Dicas para uma propaganda cooperada efetiva

Ontem recebi correspondência de um leitor com dúvidas sobre propaganda cooperada, sendo que a principal delas é como ter controle sistemático para assegurar a prestação de contas ao cooperado e receber sua contrapartida.
É muito comum ocorrer um certo desequilíbrio na relação entre compradores da empresa e fornecedores. Nem sempre os papéis no processo de propaganda são claros e exclusivos. Na maioria das vezes, os diretores da empresa conversam sobre as linhas gerais do processo e deixam a seus subordinados o fluxo de realização das ações e o processo de prestação de contas e recebimento da verba.
A princípio, as melhores dicas que posso dar para que o processo de propaganda cooperada flua bem são:
1) É preciso estabelecer claramente a forma de cada fornecedor conceder a propaganda cooperada: abatimento prévio de um percentual na compra sujeito a futura comprovação da utilização desta verba; ou autorização para produção e veiculação das peças com consequente reembolso após comprovação física e/ou documental da campanha;
b) Deve-se sistematizar o processo, sendo que em alguns casos é recomendável a  contratação de pessoa exclusiva para este fluxo caso o calendário de ações cooperadas seja intenso e frequente;
c) Se o fornecedor não é organizado em seu processo de propaganda cooperada, será necessário que você cobre de cada um uma sistematização do processo, para que haja a concessão e a cobrança que cada negociação requer, deixando claro a seus funcionários como agir com cada parceiro comercial;
d) Equilibrar a proximidade entre compradores e fornecedores no momento de negociação e manter relativo “distanciamento” no processo de cobrança da verba.
Explicando melhor este último, acredito que muitos compradores podem já ter estabelecido uma relação de cumplicidade com os fornecedores a partir de amizades muito próximas, seja por muita identificação um com o outro ou até mesmo extrapolando o relacionamento ao ambiente social fora da empresa. É necessário que saibam ajustar isto, pois o desequilíbrio pode ser nocivo tanto à sua empresa quanto a seu parceiro comercial.
De qualquer forma, o gestor da organização deve acompanhar mais de perto esta área sensível do marketing da empresa, principalmente neste momento de volume menor de negócios que estamos vivenciando.

O que é demarketing?

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O que fazer se a demanda atual por um produto for demasiadamente intensa e a capacidade produtiva não é capaz de acompanha-la? A resposta para esta pergunta é o demarketing.

A estratégia de demarketing é usada visando reduzir a demanda excessiva e inesperada. Neste caso, a missão do gestor de marketing é desestimular os consumidores, provocando uma redução da demanda de forma temporária, enquanto ajusta-se o nível de produção à procura pelo produto. Cabe destacar que, neste momento, é imperativo aumentar o preço do produto como elemento de ajuste.

Não estamos falando em destruir a demanda, mas sim ajusta-la à capacidade produtiva da organização.  Cebe esclarecer que não se constitui em demarketing as campanhas contra fumos, drogas e demais atos ou atitudes nocivas.

Como tomar decisões de estratégia de produtos

produto
Uma das maiores dúvidas dos gestores modernos são que decisão tomar a respeito de seu produto conforme o ciclo de vida e seu posicionamento de marca. Afinal, uma decisão errada pode comprometer todos os esforços de posicionamento de marca e até a política de expansão de seus negócios. Para auxilia-los, relembremos quais são as opções possíveis para este caso.
As decisões de estratégia de produtos compõem o chamado composto de produtos, que é o conjunto de decisões estratégicas de marketing referentes às linhas de produtos da organização. De acordo com Philip Kotler, as decisões de composto de produtos possuem quatro dimensões: amplitude, extensão, profundidade e consistência.
Para compreender melhor estes conceitos, tomemos como exemplo uma empresa de laticínios (derivados de leite).
Amplitude refere-se ao número de linhas de produtos da empresa, que representam a diversidade da natureza de seus produtos. Exemplo: leite, margarina, iogurte e queijo.
Extensão diz respeito ao número de itens de produto em cada linha, considerando-se as variações dentro de uma própria natureza do produto. Exemplo: leite com as variedades integral, semidesnatado, desnatado, fortificado e sem lactose.
Profundidade refere-se ao número de versões de produtos, com variações do mesmo produto em tamanho, quantidade e sabores. Exemplo: leite em embalagem de 500 ml e 1 litro e com sabores (como chocolate).
Já a consistência do composto de produtos representa o nível de semelhança entre as linhas e os produtos quanto à matéria-prima, ao processo de produção, aos canais de distribuição, ao padrão de qualidade e à imagem de marca. No caso do laticínio, há semelhança entre matéria-prima, processo de fabricação, padrão de qualidade e distribuição entre os produtos fabricados pela indústria.
Gestores de produtos e de marketing devem levar em consideração todas as variáveis acima relacionadas para estabelecer a melhor estratégia para seus produtos, otimizando as linhas com boa curva de vendas e reduzindo ou extinguindo aquelas deficitárias.

