Educação: o futuro das exportações

Cartilha A Nossa Ilha

Cartilha A Nossa Ilha

Quando criança, vivenciei um programa do Governo Federal intitulada “Contribuinte do Futuro”, um projeto de educação fiscal da Receita Federal que buscava sensibilizar o público infantil para a importância do pagamento de impostos como elemento de cidadania e crescimento do país.

De 1971 a 1980, o programa atingiu 40 milhões de livros distribuídos e 50 mil escolas e contava com amplo apoio do Ministério da Educação. Como parte do programa, eram distribuídas cartilhas educativas e promovido um concurso de redação com boa premiação para os melhores autores. Lembro-me de que, na sétima série do ensino fundamental, elaborei uma entusiasmada redação, mas que infelizmente não foi selecionada pela comissão julgadora.

Sempre fui um entusiasta daquele projeto, que não tem mais o mesmo nome, mas ainda continua sendo executado em outro formato, intitulado Turma do Leãozinho, com personagens de histórias em quadrinhos própria e website de grande interatividade. Acredito no poder deste tipo de educação para a geração de resultados a longo prazo, embora as atuais políticas governamentais privilegiem aquelas que geram resultados e curto e médio prazos.

Na minha concepção, acredito que um programa semelhante poderia ser desenvolvido por alguma das entidades envolvidas no comércio exterior – MDIC, Apex-Brasil, ABDI, AEB, entre outros -, seja por iniciativa individual ou coordenada entre aquelas e o Ministério da Educação. Tal como a Turma do Leãozinho, poderia ser criado um personagem que criasse empatia das crianças com a internacionalização e exportação de produtos, de forma a demonstrar a importância de tais processos para o crescimento do país, para a geração de empregos e até para a promoção do Brasil.Palestras poderia ser ministradas em todo país por agentes daqueles órgãos, bem como poderiam ser promovidos concursos de redação e vídeos para estimular a reflexão e o engajamento do público infantil à causa exportadora.

Esta modalidade de educação comercial poderá contribuir consideravelmente para a evolução da cultura empreendedora de nosso povo, que já é ativo em negócios no mercado externo mas pode ser mais ainda no mercado internacional. Como afirma Cecília Lopes da Rocha Bastos, “é na mente da criança que se pode plantar o futuro”.

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Brasília sedia Feira do Empreendedor em Agosto

Brasíia sediará, neste m~es, mais uma edição da Feira do Empreendedor, evento promovido pelo Sebrae no Distrito Federal, com o objetivo de fomentar a competitividade de microempreendedores individuais, produtores rurais, micro e pequenas empresas. O foco neste ano está na inovação e sustentabilidade.

O espaço será dividido em salões de Orientação Empresarial; Franquias; Vendas Porta a Porta; Máquinas e Equipamentos; Representação Comercial; Compras Governamentais; Sustentabilidade; Inovação e oportunidades de negócios locais.

O evento também será uma oportunidade para capacitação empresarial. A expectativa é de que aproximadamente quatro mil pessoas participem das oficinas, palestras e seminários que serão oferecidos durante toda a programação. As palestras terão duração de uma hora, cada, sobre os mais diversos temas, como sustentabilidade, franquias, startups e casos de sucesso de diferentes segmentos.

A Feira contará ainda com a participação de bancos, instituições de microcréditos, federações e institutos tecnológicos que prestarão informações aos visitantes do evento.

Exportação: opção vantajosa para hoje ou para amanhã?

comercio exterior

O crescimento econômico verificado nos últimos anos no cenário brasileiro proporcionou às empresas nacionais uma expansão em seus negócios que parecia não mais ter fim. A crise européia e o freio no PIB chinês, porém, provocaram reflexos nas vendas e obrigou gestores tupiniquins a reverem seus planos. Neste contexto, qual a solução? Estimular o mercado interno ou incrementar as prospecções internacionais?

