McDonald’s oferece café da manhã gratuito para clientes de pijama

Mccafé

Isso que você leu no título não está errado. o McDonal’s vai oferecer um dos seus mais populares pratos, o cappuccino e o croissant, de forma gratuita para consumidores na Itália.

Segundo o Mcdonalds.it, a única exigência é que o cliente se apresente ao estabelecimento vestido de pijama, entre o horário das 7h30 às 10h30, em qualquer uma das mais de 500 lojas do McDonald’s da Itália.

Vale salientar que os clientes poderão ainda tomar o café da manhã de forma gratuita por mais 24 manhãs sucessivas.

Ah, a ação não acaba por aqui. Em alguma das lojas os clientes poderão ainda repousar em uma cama de casal, disponibilizada dentro do estabelecimento, que, segundo a empresa, servirá como set fotográfico para selfies e fotos de recordação.

Vamos torcer para que o McDonald’s adote a mesma ação aqui no Brasil. Já imaginou ganhar café da manhã gratuitamente e vestido confortavelmente de pijama?

Fonte: Administradores

É bom negócio abrir loja em shopping center?

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Não existe nenhuma nenhuma fórmula para determinar se é melhor instalar uma loja em shopping center ou em rua. Em ambos os casos, há pros e contras.

O ideal é ter em mãos um bom plano de negócios.

A decisão dependerá dos custos e do perfil do público que você quer atender. Loja de rua tem menos opções para estacionar, mas dá mais liberdade para divulgação. Em shopping, há mais segurança, mas por outro lado há gastos fixos como taxa de condomínio e fundo de promoção para divulgação.

Calcule corretamente o investimento, a rentabilidade e o prazo de retorno.

Seja no shopping ou na rua, o que fará diferença mesmo será o atendimento, as táticas de fidelização e campanhas promocionais.

Fonte: Sebrae-SP

Rede varejista americana a caminho do Brasil

Stitched Panorama

Um dos gigantes do varejo mundial está prestes a pisar no Brasil. E deve desembarcar pelo Aeroporto de Viracopos. A norte-americana Costco está negociando a compra de um terreno nas cercanias de Campinas, onde pretende instalar sua primeira loja no país. A próxima parada deve ser no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baixada Fluminense, por onde executivos da companhia também circularam recentemente em busca de uma propriedade.

(Fonte: Relatório Reservado)

O que é o shopper marketing?

Shopper Marketing é uma evolução do conceito de Trade Marketing.  Esta nova área de estudo surgiu da necessidade dos profissionais atuantes na cadeia de Promoção e Vendas identificarem e compreenderem o que e como as pessoas pensam e agem no momento da compra como forma de aumentar as vendas no varejo de suas próprias marcas e ainda proporcionar uma experiência de compra mais agradável para o cliente.

Através da pesquisa de shopper marketing, é possível criar ações vantajosas junto aos varejistas, utilizando ações estratégicas focadas no aumento das vendas de suas vendas, das marcas da indústria e melhorar experiência de compra junto aos shoppers (clientes compradores).

Cabe ressaltar que o shopper marketing está interessado em compreender como o comprador age, e não como o consumidor pensa.  

O Shopper Marketing é um neologismo que procura juntar a ciência do Marketing (no caso do Trade Marketing) com os conhecimentos recentes sobre o comportamento do shopper dentro dos pontos-de-venda.

– O Shopper Marketing não entra em conflito com qualquer outra ferramenta do Marketing, estuda os compradores antes de se lançar um programa de comunicação no ponto-de-venda. O seu grande objetivo é descobrir como se comunicar da forma mais eficiente com uma pessoa que está em movimento, com 85% do seu cérebro ajustado no módulo automático, e ainda ser fiel aos princípios já elaborados de uma marca: posicionamento, branding, mensagem publicitária, promoção, atendimento, relacionamento humano etc.

Atendimento pós-venda: despesa ou investimento?

