Um ebook cuja história muda conforme a localização do leitor

Imagine ler um livro cuja história muda de acordo com o lugar que você está. Essa é a proposta do Trip Book, desenvolvido pela FCB Brasil para a campanha “365 motivos para sorrir”, que celebra os 20 anos do programa de milhagem Smiles. O enredo foi escrito por Marcelo Rubens Paiva e muda de acordo com a cidade em que o leitor está, seja em Nova York, Paris, Roma, Rio de Janeiro, Lisboa ou Buenos Aires. A trama continua a mesma, mas as referências de lugares em que passa a história mudam, como lojas, parques, ruas, museus, pontos turísticos, entre outros, por meio da tecnologia do GPS.

O ebook foi desenvolvido como parte da estratégia de divulgação de alcance internacional do Smiles e poderá, em breve, ser baixado gratuitamente pelo app homônimo em dispositivos Android e iOS.

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Vamos ajudar a Lay

Layanne Ribeiro é uma publicitária formada a quase dois anos e está fazendo o seu tão sonhado intercâmbio profissional (GIP) pela AIESEC em Marketing em Lisboa e está participando de uma promoção do Uniplaces (Site que faz reservas de acomodações para estudantes na Europa) para ganhar um semestre de acomodação paga. O dinheiro que ela recebe da empresa permite viver uma vida tranquila porém sem viagens, conferências em outros países e outras atividades importantes para seu currículo. Esta bolsa pode fazer a diferença na sua experiência e ela precisa da ajuda de todos. Para isto, basta votar no vídeo dela, neste link:

http://scholarship.uniplaces.com/u/layannearibeiro1366

A votação agora vai até o dia 30, e ela precisa se manter entre os 10 primeiros até lá. Atualmente está na 8° posição. Os passos para a votação são:

1) Clicar no link abaixo
2) Clicar em “VOTE”
3) Colocar seu e-mail na caixa de texto que aparecer
4) Ir no seu e-mail e confirmar seu voto

Agradeço a todos os leitores que puderem ajudar esta minha ex-aluna da UCB que batalha por seu futuro profissional. Vamos ajudá-la?

 

Criatividade não é originalidade. É solução!

 

ideias

Nada na vida é tão simples e ao  mesmo tempo complexo quanto o processo da criatividade.

Para uns, a criatividade é um dom, algo destinado a poucos mortais que conseguem criar novas soluções com pouco esforço. Para outros, trata-se de um processo para o qual é possível estruturar fórmulas práticas para aplicação no dia a dia.

Mas, afinal, o que é criar?

Criar é conectar informações e transformá-las em uma nova solução. Não há, portanto, o requisito originalidade como paradigma para uma solução ser considerada criativa. Na verdade, o processo criativo envolve pensar em uma solução para um problema, por mais trivial que este possa parecer. Ao pensarmos em uma solução, recorremos inicialmente às nossas lembranças, para buscar referências que se conectem àquela dificuldade. Quando não temos estes referenciais, passamos a um processo mental mais exaustivo de elaboração a partir da análise fria da questão.

Se criar é elaborar solução, podemos dizer então que todos são criativos, pois em menor ou maior medida as pessoas encontram soluções para suas vidas. Quanto mais se exercitar a busca de soluções, mais potencializada a criatividade estará.

Podemos concluir, assim, que criatividade não é uma questão de dom ou originalidade, mas, sim, fruto da busca de soluções, que podem ser óbvias ou ímpares. O processo criativo não depende de inspiração, mas, principalmente, de transpiração.

“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing

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A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.

  1. Ética.
    Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.
  2. Autorregulamentação de E-mail Marketing
    Atuar dentro do Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing, que conceitua detalhadamente as boas práticas de e-mail marketing
  3. Opt in.
    O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão prévia (opt-in) antes do envio da primeira mensagem ao receptor. No caso de existir prévia e comprovável relação comercial ou social entre o Remetente e este Receptor, o envio de mensagem também é permitido.
  4. Opt out.
    Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário
  5. Uso do endereço eletrônico.
    No cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve ter manifestado expressa concordância com isso.
  6. Tamanho dos arquivos.
    Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio
  7. Auto-executáveis.
    Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).
  8. Relevância.
    O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.
  9. Freqüência.
    Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.
  10. Política de relacionamento.
    É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor

Hoje é Aniversário de Brasília

Hoje Brasília comemora 55 anos de fundação.

