Como melhorar sua digitação

Typingweb: facilidade no aprendizado de digitação

Typingweb: facilidade no aprendizado de digitação

Digitar um texto rapidamente nos faz ganhar tempo e produtividade. Mas se você é daqueles que ainda “catam milho” no teclado do seu pc? Seus problemas acabaram. Chegou o website typingweb.com. Em um ambiente em idioma português e interativo, você poderá aprender como digitar mais rápido e sem erros. Visite o site e teste você mesmo!

Booking.com facilita a programação de viagens

Julho está chegando e é mês de férias. Montar um roteiro de viagem é quase tão prazeiroso quanto a viagem propriamente dita. Por isso, uma boa dica é o site booking.com. São mais de 45 mil hotéis pelo mundo, com foco principalmente na Europa (para os EUA, vá direto ao priceline.com, do mesmo grupo). Eles garantem a melhor tarifa, e você não paga nada antecipadamente, só no check-out.

Vai-se o ídolo. Fica a marca.

Em 1975, no auge de sua fama, os Jackson Five estiveram em Brasília para um show em um dia de sábado. Três irmãos meus, animados, me levaram, ainda criança, para assistir o show de um fenômeno chamado Michael Jackson e seus “brothers”, entre eles Jermaine Jackson. Esperamos cerca de três horas no Ginásio de Esportes Presidente Médici (hoje Nilson Nelson), quando chega a notícia de que o show fora adiado para o dia seguinte, pela manhã. Frustrados, voltamos para casa especulando sobre a razão do adiamento do espetáculo. No dia seguinte, os Jackson Five se apresentaram no Ginásio, mas, não me lembro por que razão, não pude ir. O show ocorreu com portões abertos e dizem que foi memorável. Lembrei-me deste fato ontem, quando, consternado, recebi a notícia da morte do cantor ao ver uma coletiva de seu irmão Jermaine. Para alguém da minha geração, é impossível falar em alguns fatos da vida sem citar Jackson em algum momento. Hora com músicas românticas, hora com músicas dançantes, o cantor enfileirou uma seqüência de canções que compôs a trilha sonora de minha vida e de meus contemporâneos.  É uma pena um talento musical como ele ir tão cedo, mas ficam suas músicas em nossos players e nossa memória! Apenas lamento o fato de não tê-lo visto quando podia e não mais ter a chance de um dia vê-lo ao vivo! Mais que um ídolo, Michael Jackson é uma marca premiun, que ainda vai render muitos lucros a seus herdeiros e muita nostalgia em fãs como eu!

Pela criação do “Dia da Casa Nova”

O nome não precisaria ser precisamente este, mas acredito que deveria ser criado um dia para presentear a casa de uma pessoa querida, o que evitaria mal-entendidos e decepções que ocorrem em outras datas comemorativas. Isto porque o comércio incentiva, nestas ocasiões, o ato de presentear o alvo da data comemorativa com produtos de casa, e não para si próprio.  Exemplo: a família presenteia a matriarca com uma máquina de lavar no Dia das Mães. O presente é para ela ou para a família? Não seria melhor uma roupa, uma jóia ou outro objeto de exclusivo da querida mãe? Outro exemplo: uma tv de LCD para o patriarca no Dia dos Pais. Será apenas ele o usuário do eletrodoméstico, ou a família toda? Para o comércio, tanto faz a que se refere a data comemorativa. A verdade é que todos embarcam nesta onda e presenteiam as pessoas com presentes para a casa, e não para si. Não é um mico? No sugerido Dia da Casa Nova ocorreria, justificadamente, esta situação, proporcionando a todos da família um benefício que seria usufruído por todos os seus componentes. Minha sugestão seria estabelecer esta data no mês de novembro, onde, tradicionalmente, não há data comemorativa que beneficie o comércio, a não ser o fato de ser véspera do Natal.

