Vale a pena participar de feiras e eventos?

Feiras

Feiras e eventos de negócios são ótimas oportunidades para empreendedores.

São nesses locais que vão encontrar novidades para o setor, estreitar relações, conhecer novos parceiros e fornecedores, e principalmente impulsionar as vendas.

Mas para tirar um melhor proveito, é preciso pesquisar quais os melhores eventos para participar e de que maneira será sua participação.

Avalie o tipo de encontro, o público-alvo e se trará o resultado esperado. Determine quem ou qual equipe visitará a feira. Selecione as pessoas certas da empresa e que tenham domínio do produto ou serviço que seu negócio oferece.

Os encontros podem gerar bons resultados para sua organização.

Fonte: Sebrae-SP

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Vale a pena fazer um curso de coaching?

coaching

Fazer coaching vale a pena, mas é preciso critério na escolha da instituição formadora

Muitos amigos e parentes tem me perguntado se vale a pena fazer um curso de coaching.

Resolvi conversar com profissionais da área e pesquisar sobre o tema, tendo encontrado um artigo que trouxe muitas contribuições a esta reflexão, o qual cito ao final desta matéria.

A seguir, resumo os principais aspectos que colhi na pesquisa:

  1. O Coaching é uma ferramenta de grande potencial de desenvolvimento humano e representa uma nova carreira e negócio.
  2. É possível ter uma alta renda sendo coach.
  3. Bons coachs ganham bem, mas a média do que se cobra uma sessão fica entre R$ 100,00 e 150,oo, patamar semelhante a de psicólogos.
  4. É preciso ter outros conhecimentos acadêmicos e culturais além desta formação, bem como experiências profissionais sólidas.
  5. É preciso gostar de lidar com pessoas, de entender sobre comportamento humano, de entender sobre negócios e empresas, e de gostar da profissão de desenvolvedor do potencial humano e dos resultados das organizações.
  6. A maioria da carga horária dos cursos oferecidos é insuficiente para uma boa formação. É preciso ficar atento ao volume real de horas oferecido pelos formadores.
  7. Desconfie de cursos que oferecem formação em 7 dias, mesmo com carga horária intensiva. Isto não é aconselhável, pedagogicamente falando.
  8. Muitas empresas de formação utilizam expressões de impacto como Sociedade, Instituto, Federação, Academia, Associação, para induzir o público e a mídia sobre sua seriedade. Utilizam-se deste artifício para parecerem órgãos representativos e não simples escolas de curso livre, o que na verdade são.
  9. É importante conferir a idoneidade de parcerias internacionais que conferem um caráter desta natureza ao curso formador. Nem sempre uma empresa de fora é séria o suficiente para chancelar um curso livre no Brasil. Além disso, a certificação é para o curso, e não para o aluno.
  10. Para formar outros coachs, não basta fazer o curso de coach, mas também um curso de aperfeiçoamento, como pós-graduação, por exemplo.
  11. Há associações sérias , de portas abertas a profissionais Coaches que demonstrem capacidade e qualidade profissional, e que passem na avaliação de credenciamento, além é claro de se disporem a pagar a anuidade. As mais sérias, normalmente, possuem algum tipo de funil para avaliar o mérito do aluno ser acolhido por elas.
  12. Outra maneira de “valorizar” a formação é dizer que após a conclusão em todos os módulos de coaching você pode fazer mais 90 horas de um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e obter uma pós-graduação. Por ser o Coaching uma profissão ainda não reconhecida pelo Ministério do Trabalho e o MEC não aprovar nenhum curso superior ou de pós-graduação naquela área, o valor deste TCC pode ser questionável como passaporte para o diploma de pós-graduação. Mesmo assim, se desejar uma pós-graduação em coaching, investigue o histórico e a estrutura do instituto formador, principalmente o corpo de professores.
  13. O coaching é um serviço para pessoas com alto grau de evolução e conhecimento, cultura e experiência corporativa e que querem efetivamente saber mais e contribuir para o crescimento das demais pessoas, das empresas e organizações, com ética e congruência.
  14. O mercado de formação de Profissionais Coaches tem se pautado por dinheiro e volume, o custo de uma formação inicial na área é altíssimo, em torno de R$ 5.500,00 por no máximo 80 horas aula (o que justifica investir de R$ 30.000,00 a R$ 80.000,00 mensais no Google para divulgação das formações), e quem quiser efetivamente conhecer e ter mais recursos técnicos e profissionais como Coach tem que obrigatoriamente fazer mais cursos e formações na área, o que pode elevar este investimento a mais de R$ 21.000,00 caso resolva-se fazer uma formação em Master Coach ou muito mais caso resolva-se fazer uma formação fora do país, ou seja, realmente internacional.
  15. Embora se forme cerca de 100 Coaches por mês no Brasil, e com certeza mais de 4000 coaches já atuam no país, o fato é que uma pequena porcentagem efetivamente exerce o coaching profissionalmente, e menos ainda que vivem exclusivamente do Coaching.
