Evolução do ambiente amplia requisitos ao profissional de marketing

Em artigo do Mundo do Marketing, Bruno Mello lembra que, até 20 anos atrás, Marketing era responsável por cerca de 13 atribuições fundamentais: Desenvolvimento da marca (Branding), Relações públicas, Criação de demanda, Estratégia de segmentação de clientes, Estratégia de Marketing B2B, Estratégia de fidelização de clientes, Geração de leads / prospecção, Comercialização de produtos, Análise da competitividade / inteligência de mercado, Estratégias de eventos, Preço, Promoções e Orçamento de Marketing.

Segundo ele, nos últimos 10 anos, a conta ficou difícil de chegar a um número final, mas agora também inclui Vendas, Atendimento ao Cliente, Desenvolvimento de novos produtos, Estratégia de tecnologia de Marketing, Roi, Inovação, Estratégia de negócios, Fusões e Aquisições, Antropologia, Sociologia, Psicologia, Neurociência, Netnografia, Omnichannel, E-commerce, Geomarketing, Premiumrização, Endomarketing, Shopper Marketing, Trade Marketing, Design, Design Thinking, Embalagem, Automação de Marketing, Conteúdo e Storytelling, Inbound Marketing, Extensão de Marca, Co-Branding e Edições Limitadas, Sac 2.0, CRM, Database marketing, Business Intelligence, Big Data, Live Marketing, Lojas conceito, Comunicação Digital, Redes sociais, Mobile e Growth Hacking.
Entenderam agora por que os anúncios para contratação de  profissionais de marketing pedem tantas habilidades?

Perícia em marketing: dicas para se desenvolver na área

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Em post publicado em 16 /02/16,  “Já pensou em ser perito de marketing?”,  relatei o contato que tive com uma nova área: a perícia em marketing.

Alguns leitores manifestaram interesse maior em conhecer esta área tão incipiente ainda no País e decidi oferecer alguns subsídios.

Inicialmente, para ser um perito, como a própria nomenclatura sugere, o profissional deve ter ampla experiência na área, com formação em nível superior. Tempo de serviço e curso superior, portanto, são requisitos essenciais. A formação superior deve ser em áreas correlatas a Marketing, como Administração, Comunicação e Economia, entre outras.

Além disso, o profissional deve ter uma formação focada nesta área. No caso da perícia em marketing, cursos de pós-graduação em áreas como Branding, Comunicação, Inteligência Competitiva e Economia, por exemplo, podem contar pontos para quem deseja ser reconhecido como especialista no segmento.

Possuir um mestrado ou doutorado em área relacionada a Marketing pode ser, também, fundamental para pesar na balança na hora da escolha do profissional. Sugiro pós-graduação em áreas como Administração, Comunicação e Economia, tendo como objeto de pesquisa, a perícia em marketing.

Além de estar habilitado em termos profissionais e de formação, é importante que o futuro perito de marketing habilite-se junto aos tribunais, se necessário até visitando juízes e desembargadores para apresentar sua expertise.

Ressalto que de nada adianta cumprir os requisitos acima se o profissional não possuir conduta ilibada, estando com seu nome “limpo” no mercado e sem histórico de processos judiciais, uma vez que a sociedade deve reconhecer no profissional uma pessoa honrada.

E você, já pensou em ser perito de marketing?

Use sua monografia para conseguir emprego

Quando cursava o MBA em Marketing na Fundação Getúlio Vargas, em Brasília, decidi que queria trabalhar em marketing hospitalar. Acreditava que seria uma área promissora, uma vez que as instituições privadas de saúde careciam de direcinamento estratégico em seus mercados. Ao final do curso, elaborei uma monografia intitulada “A importância do Endomarketing nas instituições privadas de saúde”.

Confesso que o trabalho não saiu lá grande coisa, uma vez que tive meu tempo atropelado por um novo emprego no Taguatinga Shopping. Tirei nota 8 no trabalho, orientado pela professora Luciana Mourão Cerqueira e Silva (hoje na Universidade Salgado de Oliveira). Adicionei o título de meu trabalho em meu curriculum e o enviei a diversas instituições de saúde. Uma delas, o Hospital Santa Luzia, estava estruturando seu departamento de comunicação e marketing e chamou-me para uma entrevista, onde fui questionado sobre minha monografia e dada a oportunidade para “vender meu peixe”.