Restaurante temático militar é sucesso no Líbano

Buns and Guns  é um restaurante temático libanês que recria, em seu interior, o universo da guerra. Decorado por armas, fotografias, funcionários trajando uniformes do exército e sacos de areia espalhados em seu “front”, o Buns and Guns localiza-se no subúrbio de Beirute controlado pelos extremistas Hezbollah. O ambiente, certamente, agrada ao público-alvo. Teriam êxito os diretores do estabelecimento se decidissem lançar franquias?

Última semana para ver Chris Marker no CCBB Brasília

Vai somente até o dia 28 a mostra Chris Marker: Ensaísta Multimídia, que apresenta, pela primeira vez no país, parte primordial da produção audiovisual do artista francês Chris Marker, um dos nomes mais importantes do cinema e audiovisual contemporâneos e um grande desconhecido no Brasil. A principal referência que há sobre o autor está no fato de seu curta, La Jetée, feito em 1962, ter inspirado o culturado filme Os 12 Macacos, estrelado por Bruce Willis e Brad Pitt. Muito pouco se sabe sobre Chris Marker no Brasil, e pouco no resto do mundo. Chris Marker iniciou sua carreira como escritor, fotógrafo, cineasta e viajante, mas tais rótulos são antiquados desde o momento em ele começou a trabalhar com as novas tecnologias (na década de 90), apresentando-se em museus e galerias, extrapolando os limites da instituição cinematográfica. A retrospectiva reúne grande parte de sua importante obra audiovisual (cinema, vídeo e televisão).

Polar Tintas: um bom case de posicionamento de marca

Polar Tintas é o nome de uma rede varejista do Distrito Federal com 30 lojas. Atuando desde 1974 (anteriormente denominda Águia das Tintas), a empresa desenvolveu um trabalho eficaz de posicionamento da marca em seu segmento. Comandada por Lívio Souza, a empresa direcionou o foco de seu trabalho na figura do pintor de paredes, principal influenciador na compra dos produtos junto aos clientes pagadores. Em 1982, o nome Polar Tintas substituiu a denominação anterior e Lívio decidiu estabelecer ações direcionadas aos pintores de parede, principal influenciador na compra dos clientes “pagadores”. Em briefing com a agência, decidiu adotar o Slogan “Polar Tintas – com P de pintor”. A intensa publicidade veiculada nos anos 80 e 90 alavancaram a marca como líder em seu segmento em Brasília. Hoje, após sofrer revezes, motivados, entre outros, pela entrada de Lívio no ambiente político, a empresa busca retomar sua participação no mercado, agora no modelo de franquias. Com 30 lojas, Lívio planeja comemorar os 30 anos da empresa em grande estilo. Em 1991,  tive a oportunidade de trabalhar com Elias e José Carlos, sócios da Espaço Propaganda, os quais conseguiram aprovar, produzir e veicular, junto ao cliente Polar Tintas, um dos mais inspirados jingles da propaganda brasileira. Composto por Guarabyra, da dupla Sá & Guarabira, o jingle trazia, em melodia caracerística dos compositores, a seguinte letra: “Vou pintar o mundo/com as cores da emoção/Céu de azul profundo/Sol vermelho de paixão/Verde natureza/vem de lá do teu olhar/prata lua cheia enfeitando o meu lugar/Repintando o mundo/com as cores do amor/Polar Tintas, com P de pintor”.