Uma das principais questões que discuto no atendimento diário que realizo a empresários é sobre a viabilidade de um atendimento pós-venda. Afinal, esta técnica de gestão é uma despesa ou investimento.

Do ponto de vista de custo, o serviço pós-venda é, de fato, uma despesa que se acrescenta ao processo de venda, reduzindo, em um primeiro instante, a margem de lucro da empresa. Porém, há que se considerar que a implantação e o desenvolvimento de uma equipe, com os instrumentos adequados, pode gerar um retorno financeiro garantido por melhorias no serviço e pela fidelidade do cliente.

Com a maior competitividade no mercado, o atendimento pós-venda torna-se um diferencial para as empresas e um novo ponto de contato com seus clientes. Além disso, a interação maior entre a companhia e seu consumidor permitirá o aprimoramento de seus serviços, maior satisfação ao cliente e mais vendas.

Aos empresários resta conscientizar-se sobre as vantagens em adotar-se esta técnica de gestão. Podemos concluir que o atendimento pós-venda é, sim, um investimento, quando devidamente estruturado e gerenciado.

Divergências familiares podem contaminar a gestão empresarial

Uma história contada recentemente por um amigo ilustra como as relações familiares podem ser afetadas pelos negócios.

Um dos sócios de uma empresa brasiliense, atento ao crescimento da Internet, sugeriu, em 2003, a seus sócios familiares implantarem uma loja virtual. Reticentes, seus parentes não acreditavam no poder de vendas online. Acreditando em seu projeto, o empresário bancou do próprio bolso a versão inicial da loja virtual, que seria a quarta da rede empresarial.

No primeiro ano as vendas da loja virtual já registravam números próximos aos da terceira loja de melhor faturamento. No segundo ano de vida, suas vendas já superavam o segundo melhor desempenho do grupo.

De olho no sucesso do empresário, seus familiares, alegando que a loja virtual faz parte do grupo, demonstraram querer participar dos lucros gerados por sua iniciativa online. Não concordando com o argumento, o empresário passou a travar uma luta judicial com a família que perdura até hoje, inconformado com a atitude de quem inicialmente era contra sua idéia empreendedora.

O fato é que até hoje a loja virtual, que continua vendendo, não mudou seu layout, muito menos evoluiu seus recursos. O empresário só promoverá melhorias após resolver sua pendência com os familiares.

Esta é a vida como ela é. A falta de colaboração e  compreensão entre familiares pode contaminar o negócio e estagnar suas vendas, retardando um processo de crescimento que poderia ser saudável.

É necessário evitar estas divergências, pois perdem os gestores e a empresa, podendo comprometer o próprio futuro do empreendimento.

Indústria, comércio ou indústria & comércio?

A característica singular do Distrito Federal o torna um local atrativo para as mais diferentes atividades econômicas.

A vocação original da região está na área de serviços, onde o serviço público predomina. Nas últimas décadas, houve uma grande ênfase no incremento da atividade comercial, com a consolidação dos espaços com shoppings centers e hipermercados, além da setorização de logradouros, como a Rua das Farmácias (102 Sul), a Rua da Informática (207 Norte) e a Rua das Elétricas (109 Sul).

Na última década, o Governo do Distrito Federal incentivou a ocupação das denominadas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs) por diversas indústrias, com lotes a custo baixo e incentivos fiscais.

O que se constata, hoje, porém, é que a verdadeira vocação da região é híbrida, ou seja, indústria e comércio. Isto ocorre porque muitos empresários que originalmente constituem-se como indústria passam também a implementar lojas para revender seus produtos. O contrário também ocorre, com empresas de comércio passando também a produzir alguns dos produtos que comercializam. Em busca de aproveitar as possibilidades negociais que surgem, um número cada vez maior de empreendedores adotando este modelo híbrido.

Exemplificando: uma empresa de armários modulados revende e fabrica seus produtos, o mesmo acontecendo com padarias, serralherias e empresas de confecções.

