Artesanalização: uma alternativa para agregar valor ao produto

Ontem estive conversando com uma empresária na área alimentícia que me relatou suas dificuldades em expandir o negócio. Sua empresa opera no limite de sua produção com boa aceitação do produto no mercado.

O desafio da empresa em questão é como obter maior ganho de escala com seu produto que possui manuseio artesanal. Máquinas com grande capacidade de produção não faltam. Porém, segundo ela, o produto final é inferior, pois ainda não desenvolveram um maquinário com processo que preserve o resultado da versão artesanal.

Ao pensar em alternativas para o problema, sugeri à empresária artesanalizar a sua planta, buscando compensar a baixa produção com o reconhecimento do mercado à sua qualidade. Para isto, sua empresa precisará realizar um esforço de marketing para promover o produto junto a formadores de opinião e aprimorar sua embalagem, bem como obter certificações que atestem a qualidade. Obtido isto, a empresa poderá cobrar um valor maior e ampliar seus lucros.

No momento, a empresária empenha-se em estabelecer parceria com fabricantes de máquinas que consigam superar o desafio, ao mesmo tempo em que estuda instalações maiores para atender à desejada expansão. Entretanto, caso as dificuldades persistam, ela vê com bons olhos a opção de artesanalização, com a qual poderá atender nichos de mercado que lhe propiciem maiores lucros e qualidade de vida.

Fica aqui a dica para quem passa pelos mesmos problemas desta empresa de alimentos. A artesanalização pode, sim, ser uma evolução de negócios que enfrentam entraves para a produção em larga escala.

Se você não puder fazer mais com qualidade, poderá ganhar mais promovendo a qualidade do pouco que faz, não é mesmo?

Estamos na era do Stakeholding?

Segundo o autor Pedro Henrique Souza, não estamos mais na era do marketing, e sim, na época do Stakeholding. Isto porque ele defende que as empresas precisam entender mais as pessoas, seus interesses e necessidades.

Se negócios são feitos por pessoas e para pessoas, é dentro delas que está o segredo para criar relações imbatíveis, como as estabelecidas com a Apple com seu mercado ou o Google com seus funcionários.

O vídeo abaixo apresenta a proposta da obra que, por sinal parece interessante. Vou conferir e postarei minhas impressões futuramente. Fica a dica.

De volta ao começo

Este é o nome do filme produzido pela rede Chipotle Mexican Grill. Em uma animação leve e criativa, o comercial demonstra a qualidade da criação dos animais que fornecem carne para aquela rede de churrascarias. Esta peça foi premiada no Festival de Publicidade de Cannes.

Dívidas afetam sua produtividade

Todo devedor apresenta algum comportamento fora do padrão. Uns sorriem demais, outros vivem calados e alguns gritam a plenos pulmões em qualquer oportunidade.

Segundo levantamento feito em 2012 por John Gathergood, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisando a saúde mental e financeira de aproximadamente 10.000 pessoas, devedores apresentam um grande risco de perder o controle sobre a ansiedade e o estresse.

Ainda de acordo com a pesquisa, outros efeitos, como aumento do constrangimento diante dos colegas, insônia e desenvolvimento de fobias, também atingem os endividados com maior facilidade, reduzindo seu contato social e sua capacidade de concentração.

Como uma espécie de frustração, a dívida dificulta o avanço pessoal e, claro, o profissional também. Os sentimentos de incapacidade e impotência com o acúmulo de despesas acabam por limitar o desempenho e podem resultar, muitas vezes, em casos de depressão.

E as instituições financeiras não deixam barato. Qualquer dívida segue a máxima do “Aqui se faz, aqui se paga”, e no Brasil se paga muito caro graças às adoráveis taxas de jurocobradas nas mais diversas modalidades, que podem chegar a quase 200% ao ano — em outros países nos quais a máxima capitalista também é válida, como os Estados Unidos, os juros ficam próximos a 30% ao ano no cartão de crédito.

Como consequência, adquire-se uma infeliz série de prejuízos para a vida pessoal e para relacionamentos. Mas não é somente em casa ou entre os amigos que há instabilidade — a carreira profissional também é extremamente afetada.

Um trabalhador com estado emocional debilitado tem baixo retorno e se torna cada vez menos interessante para o empregador. No entanto, não se pode descartá-lo como uma mercadoria, mas sim buscar contribuir para a solução dos problemas.

Um bom início pode ser o incentivo da companhia à educação financeira dos funcionários por meio de programas de controle sobre os gastos e acompanhamento psicológico, como muitas empresas já vêm fazendo. Dessa forma, a saúde mental poderá começar a voltar ao positivo e o saldo bancário também.

Se você está com problemas para equilibrar seu orçamento, procure ajuda antes que as despesas se tornem uma dor de cabeça na sua vida, prejudicando até mesmo seu trabalho.