30 anos de “Natural” II

Em 1980, eu contava 14 anos de idade. Fascinado pelo som da banda 14 Bis, assisti, em um dia de sábado, a um show deles no Ginásio da Ascade (Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados), com capacidade para, no máximo, 2 mil pessoas. O show era  lançamento do segundo álbum da banda, intitulado “14 Bis II” e foi magnífico. Curiosamente, os músicos jogavam, de vez em quando, pirulitos para a platéia, pois naquele dia comemorarava-se Coste e Damião.  Junto com um grupo animado de amigos (Rosana, Lourenço Júnior, Elaine e outros de cujo nome não me lembro), falamos, no final do espetáculo, com Hely Rodrigues, o baterista, que na ocasião presenteou um deles com a baqueta que utilizara na noite. Sentindo a receptividade do músico, perguntamos onde eles estavam hospedados. Hely nos informou que estavam no Hotel do SESC. Animados, na tarde de domingo nos dirigimos ao local, onde Hely nos recebeu bem e pudemos conversar sobre o som do grupo e ter um breve contato com os outros músicos. O baterista nos convidou, então, para assistir a passagem de som no final da tarde, na Ascade. Fomos para lá e ficamos até o show que haveria à noite. Mais uma vez assistimos ao espetáculo. Desta vez, a abertura do show foi com a banda instrumental Ponte Aérea, que acompanhava Sá & Guarabira. Naquela noite, curiosamente, durante o solo da música “Nova Manhã”, um entusiasmado Cláudio Venturini chegou a estourar a corda de sua guitarra. A banda não deixou a peteca cair e continuou com a base, até concluir, enquanto o guitarrista corria para trocar sua corda. Na época, o grupo não contava com grande estrutura, pois ainda estava começando. Mas foi divertido. Hoje, sem preocupações em seguir modismos, o grupo segue fiel ao seu estilo, com uma legião de fãs fiéis.

30 anos de “Natural”

Em 1979, era lançado o primeiro álbum da banda 14 Bis, denominado “Natural”. Sob influência dos Beatles e do rock progressivo, o grupo inspirou-se nos garotos de Liverpool para desenvolver canções com arranjos sofisticados, harmonias complexas e vocal cuidadoso. Formado por Flávio Venturini, Vermelho, Hely Rodrigues, Cláudio Venturini e Sérgio Magrão, o grupo surgia em um momento onde o cenário musical carecia de bandas com um som jovem. Nos anos 80, a banda investia pesado em teclados e guitarras de última geração para sempre inovar em seus diversos álbuns. Suas músicas chegaram a fazer parte de trilhas sonoras de novelas. Em 1987, Flávio Venturini partiu para carreira solo, mas o grupo está na ativa até hoje, com seu irmão, Cláudio, à frente da banda. A faixa-título é uma canção acústica, sob violão folk. Eis sua letra: “Penso em você, no seu jeito de falar/Sua maneira de ser e perguntar o que é muito natural/Como é natural em você acontecerUm desejo de ver a cor da estrada e desaparecer/Vou seguir os passos e tentar saber/Onde em que cidade se escondeu você/Quero, sem pensar, o seu jeito de calar/De ouvir aquele resto de canção que morre pelo ar/Que brinca pelo ar como coisa natural/Em seu corpo tão sereno acende a velha mania de cantar/Voz do coração deixou, oh, oh/E pergunta sempre onde andará você/Em meu coração há razão, oh, oh/Não esqueço você.

Fim da exigência do diploma é o fim da carreira de jornalista?