Quando vim de Minas Gerais para cá, a cidade já contava 11 anos.

Para homenageá-la,  encontrei e compartilho com meus fiéis leitores este documentário produzido em 1968 que apresenta a vida das pessoas na cidade naquela época em que a região possuía apenas 400 mil habitantes.

Hoje, a cidade conta com aproximadamente 2.500.000 moradores e já é, sob o ponto de vista de diversos segmentos econômicos, o terceiro mercado do país.

Parabéns, Brasília!

Quatro cuidados ao utilizar o big data

BigData

Um interessante texto de Renato Leite, publicado hoje no Mundo do Marketing, sugere quatro cuidados que gestores devem ter ao utilizar o big data, a forma moderna de lidar estrategicamente com os dados coletados pela empresa tanto internamente quanto externamente. Seguem as dicas.

1. O uso do Big Data pode mirar no mercado B2B
Caso a pergunta feita ao sistema pelos profissionais seja “como podemos fazer para gerar novas receitas no negócio”, orientar a análise de dados de modo a chegar a uma informação relevante para outras empresas pode ser interessante. No Brasil, essa alternativa ainda é pouco explorada, mas muitas companhias globais já notaram o poder que tem nas mãos. O Twitter é uma delas e vem trabalhando, desde o ano passado, para desenvolver seu próprio Big Data Analytics.

Um importante passo foi dado com a aquisição da Gnip, que já se dedicava à essa análise e organização de dados. Hoje, empresas associadas ao Twitter fazem a varredura das informações colocadas na rede social e as vendem a outras organizações. Elas, entretanto, não devem ter mais os contratos renovados, já que o microblog pretende assumir a função.

No setor de telecomunicações, as operadoras também contam com informações preciosas a respeito dos consumidores, mas não as monetizam ainda no Brasil. Uma parte desses dados vêm da geolocalização dos clientes. “Uma empresa de telefonia pode saber qual trecho de uma avenida tem mais movimento de pedestres e em quais horas do dia, informações que podem ser valiosas para o varejo”, exemplifica Gomes, da WebRadar, que também palestrou no Lte 2015.

2. Os departamentos não devem buscar seus dados isoladamente
Outro erro comum em empresas que já investem em sistemas de Big Data é olhar as informações de forma isolada, de acordo com o interesse de cada departamento. Muitas vezes, cada área faz suas perguntas e usa ferramentas que mais lhe convém, perdendo os benefícios de se estabelecer uma visão holística sobre o negócio.

O sucesso passa pela integração desse trabalho. “O Marketing costuma olhar sob o ponto de vista do atendimento ao cliente; a engenharia volta-se para a infraestrutura e questões mais técnicas da qualidade do serviço; e o comercial busca índices de vendas. O consumidor, no entanto, não separa essas áreas em seu sentimento de satisfação ou insatisfação. Os departamentos podem acabar empurrando entre si as causas da falha que tenha gerado algum problema”, explica Gomes.

O desafio dessa integração é especialmente grande por sua gênese ser muito anterior ao Big Data. Os problemas de gestão gerados por conta da existência de feudos dentro das companhias são inúmeros e não se limitam à análise de dados.

3. O Big Data auxilia na segmentação e na oferta de produtos melhores
Quem nunca se perguntou por que precisa pagar pela assinatura de dezenas de canais de TV a cabo quando, na verdade, só assiste a meia dúzia deles. As operadoras que quisessem ganhar o cliente da concorrência poderiam recorrer ao banco de dados dos telespectadores, separá-los em grupos de acordo com seu perfil de consumo e oferecer pacotes mais personalizados e adequados a cada um deles.

Todas as empresas também podem recorrer ao sistema para checar quais de seus produtos apresentam uma performance melhor – inclusive do ponto de vista técnico – e investir na divulgação dele, em vez de optar por outra oferta que vem apresentando problemas. Controlar esses dados e se basear neles na tomada de decisões estratégicas são fundamentais para não frustrar o cliente.

