Por que seu negócio precisa de um website?

Ter um website facilita localização em mecanismos de busca

A Internet transformou a forma como as empresas se apresentam ao mercado e vendem seus produtos.

Atualmente, são inúmeras as possibilidades de divulgação e venda dos produtos na internet, mas tudo ainda começa com um moderno e funcional website.

Mas por que motivo sua empresa necessita criar e manter um website?

Aqui vão as razões definitivas para tomar sua decisão.

1 – Facilidade para o cliente encontrar a sua empresa

Se o consumidor procura por fornecedores de serviços e produtos em mecanismos de buscas, é com um bom site que elas encontrarão sua empresa.

2 – Menor custo na hora de encontrar possíveis clientes

Se o seu site receber em média 10 visitas por dia, ao final de 1 mês terá registrado 300 contatos com clientes interessados. E com uma boa manutenção de conteúdo e otimização das páginas (SEO), este resultado poderá ser ainda maior, gerando mais retorno com grande economia.

3 – Plena integração com suas redes

A implantação de um website amplia o alcance da comunicação que sua empresa já desenvolve nas redes sociais, gerando maior contato com os clientes e oferecendo a leis mais informações sobre produtos e serviços.

4 – Mensuração de dados e resultados

A partir de um website você poderá recolher dados dos clientes com facilidade e rapidez, identificando as informações que eles buscam e podendo, com isso, oferecer conteúdo mais apropriado e direcionado às suas vendas.

5 – É a decisão digital mais estratégica que você pode tomar!

Enquanto o alcance da comunicação de sua empresa é cada vez menor nas redes sociais, por exemplo, no website o alcance de clientes pode ser cada vez maior, pois você é quem “manda” neste território, executando estratégias que podem potencializar ainda mais o número de clientes visitantes e, consequentemente, suas vendas.

Agora que você tem elementos para decidir, está na hora de entrar neste jogo pra ganhar, não acha?

 

 

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Propaganda cooperada: auxílio estratégico ou simples fonte de renda para o varejo?

Como vimos em post anterior, Propaganda cooperada é aquela cujos custos de criação, produção e veiculação são rateados por duas ou mais empresas que possuem interesse complementar na venda de determinado produto ou serviço.

Um exemplo simples desta aplicação é quando uma indústria ajusta com uma revendedora de seus produtos uma peça ou campanha publicitária, divulgando mensagens como “produto da indústria X você só encontra na revendedora Y”.

A ética na propaganda cooperada

A viabilização deste tipo de propaganda é salutar para a relação da indústria, que tem interesse em ampliar o posicionamento de seu produto em determinado mercado, e para o varejo, que permanentemente necessita divulgar suas ofertas e escoar os produtos que revende. Normalmente, a empresa varejista executa a campanha e encaminha os comprovantes de despesas e de veiculação à indústria, para reembolso em dinheiro ou bonificação/desconto em produtos.

O sistema seria perfeito não fosse o interesse exagerado dos varejistas em gerar receita. Ao perceber seu poder de barganha com a indústria, muitos varejistas estão negociando ao extremo a contribuição daquela nos custos a níveis absurdos.

Alguns casos extremos são emblemáticos.

Recentemente, uma profissional de propaganda me revelou que encomendara panfletos a uma gráfica para ação de panfletagem nas ruas. A ideia de seu cliente, uma rede revendedora de tintas, seria custear a impressão em regime de propaganda cooperada com uma indústria. Apesar de alertado, o varejista insistiu na produção dos impressos sem qualquer menção a produtos do fabricante parceiro. Resultado: o cooperado não aceitou dividir os custos com o varejista e uma nova impressão teve de ser refeita, desta vez seguindo as diretrizes de marketing do fabricante.

Assim como esse varejista, muitos estão procurando “sugar” ao máximo verbas dos fabricantes. A adesão das indústrias à propaganda cooperada, na verdade, é uma questão de conveniência. De acordo com cada mercado onde atua, a indústria destina mais ou menos verbas para seus parceiros locais.

Os departamentos de marketing dos fabricantes estão atentos às suas necessidades locais, mas também sabem que alguns varejistas tem exagerado na prestação de contas, alguns deles inclusive com notas frias e superfaturadas. Será, então, que as indústrias não estão repassando estes custos para seus produtos?

Quer saber mais sobre propaganda cooperada, veja o novo post sobre o tema.

 

Cuidados ao realizar propaganda cooperada

Em postagens anteriores sobre propaganda cooperada, creio ter despertado muitos leitores sobre o tema, pois ao pesquisar hoje no Google notei que os dois textos que produzi há algum tempo estão no top daquele buscador.

Resolvi, então, ampliar um pouco a discussão sobre o assunto, abordando alguns cuidados que se fazem necessário ao planejar ações que envolvam parceiros no custeio da mesma.

