Da alegria de ser pai

Na semana passada, eu e minha esposa tivemos uma das maiores alegrias de minha vida, pois assistimos a aprovação de nossa filha na Universidade Católica de Brasília. Foi uma ocasião especial tanto para ela quanto para nós, que acompanhamos seu crescimento e sua evolução como pessoa, aluna e profissional. Com 18 meses de experiência no mercado, ela defendeu com maestria seu projeto perante uma banca com 3 professores do curso de Engenharia Ambiental.

Pela experiência que tenho com 10 anos participando como examinador de bancas de conclusão de ensino superior, senti, antes mesmo da divulgação do resultado, que ela receberia nota dez. E foi o que aconteceu. Nathália recebeu nota máxima e sugestão de publicação de sua pesquisa e participação em programas de mestrado.

A paixão pela Engenharia Ambiental a fez tornar uma das melhores alunas do curso da UCB. E sua dedicação a levará mais longe do que imagina. Estaremos sempre contigo, minha filha!

QR code na cabeça!

Uma ação interativa inusitada foi planejada para o time inglês South-East London’s Bromley FC, que decidiu lucrar com os cortes de cabelo de seus jogadores. Os atletas ganharam códigos QR na cabeça, aqueles cógidos de barras em formato 2D que funcionam como espécie de propaganda interativa.

Localizados, geralmente, em jornais e revistas, eles podem ser fotografados por um celular e, a partir daí, encaminham o usuário para um site. Os jogadores escolhidos para a ação ganharam um desses na cabeça, patrocinados pelo site de apostas Betfair. O ‘artista’ responsável pelos cortes foi o cabeleiro favorito do atacante Wayne Rooney.

Não se sabe ainda se eles poderão funcionar como propaganda, já que os torcedores dificilmente conseguirão chegar a uma distância tão próxima dos atletas a ponto de tirar uma foto com seus celulares. No entanto, como cada partida é acompanhada de perto por um séquito de fotógrafos com lentes de zoom poderoso, pode ser que os códigos QR sejam comercializados na seção esportivas dos jornais.

Desde já, a ação é candidata ao título de “ação digital mais inusitada do ano”.

O que uma Copa do Mundo não faz…

Em menos de 10 segundos, dois hotéis construídos no início da Capital Federal foram ao chão, em uma implosão considerada bem-sucedida. Construído em 1965, o Hotel das Nações foi o primeiro a dar adeus à sua existência, seguido pelo Alvorada Hotel (1975). Uma construtora local é dona dos dois imóveis e construirá outros dois estabelecimentos turísticos para atender com maior capacidade o público previsto para a Copa do Mundo, em 2014, em Brasília. Tempos atrás, tive a oportunidade de participar da recepção de um casamento no terraço do Hotel das Nações, de onde se tinha uma bela vista do centro da cidade. Saudades!