É bom negócio abrir loja em shopping center?

Loja em Shopping Center

Planeje bem seu negócio e usufrua todas as vantagens de estar neste ambiente

Por um curto espaço de tempo atuei no marketing de um shopping center no Distrito Federal, onde há  um grande concentração deste tipo de empreendimento.

Pelo que observei interagindo com os lojistas, percebi que não é um negócio para amadores.  São muitos custos envolvidos e muitas regras da administração a observarr. Para lucrar, é necessário ter um bom modelo de negócio, uma boa comunicação e um atendimento melhor ainda.

Aqui vão algumas dicas a partir da experiência que tive.

Não existe nenhuma fórmula para determinar se é melhor instalar uma loja em shopping center ou em rua. Em ambos os casos, há pros e contras.

O ideal é ter em mãos um bom plano de negócios.

A decisão dependerá dos custos e do perfil do público que você quer atender. Loja de rua tem menos opções para estacionar, mas dá mais liberdade para divulgação. Em shopping, há mais segurança, mas por outro lado há gastos fixos como taxa de condomínio e fundo de promoção para divulgação.

Calcule corretamente o investimento, a rentabilidade e o prazo de retorno.

Seja no shopping ou na rua, o que fará diferença mesmo será o atendimento, as táticas de fidelização e campanhas promocionais.

Espero que estas dicas contribuam para uma decisão tão importante quanto se estabelecer em um shopping center.

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Baixamos as calças!

Anúncio de preços de calças

Chamada na loja anuncia redução de preços de produtos

Aquele trocadilho que muitos feirantes fazem virou uma estratégia criativa na loja.

O dono de uma empresa de vestuário resolveu colocar em prática a famosa frase “Abaixamos as calças” para chamar a atenção da redução de preços para seus produtos.

O resultado está na fotografia acima. Criativo, não?

Alternativa ecológica para saquinhos de supermercado

Folhas embalam produtos

Folhas de bananeira embalam os produtos do supermercado.

Um supermercado da Tailândia lançou uma ideia inteligente, barata e ecológica: está usando folhas de bananeira para substituir as embalagens plásticas que envolvem alimentos.

O supermercado Rimping, de Chiangmai, usa as folhas para embalar alface, cebolinha, pimentão e pimenta.

E tudo é muito simples. Eles envolvem as verduras com as folhas de bananeira e amarram com uma fita feita de bambu para manter tudo no lugar.

Excelente alternativa para o Brasil que possui um clima tropical.

(Fonte: Michel Jasper)

Sabe qual foi o segundo shopping center construído no Brasil?

O Conjunto Nacional Brasília, no Distrito Federal, foi o segundo shopping center construído no Brasil.

Sua inauguração ocorreu em 21 de novembro de 1971, com ampla festa incluindo a presença dos super-heróis da época, Batman & Robin, incluindo os vilões do seriado e o Batmóvel.

À épóca, o centro comercial possuía, basicamente, o supermercado Jumbo e uma quantidade de lojas muito inferior à existente hoje.

E pensar que naquele dia da inauguração vivenciava os primórdios do marketing experimental, presenciando um show da dupla dinâmica que encantava a garotada!  Recordo-me com carinho da inauguração do CNB, pois ela marcou muito a minha infância. O shopping, particularmente, também foi um dos locais preferidos para passear com minha esposa e minhas filhas.

É difícil falar em Brasília sem citar este centro comercial cravado no coração da cidade!

Conjunto Nacional Brasília

O Conjunto Nacional Brasília foi inaugurado em 1971. (Foto: Daniel Fama)

 

Propaganda cooperada: auxílio estratégico ou simples fonte de renda para o varejo?

Como vimos em post anterior, Propaganda cooperada é aquela cujos custos de criação, produção e veiculação são rateados por duas ou mais empresas que possuem interesse complementar na venda de determinado produto ou serviço.

Um exemplo simples desta aplicação é quando uma indústria ajusta com uma revendedora de seus produtos uma peça ou campanha publicitária, divulgando mensagens como “produto da indústria X você só encontra na revendedora Y”.

A ética na propaganda cooperada

A viabilização deste tipo de propaganda é salutar para a relação da indústria, que tem interesse em ampliar o posicionamento de seu produto em determinado mercado, e para o varejo, que permanentemente necessita divulgar suas ofertas e escoar os produtos que revende. Normalmente, a empresa varejista executa a campanha e encaminha os comprovantes de despesas e de veiculação à indústria, para reembolso em dinheiro ou bonificação/desconto em produtos.