Propaganda cooperada veiculada na Copa do Mundo 2014

Como o nome sugere, a propaganda é cooperativa, ou seja, em uma mesma ação parceiros comerciais juntam seus esforços para reduzir a um custo menor para cada um e maximizar os ganhos para todos. Ao se planejar as ações, deve-se ter em mente que os parceiros normalmente concordam em participar com quantias ponderadas e coerentes com a exclusividade que o executor da ação  lhe oferece.

Exemplificando: ao veicular uma propaganda, um varejista de tintas aborda somente o seu nome e o da indústria cujos produtos revende na região, com mensagem do tipo “Produto X você só encontra no varejista Y”.

No contexto acima, é natural que a indústria aceite custear 50% da publicidade que divide com o varejista. Caso, porém, o varejista veicule uma publicidade com 4 ofertas de parceiros comerciais diferentes, também será razoável que uma indústria aceite custear apenas um percentual relativo ao rateio com as outras marcas que aparecem na peça publicitária.

Ao se planejar uma propaganda cooperada, é necessário ter o bom senso e ética para não só atingir os objetivos de vendas como também preservar as parcerias comerciais que sempre estarão bem dispostas a colaborar com seu canal de vendas.

Veja mais sobre o tema em O que é propaganda cooperada

O que é propaganda cooperada?

Exemplo de propaganda cooperada

Exemplo de propaganda cooperada entre indústria e varejo

Propaganda cooperada é a circunstância de divulgação de um produto ou serviço em que duas ou mais empresas dividem os custos de produção e veiculação da mesma. Recentemente, publiquei aqui um texto sobre o tema. O leitor Alexandre questionou-me sobre como ocorre, em termos documentais, este procedimento.

Como funciona a propaganda cooperada?

A empresa A apresenta o plano da ação de marketing desejada ao parceiro B, o qual analisa a conveniência e os custos da mesma. Em caso positivo, a empresa B autoriza a empresa A a executar a ação em nome desta.  A estratégia é executada e, após receber as notas fiscais para pagamento, a empresa A quita as despesas de forma integral. Finalizada a ação promocional e pagas todas as despesas, a empresa A envia à empresa B cópias dos comprovantes das despesas.

Exemplo de propaganda cooperada de telefone celular

A empresa B, através de seus departamentos de marketing/propaganda e financeiro, conferirão as despesas previstas com as pagas e liberará o valor correspondente a 50% do custo integral da propaganda cooperada., normalmente, através de um documento denominado Nota de Crédito.

Normalmente, este crédito é convertido em desconto nas próximas aquisições da empresa A junto à B. Ou seja: a comprovação é via Nota Fiscal e o reembolso é através de desconto comercial nas compras futuras.

Em outro post, promovo uma discussão ética oportuna sobre esta importante parceria estratégica. Acesse e confira!

Como administrar crise de imagem nas redes sociais

Uma das maiores dores de cabeça dos gestores modernos é a gestão da sua imagem nas redes sociais. Isto porque a modernidade trouxe a possibilidade de cada receptor emitir sua mensagem livremente no ambiente de interação social. Porém, nem sempre suas opiniões são favoráveis às organizações.

Além disso, funcionários da linha de frente podem executar mal o seu trabalho e as falhas podem ser documentadas pelos clientes, ampliando uma questão que não precisaria sair dos limites da empresa.

Considerando minha vivência no tema, dou algumas dicas para gerenciar problemas que surjam na relação da empresa com seu público e evitar que o prejuízo à imagem seja maior do que não tomar atitude nenhuma:

a) Identifique a dimensão do problema apontado em um post e a possibilidade de ampliação junto ao público-alvo.

b) Identifique como o problema ocorreu, quem foi o responsável e como a empresa encaminhará a questão. Se possível, estude uma solução definitiva para a origem do problema, de forma que não corra mais a situação reclamada no post.

c) Faça contato com o autor da postagem e esclareça a ele o que ocorreu, reconheça o problema  e informe como está sendo encaminhada a questão. Se possível, peça-lhe que faça uma atualização do post com as informações da empresa.

d) Além do autor da postagem, busque outros envolvidos e dialogue individualmente com eles, visando demonstrar o comprometimento da empresa com eles e com a solução da questão.

e) Poste nos comentários do post o compromisso da empresa com a ética e  qualidade de seus serviços, bem como o reconhecimento do problema e a solução encaminhada.

f) Evite “bater boca” com clientes que se sentirem empoderados pela aparente fragilidade da empresa nesta questão. Foque apenas na questão e convide os céticos a visitarem a empresa e conhecerem a política da empresa em relação ao tema do post.

g) Apenas utilize outros canais se o problema estiver saindo do controle e necessitar de maior investimento em mídia de massa para esclarecimento do fato e mitigação dos danos à imagem da organização.

h) Quando a “poeira baixar”, recomenda-se executar uma campanha institucional ressaltando a ética e o compromisso social da organização junto ao público. Simultaneamente, deve-se reforçar a frequência dos conteúdos no site e nas páginas da empresa nas redes sociais.

i) Também é recomendável elaborar um programa de endomarketing para, a longo prazo, engajar os funcionários na defesa da empresa.