Passei por três etapas da seleção, mas não levei a vaga. Mas ficou a lição e desde lá venho recomendando aos meus orientados de trabalho de conclusão de curso que sejam criteriosos na definição de seus temas, pois estes podem devem ter relação direta com os objetivos profissionais deles.

A mesma recomendação serve para você, caro leitor. Você deu ou tem dado atenção ao desdobramento da escolha de seu tema para monografia? Lembre-se que ela pode ajudar a alavancar sua carreira.

Não encare a monografia como apenas um complicado exercício, mas sim, a possibilidade de criar interesse dos empregadores por seu nome. Pense nisso!

Já pensou em ser perito de marketing?

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Em 2001, ano em que comecei como professor na Universidade Católica de Brasília, pude entrar em contato com profissionais ímpares no mercado. Um deles é Rossana Pavanelli, diretora da Hoje/EMP Consultoria, empresa dedicada a pesquisa, consultoria e avaliação.

Na época, Rossana já comandava a empresa e dedicava-se, também, à atividade docente em instituições de graduação e pós-graduação do DF. Porém, o que mais me chamou a atenção foi ela me contar que era perita de marketing. Rossana colocava seu conhecimento à disposição da justiça sempre que seus pareceres eram solicitados para dirimir dúvidas em um pendência envolvendo empresa e profissionais de marketing. Esta atividade exige um bom relacionamento com pessoas do judiciário para que se entre no seleto grupo de peritos.

Restrito ou não, o certo é que este é um caminho para profissionais de marketing desempenharem seu trabalho com o que tem de melhor: seu conhecimento. Para se ter uma idéia, dependendo da complexidade da pendência, um parecer de um perito de marketing pode custar até R$ 200 mil.

E aí, que tal ser um perito de marketing?

Senado aprova projeto que regulamenta profissão de designer

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (30) o projeto que regulamenta a profissão de designer. O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 24/2013, do ex-deputado Penna (PV-SP), determina que somente os titulares de curso superior, ou pessoas com experiência mínima de três anos até a data de publicação da lei, possam exercer a profissão de designer. O projeto agora segue para sanção presidencial.

Pela proposta, fica vedada a entrada no mercado de trabalho de pessoas sem a adequada qualificação para realizar atividades envolvendo desenhos industriais, pesquisa, magistério, consultoria e assessoria, conexas aos desenhos. Além disso, o fruto do trabalho do designer passa a ser protegido pela Lei dos Direitos Autorais (Lei 9.610/1998).

Os diplomas de graduação que serão considerados válidos são os emitidos pelos cursos de Comunicação Visual, Desenho Industrial, Programação Visual, Projeto de Produto, Design Gráfico, Design Industrial, Design de Moda e Design de Produto, reconhecidos pelo Ministério da Educação. O projeto ainda prevê punição para a pessoa física ou jurídica que usar a denominação designer ou empresa de design sem cumprir os critérios estabelecidos na lei.

Fonte: Agência Senado

Vamos ajudar a Lay

Layanne Ribeiro é uma publicitária formada a quase dois anos e está fazendo o seu tão sonhado intercâmbio profissional (GIP) pela AIESEC em Marketing em Lisboa e está participando de uma promoção do Uniplaces (Site que faz reservas de acomodações para estudantes na Europa) para ganhar um semestre de acomodação paga. O dinheiro que ela recebe da empresa permite viver uma vida tranquila porém sem viagens, conferências em outros países e outras atividades importantes para seu currículo. Esta bolsa pode fazer a diferença na sua experiência e ela precisa da ajuda de todos. Para isto, basta votar no vídeo dela, neste link:

http://scholarship.uniplaces.com/u/layannearibeiro1366

A votação agora vai até o dia 30, e ela precisa se manter entre os 10 primeiros até lá. Atualmente está na 8° posição. Os passos para a votação são:

1) Clicar no link abaixo
2) Clicar em “VOTE”
3) Colocar seu e-mail na caixa de texto que aparecer
4) Ir no seu e-mail e confirmar seu voto

Agradeço a todos os leitores que puderem ajudar esta minha ex-aluna da UCB que batalha por seu futuro profissional. Vamos ajudá-la?