O sistema seria perfeito não fosse o interesse exagerado dos varejistas em gerar receita. Ao perceber seu poder de barganha com a indústria, muitos varejistas estão negociando ao extremo a contribuição daquela nos custos a níveis absurdos.

Alguns casos extremos são emblemáticos.

Recentemente, uma profissional de propaganda me revelou que encomendara panfletos a uma gráfica para ação de panfletagem nas ruas. A ideia de seu cliente, uma rede revendedora de tintas, seria custear a impressão em regime de propaganda cooperada com uma indústria. Apesar de alertado, o varejista insistiu na produção dos impressos sem qualquer menção a produtos do fabricante parceiro. Resultado: o cooperado não aceitou dividir os custos com o varejista e uma nova impressão teve de ser refeita, desta vez seguindo as diretrizes de marketing do fabricante.

Assim como esse varejista, muitos estão procurando “sugar” ao máximo verbas dos fabricantes. A adesão das indústrias à propaganda cooperada, na verdade, é uma questão de conveniência. De acordo com cada mercado onde atua, a indústria destina mais ou menos verbas para seus parceiros locais.

Os departamentos de marketing dos fabricantes estão atentos às suas necessidades locais, mas também sabem que alguns varejistas tem exagerado na prestação de contas, alguns deles inclusive com notas frias e superfaturadas. Será, então, que as indústrias não estão repassando estes custos para seus produtos?

Quer saber mais sobre propaganda cooperada, veja o novo post sobre o tema.

 

McDonald’s oferece café da manhã gratuito para clientes de pijama

Mccafé

Isso que você leu no título não está errado. o McDonal’s vai oferecer um dos seus mais populares pratos, o cappuccino e o croissant, de forma gratuita para consumidores na Itália.

Segundo o Mcdonalds.it, a única exigência é que o cliente se apresente ao estabelecimento vestido de pijama, entre o horário das 7h30 às 10h30, em qualquer uma das mais de 500 lojas do McDonald’s da Itália.

Vale salientar que os clientes poderão ainda tomar o café da manhã de forma gratuita por mais 24 manhãs sucessivas.

Ah, a ação não acaba por aqui. Em alguma das lojas os clientes poderão ainda repousar em uma cama de casal, disponibilizada dentro do estabelecimento, que, segundo a empresa, servirá como set fotográfico para selfies e fotos de recordação.

Vamos torcer para que o McDonald’s adote a mesma ação aqui no Brasil. Já imaginou ganhar café da manhã gratuitamente e vestido confortavelmente de pijama?

Fonte: Administradores

Rede varejista americana a caminho do Brasil

Stitched Panorama

Um dos gigantes do varejo mundial está prestes a pisar no Brasil. E deve desembarcar pelo Aeroporto de Viracopos. A norte-americana Costco está negociando a compra de um terreno nas cercanias de Campinas, onde pretende instalar sua primeira loja no país. A próxima parada deve ser no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baixada Fluminense, por onde executivos da companhia também circularam recentemente em busca de uma propriedade.

(Fonte: Relatório Reservado)

O que é o shopper marketing?

Shopper Marketing é uma evolução do conceito de Trade Marketing.  Esta nova área de estudo surgiu da necessidade dos profissionais atuantes na cadeia de Promoção e Vendas identificarem e compreenderem o que e como as pessoas pensam e agem no momento da compra como forma de aumentar as vendas no varejo de suas próprias marcas e ainda proporcionar uma experiência de compra mais agradável para o cliente.

Através da pesquisa de shopper marketing, é possível criar ações vantajosas junto aos varejistas, utilizando ações estratégicas focadas no aumento das vendas de suas vendas, das marcas da indústria e melhorar experiência de compra junto aos shoppers (clientes compradores).

Cabe ressaltar que o shopper marketing está interessado em compreender como o comprador age, e não como o consumidor pensa.  

O Shopper Marketing é um neologismo que procura juntar a ciência do Marketing (no caso do Trade Marketing) com os conhecimentos recentes sobre o comportamento do shopper dentro dos pontos-de-venda.

– O Shopper Marketing não entra em conflito com qualquer outra ferramenta do Marketing, estuda os compradores antes de se lançar um programa de comunicação no ponto-de-venda. O seu grande objetivo é descobrir como se comunicar da forma mais eficiente com uma pessoa que está em movimento, com 85% do seu cérebro ajustado no módulo automático, e ainda ser fiel aos princípios já elaborados de uma marca: posicionamento, branding, mensagem publicitária, promoção, atendimento, relacionamento humano etc.