Na última quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal aprovou, por 8 votos a 1,  fim da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. Inicialmente, como todos da área de Comunicação Social, fiquei preocupado com o destino dos cursos de Jornalismo. Atuando na Universidade Católica de Brasília há 8 anos, já atuei em algumas disciplinas para alunos do curso e passei a admirar o interesse com que se dedicam aos estudos. Igualmente admiráveis são os colegas professores que se empenham diariamente em formar os melhores profissionais para esta área tão relevante da sociedade. Apreensivos, pais e alunos questionam-se se vale a pena continuar o curso já que agora não é exigido o “canudo”. Particularmente, creio que, na verdade, a inexigibilidade do diploma para quem deseja exercer aquela profissão seja uma retaliação do terceiro poder (Judiciário) contra os militantes do considerado “quarto poder” (imprensa). O Judiciário busca, assim, desarticular os jornalistas mais empenhados na transparência dos fatos (e, conseqüentemente, mais bem pagos), sob a alegação de que a exigência do diploma fere a liberdade de expressão. Não estranhem se o mesmo Supremo decretar, um dia, que para exercer a profissão seja necessário um curso de Direito! Sendo definitiva a decisão, resta a profissionais e gestores de cursos universitários aprimorar seu trabalho e suas ofertas, agregando valor através de estratégias como cursos segmentados, como Jornalismo Econômico, Jornalismo Esportivo e outros. A especialização pode ser uma área a ser explorada, segmentando o curso e garantindo melhor habilitação do profissional ao mercado de trabalho. O caminho será árduo, mas os cursos não acabarão e os profissionais não serão tão afetados quanto se imagina. O caminho do curso de Jornalismo será o mesmo do que ocorreu em Publicidade e Propaganda, onde não se exige diploma mas cujas empresas tem dado preferência a universitários formados naquela área. A qualidade dos cursos será reconhecida pelo mercado e mentes maquiavélicas do terceiro poder não impedirão a investigação jornalística tão necessária à sociedade quanto o ar que respiramos.

Buraco de Bala: da animação artesanal ao reconhecimento internacional

Buraco de Bala é o nome de uma produtora de vídeo de Brasília, idealizada por três alunos egressos da Universidade de Brasília – UnB. O nome foi inspirado no anseio de um dos ilustradores de fazer uma história em quadrinhos em que o Tio Patinhas estaria no Velho Oeste e o título da obra seria “Buraco de Bala City”. Os diretores da empresa são Aleixo Leite, Bruno Rojas e Emerson Luiz . Depois de formados, os três alunos foram aprovados no curso Abril de Jornalismo. A experiência acabou proporcionando-lhes a oportunidade de mostrarem um vídeo teste feito para a MTV. O editor da época gostou do resultado e os convidou a elaborar a abertura do Beija-Sapo, programa comandado por Daniela Cicarelli. Após intensas pesquisas e muita “mão na massa”, o vídeo ficou pronto em duas semanas e se transformou em vitrine para o trio.  Hoje, a Buraco de Bala tem uma parceria com a T3 produtora de áudio e tem a meta de realizar um filme por mês, já que cada produto demanda um padrão de produção diferente. Segundo Aleixo, um dos sócios, “existe a tendência de que os meios tradicionalmente impressos irão convergir cada vez mais para a estrutura audiovisual”. Ele exemplifica, afirmando que nos metrôs da Inglaterra já existem projeções e televisores de plasma nas estações e  paradas de ônibus, onde as pessoas vêem um anuncio impresso e este aciona seus bluetoths. Assim, assistem a vários vídeos antes e durante a viagem. Antenada à essas tendências, a produtora vem fazendo muito sucesso nos segmentos de design e animação, motion design, design gráfico, webdesign e multimídia, rompendo fronteiras linguísticas e alcançando o mercado internacional.

Agência Criativa agora é X7 Comunicação

A agência surgiu com o nome original de Criativa em 1986, em Taguatinga-DF. Em 23 anos de atuação no mercado brasiliense,  a Criativa garantiu seu espaço no mercado publicitário, a partir de vantagens competitivas como instalações e produtora próprias. Sem custo fixo de aluguel e podendo oferecer produção de comerciais a preços competitivos, a agência de Viviane Luiza fundiu-se, em 2008, com outra empresa do mercado e passou a denominar-se X7 Comunicação. A X7 possui estrutura enxuta e profissional, e é filiada ao SINAPRO-DF.  A empresa é voltada para o varejo e tem em seu portifólio as Revendas Tim, Pepe Tintas, Academia Corpus, DF Piscinas, Objetivo, Pamonha Pura, Shopping 10 e Bali, entre outros. Tenho convivido com Viviane na pós-graduação em marketing da UCB, onde atuo como docente, e aprendido a admirar uma empresa genuinamente de Taguatinga que é referência de trabalho no varejo local.