Lembre-se: quando mais rápido a empresa responder ao problema, menos serão os danos à imagem.

Ministério da Saúde entra no universo dos games para falar com jovens

Com o conceito “É nessa fase que você fica mais forte”, a campanha estreia com o filme em uma linguagem que mistura o mundo real com o mundo dos games, em 8 Bits e 3D, para contar a história da aventura de dois jovens que fogem dos vírus para encontrar uma unidade de saúde e se vacinarem.

A locução é do embaixador da campanha, o famoso Youtuber dos games, Zangado. Adolescentes poderão assumir o controle da aventura ao baixar o jogo para mobile, Detona Vírus, onde enfrentarão vilões dentro do corpo humano, recebendo a cada nova fase, conteúdos importantes sobre à saúde e a importância de tomarem as vacinas.

Como o principal ponto de contato entre os jovens e o Ministério da Saúde serão as plataformas digitais, teremos a Websérie com 4 episódios na linguagem Minecraft no canal do também Youtuber Fê Batista e uma ativação com os principais atletas de E-sport do país, competindo entre si no Detona Vírus.

A campanha é assinada pela agência brasiliense Fields360.

Você sabe o que é astroturfing?

astroturfing

Astroturfing é o ato de camuflar (“mascarar”) os patrocinadores de uma mensagem ou organização (ex: política, publicitária, religiosa ou de relações públicas), visando fazer parecer que ela tenha surgido ou seja apoiada por membros de movimentos populares espontâneos da sociedade, estes também conhecidos em inglês por grassroots. É uma tática que visa dar credibilidade a declarações ou organizações sem, no entanto, fornecer informações a respeito da conexão financeira de sua fonte.

O termo astroturfing deriva-se de uma marca de grama sintética similar a um gramado natural.  É um neologismo com a expressão inglesa “grasroots”, que, em português, seria o equivalente a “raízes da grama” e que significa movimentos espontâneos de uma comunidade. A implicação por trás do uso do termo astroturfing é de que não existem movimentos grassroots “verdadeiros” ou “falsos”, mas sim de apoio “falso” ou “artificial”, ainda que alguns de seus praticantes defendam a sua prática.

Na Internet, praticantes de astroturfing usam software com o objetivo de disfarçar as suas reais identidades. Às vezes, uma única pessoa opera vários perfis que passam a impressão de que existe um amplo apoio em favor de suas agendas.

Alguns estudos sugerem que essa atividade é capaz de alterar a maneira de pensar do público e de criar dúvidas o suficiente para inibir ações.

Perícia em marketing: dicas para se desenvolver na área

perícia

Em post publicado em 16 /02/16,  “Já pensou em ser perito de marketing?”,  relatei o contato que tive com uma nova área: a perícia em marketing.

Alguns leitores manifestaram interesse maior em conhecer esta área tão incipiente ainda no País e decidi oferecer alguns subsídios.

Inicialmente, para ser um perito, como a própria nomenclatura sugere, o profissional deve ter ampla experiência na área, com formação em nível superior. Tempo de serviço e curso superior, portanto, são requisitos essenciais. A formação superior deve ser em áreas correlatas a Marketing, como Administração, Comunicação e Economia, entre outras.

Além disso, o profissional deve ter uma formação focada nesta área. No caso da perícia em marketing, cursos de pós-graduação em áreas como Branding, Comunicação, Inteligência Competitiva e Economia, por exemplo, podem contar pontos para quem deseja ser reconhecido como especialista no segmento.

Possuir um mestrado ou doutorado em área relacionada a Marketing pode ser, também, fundamental para pesar na balança na hora da escolha do profissional. Sugiro pós-graduação em áreas como Administração, Comunicação e Economia, tendo como objeto de pesquisa, a perícia em marketing.

Além de estar habilitado em termos profissionais e de formação, é importante que o futuro perito de marketing habilite-se junto aos tribunais, se necessário até visitando juízes e desembargadores para apresentar sua expertise.

Ressalto que de nada adianta cumprir os requisitos acima se o profissional não possuir conduta ilibada, estando com seu nome “limpo” no mercado e sem histórico de processos judiciais, uma vez que a sociedade deve reconhecer no profissional uma pessoa honrada.

E você, já pensou em ser perito de marketing?

Linda Huber e seus desenhos a lápis

Utilizando apenas um lápis, ela desenha maravilhas.