A meu ver, exportar nunca deixou de ser um bom negócio. O ambiente internacional, na verdade, apresenta dinâmicas semelhantes às que ocorrem no cenário interno. A complexidade só aumenta devido a diferenças lingüísticas e culturais. Adaptar-se ao ambiente globalizado é dispendioso, mas pode render bons frutos a quem persevera.

Crises econômicas são cíclicas e antevejo que o atual cenário irá melhorar com a gradual recuperação das economias européias, cujos governantes, mais cedo ou mais tarde, terão que fazer o dever de casa nos ambientes micro e macroeconômicos.

Os empresários brasileiros devem estar atentos aos movimentos econômicos e as oportunidades de negócio. Afinal, sempre haverá consumidores necessitando de produtos que podem ser atendidos por “players” nacionais.

Para aproveitar estas possibilidades, os gestores deverão fazer o que os gurus do marketing sempre apregoaram: conceber um bom produto, oferecer boas alternativas de distribuição, praticar um preço competitivo e divulgar adequadamente o que produz.

Privatização das telecomunicações completa 15 anos

Já faz 15 anos que o governo brasileiro decidiu privatizar as telecomunicações brasileiras. Em 1998, o monopólio da Telebrás passaria a ser compartilhado por empresas privadas responsáveis por regiões específicas.

A expansão da oferta de telefones foi o maior saldo positivo, alcançando um índice de 160 telefones para cada 100 habitantes no país,  configurando o país como um grande mercado que tem atraído muitos investimentos.

A qualidade dos serviços ainda é o calcanhar de aquiles deste processo, embora o Brasil utilize tecnologias avançadas. As dimensões continentais do país dificultam uma cobertura uniforme por parte das operadoras, que tem concentrado investimentos em grandes centros populacionais.

As operadoras telefônicas registram os maiores índices de reclamações nos PROCONS, juntamente com as instituições bancárias. Problemas que poderia ser resolvidos no primeiro contato avançam para instâncias judiciais de forma desnecessária, gerando conflitos entre consumidor e operadoras.

Os serviços ainda são caros, principalmente devido aos impostos cobrados sobre os serviços de telecomunicações. Enquanto nos outros países a alíquota chega a 20%, no Brasil esse patamar chega a 43%.

A privatização foi positiva, mas muito ainda há ser feito, principalmente considerando-se a proximidade dos grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Como planejar a carreira de marketing

Construir uma carreira sólida e bem sucedida não depende apenas de esforço e aprimoramento de competências. Cada vez mais, é exigido dos profissionais uma boa dose de planejamento estratégico, autoconhecimento e foco para que as decisões tomadas façam sentido no médio e longo prazo, além de uma boa gestão da sua “marca pessoal”.

A área de Marketing está aquecida, oferecendo boas oportunidades, mas a grande quantidade de caminhos possíveis aliada à ansiedade própria da nova geração pode levar o profissional a perder de vista seus verdadeiros objetivos e talvez não alcançar os resultados esperados.

A pressa em crescer na hierarquia da empresa e conquistar posições de grande destaque e visibilidade também podem induzir o profissional a “atropelar” etapas, prejudicando o seu aprendizado e aumentando os riscos quando tiver a chance de assumir responsabilidades maiores. Outro ponto é que com o digital e as redes sociais se integrando em praticamente todos os momentos do cotidiano, as fronteiras entre perfil profissional e pessoal tornam-se muito tênues, o que exige uma postura mais madura.

Muitos profissionais de Marketing ainda resistem à ideia de que aos olhos do empregador, são uma marca que precisa de posicionamento e comunicação bem definidas. A falha em gerenciar o que é postado nas redes sociais é um erro comum que pode custar uma oportunidade de trabalho ou promoção.

Crescimento lateral e experiência internacional: diferenciais

Os profissionais podem encontrar oportunidades tanto nos departamentos de Marketing, quanto nos setores comerciais. A passagem pela área de vendas inclusive pode representar um diferencial na carreira, pois faz com que o profissional de Marketing tenha a visão de ambos os lados, o que tende a reduzir o tradicional atrito entre estes setores.