Este modelo híbrido de atividade comercial é saudável ou não para a economia e a identidade locais? A economia é dinâmica e só o tempo mostrará os reais benefícios daquela decisão empresarial.

Black Friday: uma data promocional que veio pra ficar

O Black Friday é uma data promocional criada pelos americanos para estimular a antecipação das compras de Natal. A idéia é oferecer descontos atrativos para distribuir a curva de vendas de forma mais equilibrada entre novembro e dezembro. No Brasil, o Black Friday possui um site (blackfriday.com.br), que agrega as informações das ofertas de todas as empresas que aderem a este projeto. A primeira empresa a adotar a estratégia no país foi o Grupo Pão de Açúcar, com o site do Extra. Neste ano, a rede estendeu as ofertas para as lojas físicas na data de hoje.

O nome da ação é uma analogia à melhoria das vendas dos comerciantes neste período, ou seja, estar no preto significa evolução no desempenho comercial, ao contrário de “estar no vermelho”. Para o comércio brasileiro, o projeto é positivo, pois antigamente novembro era um mês onde os consumidores não gastavam muito, por estarem esperando chegar o mês do Natal. Acredito que o Black Friday veio pra ficar. Alguém duvida?

7 dicas para operar bem uma franquia

1) Identificar-se com o negócio – Comece sempre com esta pergunta: Você, como cliente, compraria o produto/serviço desta marca? Outro ponto, pense também que, não adianta você procurar um negócio no qual você detestaria trabalhar ou que não tenha afinidade. Quando o franqueado tem afinidade com o “business”, ele tem mais motivação no seu dia a dia, gera menos stress no trabalho, e oferece um melhor atendimento a seu cliente.

2) Obter referência de franqueados existentes – Antes de tomar qualquer decisão de investimento em uma franqueadora, obtenha dados de outras unidades franqueadas, sobre aceitação do produto no mercado, e a forma de trabalho da franqueadora. Visite uma franquia existente.

3) Fazer a Avaliação Financeira do Negócio – Antes de tomar sua decisão de investimento, não esqueça de analisar a planilha com a viabilidade econômico-financeira da franquia que o franquedor lhe apresentará. Atenção especial na despesa de aluguel e condominio, pois estas terão um peso maior no total de suas despesas e ainda por cima são despesas fixas. Veja qual é a venda mínima necessária para atingir seu ponto de equilíbrio. Faça um estudo com no mínimo 3 cenários para suas vendas: ruim, médio e bom, e analise se em todos eles você consegue cobrir suas despesas.

4) Dispor do capital necessário para o empreendimento – Quando for investir na abertura de uma franquia, faça um correto dimensionamento do capital necessário para a operação. Veja se o valor da franquia desejada é compatível com suas disponibilidades. Você precisará de uma quantia para as “luvas do ponto comercial”, instalações, taxa de franquia, capital de giro, e ainda dispor de uma reserva financeira para cobrir seus gastos pessoais no início do negócio. Existem financiamentos para abertura de novas franquias, porém se o valor do empréstimo em relação ao montante de recursos total necessário for alto, poderá inviabilzar o negócio. Faça bem as contas pois você terá que pagar mês a mês o valor das parcelas do principal + juros, que deverão caber dentro do orçamento da franquia.

5) Avaliar bem o “ponto” – Avalie a localização de onde será a loja: Veja quem são as lojas que estão próximas, se há fluxo de pessoas constante durante o dia, se o seu produto é compatível com os consumidores do shopping ou da localidade. Caso o ponto oferecido seja em um shopping novo ou recém inaugurado, mesmo que você tenha tomado os cuidados acima, o risco será maior pois até a sua consolidação você poderá enfrentar um ambiente de vendas fracas e amargar prejuízos.

6) Capacitar-se gerencialmente – Se você quiser abrir seu próprio negócio, lembre-se: Você será o gestor financeiro, administrativo, marketing e de recursos humanos. Faça um curso de gestão, desenvolva competências nestas áreas. Você com certeza terá que enfrentar problemas de administração de capital de giro, motivação de equipe, gerenciamento de conflitos, gestão de vendas.