 

Vale a pena fazer um curso de coaching?

coaching

Fazer coaching vale a pena, mas é preciso critério na escolha da instituição formadora

Muitos amigos e parentes tem me perguntado se vale a pena fazer um curso de coaching.

Resolvi conversar com profissionais da área e pesquisar sobre o tema, tendo encontrado um artigo que trouxe muitas contribuições a esta reflexão, o qual cito ao final desta matéria.

A seguir, resumo os principais aspectos que colhi na pesquisa:

  1. O Coaching é uma ferramenta de grande potencial de desenvolvimento humano e representa uma nova carreira e negócio.
  2. É possível ter uma alta renda sendo coach.
  3. Bons coachs ganham bem, mas a média do que se cobra uma sessão fica entre R$ 100,00 e 150,oo, patamar semelhante a de psicólogos.
  4. É preciso ter outros conhecimentos acadêmicos e culturais além desta formação, bem como experiências profissionais sólidas.
  5. É preciso gostar de lidar com pessoas, de entender sobre comportamento humano, de entender sobre negócios e empresas, e de gostar da profissão de desenvolvedor do potencial humano e dos resultados das organizações.
  6. A maioria da carga horária dos cursos oferecidos é insuficiente para uma boa formação. É preciso ficar atento ao volume real de horas oferecido pelos formadores.
  7. Desconfie de cursos que oferecem formação em 7 dias, mesmo com carga horária intensiva. Isto não é aconselhável, pedagogicamente falando.
  8. Muitas empresas de formação utilizam expressões de impacto como Sociedade, Instituto, Federação, Academia, Associação, para induzir o público e a mídia sobre sua seriedade. Utilizam-se deste artifício para parecerem órgãos representativos e não simples escolas de curso livre, o que na verdade são.
  9. É importante conferir a idoneidade de parcerias internacionais que conferem um caráter desta natureza ao curso formador. Nem sempre uma empresa de fora é séria o suficiente para chancelar um curso livre no Brasil. Além disso, a certificação é para o curso, e não para o aluno.
  10. Para formar outros coachs, não basta fazer o curso de coach, mas também um curso de aperfeiçoamento, como pós-graduação, por exemplo.
  11. Há associações sérias , de portas abertas a profissionais Coaches que demonstrem capacidade e qualidade profissional, e que passem na avaliação de credenciamento, além é claro de se disporem a pagar a anuidade. As mais sérias, normalmente, possuem algum tipo de funil para avaliar o mérito do aluno ser acolhido por elas.
  12. Outra maneira de “valorizar” a formação é dizer que após a conclusão em todos os módulos de coaching você pode fazer mais 90 horas de um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e obter uma pós-graduação. Por ser o Coaching uma profissão ainda não reconhecida pelo Ministério do Trabalho e o MEC não aprovar nenhum curso superior ou de pós-graduação naquela área, o valor deste TCC pode ser questionável como passaporte para o diploma de pós-graduação. Mesmo assim, se desejar uma pós-graduação em coaching, investigue o histórico e a estrutura do instituto formador, principalmente o corpo de professores.
  13. O coaching é um serviço para pessoas com alto grau de evolução e conhecimento, cultura e experiência corporativa e que querem efetivamente saber mais e contribuir para o crescimento das demais pessoas, das empresas e organizações, com ética e congruência.
  14. O mercado de formação de Profissionais Coaches tem se pautado por dinheiro e volume, o custo de uma formação inicial na área é altíssimo, em torno de R$ 5.500,00 por no máximo 80 horas aula (o que justifica investir de R$ 30.000,00 a R$ 80.000,00 mensais no Google para divulgação das formações), e quem quiser efetivamente conhecer e ter mais recursos técnicos e profissionais como Coach tem que obrigatoriamente fazer mais cursos e formações na área, o que pode elevar este investimento a mais de R$ 21.000,00 caso resolva-se fazer uma formação em Master Coach ou muito mais caso resolva-se fazer uma formação fora do país, ou seja, realmente internacional.
  15. Embora se forme cerca de 100 Coaches por mês no Brasil, e com certeza mais de 4000 coaches já atuam no país, o fato é que uma pequena porcentagem efetivamente exerce o coaching profissionalmente, e menos ainda que vivem exclusivamente do Coaching.
  16. Embora o conteúdo e professores sejam bons, o foco financeiro dos formadores faz que com a gestão de cursos rápidos e com grande quantidade de alunos pode prejudicar a adequada aprendizagem das técnicas e da filosofia da área. Aqui esta o “nó”, o gargalo dos cursos de formação, tempo para assimilação e compreensão efetiva.