  16. Embora o conteúdo e professores sejam bons, o foco financeiro dos formadores faz que com a gestão de cursos rápidos e com grande quantidade de alunos pode prejudicar a adequada aprendizagem das técnicas e da filosofia da área. Aqui esta o “nó”, o gargalo dos cursos de formação, tempo para assimilação e compreensão efetiva.
  17. Se perguntarmos a qualquer formando dos cursos de Coaching o que acharam de sua formação dificilmente ouviremos queixas, muito, mas muito mais provável ouviremos elogios, o investimento é alto. Além disso, as técnicas de alto impacto comportamentais usadas nos treinamentos presenciais, que realmente promovem autoconhecimento e novas percepções, além de oportunizarem insights muito interessantes, muitas vezes mascaram a qualidade da formação, não em termos das ferramentas e sessões ensinadas, mas em termos da absorção real do conhecimento necessário para realmente entender e aplicar o processo de coaching.
  18. Seja, se você fizer uma pesquisa entre os formados das diversas “instituições” formadoras perceberá que todas as formações são excelentes, pois pouquíssimos formandos teriam a coragem de citar falhas ou deficiências, quando muito estes formandos comentam isso entre si, mas jamais com o mercado. Podemos ressaltar que uma das coisas que as “instituições” formadoras de coaching não falam em seu marketing, mas muitas vezes falam no último dia de aula de suas formações, é que em média apenas 2% dos formandos irão realmente se tornar um profissional Coach. É um ponto a se refletir.
  19. coaching é muito mais do que apenas uma nova profissão, é uma filosofia de vida e profissional, pois com sua aplicação pode-se incrementar e potencializar qualquer área pessoal e profissional em que atuamos, assim como nas empresas que atuamos, ou seja, é uma ferramenta que agrega valor ao que fazemos, potencializa resultados, fortalece o trabalho em equipe, alinham objetivos e valores.
  20. É preciso abrir novas perspectivas e analisar o coaching on line, um tendência muito forte no mundo e a área que mais cresce. Uma das possibilidades é o Mix ou Blender, mistura de Coaching presencial com coaching à distância (coaching a distância pode ser feito on line via Skype, telefone ou webconference, jamais via CHAT ou e-mail que são apenas ferramentas de apoio), com muitas vantagens. O Coaching a distância é tão ou mais efetivo que o presencial, muitas pessoas se sentem mais seguras e mais a vontade para se exporem através deste meio. As instituições tradicionais pregam o coaching on line e ao mesmo tempo não fornecem ao aluno que efetivamente aprenda esta prática.
  21. Coaching não é terapia, é reflexão, feedback e ação, e desta maneira cabe ao Coach ser um apoio e fornecedor de ferramentas para o crescimento e execução de ações e resultados e objetivos de seu coachee (cliente).
  22. Para quem pretende ser Coach, se não tiver disciplina e comprometimento, independente do tipo de formação que defina fazer, esta escolhendo a profissão errada.
  23. Infelizmente, os institutos formadores não disseminam aos futuros Coaches o “como” comercializar seus serviços, o “como” atuar na área e ter perspectivas de mercado, e de como fazer esta transição, e muito menos se preocupam em disseminar o coaching como uma filosofia de vida, tanto pessoal como profissional, pois o intuito é atrair mais alunos através do chamariz de grandes ganhos financeiros.
  24. Existem formações mais longas que dão até uma semana de curso sem que o aluno pague para que ele sinta a metodologia, o processo e os resultados antes de se decidir a fazer efetivamente a formação. Mas poucas fazem isso neste mercado, mesmo porque ao analisarmos bem em uma semana ou oito dias a maioria dos cursos existentes já acabaram de dar a sua formação, ou seja, neste prazo de oito dias as pessoas já se tornaram Coaches, rápido, muito rápido.  O máximo que oferecem é: Se em meio dia ou um dia de curso você não gostar do que viu pode desistir e ter o investimento já feito de volta. Só que neste meio tempo você já gastou com passagens, hospedagens, alimentação, negociou no trabalho alguns dias de folga para fazer o curso, etc., acha mesmo que consegue desistir e deixar de ir até o final?
  25. Quer conhecer uma formação, quer experimentar, quer ter uma aula gratuita sem compromisso, desfaça-se de preconceitos e ideias sem comprovação, experimente, pesquise, informe-se, seja crítico, e defenda seus direitos de ter o melhor valorizando seu tempo e seu investimento.
  26. É imprescindível que os Coaches completem uma formação com total conhecimento, maestria e confiança nas técnicas e processos de coaching para que efetivamente a profissão e o processo de coaching sejam valorizados e reconhecidos por quem realmente interessa: O mercado.
  27. Se deseja seguir a carreira de coach, saiba que o mais importante é que você atinja seus objetivos e encontre o que procura, sempre, sentindo-se realizado e feliz. Sucesso!