Para quem pretende assumir posições de liderança, também é importante ter uma visão global do Marketing e vivência em diversos setores, como coordenação de produto, inteligência de mercado, comunicação, pesquisa e desenvolvimento, marca, gerenciamento de categoria e planejamento.

Outro ponto favorável é possuir experiência internacional. Quem tem oportunidade de realizar um programa de estágio ou intercâmbio em outro país pode agregar muito valor ao seu currículo e conquistar oportunidades diferenciadas.

Uma dificuldade na carreira em Marketing é o profissional se posicionar, comunicando com clareza seu perfil, experiência, pontos fortes e objetivos. Um currículo elaborado sem cuidados pode não transmitir os pontos fortes de um candidato. A construção criteriosa deste documento é parte importante da construção da marca pessoal.

A corrida por cursos de especialização, pós e MBAs também não garante diferencia se não houver coerência na escolha dos cursos com os objetivos da carreira. Muitos jovens saem da faculdade já buscando cursos, quando o ideal é ter vivência em diversas áreas até ter maior segurança sobre onde e como buscar a especialização.

Mais uma vez, planejar a carreira no longo prazo é a melhor opção. O profissional deve fazer um esforço de autoconhecimento, identificando seus pontos fortes e fracos, e definindo bem aonde quer chegar. Assim tem condições de construir algo sólido e galgar posições melhores no futuro.

Aplicando conceitos de branding na carreira

Os conceitos do branding também podem ser aplicados na construção de uma carreira no Marketing. Mais do que ninguém, este profissional deve saber construir sua marca e seu posicionamento.

Em tempos onde todos permanecem conectados a maior parte do tempo, a construção da marca pessoal deve estar contemplada dentro do planejamento de carreira. Mas da mesma forma que para as organizações, imagem só não basta: o profissional deve trabalhar duro para desenvolver suas competências e capacidades.

(Fonte: Mundo do Marketing)

Projeto Carnaval atrai compradores internacionais

O Projeto Carnaval é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil que capitaliza a grande visibilidade do Carnaval brasileiro no mundo para atrair compradores, potenciais compradores e investidores estrangeiros ao Brasil.

Realizada em parceria com entidades de diversos segmentos da economia, a ação intensifica o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, que participam de rodadas de negócios e visitam indústrias e pontos de venda em vários estados brasileiros durante, antes ou depois do Carnaval.

Durante o Carnaval do Rio de Janeiro, os participantes acompanham o desfile das escolas de samba do grupo principal, durante duas noites (domingo e segunda-feira) ou ainda o desfile das campeãs, que ocorre no sábado posterior ao Carnaval.

Nas cinco edições do Projeto Carnaval, participaram mais de 1.500 convidados entre representantes de entidades setoriais, formadores de opinião e compradores de mais de 35 setores da economia brasileira. Dentre eles, biotecnologia, têxtil, tecnologia de informação, audiovisual, componentes para calçados, materiais elétricos e eletrônicos, materiais de defesa, torres de transmissão de energia, instrumentos musicais, vinhos, frutas, cosméticos, artesanato e equipamentos de panificação, além do setor de franquias e outros.

O Projeto Carnaval tem se confirmado como uma plataforma inovadora de promoção comercial que possibilita demonstrar a um público seleto, exigente e qualificado que o país conta com empresas capacitadas e com uma produção competitiva e diversificada.

Hoje é o Dia Nacional do Selo

Ao hábito de colecioná-los damos o nome de filatelia, a qual se desdobra nos seguintes ramos: filatelia tradicional, história postal, pré-filatelia, pré-filatelia, marcofilia, inteiros postais, filatelia temática, aerofilatelia, astrofilatelia, maximafilia, filatelia juvenil, literatura filatélica, selos fiscais e classe aberta.

Os Correios possuem, em cada estado, uma agência filatélica para atender aos colecionados deste que é um dos mais antigos passatempos do mundo.

Em homenagem ao Dia Nacional do Selo, gostaria de relembrar uma frase antiga veiculada pelos Correios para incentivar este hobby:

“Se você nunca pensou em ser um filatelista, pense em sê-lo!”