4. Não tenha medo do grande número de dados
Muitas empresas adiam o investimento em um sistema de Big Data porque acreditam que não estão preparadas para lidar com um número tão grande de dados. Sempre existe o risco de os funcionários acabarem afogados na informação e não conseguirem decodificar dali o que realmente tem valor. Há uma saída para esses casos. A opção de algumas companhias que se deparam com o dilema é abrir mão de lidar com todos os dados gerados por elas.

Essa foi a opção da operadora de telefonia Tigo, que atua em países da América, Europa, África e Ásia, com cerca de 50 milhões de usuários. “Não capturamos todo o universo, focamos nos clientes de mais alto valor e, com isso, reduzimos bastante a complexidade do sistema. Identificamos onde eles estão geograficamente e o histórico de consumo, além de ficarmos atentos a problemas na rede”, explica Jose Martinez, Diretor de Tecnologia da Tigo Guatemala, que apresentou os dados na Lte 2015.

Fonte: Mundo do Marketing

Merchandising em filmes é estratégia cada vez mais eficaz para posicionamento

Eurobo

Já se foi o tempo em que um computador denominado Hal dominava uma nave espacial e colocava o poder humano sobre as máquinas em cheque. O computador, na época, era um merchandising da IBM, multinacional superpoderosa. Os autores do merchandising no filme, um taboo para a época, utilizaram o nome como mensagem subliminar, uma vez que as letras alfabéticas subsequentes de cada componente do nome convergia para o nome da multinacional.

Vieram os anos 80 e filmes como Blade Runner passaram a estampar marcas de forma futurista, transformando o merchandising em nova fonte de receita para os estúdios e uma estratégia de marketing que passou a ser considerada por grandes marcas.

Na década atual, o merchandising faz parte da trama e até do nome dos personagens. No filme Eu, Robô, estrelado por Will Smith, o mocinho contracena com um humanóide cibernético mais avançado do que os fabricados em série. O nome do robô era simplesmente… Sony! Genial, não?

A estratégia de inserir merchandising em filmes consolida a idéia já disseminada de que as marcas devem estar não apenas em blocos publicitários, mas dentro do conteúdo, de forma a “invadir” de forma mais fácil e eficaz a mente do consumidor.

Alguém aí ouviu Outback?

Para reforçar o novo conceito “Eu ouvi Outback”, a rede de restaurantes resolveu apostar no bom humor ao promover ação interativa dentro de um elevador de um prédio comercial em São Paulo. Criada pela ID, em parceria com a Lew’Lara\TBWA, a iniciativa contou com o apoio da Elemidia e com a participação do ator e humorista Robson Nunes.

Ele aparece na tela da Elemidia falando sobre os pratos da Outback. Mas o que as pessoas não sabem é que a transmissão é ao vivo e ele pode interagir com cada um. Ao saírem do elevador, os participantes são convidados a experimentar os pratos do Outback em uma réplica do restaurante, montada no mezanino do prédio especialmente para a ação.

A campanha também conta com filme na TV, spot, relógio de rua e redes sociais.

Fonte: Meio e Mensagem

Ação da Bandeira Cabal paga a conta de clientes de bares em BH

A bandeira de cartões de crédito Cabal realizou uma ação de marketing promocional, em parceria com a agência Atake, onde pagou a conta de alguns clientes em bares e restaurantes espalhados pela cidade de Belo Horizonte.

Segundo a empresa, a ação promocional foi uma forma de transformar uma situação do dia a dia em um momento diferente, pois acredita que pequenos gestos podem fazer toda a diferença e momentos especiais como estes devem ser celebrados.

O vídeo da ação, produzido apenas para a internet e com duração média de um minuto, foi intitulado de “Hoje a Conta é Por Nossa Conta” e mostra diversas pessoas recebendo, de forma inesperada, um cartão da Cabal com crédito no momento em que a conta é solicitada. O vídeo finaliza com o logo da bandeira e o seu conceito “A Diferença Está Em Suas Mãos”.

