Detentora de um Prêmio da Intercom, como liderança emergente na área de comunicação, por suas pesquisas sobre os meios digitais, a professora Cosette Castro abriu a Semana da TV Digital Interativa, nesta terça, 11/05, com palestra sobre a passagem do mundo analógico para o mundo digital, inicialmente programada para a sexta-feira. Para ela, produzir conteúdos digitais interativos para diferentes “plataformas” (expressão que denota de celulares a computadores, Tvs e rádios digitais, unidos pela internet) é um dos desafios da comunicação contemporânea.

Os conteúdos de áudio, vídeo, texto e dados – separadamente ou ao mesmo tempo – serão providos por comunicadores muito conscientes da importância de viabilizar o acesso de informações das mais simples, como o preço de um produto que desperte interesse numa cena de novela, até o andamento de um processo na justiça.

Cosette enfatizou a idéia de que estamos num mundo em transição, vivendo a passagem de uma realidade comunicativa para outra.  “No futuro, vocês olharão para trás e pensarão no momento que vivemos de forma especial”, disse a palestrante.

Interatividade – Entusiasta de “tudo o que vem da TV” – de séries , filmes de ação a novelas – Cosette mostrou que a televisão digital não é só uma “televisão com melhor imagem”, mas algo que tem um potencial interativo muito grande, possibilitado por um software desenvolvido no Brasil, chamado Ginga.

Ela alertou para a necessidade deo consumidor lembrar de perguntar aos vendedores de televisores digitais se o aparelho ou o conversor vendidos tem ou não o Ginga.  O Ginga é um middleware que permite explorar a interatividade. 

A televisão digital, criada há dois anos, está hoje presente em apenas 27 cidades brasileiras, mas tem potencial para atingir cerca de 70 milhões de usuários.

Linguagem própria – Ao traçar um paralelo entre a história da TV analógica e as perspectivas  da TV digital, ela lembrou que a primeira levou 10 anos até começar a encontrar uma linguagem própria e mais tempo ainda para formar pessoal técnico nacional.

Durante os debates, o coordenador do mestrado,  prof. João José Curvello, salientou que na história recente do desenvolvimento da internet, uma primeira etapa foi dominada pelos profissionais de TI (tecnologia da informação), uma segunda, pelos designers, e só depois houve presença maior do pessoal de comunicação. O professor Paulo Marcelo Moreira Lopes chamou a atenção de a universidade se envolver na produção de conteúdo alternativo para a TV pública. (Fonte: OPN – Oficina de Produção de Notícias da UCB)