(Fonte: Exame, 22/05/13)

PEC das domésticas: do lar para a indústria ou para a vida autônoma

A nova legislação que traz mais direitos para os trabalhadores domésticos vai provocar uma importante mudança.

Por um lado, as famílias brasileiras, pressionadas pela perspectiva de maiores custos, demitirão ou “enxugarão” sua equipe de auxiliares do lar.

Por outro, provocará a migração destes trabalhadores para a economia informal, onde se tornarão pequenos empreendedores ou prestadores de serviços autônomos, como diarista, por exemplo.

Outro caminho, porém, parecerá mais salutar: o do emprego no comércio e na indústria. Pressionados por custos crescentes provocados pela escassez de mão-de-obra, os empresários destes segmentos receberão de braços abertos aqueles trabalhadores que buscam empregos formais.

Este pode ser o momento de equilíbrio na oferta de mão-de-obra que tanta dor de cabeça provocou nos últimos anos nos empresários. Dependerá apenas da adesão dos trabalhadores egressos das famílias brasileiras.

Planejamento requer dedicação para elaborar e disciplina para seguir

estrat

Um dos trabalhos mais importantes e, paradoxalmente, mais adiado pelo empreendedor moderno é a elaboração do planejamento estratégico.

Dedicando seu tempo à rotina do negócio, os empresários frequentemente se vêem adiando a elaboração de um planejamento que ofereça um rumo à empresa. A principal alegação é a falta de tempo para interromper a rotina e dedicar-se a pensar nos cenários que o empreendimento irá enfrentar nos próximos cinco ou dez anos. Alguns alegam que não possuem bola de cristal e, portanto, tal tarefa seria um “tempo perdido”. Outros reconhecem o valor mas não tem a coragem de dar o primeiro passo.

O fato é que a elaboração do planejamento estratégico requer tempo e dedicação pessoal para elaborar com qualidade um norteador para a empresa. Mas tão importante quanto sua elaboração é o cumprimento das diretrizes definidas no plano.

De fato, não é fácil planejar e cumprir. Basta compararmos com nossa vida, a qual seguimos, muitas vezes, no “estilo Zeca Pagodinho”, deixando nossa vida nos levar. A verdade é que aquele tempo por muitos considerado “perdido”, na elaboração do planejamento estratégico, revela-se, na sequência, um acelerador no processo de crescimento da empresa, pois dá consistência às decisões.

E você, já elaborou o planejamento estratégico de sua empresa?

Especulação imobiliária: a inimiga do crescimento da economia

Muito se fala sobre o alto custo da folha salarial para atividade empresarial, mas pouco se fala nos custos imobiliários crescentes que acabam tornando os locadores sócios predadores de seus inquilinos empreendedores.

Tenho observado em minha circunvizinhança um número crescente de imóveis à venda ou disponíveis para aluguel.

Particularmente na esquina de minha rua, há um ano fechou o curso de inglês que lá funcionou por mais de dez anos. Segundo o proprietário, o alto custo do aluguel foi decisivo para sua mudança, pois a imobiliária estava pedindo 5 mil reais por mês para renovar o contrato. Em um ambiente competitivo, obter lucratividade suficiente para custear o negócio e, principalmente, bancar um aluguel daquele valor é, convenhamos, tarefa para Hércules.

Os especuladores apostam que, mais cedo ou mais tarde,obterão êxito  na sua pedida. Enquanto isto, empresários que buscam pontos razoáveis para seus negócios vêem-se obrigados a repensar seus planos e sua logística para estabelecerem-se em locais menos atraentes mas com aluguel mais realista.

Sempre pergunto a amigos corretores por que um locador prefere ficar um ano sem alugar o imóvel a reduzir sua pedida e alugar rapidamente. A resposta que sempre escuto é: “especulação”.

Neste contexto, a especulação imobiliária torna-se a grande vilã da economia, pois suga do setor produtivo sua lucratividade e adia seu crescimento.

Os manuais de economia demonstram que quanto mais um imóvel fica parado, maiores serão as despesas de manutenção e menor será o retorno. Os especuladores imobiliários ignoram esta cartilha e apostam na aceitação do seu preço. Nem sempre estarão corretos. Em muitos casos, terão prejuízos irreversíveis, como o proprietário da loja da esquina da rua onde moro.

Apenas para que os prezados leitores monitores o exemplo que dei, avisarei neste site quando a imobiliária conseguir alugar seu imóvel, e por quanto terá alugado.

O jogo de cintura do empresário brasiliense

Ser empresário no Distrito Federal não está sendo fácil.

Além de conviver de perto com os principais órgãos de fiscalização e enfrentar a concorrência de empresas de fora que contam com benefícios fiscais mais atrantes, os dirigentes do comércio e da indústria local convivem com altos custos, principalmente imobiliário.

