ABA lança manual sobre como proteger marcas

Ontem abordei o tema design gráfico. Hoje falarei sobre como proteger sua marca.

O registro de marcas e patentes está hoje, a cargo do INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial. Através do registro neste órgão, sua marca ou patente fica protegida em nível cartorial.

O processo, hoje, é relativamente fácil, pois a entrada do registro é feita pela própria internet, no site do órgão. Há que se observar, porém, algumas normas que proibem a utilização de qualquer palavra. No site, há todas as explicações para quem busca informações sobre as exigências burocráticas para a devida proteção da marca.

Se você desejar, a Associação Brasileira de Anunciantes – ABA, também disponibiliza um manual com as orientações necessárias para proteger sua marca. Em linguagem simples e clara, o comitê de Branding daquela associação dá dicas muito úteis. É só baixar, ler e providenciar urgentemente o registro de sua marca.

Anúncios

Como contratar uma empresa de design gráfico

Por que as empresas precisam de design gráfico?
O design gráfico é um termo genérico  que define a ação de ordenar estética e formalmente textos e imagens sobre variados suportes, sempre  com o objetivo de comunicar algo.

Uma logomarca – que sintetiza a identidade de uma empresa – é um
trabalho de design gráfico. O rótulo  de uma embalagem também., assim
como as placas de sinalização de um prédio, uma revista, um cartaz.
Em todos esses exemplos há imagens ou textos que foram articulados de
forma pensada; há uma ideia veiculada visualmente.

Para ajudar empresários a escolherem adequadamente o fornecedor de serviços de design gráfico, o comitê de Branding da Associação Brasileira de Anunciantes – ABA, elaborou um manual intitulado “Como contratar uma empresa de design gráfico”.

De forma didática e completa, o manual apresenta a metodologia adequada para escolher  boas empresas ou profissionais de design gráfico. Interessou? Clique aqui e baixe a publicação. Com certeza ela lhe será muito útil

Que lição a renúncia do Papa dá ao mundo corporativo?

O que você faria se a empresa e seus clientes tivessem grande expectativa sobre o seu desempenho e você  não tivesse mais saúde, carisma, paciência, diplomacia e energia para enfrentar problemas de gestão de pessoas, mercado e falta de credibilidade pessoal? Pediria as contas? Pois foi o que fez Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI.

Guardadas as devidas proporções, o chefe máximo da igreja pediu as contas e cumpre, agora, aviso prévio de 30 dias. Após assumir a igreja com a responsabilidade de suceder um dos mais carismásticos líderes do século XX, João Paulo II, Bento XVI viu-se diante de problemas que abalam a igreja católica em seus dogmas e diminui o rebanho cristão a cada ano.

Bento XVI reconheceu que não dispõe mais de energia para enfrentar os desafios da igreja católica. Como diria uma música interpretada por Fagner, “a multidão precisa de alguém mais alto a lhe guiar”.

Tal qual o Papa, muitos líderes deveriam avaliar o seu papel e, diante de uma situação assim, pedir o boné e pensar em vôos mais adequados à envergadura de suas asas. A ruptura, muitas vezes, cria novas situações e nova atmosfera para revigorar um líder e restabelecer sua credibilidade. Afinal, líderes vivem da credibilidade, e não da autoridade.

Bento XVI sabe disso e tomou a atitude sábia. Ele não esperou a total debilidade física no exercício de sua profissão, como fez João Paulo II, seguindo a tradição de vitaliciedade papal.

A comunidade católica logo colherá os frutos da passagem deste bastão que requer um líder com pulso para enfrentar os maiores desafios que uma organização pode enfrentar. O mundo pode esperar um novo papa antenado com as necessidades de seu rebanho, hábil em gerenciar crises e com idéias mais modernas para garantir esta instituição milenar chamada Igreja Católica.

Quanto a Bento XVI, ele continuará residindo no Vaticano e se tornará, provavelmente, um observador e consultor desta “empresa”, além de escrever um novo livro, na esperança de não ser mais uma “página virada” na história da Igreja.

100 anos de McLuhan

É com satisfação que comunico aos caros leitores o lançamento do livro “100 anos de McLuhan”, organizado pelos amigos Janara Sousa (UnB), João Curvello (UCB) e Pedro Russi (UnB), editado pela Casa das Musas, com apoio da Capes.