Outback não produz ovos, mas marca presença na Páscoa

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A Outback aproveita a Páscoa para atrair os viciados em chocolate – mais precisamente, em sua sobremesa ‘Chocolate Thunder From Down Under’. Com a agência HSTK, de Michael Bevilacqua e Ivete Gama, a marca criou um ovo de Páscoa inspirado na sobremesa e vai dar para seus clientes a oportunidade para levar o doce especial para a casa.

A promoção acontece entre os dias 20 e 23 de março nos restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro. Quando o cliente pedir a Chocolate Thunder From Down Underm a sobremesa chegará à mesa acompanhada por uma embalagem lacrada. Dentro dela, uma colher exclusiva da promoção, gravada com a frase “Eu amo Chocolate Thunder”. O detalhe é a cor da colher, se prateada ou dourada. Se for a colher folheada a ouro, o cliente leva também o ovo de Páscoa para a casa. Esta campanha reforça a estratégia da empresa de interagir com o seu público de forma lúdica e memorável, gerando experiência única.

Perícia em marketing: dicas para se desenvolver na área

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Em post publicado em 16 /02/16,  “Já pensou em ser perito de marketing?”,  relatei o contato que tive com uma nova área: a perícia em marketing.

Alguns leitores manifestaram interesse maior em conhecer esta área tão incipiente ainda no País e decidi oferecer alguns subsídios.

Inicialmente, para ser um perito, como a própria nomenclatura sugere, o profissional deve ter ampla experiência na área, com formação em nível superior. Tempo de serviço e curso superior, portanto, são requisitos essenciais. A formação superior deve ser em áreas correlatas a Marketing, como Administração, Comunicação e Economia, entre outras.

Além disso, o profissional deve ter uma formação focada nesta área. No caso da perícia em marketing, cursos de pós-graduação em áreas como Branding, Comunicação, Inteligência Competitiva e Economia, por exemplo, podem contar pontos para quem deseja ser reconhecido como especialista no segmento.

Possuir um mestrado ou doutorado em área relacionada a Marketing pode ser, também, fundamental para pesar na balança na hora da escolha do profissional. Sugiro pós-graduação em áreas como Administração, Comunicação e Economia, tendo como objeto de pesquisa, a perícia em marketing.

Além de estar habilitado em termos profissionais e de formação, é importante que o futuro perito de marketing habilite-se junto aos tribunais, se necessário até visitando juízes e desembargadores para apresentar sua expertise.

Ressalto que de nada adianta cumprir os requisitos acima se o profissional não possuir conduta ilibada, estando com seu nome “limpo” no mercado e sem histórico de processos judiciais, uma vez que a sociedade deve reconhecer no profissional uma pessoa honrada.

E você, já pensou em ser perito de marketing?

Já pensou em ser perito de marketing?

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Em 2001, ano em que comecei como professor na Universidade Católica de Brasília, pude entrar em contato com profissionais ímpares no mercado. Um deles é Rossana Pavanelli, diretora da Hoje/EMP Consultoria, empresa dedicada a pesquisa, consultoria e avaliação.

Na época, Rossana já comandava a empresa e dedicava-se, também, à atividade docente em instituições de graduação e pós-graduação do DF. Porém, o que mais me chamou a atenção foi ela me contar que era perita de marketing. Rossana colocava seu conhecimento à disposição da justiça sempre que seus pareceres eram solicitados para dirimir dúvidas em um pendência envolvendo empresa e profissionais de marketing. Esta atividade exige um bom relacionamento com pessoas do judiciário para que se entre no seleto grupo de peritos.

Restrito ou não, o certo é que este é um caminho para profissionais de marketing desempenharem seu trabalho com o que tem de melhor: seu conhecimento. Para se ter uma idéia, dependendo da complexidade da pendência, um parecer de um perito de marketing pode custar até R$ 200 mil.

E aí, que tal ser um perito de marketing?

Inbound marketing como alternativa para superar a crise

Inbound

Por Vinicius Ghise

O desenvolvimento de uma sólida estratégia de inbound marketing pode, sim, contribuir para sua empresa superar a crise. Não quer dizer que seja algo simples de ser realizado, mas, com certeza, é um esforço que, comparado a outras estratégias, requer investimento relativamente baixo e que vai gerar não apenas resultados pontuais, mas principalmente um legado de oportunidades que serão colhidas em médio e longo prazo (essa é a parte em que você pensa em abandonar o meu artigo).