  17. Se perguntarmos a qualquer formando dos cursos de Coaching o que acharam de sua formação dificilmente ouviremos queixas, muito, mas muito mais provável ouviremos elogios, o investimento é alto. Além disso, as técnicas de alto impacto comportamentais usadas nos treinamentos presenciais, que realmente promovem autoconhecimento e novas percepções, além de oportunizarem insights muito interessantes, muitas vezes mascaram a qualidade da formação, não em termos das ferramentas e sessões ensinadas, mas em termos da absorção real do conhecimento necessário para realmente entender e aplicar o processo de coaching.
  18. Seja, se você fizer uma pesquisa entre os formados das diversas “instituições” formadoras perceberá que todas as formações são excelentes, pois pouquíssimos formandos teriam a coragem de citar falhas ou deficiências, quando muito estes formandos comentam isso entre si, mas jamais com o mercado. Podemos ressaltar que uma das coisas que as “instituições” formadoras de coaching não falam em seu marketing, mas muitas vezes falam no último dia de aula de suas formações, é que em média apenas 2% dos formandos irão realmente se tornar um profissional Coach. É um ponto a se refletir.
  19. coaching é muito mais do que apenas uma nova profissão, é uma filosofia de vida e profissional, pois com sua aplicação pode-se incrementar e potencializar qualquer área pessoal e profissional em que atuamos, assim como nas empresas que atuamos, ou seja, é uma ferramenta que agrega valor ao que fazemos, potencializa resultados, fortalece o trabalho em equipe, alinham objetivos e valores.
  20. É preciso abrir novas perspectivas e analisar o coaching on line, um tendência muito forte no mundo e a área que mais cresce. Uma das possibilidades é o Mix ou Blender, mistura de Coaching presencial com coaching à distância (coaching a distância pode ser feito on line via Skype, telefone ou webconference, jamais via CHAT ou e-mail que são apenas ferramentas de apoio), com muitas vantagens. O Coaching a distância é tão ou mais efetivo que o presencial, muitas pessoas se sentem mais seguras e mais a vontade para se exporem através deste meio. As instituições tradicionais pregam o coaching on line e ao mesmo tempo não fornecem ao aluno que efetivamente aprenda esta prática.
  21. Coaching não é terapia, é reflexão, feedback e ação, e desta maneira cabe ao Coach ser um apoio e fornecedor de ferramentas para o crescimento e execução de ações e resultados e objetivos de seu coachee (cliente).
  22. Para quem pretende ser Coach, se não tiver disciplina e comprometimento, independente do tipo de formação que defina fazer, esta escolhendo a profissão errada.
  23. Infelizmente, os institutos formadores não disseminam aos futuros Coaches o “como” comercializar seus serviços, o “como” atuar na área e ter perspectivas de mercado, e de como fazer esta transição, e muito menos se preocupam em disseminar o coaching como uma filosofia de vida, tanto pessoal como profissional, pois o intuito é atrair mais alunos através do chamariz de grandes ganhos financeiros.
  24. Existem formações mais longas que dão até uma semana de curso sem que o aluno pague para que ele sinta a metodologia, o processo e os resultados antes de se decidir a fazer efetivamente a formação. Mas poucas fazem isso neste mercado, mesmo porque ao analisarmos bem em uma semana ou oito dias a maioria dos cursos existentes já acabaram de dar a sua formação, ou seja, neste prazo de oito dias as pessoas já se tornaram Coaches, rápido, muito rápido.  O máximo que oferecem é: Se em meio dia ou um dia de curso você não gostar do que viu pode desistir e ter o investimento já feito de volta. Só que neste meio tempo você já gastou com passagens, hospedagens, alimentação, negociou no trabalho alguns dias de folga para fazer o curso, etc., acha mesmo que consegue desistir e deixar de ir até o final?
  25. Quer conhecer uma formação, quer experimentar, quer ter uma aula gratuita sem compromisso, desfaça-se de preconceitos e ideias sem comprovação, experimente, pesquise, informe-se, seja crítico, e defenda seus direitos de ter o melhor valorizando seu tempo e seu investimento.
  26. É imprescindível que os Coaches completem uma formação com total conhecimento, maestria e confiança nas técnicas e processos de coaching para que efetivamente a profissão e o processo de coaching sejam valorizados e reconhecidos por quem realmente interessa: O mercado.
  27. Se deseja seguir a carreira de coach, saiba que o mais importante é que você atinja seus objetivos e encontre o que procura, sempre, sentindo-se realizado e feliz. Sucesso!