O livro é resultado do debate realizado durante o “Seminário Internacional 100 anos de McLuhan”, nos dias 10 e 11 de novembro de 2011. O evento, financiado pela Capes e pelo Decanato de Pós-Graduação da Universidade de Brasília (UnB), foi organizado pela linha de pesquisa Teorias e Tecnologias da Comunicação do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação da UnB, e contou com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Católica de Brasília.

Em uma época em que vivenciamos uma ferramenta que une todos os povos, é bom lembrar que foi Marshal Mcluhan quem criou a expressão aldeia global, antevendo um futuro onde deixaríamos de viver localmente e passaríamos a pensar e viver globalmente.

A versão digital pode ser baixada na íntegra a partir deste endereço:

http://teoriasetecnologiasdacomunicacao.org/wp-content/uploads/100anosMcLuhan-ebook.pdf

Água, só cantando no chuveiro!

Dentro da sequência que apresenta mídias mirabolantes, mais uma da Biruta se destaca: a criada em 2012 para lançar mais uma edição do programa de calouros Ídolos, da Record. A empresa de mídia instalou um chuveiro na praia e o mesmo só liberava água se o usuário cantasse uma música. A ação envolveu os cariocas e ajudou a divulgar o programa da emissora.

Novo serviço informa o Serasa de fornecedor para o consumidor

Antes apenas as empresas analisavam os clientes para qualquer transação comercial. Agora o consumidor está em igualdade para negociar, pois a Serasa Experian lançou lançando o serviço “Você Consulta Empresa”, onde o consumidor poderá consultar o CNPJ de empresas e prestadores em todo território nacional, minimizando riscos na hora de adquirir produtos e serviços.

O novo serviço oferece as seguintes informações: Identificação/Localização; informações cadastrais, anotações negativas, protestos, ações judiciais, cheques sem fundo, falências, participação societária e faturamento presumido. O custo de cada consulta é de R$ 29,90.

O lançamento deste serviço vai evitar, com certeza, muitos transtornos aos consumidores de produtos como pacotes de viagens, apartamentos e outros.

Wi-Fi gratuito já está sendo oferecido por grandes anunciantes

Uma notícia publicado na última quinta-feira, 14, no site Mundo do Marketing, informa que a Coca-Cola, mediante acordo com a operadora telefônica Oi, passaria a oferecer acesso wireless à web gratuitamente em bares específicos no Rio de Janeiro.

Os locais escolhidos para a ação seriam pontos muito procurado pelos jovens, target da empresa. Uma tática promocional plenamente sintonizada com os objetivos daquela companhia de refrigerantes.

Parece-me que oferecer acesso a internet será uma ação cada vez mais comum, considerando sua relação custo-benefício, uma vez que, ao mesmo tempo em que agrega valor à marca patrocinadora, estabelece um novo ponto de contato com seu público-alvo.

Os grandes anunciantes poderiam seguir este exemplo e disseminar o acesso wi-fi gratuito nos mais diversos pontos da cidade, não acham?

Acesso wireless adiciona receita a cafeterias

Em atendimento a uma proprietária de cafeteria, recomendei-lhe que adotasse o fornecimento de acesso wireless para o seu público, ainda que ela o cobrasse por hora.

A comodidade de estar tomando um café e acessar a internet torna o ato do consumo mais prazeiroso e demorado, proporcionando mais vendas para o mesmo cliente que frequenta o estabelecimento.

A cafeteria em questão recebe, diariamente, a visita de cerca de 500 clientes. Se 10% destes clientes acessarem a internet pagando R$ 3,00 por hora, o estabelecimento faturaria R$ 150,00 por dia com a oferta da rede wi-fi, um valor que por si só já paga o custo mensal da web da cafeteria. O restante seria lucro, que neste exemplo, seria de R$ 4.350,00 para os outros 29 dias do mês, uma vez que o estabelecimento em questão funciona diariamente.

Além de obter nova receita, a cafeteria pode reter o cliente por mais tempo em sua mesa e vender mais produtos ao mesmo. Não é uma boa tática?

CENP credencia instituição para concorrer com o IVC. Isso é bom ou ruim?

O Conselho Executivo das Normas-Padrão – CENP, Órgão criado para acompanhar as práticas comerciais na propaganda brasileira, credenciou, nesta semana, o instituto Athros para auditar a tiragem de veículos impressos. A iniciativa vai criar um concorrente para o Instituto Verificador de Circulação – IVC, que já atua há 55 anos no mercado publicitário nacional.