7) Obedecer ao velho ditado: “O olho do dono engorda o porco”, não pense que por ser uma franquia de uma marca já conhecida o seu negócio andará sozinho. Muito pelo contrário, um investidor em franquia para ser bem sucedido precisa estar focado, se dedicar à gestão, viver o dia a dia de seus clientes, e motivar sua equipe.

Outback celebra 15 anos no Brasil como referência em atendimento

Fundada nos EUA em 1988, com inspiração australiana, a rede de restaurantes Outback comemorou nesta segunda-feira, 12, seus 15 anos de Brasil. A primeira loja foi inaugurada na Barra da Tijuca, em 1997, e a rede deve fechar este ano com 41 unidades.

A maior parte das lojas (36) é concentrada em shoppings e cinco são de rua. Em 2013, serão inauguradas outras oito lojas, com investimento de R$ 4 milhões em cada uma. O Brasil tornou-se uma das operações mais rentáveis do Outback, presente em 22 países. Dos dez restaurantes mais rentáveis, nove são brasileiros; incluindo o líder mundial em participação no faturamento da empresa, que é a loja do Center Norte, na capital paulista.

Os três fatores que contribuíram para a marca cair no gosto do brasileiro são a ambientação das lojas, que trazem uma atmosfera aconchegante, à meia luz, o que faz as pessoas fugirem um pouco da realidade e torna o restaurante um point frequente de celebrações; a alta qualidade dos produtos e seu sabor diferenciado, e, por fim, ou acima de tudo, a obsessão por um atendimento que encante o cliente — se algum deles registrar uma reclamação no “fale conosco” receberá um contato do próprio dono da loja.

A empresa atualmente, está realizando a promoção “Celebre seu momento na Austrália”, no Facebook, que levará um cliente, com acompanhante, ao país que inspirou a criação da rede. Outra promoção na rede social oferecerá 15 mil Bloomin Onions aos fãs da marca.  A mídia de massa é adotada de maneira mais estratégica e institucional. Já nas regiões próximas aos restaurantes, é feita a divulgação do cardápio de almoço, durante a semana, em telas instaladas nos escritórios de entorno das lojas. Isso porque o fluxo de clientes durante a semana é de executivos com poder aquisitivo que evitam as praças de alimentação, enquanto aos fins de semana é a vez de famílias e grupos de jovens.

O que são microfranquias

“As microfranquias são empreendimentos de baixo investimento e baixo custo operacional, o que possibilita que empreendedores de menor poder aquisitivo possam realizar o sonho do negócio próprio. Contudo, não devemos confundir com um negócio de baixa lucratividade. Com empenho e dedicação, o franqueado pode ter um ótimo resultado financeiro.

O desenvolvimento das microfranquias no Brasil permite que os empreendedores com pouco capital para investir possam atuar em um negócio estruturado, com marca e com conhecimento para operação e gestão do negócio. Outra vantagem é ter mais chances de permanecer no mercado. As microfranquias funcionam como as demais franquias o que muda é o porte e a complexidade da operação. Estes negócios são geralmente operados por uma única pessoa, o próprio empreendedor, e não exigem um ponto comercial.

Da mesma forma também segue padrões e regras pré-definidas pela empresa franqueadora e trabalham com contrato de franquia obedecendo a Lei 8955. Para o Brasil, as microfranquias contribuem para a redução da informalidade nos pequenos negócios, uma vez que o franqueado deve abrir a sua microempresa de acordo com a lei para operar o negócio”. (Texto de Cláudia Bittencourt)

