Merchandising em filmes é estratégia cada vez mais eficaz para posicionamento

Eurobo

Já se foi o tempo em que um computador denominado Hal dominava uma nave espacial e colocava o poder humano sobre as máquinas em cheque. O computador, na época, era um merchandising da IBM, multinacional superpoderosa. Os autores do merchandising no filme, um taboo para a época, utilizaram o nome como mensagem subliminar, uma vez que as letras alfabéticas subsequentes de cada componente do nome convergia para o nome da multinacional.

Vieram os anos 80 e filmes como Blade Runner passaram a estampar marcas de forma futurista, transformando o merchandising em nova fonte de receita para os estúdios e uma estratégia de marketing que passou a ser considerada por grandes marcas.

Na década atual, o merchandising faz parte da trama e até do nome dos personagens. No filme Eu, Robô, estrelado por Will Smith, o mocinho contracena com um humanóide cibernético mais avançado do que os fabricados em série. O nome do robô era simplesmente… Sony! Genial, não?

A estratégia de inserir merchandising em filmes consolida a idéia já disseminada de que as marcas devem estar não apenas em blocos publicitários, mas dentro do conteúdo, de forma a “invadir” de forma mais fácil e eficaz a mente do consumidor.

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Gastar ou investir em merchandising?

Merchandising

Em meus contatos com empreendedores, tenho oferecido meus serviços de consultoria de ativação de varejo, especialmente ações de merchandising no ponto-de-venda. Tenho encontrado nestes uma receptividade à idéia, porém uma indisposição ao investimento em ações que priorizem a oferta de informações sobre produtos na loja.

Em post anterior, ressaltei a importância em se adicionar informações textuais e visuais na loja para facilitar o processo de decisão de compra do consumidor. Preocupa-me, particularmente, pequenos lojistas que vivem do seu trabalho mas permanentemente adiam seus investimentos, como se estes fossem simples gastos.  Acredito que tal postura é compatível apenas com o desejo de estagnar o negócio e vê-lo naufragar nas águas da cegueira e da frustração.

O empreendedor que adia investimentos em promoção acreditando apenas no seu trabalho do dia a dia desperdiça a chance de crescer com rentabilidade. O consumidor necessita ser paparicado e bem informado no processo de vendas. Ignorar isto é decretar uma data final para seu negócio.  Evitar investir quinentos reais, por exemplo, em cartazes que podem potencializar a venda de determinados itens de seu estoque é uma atitude medrosa e incompatível com o espírito empreendedor. Afinal, nem todo mundo tem uma boa equipe de atendimento para suprir carências promocionais.

Investir no ponto de venda é o mínimo que um lojista pode fazer.

Você sabe o que é backdrop?

O que é backdrop

Backdrop em entrevista de futebol

Mais um nome chique, em inglês, para nosso dicionário de marketing.

Backdrop é um painel com inscrições e logomarcas inseridas atrás de alguém que se apresenta em uma entrevista coletiva ou no pódio de uma premiação.   Também conhecido como estande pantográfico, backdrop é um painel modular muito utilizado em eventos como fundo de palco, ações de merchandising, apresentações e coletivas de imprensa.

Este painel  é constituído de uma armação que pode ser rígida (boxtrans) ou em sistema modular. Os backdrops são feitos, normalmente, de metal, com aplicação de serigrafia ou inscrições em vinil recortado.

Em nível tático, é uma ferramenta de publicidade oportuna para “pegar carona” nas imagens de impacto captadas por fotógrafos em eventos esportivos, jornalísticos ou promocionais.

As logomarcas inseridas, normalmente, referem-se ao patrocinador do evento ou da instituição onde ele se localiza. Na foto acima, um backdrop em uma entrevista coletiva do jogador Neymar.

Gostou? Acesse nosso dicionário de marketing e conheça mais expressões utilizadas no universo mercadológico!