Cada um se vira como pode. Alguns se beneficiam de políticas de incentivo ao seu setor que lhes oferecem até lotes para seu empreendimento a preços e parcelamento vantajosos. Outros extrapolam estes incentivos, construindo em seu lote não só suas instalações, como também apartamentos para alugar para terceiros.

Mas o que mais me admira é o jogo de cintura do empresário que não tem as possibilidades acima. Aquele empresário que mata “um leão por dia”, que vive de suas vendas diárias e precisa se desdobrar para manter sua rentabilidade, pagar suas contas e, se for possível, expandir seus negócios.

Ser empresário, nesta circunstância, não é tarefa para amador. É preciso muito tino comercial e, principalmente, estar permanente informado sobre os movimentos de seu mercado e sobre o comportamento do consumidor.

Empresários brasilienses que enfrentam esta rotina merecem nosso aplauso e o sucesso que acabam experimentando. Eles são o motor de nossa economia.

Novo comercial da Net traz bom humor e simplicidade

Sou fã incondicional de comerciais simples, bem-humorados e que apresentam os benefícios de um produto com clareza. Este é o caso do comercial que vem sendo veiculado pela TV por assinatura Net.

Na peça publicitária, uma dona de casa atende um vendedor de TV a cabo que oferece uma marca que não é a Net. A cor da gravata faz leve referência aos concorrentes Sky e Claro TV, que utilizam a cor vermelha. A interpretação do vendedor é muito divertida.

E-book gratuito: Aumente sua Produtividade

ProduEn

Considerando que o lema “tempo é dinheiro” é bem literal para empreendedores, o site Empreendemia lançou um e-book para ajudá-los a gerenciar sua produtividade.

“Aumente sua produtividade” é o nome da obra com  235 páginas de puro conteúdo sem enrolação da galera da Empreendemia, com ilustrações de Mauro Ribeiro.

O livro é grátis e foi produzido com colaboração da Dell Computers.lização desse trabalho.

Se você está cansado(a) de apagar incêndios e gostaria de conhecer conceitos e dicas práticas para melhorar sua produtividade no dia a dia, faça seu download aqui.

Novo diretor da OMC é brasileiro

RAzevedo

O assunto de hoje não poderia ser outro senão a escolha do novo diretor da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo. Desde 2011 acompanho a política de comércio exterior brasileiro e vejo neste novo fato uma dimensão simbólica que aponta para uma mudança na ordem econômica mundial.

Aos 55 anos, este profissional ganhou a reputação de negociador terá como um dos gandes desafios grandes desafios será reativar as negociações da Rodada Doha para a liberalização do comércio mundial, iniciadas em 2001 e estagnadas há anos por profundas diferenças entre os países do norte e os do sul.

Azevêdo nasceu em Salvador, estudou engenharia na Universidade de Brasília e logo entrou para a carreira diplomática. Na OMC, liderou os contenciosos históricos vencidos pelo Brasil contra os subsídios ao algodão nos Estados Unidos e contra os subsídios à exportação de açúcar da União Europeia.

Integrante do serviço diplomático brasileiro desde 1984, casado com uma diplomata e pai de duas filhas, Azevêdo ajudou a criar, em 2001, a divisão de Contenciosos do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e foi seu primeiro chefe.

Também desde esse ano, e com cargos diversos, participou em quase todas as conferências ministeriais desde o lançamento da Rodada Doha para a abertura do comércio mundial em 2001.

Azevêdo passou a dirigir o departamento econômico do Ministério e, entre 2006 e 2008, foi subsecretário geral de Assuntos Econômicos.

O que é Inbound Marketing?

Com a proposta de ir além de estratégias baseadas na interrupção do usuário, o Inbound Marketing caracteriza-se como uma forma de atrair a atenção dos internautas através de conteúdos do seu interesse.

A técnica consiste em criar diferentes canais de marketing, como perfis em redes sociais e blogs, onde é possível gerar e compartilhar informações relevantes para determinados perfis de consumidores.

Sendo assim, não é necessário interromper o internauta com anúncios ou mensagens invasivas, pois, afinal de contas, ele mesmo terá o interesse de buscar e clicar em seu conteúdo.

Inbound Marketing é ideal para marcas e empresas que desejam “ser encontradas” por seus clientes na internet, por proporcionar novas formas de atrair e conquistar a atenção do público.

Esta estratégia difere do outbound marketing, cujo maior exemplo é o esgotado telemarketing e os comerciais de televisão, onde a mensagem chega a você sem seu interesse ativo.

Para realizar boas ações em Inbound Marketing, é necessário três fatores fundamentais: conteúdo, otimização em mecanismos de busca (SEO) e intenso compartilhamento em mídias sociais.

(Fonte: Ana Carolina Meller)