Fundada em 1980 na Argetina, a Cabal é uma bandeira de cartões internacional aberta, o que significa atuar livremente em diversos países no licenciamento de emissores e credenciadoras, e na homologação de processadoras de meios de pagamentos eletrônicos.

A Cabal Brasil, empresa sediada em Brasília-DF e fundada em janeiro de 2000, é quem regula o funcionamento da Bandeira Cabal no País e administra a vinculação de novos emissores, instituições financeiras ou não, credenciadoras e processadoras de cartões por meio da sua adesão ao Sistema Cabal de Meios de Pagamento.

Confira o vídeo da ação promocional.

Fonte: Promoview

Por que empresas consideradas pirâmides estão durando tanto tempo?

multinivel

A revista Direct Selling publicou recentemente o ranking das empresas de venda direta cuja atividade denominam “marketing multinível”, liderado pela americana Amway e tendo a brasileira Natura em sexto lugar. O ranking é considerado sério, por utilizar metodologias que prioriza a comprovação dos dados fornecidos via auditoria.

Tradicionalmente, são empresas consideradas “pirâmides” por recompensar mais os membros do topo superior da rede de vendas do que os que estão abaixo, tal qual as pirâmides que prometem dinheiro fácil e que acabam em curto prazo se rompendo e deixando muitos investidores a ver navios. Uma pergunta que muitos se fazem é: se as empresas de marketing multinível são empresas consideradas pirâmides, e como estas duram apenas 2 anos normalmente, como aquelasorganizações conseguem obter expressivos resultados por tantas décadas?

Em primeiro lugar, há que se separar as empresas de multinível sérias das pirâmides. As empresas rankeadas pela Direct Selling são empresas com boas práticas de gestão e produção, o que por si só assegura sua longevidade no mercado. Além disso, são empresas com produtos reconhecidamente bons e eficazes, como é o caso da Amway, que já tive a oportunidade de experimentar. Por seus produtos cumprirem o que prometem, constituem-se em produtos premium, ou seja, com valor agregado e alto custo.

Outra razão da longa vida das empresas rankeadas está nas boas práticas de marketing de incentivo, utilizando bonificações, premiações e descontos junto aos revendedores, oferecendo-lhes motivação extra para seu desempenho comercial.

O bom desempenho de empresas como Amway, Avon, Herbalife, Mari Kay e Natura, entre outros, veio para ficar e vem motivando empresas tradicionais a adotarem o modelo multinível para ampliar suas vendas.

Outdoor produz alface e água potável em rodovia

Já existem fazendas verticais, mas esta invenção eleva a agricultura urbana literalmente para o próximo nível. Na região de Bujama, em Lima, no Peru, milhares de cabeças de alface estão surgindo ao lado de uma grande rodovia, graças a uma fonte de muito incomum: um outdoor.

A agência FCB Mayo Peru e a Universidade de Engenharia e Tecnologia (Utec), criaram um outdoor inteligente e inovador que tem a capacidade de absorver a poluição do ar transformando-a em água potável.

No outdoor está estampada a ação sustentável da “Air Orchard” dizendo que pode gerar produtos livres de poluição.

Isso não é apenas qualquer propaganda velha ao lado da estrada. O modo como funciona é muito simples. Localizado atrás do painel do quadro de avisos encontram-se dez grandes desumidificadores, que separam a água existente no ar podendo transformá-la em água potável.

Esta água, em seguida, escorre por uma série de tubos de PVC e é distribuída na plantação ao redor da estrutura. Os tubos são brancos também para refletir os raios do sol e aumentar a fotossíntese.

O sistema da Air Orchard é simplesmente uma adaptação da “técnica cinematográfica de nutrientes” da hidroponia, em que as raízes das plantas podem constantemente acessar a corrente de recirculação de água rica em fertilizantes.

O outdoor está localizado na maior e mais importante rodovia do Peru, a Panamericana Sur, e já está em operação. De acordo com fontes, mais de 2.500 cabeças de alface são doadas semanalmente para os transeuntes e para a comunidade local da Air Orchard.

Fonte: Promoview