Fonte: (Ricardo Gameiro – Administradores.com)

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – IX

Personalização

9) Personalização cresce

A impressora 3D já está causando um profundo impacto na viabilização de startups para que reduzam os custos de infraestrutura, em comparação aos processos de manufatura tradicional existentes. Até 2017, quase 20% das lojas online que vendem bens duráveis usarão o equipamento para criar ofertas de produtos personalizados. Ainda este ano, mais de 90% deste setor buscarão ativamente parcerias externas para dar suporte aos novos modelos de negócio de produtos “personalizados”.

As empresas que organizarem as estratégias antes acabarão por definir o espaço nessas categorias. Isso requer uma cultura corporativa que apoie produtos “sem conformidade”, novas capacidades de negócio de “concierge” nas linhas de frente e equipes administrativas com capacidades operacionais e de TI. Será exigida uma nova agilidade para além da automação rígida dos processos, que poderá requerer sistemas de negócio completamente novos.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – VIII

FOCO

8) Experiência no foco

Até 2017, 50% dos investimentos em produtos de consumo serão redirecionados para inovações na experiência dos consumidores. E ainda este ano, a previsão indica que mais da metade dos produtos de consumo tradicionais terá extensões digitais nativas. Em muitas indústrias, a hiperconcorrência desgastou as vantagens das ofertas tradicionais, fazendo com que a experiência dos clientes seja o novo campo de batalha.

As companhias buscam reconquistar a fidelidade de seus clientes, hoje empoderados pelo acesso facilitado às informações de preços e produtos via pesquisa e canais sociais. A realidade é que a inovação focada em novos produtos – e até mesmo novos modelos de negócio – está sujeita a períodos de naufrágio das vantagens competitivas. Os concorrentes e as alternativas são abundantes, e a inovação dos produtos está sujeita a acelerar a comoditização. A inovação da experiência dos clientes permanece sendo o segredo para uma fidelidade à marca duradoura.

Fonte: Mundo do Marketing