O IVC foi criado em 1957, sob os auspícios da Associação Brasileira de Propaganda (ABP), do Sindicato dos Proprietários de Jornais e Revistas, da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (ABAP).

A criação deste órgão veio preencher a lacuna da falta de medição da circulação da mídia impressa nacional. Durante sua existência, o IVC adotou normas rígidas de controle que conferiram credibilidade ao seu trabalho. Ter a circulação auditada pelo instituto passou a ser um fato positivo para a transparência e o marketing de jornais tradicionais, como Correio Braziliense, Folha de São Paulo e O Globo, por exemplo.

Na contramão desta boa prática, muitos veículos impressos com circulação irregular evitar aderir à auditoria do IVC, o que poderia desmentir seu discurso comercial. Alguns veículos chegaram a contratar auditorias independentes para aferir sua circulação, buscando driblar a resistência de anunciantes que cobravam os dados do IVC.

Minha preocupação com a iniciativa do CENP é se a auditoria do novo concorrente do IVC será realmente séria. Como profissional de marketing, considero fundamental a transparência dos dados da mídia impressa e espero que o trabalho da auditoria Athros seja pautado pela isenção e qualidade, a exemplo do que já faz o IVC.

A importância do processo comunicacional interno

O sucesso de uma empresa depende de diversos fatores, destacando-se, entre eles, a eficácia de seu processo comunicacional.

No que diz respeito à comunicação interna, por exemplo, há que se destacá-la como estratégia de motivação e integração do quadro de funcionários.

Um bom exemplo de instrumento eficaz de comunicação interna é um concurso de redação para funcionários com a empresa como tema, o que o faria refletir sobre seu ambiente e retratar o clima organizacional.

Poderíamos citar, também, ferramentas oportunas como a produção de um documentário onde os próprios funcionários apresentem a empresa. Isto sem falar no estímulo ao trabalho voluntário, onde a empresa pode promover ações sociais junto à comunidade, com a participação direta de seu quadro funcional.

Voltaremos futuramente a este tema tão interessante na moderna gestão empresarial.

Princípios da administração pública devem nortear também a gestão privada

A Constituição Federal de 1988 trouxe expressamente os princípios que devem nortear a administração pública.

Em primeiro lugar, temos o princípio da legalidade, segundo o qual o servidor público deve sempre observar os preceitos legais na condução de suas atividades.

O segundo princípio apresentado pela Carta Magna é o que se refere à impessoalidade. Este termo orienta os funcionários públicos a agirem da mesma forma no trato com os cidadãos, sem privilegiar ou discriminar quaisquer pessoas.

O terceiro princípio expresso pela Constituição Federal de 1988 é o da moralidade, o qual preceitua que os administradores públicos devem agir com honestidade e respeito com os recursos públicos.

O quarto princípio apresentado pela Lei Maior refere-se à publicidade, o qual estabelece que todos os atos administrativos devem ser divulgados aos cidadãos.

Aos quatro princípios elencados originalmente na Constituição Federal veio se juntar o que se refere à eficiência, segundo o qual a administração pública deve pautar-se, também, pela busca dos resultados com o menor volume de recursos possível, dentro de uma filosofia de otimização das verbas alocadas para cada atividade pública.

Cabe esclarecer que o princípio da eficiência passou a ser adotado pela administração pública a partir de instrumento legal publicado em 1998, não integrando o rol de princípios apresentado em 1988 pela Carta Magna.

Por conterem regras gerais de conduta, adequadas ao bom atendimento e transparência, creio que estes princípios apresentados podem também nortear a gestão privada, excetuando-se o da publicidade, uma vez que a natureza da propaganda privada é diferenciada.

Vai passar, por Chico Buarque

Em tempos de Carnaval, vale a pena relembrar da música “Vai Passar”, de Chico Buarque, composta nos anos 80 após o início do processo de redemocratização do País.

Com sua poética peculiar, Chico Buarque faz alusão às mazelas dos políticos e o comportamento da população no Carnaval. Em um samba contagiante, Buarque não deixa de exaltar a esperança de dias melhores para o Brasil, os quais estão bem melhores do que nos tempos da ditadura.