Atendimento pós-venda: despesa ou investimento?

Uma das principais questões que discuto no atendimento diário que realizo a empresários é sobre a viabilidade de um atendimento pós-venda. Afinal, esta técnica de gestão é uma despesa ou investimento.

Do ponto de vista de custo, o serviço pós-venda é, de fato, uma despesa que se acrescenta ao processo de venda, reduzindo, em um primeiro instante, a margem de lucro da empresa. Porém, há que se considerar que a implantação e o desenvolvimento de uma equipe, com os instrumentos adequados, pode gerar um retorno financeiro garantido por melhorias no serviço e pela fidelidade do cliente.

Com a maior competitividade no mercado, o atendimento pós-venda torna-se um diferencial para as empresas e um novo ponto de contato com seus clientes. Além disso, a interação maior entre a companhia e seu consumidor permitirá o aprimoramento de seus serviços, maior satisfação ao cliente e mais vendas.

Aos empresários resta conscientizar-se sobre as vantagens em adotar-se esta técnica de gestão. Podemos concluir que o atendimento pós-venda é, sim, um investimento, quando devidamente estruturado e gerenciado.

Divergências familiares podem contaminar a gestão empresarial

Uma história contada recentemente por um amigo ilustra como as relações familiares podem ser afetadas pelos negócios.

Um dos sócios de uma empresa brasiliense, atento ao crescimento da Internet, sugeriu, em 2003, a seus sócios familiares implantarem uma loja virtual. Reticentes, seus parentes não acreditavam no poder de vendas online. Acreditando em seu projeto, o empresário bancou do próprio bolso a versão inicial da loja virtual, que seria a quarta da rede empresarial.

No primeiro ano as vendas da loja virtual já registravam números próximos aos da terceira loja de melhor faturamento. No segundo ano de vida, suas vendas já superavam o segundo melhor desempenho do grupo.

De olho no sucesso do empresário, seus familiares, alegando que a loja virtual faz parte do grupo, demonstraram querer participar dos lucros gerados por sua iniciativa online. Não concordando com o argumento, o empresário passou a travar uma luta judicial com a família que perdura até hoje, inconformado com a atitude de quem inicialmente era contra sua idéia empreendedora.

O fato é que até hoje a loja virtual, que continua vendendo, não mudou seu layout, muito menos evoluiu seus recursos. O empresário só promoverá melhorias após resolver sua pendência com os familiares.

Esta é a vida como ela é. A falta de colaboração e  compreensão entre familiares pode contaminar o negócio e estagnar suas vendas, retardando um processo de crescimento que poderia ser saudável.

É necessário evitar estas divergências, pois perdem os gestores e a empresa, podendo comprometer o próprio futuro do empreendimento.

Indústria, comércio ou indústria & comércio?

A característica singular do Distrito Federal o torna um local atrativo para as mais diferentes atividades econômicas.

A vocação original da região está na área de serviços, onde o serviço público predomina. Nas últimas décadas, houve uma grande ênfase no incremento da atividade comercial, com a consolidação dos espaços com shoppings centers e hipermercados, além da setorização de logradouros, como a Rua das Farmácias (102 Sul), a Rua da Informática (207 Norte) e a Rua das Elétricas (109 Sul).

Na última década, o Governo do Distrito Federal incentivou a ocupação das denominadas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs) por diversas indústrias, com lotes a custo baixo e incentivos fiscais.

O que se constata, hoje, porém, é que a verdadeira vocação da região é híbrida, ou seja, indústria e comércio. Isto ocorre porque muitos empresários que originalmente constituem-se como indústria passam também a implementar lojas para revender seus produtos. O contrário também ocorre, com empresas de comércio passando também a produzir alguns dos produtos que comercializam. Em busca de aproveitar as possibilidades negociais que surgem, um número cada vez maior de empreendedores adotando este modelo híbrido.

Exemplificando: uma empresa de armários modulados revende e fabrica seus produtos, o mesmo acontecendo com padarias, serralherias e empresas de confecções.

Este modelo híbrido de atividade comercial é saudável ou não para a economia e a identidade locais? A economia é dinâmica e só o tempo mostrará os reais benefícios daquela decisão empresarial.