Ela é Linda Huber, estadunidense do Brooklin (NY), 51 anos. Linda revela que gasta de 20 a 80 horas para realizar cada trabalho, a partir de fotografias. Tanto tempo dedicado a uma obra só poderia produzir um trabalho de muita precisão. Suas obras são utilizadas em publicidade, livros e websites.

“Eu não desenho o que vejo, mas o que conheço!”, revela Linda.

A qualidade das obras tem a ver com o nome da designer, não?

Internet: terra de todos ou “terra de ninguém”?

Acessar muitos conteúdos é bom, mas quem paga por isso?

Ao ser concebida, a internet apresentou-se como um espaço de compartilhamento de conteúdo e de socialização, mas há quem esteja se apropriando indevidamente de conteúdos de terceiros para obter fama, formação ou dinheiro. E quem produz o conteúdo, como fica neste contexto?

Pena que tantos enxerguem a web como uma “terra de ninguém” e desenvolvam negócios que em nada valorizam quem se dedica a criar os conteúdos. A base da economia criativa é o respeito à cadeia de valor. É preciso regular os direitos autorais e a remuneração das obras na internet!

Particularmente, creio que a solução passa por 3 medidas:

a) Gerar contrapartidas obrigatórias de empresas formais que se apropriam dos conteúdos (Facebook, Google e serviços de armazenamento e compartilhamento na nuvem, como OneDrive, Dropbox e Google Drive, entre outros), obrigando-os a criar uma forma de reconhecer e proteger o produtor original do conteúdo;

b) Estabelecer um marco jurídico para pessoas que se apropriam de conteúdos de terceiros, exigindo que peçam autorização dos autores e responsabilizando-as em caso de apropriação indébita; e

c) Estimular empreendedores a criar negócios que se proponham a exatamente monitorar o uso indevido da produção de um determinado autor, a exemplo do que faziam, por exemplo, as editoras gráficas e as editoras musicais, por exemplo.

Tais medidas podem  parecer soluções utópicas, mas é preciso pensar em soluções para um uso indevido da web que está prejudicando autores e beneficiando quem exagera na apropriação e compartilhamento de conteúdo.

Creio que alguma instituição poderia patrocinar um grupo de pesquisadores para o tema, se é que talvez já não exista. Mentes brilhantes podem conceber soluções práticas para esta questão que vem transformando a web no império do “control-c, control-v”.

Por que youtubers fazem sucesso?

Se você já se fez esta pergunta, talvez o youtuber Cauê Moura tenha a resposta.

5 anos e 100 milhões de acessos depois, o apresentador reflete, com seu estilo bem-humorado, sobre seu sucesso e também o de outros profissionais que vivem de suas produções na principal rede social de vídeos da atualidade.

Para simplificar, podemos afirmar que os youtubers fazem sucesso por que seu público, formado a maioria por crianças e adolescentes, se identifica plenamente com eles, adotando-os como uma das rotinas de suas vidas. Para eles, assistir um vídeo de Cauê Moura, Julio Cocielo ou Kefera representa sintonizar com alguém que retrata o seu mundo e que assume o papel de companheiro, com seu conteúdo e com sua personalidade.

Estamos em um novo momento na comunicação e vale a pena compreendê-lo.

Como combater o mosquito Aedes Aegypti?

Dengue

Enquanto esperávamos que o combate ao mosquito transmissor da dengue surtisse efeito, eis que ele amplia seu raio de ação, trazendo outras duas doenças .

A melhor forma de se proteger do mosquito é evitar que ele se desenvolva, ou seja, eliminar os focos de larvas. O uso de inseticidas, por exemplo, não é uma boa forma de eliminar o Aedes aegypti adulto, já que estas substâncias estão gerando mosquitos resistentes. Além disso, o uso de inseticidas causa sérios danos à natureza. As contra indicações são as mesmas no caso de uso em larvas.

Assim, a melhor maneira de combater o mosquito adulto é eliminar as águas paradas, ou seja, os criadouros do mosquito. Não havendo água parada, as fêmeas não têm um lugar adequado para que seus ovos se desenvolvam e assim, a população de mosquitos adultos vai sendo reduzida até não representar mais perigo.

Porém, existe uma série de medidas que, embora não impeçam totalmente, dificultam a transmissão da dengue, chikungunya e zika, pelo menos a dificulta. São estas:

a) O uso de espirais ou vaporizadores elétricos: devem ser colo
cados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos mais picam.
b) Mosquiteiros: Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.
c) Repelentes: Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.
d) Telas: Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.
e) Ar condicionado: O uso do ar condicionado inibe o mosquito, pois baixa a temperatura e a umidade do ar, mas não o mata. Ele tem mais dificuldade para detectar onde estará a possível vítima de sua picada. Estes aparelhos apenas espantam o mosquito que poderá voltar em outro momento quando eles estiverem desligados.