Fonte: (Ricardo Gameiro – Administradores.com)

Como saber a média salarial de uma profissão?

Nos últimos seis meses, a média salarial de um Gerente de Comunicação no Distrito Federal foi de R$ 6.489,00, enquanto em São Paulo está na faixa de R$ 6.862,00. Informações sobre remunerações desta e de outras categorias profissionaiscomo estão disponíveis em um utilíssimo site disponibilizado pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Com base nos dados contidos no site, os trabalhadores poderão reivindicar remunerações maiores ou mudar de cidade em busca de rendimentos mais altos. O salariômetro permite a busca por ocupação, Estado, faixa etária, gênero, cor e escolaridade.  A interface é amigável. O banco de dados reúne informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho.

Acesse e conheça!

Quer aprender espanhol de graça?

busuu

Ao pesquisar cursos de espanhol gratuitos na internet, deparei-me com um ambiente interessante para o aprendizado deste idioma.

Trata-se do Busuu, uma startup que oferece o aprendizado gratuito de diversos idiomas. As aulas são formatadas de forma a permitir a compreensão da pronúncia e do significado das palavras, ajudando no ensino do idioma.

O site tem recursos mais sofisticados que são acessados mediante pagamento, mas a parte básica já auxilia bastante. Vale a pena conferir!

Como planejar a carreira de marketing

Construir uma carreira sólida e bem sucedida não depende apenas de esforço e aprimoramento de competências. Cada vez mais, é exigido dos profissionais uma boa dose de planejamento estratégico, autoconhecimento e foco para que as decisões tomadas façam sentido no médio e longo prazo, além de uma boa gestão da sua “marca pessoal”.

A área de Marketing está aquecida, oferecendo boas oportunidades, mas a grande quantidade de caminhos possíveis aliada à ansiedade própria da nova geração pode levar o profissional a perder de vista seus verdadeiros objetivos e talvez não alcançar os resultados esperados.

A pressa em crescer na hierarquia da empresa e conquistar posições de grande destaque e visibilidade também podem induzir o profissional a “atropelar” etapas, prejudicando o seu aprendizado e aumentando os riscos quando tiver a chance de assumir responsabilidades maiores. Outro ponto é que com o digital e as redes sociais se integrando em praticamente todos os momentos do cotidiano, as fronteiras entre perfil profissional e pessoal tornam-se muito tênues, o que exige uma postura mais madura.

Muitos profissionais de Marketing ainda resistem à ideia de que aos olhos do empregador, são uma marca que precisa de posicionamento e comunicação bem definidas. A falha em gerenciar o que é postado nas redes sociais é um erro comum que pode custar uma oportunidade de trabalho ou promoção.

Crescimento lateral e experiência internacional: diferenciais

Os profissionais podem encontrar oportunidades tanto nos departamentos de Marketing, quanto nos setores comerciais. A passagem pela área de vendas inclusive pode representar um diferencial na carreira, pois faz com que o profissional de Marketing tenha a visão de ambos os lados, o que tende a reduzir o tradicional atrito entre estes setores.

Para quem pretende assumir posições de liderança, também é importante ter uma visão global do Marketing e vivência em diversos setores, como coordenação de produto, inteligência de mercado, comunicação, pesquisa e desenvolvimento, marca, gerenciamento de categoria e planejamento.

