Concorrência desafia mercado de ensino universitário

A recente crise econômica envolvendo a UniverCidade e a Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, está mobilizando a sociedade a tal ponto que o Governo Federal cogita em encampar as instituições para assegurar sua continuidade.

A alternativa encontrada no momento é a transferência assistida, onde o Ministério da Educação irá monitorar o processo de transferência dos alunos das universidades para outras instituições de ensino superior, visando assegurar a manutenção do valor das mensalidades e garantir o acesso do estudante ao seu curso.

Por trás da crise econômica destas universidades não está apenas a má gestão. O fato é que as instituições de ensino presencial estão recebendo a concorrência agressiva e, sob o ponto de vista legal, desleal dos cursos universitários virtuais.

Por um lado, cursos tradicionalmente procurados, como engenharia e medicina, continuam gerando boa demanda de alunos presenciais, assegurando a sobrevida das instituições clássicas. Entretanto, por outro, os baixos valores das mensalidades de cursos virtuais tem atraído um contingente cada vez maior de estudantes.

As exigências do MEC para se abrir um curso virtual não são tantas quanto para as instituições presenciais. Tal fato também tem estimulado um número cada vez maior de empresários que se aventuram naquele segmento.

A solução para as instituições presenciais tem sido também adotar seus cursos virtuais, mas para isso é necessário que os gestores tenham a sensibilidade de adaptar adequadamente a metodologia de ensino e rever seus custos sem prejudicar o projeto pedagógico e a remuneração do principal prestador de serviço neste processo, que é o professor. Neste contexto, o marketing teria o nobre papel  de reforçar a qualidade de ensino e posicionar adequadamente a marca das instituições junto à clientela..

O Distrito Federal, onde resido, vem registrando anualmente o fechamento de universidades, bem como agora o Rio de Janeiro e outros estados. Caso os gestores não se adaptem a estes novos tempos, este fato irá se repetir cada vez mais, para alegria dos cursos virtuais e tristeza dos profissionais das presenciais que perderão seus empregos.

Shoppings são novo alvo de ações anti-desigualdade

rolezinho

Os movimentos coletivos que recentemente tem ocorrido em shopping centers do país e abordados pela mídia, os chamados “rolezinhos”, representam uma nova realidade com a qual aqueles templos de consumo terão que enfrentar.

Uma corrente ideológica afirma que estes movimentos visam denunciar a desigualdade social. Para eles, nada melhor que realizar estes movimentos em uma das principais mecas do capitalismo, os shopping centers.

Outra corrente, a empresarial, vê nos “rolezinhos” uma ameça a seus negócios, e acreditam que devem ser protegidos dos arruaceiros pela justiça e a polícia.

Acredito que estejam ocorrendo muita distorção na compreensão sobre estes movimentos. Os “rolezinhos” são, inicialmente, uma manifestação coletiva que tem origem em redes sociais como quaisquer outras. Alguns manifestantes tem, sim, a nobre intenção de denunciar a desigualdade, mas outros não participam com a mesma intenção, mas sim a de praticar furtos.

O desvio da finalidade do movimento é semelhante ao que ocorreu nas manifestações de julho de 2013, quando jovens mascarados vestidos de preto, os chamados “black blocks”, aderiram violentamente à multidão que, de forma pacífica, clamava por mais justiça social.

Antes de escolher os shopping centers como alvo destas ações, os organizadores deste movimento deveriam lembrar que estes centros de consumo geram muitos empregos, principalmente destinados às classes mais pobres, como se verifica na maioria do quadro funcional do comércio das grandes cidades. Como agentes promotores da economia, os shoppings movimentam muito dinheiro e empregos, representando, para muitos integrantes das classes D e E, a chance do primeiro emprego.

Escolher os shopping centers como vilões pode gerar muita repercussão na mídia, e talvez seja isto que os organizadores queiram, mas não é a atitude mais inteligente.

Seria mais produtivo se estes movimentos concentrassem sua ação junto a quem decide as leis e buscar uma nova legislação que reduza ainda mais a desigualdade, o que já vem sendo obtido pelas as ações de inclusão social que os últimos governos tem promovido.

Programa gratuito da Febraban ajuda planejamento financeiro

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Jimbo é o nome de um software gratuito de planejamento financeiro. Disponível no sitem Meu Bolso em Dia, o aplicativo foi desenvolvido com apoio da Febraban – Federação Brasileira de Bancos e possui uma interface fácil e amigável, permitindo lançamentos de receitas e despesas, além de oferecer a geração de relatórios e gráficos para que o usuário obtenha uma experiência muito útil à gestão de seu dinheiro.

Atualmente, venho utilizando este software e estou satisfeito com a proposta do aplicativo. Não espere gráficos ou relatórios sofisticados, mas as informações por ele geradas são muito úteis para a família e para microempresas. Recomendo!