Varejo de cama, mesa e banho amplia participação no mercado

O varejo de cama, mesa e banho brasileiro está passando por importantes transformações, com diversas impondo sua marca nos principais pontos de venda do País. O segredo do crescimento é a criação de ambientes propícios a experimentações. visando despertar sensações. A ascensão social de milhares de brasileiros nos últimos anos também criou um novo tipo de consumidor, muito mais exigente.
Esta é a constatação do Estudo dos Canais de Varejo, elaborado pela primeira vez pelo IEMI Inteligência de Mercado, em parceria com a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX). O objetivo do estudo foi dimensionar o varejo de cama, mesa e banho no Brasil e analisar a importância e o desempenho dos seus principais canais de venda.
No ano passado, o varejo de cama, mesa e banho movimentou aproximadamente US$ 7,6 bilhões, que equivalem a R$ 12,7 bilhões.
Em volumes de peças adquiridas, entre 2007 e 2011, o consumo de artigos de cama, mesa e banho no varejo brasileiro cresceu 10,1%, sendo que deste montante 90,7% foram oriundos da produção nacional.
As lojas especializadas assumem grande destaque nesse cenário: os 28,6 mil pontos de venda desse tipo espalhados pelo Brasil são responsáveis por 66,1% dos volumes escoados por todo o mercado. Já as 2,6 mil lojas não especializadas em cama, mesa e banho são responsáveis por 33,9% dos volumes.
O estudo do IEMI dividiu os canais de varejo em cinco tipos: departamento especializado (lojas com foco em cama, mesa e banho, redes de grande superfície); redes de pequenas lojas (monomarcas ou multimarcas, franquias, ou lojas próprias); lojas independentes (butiques, lojas de bairro); departamento não especializado (lojas de grande superfície, cujo foco de venda não se restringe somente a linha lar); e hipermercados.
As lojas independentes ainda são o principal canal de venda de artigos de cama, mesa e banho no País, respondendo por 36,8% do total de peças comercializadas em 2011, pelo varejo. Mas, em termos de crescimento, este foi o canal que menos cresceu, com queda de 4,5% entre 2007 e 2011 (em peças). O canal que vem apresentando o melhor desempenho nos últimos cinco anos é o departamento não especializado, com aumento de 38,8% no período.
O fraco desempenho das lojas independentes reduziu a participação deste canal de 42,4% em 2007 para 36,8% em 2011, enquanto todos os demais canais apresentaram aumento na participação.
Outro ponto importante sobre os canais de varejo está na sua localização: apenas 9,2% das lojas de cama, mesa e banho estão em shopping centers. A maioria (90,8%) está localizada na rua.

Adquirir uma franquia nova no mercado é um bom negócio?

A cada dia surge uma nova marca de franquias com oportunidades de negócio em diversos segmentos e valores de investimento inicial. Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), 42 empresas se tornaram franquias e se associaram à entidade de janeiro a outubro deste ano. Juntas, elas somam 179 novos pontos de venda.

Ser franqueado de uma marca nova pode oferecer a vantagem de exigir um investimento mais baixo, porém o risco é maior. As marcas com pouco tempo de atuação no franchising costumam ter custos iniciais reduzidos. E o potencial de retorno é maior do que nas franquias consolidadas, o que torna o negócio atrativo. No entanto, uma franquia nova ainda não passou por testes de mercado e é desconhecida pela maioria dos consumidores. Além disso, o franqueador tende a oferecer menos suporte operacional e know how ao franqueado.

Enquanto a marca consolidada já passou por testes de sobrevivência no mercado, na nova,o risco é maior pois o modelo de negócio ainda não foi testado.

Novos produtos também correm o risco de ser uma moda passageira, como foram os cupcakes e iogurtes frozen. Para reduzir o risco de perda do investimento, recomenda-se avaliar o tempo de atuação da empresa no mercado antes da entrada para o franchising e o número de franquias em operação. Outra dica é checar quantos pontos da rede foram fechados e o porquê. Um bom indicador é a existência de unidades próprias da franquia.

Ao longo de 2011, entraram no mercado 126 marcas, com um total de 1.628 unidades, segundo a ABF.