Outro ponto favorável é possuir experiência internacional. Quem tem oportunidade de realizar um programa de estágio ou intercâmbio em outro país pode agregar muito valor ao seu currículo e conquistar oportunidades diferenciadas.

Uma dificuldade na carreira em Marketing é o profissional se posicionar, comunicando com clareza seu perfil, experiência, pontos fortes e objetivos. Um currículo elaborado sem cuidados pode não transmitir os pontos fortes de um candidato. A construção criteriosa deste documento é parte importante da construção da marca pessoal.

A corrida por cursos de especialização, pós e MBAs também não garante diferencia se não houver coerência na escolha dos cursos com os objetivos da carreira. Muitos jovens saem da faculdade já buscando cursos, quando o ideal é ter vivência em diversas áreas até ter maior segurança sobre onde e como buscar a especialização.

Mais uma vez, planejar a carreira no longo prazo é a melhor opção. O profissional deve fazer um esforço de autoconhecimento, identificando seus pontos fortes e fracos, e definindo bem aonde quer chegar. Assim tem condições de construir algo sólido e galgar posições melhores no futuro.

Aplicando conceitos de branding na carreira

Os conceitos do branding também podem ser aplicados na construção de uma carreira no Marketing. Mais do que ninguém, este profissional deve saber construir sua marca e seu posicionamento.

Em tempos onde todos permanecem conectados a maior parte do tempo, a construção da marca pessoal deve estar contemplada dentro do planejamento de carreira. Mas da mesma forma que para as organizações, imagem só não basta: o profissional deve trabalhar duro para desenvolver suas competências e capacidades.

(Fonte: Mundo do Marketing)

A necessidade de uma pós-graduação

A grande competição no mercado está levando a um aquecimento na demanda por cursos de pós-graduação.

De um lado, gestores governamentais procuram os cursos para engordar seus contracheques, reforçados por um plano de carreira que valoriza a qualificação profissional. Por outro, profissionais da iniciativa privada vêem nos MBAs e similares um requisito para sua sobrevivência no mercado. Se der para fazer um mestrado ou doutorado, melhor ainda para seus curriculum e conta bancária.

Mais importante que simplesmente buscar um curso de pós-graduação é escolher bem o curso para que ele acrescente à sua carreira e demonstre evolução em seus conhecimentos contemporâneos.

O recomendável, hoje, é fazer uma pós-graduação a cada 5 anos, pois importantes mudanças acontecem no mercado e requerem uma nova habilidade dos profissionais. Até um tempo atrás, bastava uma pós-graduação em marketing para um egresso de cursos de publicidade ou administração valorizasse seu currículo. Hoje, além da pós em marketing, é necessário outra em inteligência competitiva e, na sequência, marketing digital e até recursos humanos.

O importante é não estacionar em seu currículo, principalmente tendo a opção de cursar opções de pós-graduação à distância, uma opção econômica e flexível.

 

Marketing não é só para publicitários e administradores!

Em 20 anos de “marketeer”, tenho percebido que o desempenho das atividades mercadológicas não está a cargo apenas de publicitários e administradores. Tenho visto profissionais de diversas áreas ocupando postos-chave neste setor: engenheiros, jornalistas, médicos, economistas, contadores e até advogados. Isto mesmo!

Apenas por curiosidade, Monaliza Maia, gerente de marketing do Brasília Shopping, é formada em advocacia, e nem por isso deixa de ser uma das maiores referências na área em Brasília.

O mercado está em busca de profissionais com visão de conjunto, capazes de liderar equipes proativas em busca de resultados. Não precisa ser publicitário ou administrador. Mas é necessário fazer uma boa especialização em marketing, não se esqueçam! Bem-vindos, amigos de todas as áreas. Há espaço no marketing para vocês!

Mercado quer obrigar profissionais de marketing a serem designers

“Precisa-se de profissional de Publicidade ou Marketing, formado ou cursando, com experiência em produção de eventos, criação e execução de projetos  Deve escrever bem e ter noções básicas do pacote Adobe.”

“Contata-se de Comunicação e Marketing para atuar juntamente a diretoria comercial e de mercado sendo responsável pela identificação de novos mercados, análise e pesquisa de concorrentes e clientes potenciais. Realizar gestão das redes sociais, site, uso do Adwords e Google Analytics. Atuação direta em campanhas de marketing, endomarketing e CRIAÇÃO de artes e peças. Experiência com campanhas de marketing, criação publicitária, eventos e planejamento estratégico. NECESSÁRIO conhecimentos AVANÇADOS nas ferramentas de criação e edição: Photoshop, Illustrator, Indesign ou Corel…”

Os textos acima estão reproduzidos literalmente, incluindo as enfáticas letras maiúsculas, e foram publicados no site Comoequetalá, que periodicamente publica vagas de empregos nas áreas de Comunicação e Marketing.

O que deveria ser apenas a contratação de um profissional com experiência em análise, planejamento, implementação e controle de ações mercadológicas transformou-se na busca por um profissional que também entenda de softwares de editoração e criação gráfica. Atentas à grande oferta de profissionais no mercado, as empresas ampliaram as exigências para contratação, visando encontrar em um único candidato habilidades normalmente encontradas em profissionais distintos. Assim, procuram economizar em contratações. Mas será que os profissionais selecionados são bons planejadores e, simultaneamente, bons designers?

Creio que não, embora tenha sempre acreditado que profissionais de marketing devessem, de fato, fazer cursos de softwares gráficos, não para aprofundar em design, mas para entender os recursos daqueles aplicativos e, com isso, colaborar com idéias aos diretores de arte em reuniões criativas.

Cabe aos candidatos a emprego aceitar ou não esta imposição das empresas do mercado. Quanto mais pessoas aceitarem estas exigências, mais elas serão irreversíveis e acabarão transformando estes mesmo profissionais em planejadores mais ou menos e designers idem, o que será negativo para o curriculum, a carreira e o bolso dos profissionais que se sujeitarem às exigências.

Dica de sites para auxiliá-lo a organizar seu home office

Mais de 4 milhões de pessoas trabalham em casa, segundo o principal órgão governamental de estatísticas. Para auxiliá-lo em seu home office sugerimos alguns sites interessantes. Confira:

Harvest – organiza equipes de trabalho, clientes e faturamento

Cashboard – ajuda a controlar o tempo, estimativas e palicação de faturamento

TimePanther – auxilia a gerenciar o tempo, definir tarefas, dividir projetos e calcular recitas disponíveis

Evernote – organiza suas ideias off-line e permite ter acesso a tudo online, tudo isso em um grande banco de dados

Smartr –  organiza contatos mesmo sendo de redes diferentes, como redes sociais, emails e telefones

Free time – analisa sua agenda e mostra as possibilidades de tempo livre

Remember the milk – calendário de lista de tarefas online.

10 sites para auxiliar a encontrar trabalho free-lancer

Buscar alternativas para complementar a renda é uma necessidade cada vez maior frente ao custo de vida atualmente praticado nas cidades, principalmente nas metrópoles. Mas por onde começar a buscar oportunidades que permitam um melhor controle sobre sua vida profissional? Eis 10 sites que ajudarão a começar a empreitada. Confira abaixo:

ComunicaGeral – oferece oportunidade para freelancer, programador, web designer, profissionais de comunicação, marketing, design gráfico, internet e tecnologia.

Escola Freelancer – site conta com diversas matérias para ajudar o freelancer, como por exemplo “Como criar um portfólio online em 7 passos”, “As maiores dificuldades na gestão de tempo e como superá-las”, entre outras.

Freela.com.br – reúne diversas oportunidades de áreas variadas.

Busca Freelas – uma rede social voltada para freelancers.

Prolancer – oportunidades nas áreas de design e criação, fotografia e audiovisual, publicidade e marketing, redação e conteúdo e web e desenvolvimento.

Freelancenow – um espaço para freelas e empresas se encontrarem.

Trampos.co – o site tem uma área especial para anúncio de trabalhos freelancers.

GetNinjas – um espaço para encontrar e anunciar os mais variados tipos de trabalho.

Freelance Web designer – site voltado para profissionais da área.

Shoe Boxed – este é para quem já está trabalhando como freelancer. Ajuda a organizar os papeis, como recibos, pagamentos e documentos.