Ok. Entendo as suas dúvidas. Todo ano um novo termo chega ao mercado digital e é tão anunciado como a salvação (ou a destruição) da lavoura que cansa. Talvez você precise dar dois passos para trás e observar o inbound marketing com alguma distância para então depois mergulhar de cabeça na metodologia e entender que deveria estar fazendo isso há pelo menos dois anos.

Antes de realmente agir, existe uma série de pontos a serem observados e, dependendo do nível em que sua empresa estiver em relação a isso, pode ser menos ou mais complexo implantar uma estratégia de conteúdo, com um braço de marketing de conteúdo orientado à metodologia de inbound marketing. Vamos a eles:

Com quem sua marca conversa?

O primeiro ponto a ser observado, com muita atenção (pode alavancar ou afundar sua estratégia), é a revisão ou criação do direcionamento da comunicação. Faça o seguinte exercício: abandone a definição ampla de públicos alvo e passe a lidar com personas. Aperfeiçoe a descrição das personas e seja incansável na descoberta dos problemas que essas personas (que podem comprar seus serviços) enfrentam. Organize uma lista tão extensa quanto for possível, e ao lado relacione as soluções que sua empresa pode oferecer.

A jornada de compra deve guiar sua estratégia 

Aprendizado e descoberta. Reconhecimento do problema. Consideração da solução. Decisão de compra. Todo consumidor passa por essas etapas quando busca a solução para um problema que já é de seu conhecimento ou de outros que tem e ainda nem sabe. Tente organizar sua comunicação com base nesses momentos e sua marca será mais efetiva na tentativa de engajar a audiência.

Ao planejar conteúdo, fale sobre os problemas da audiência

Após aperfeiçoar o direcionamento da comunicação por personas, entenda que boa parte da sua pauta de conteúdo deve falar sobre os problemas das personas, sejam conhecidos ou ainda desconhecidos por essas personas. Resumindo: pare de simplesmente oferecer soluções e passe a debater sobre os problemas da audiência. Mantenha seus produtos em anúncios institucionais e fale sobre eles como uma solução aos problemas que estão sendo debatidos. Quando for a hora certa, sua solução será considerada.

Defina quem são os porta-vozes da sua marca

Além de personificar os públicos alvo, debater seus problemas e o oferecer soluções. É muito importante deixar bem claro quem são os porta-vozes da sua marca, pois cedo ou tarde isso vai fazer a diferença. Eles serão os responsáveis por assinar os comunicados (e-mails e posts no blog, por exemplo) para que seja construído um elo de confiança com a audiência. Como definir os porta-vozes? Sua relevância é determinada pela capacidade de falar com propriedade sobre algo ou ainda seu nível de compromisso com a entrega da solução apresentada.

Se todos produzem conteúdo, qual o seu diferencial?

A estratégia de inbound marketing é movida por conteúdo, mas nunca vai funcionar de forma isolada. Retomando, todos os conteúdos oferecidos devem versar sobre a jornada de compra das personas estabelecidas. Além disso, pense em uma maneira de se diferenciar entre as diversas “ofertas” de conteúdo que suas personas recebem diariamente. O entendimento dos problemas da sua audiência vai dar pistas de como se diferenciar.

Isso (não) serve para minha empresa! 

Se você ainda não consegue visualizar como o marketing de conteúdo com orientação inbound pode lhe ajudar sendo uma alternativa para superar a crise, acredite, muitas empresas já o fazem. O fato é que não apenas empresas mega conectadas podem se beneficiar com um esforço de marketing como este. Instituições de ensino, empresas jornalísticas, e-commerce de nicho, hospitais e clínicas, construtoras e imobiliárias, startups e mesmo empresas familiares têm um grande potencial.

Endendi. Quais são os próximos passos?

Após observar cuidadosamente os pontos levantados, a dica é arrumar a casa e então avaliar se há condições de contratar um parceiro para implantação da estratégia ou internalização da demanda. O aspecto positivo de centralizar a estratégia com uma empresa de marketing digital é que o direcionamento de inbound marketing não funciona de forma isolada. Deve estar conectado a todos os esforços de marketing, incluindo a estratégia de mídia, e deve ser operado com ajuda de ferramentas direcionadas ao inbound marketing.

E a crise? Preciso vender mais!

Assim que a estratégia de inbound marketing estiver em funcionamento, você conseguirá entender muito melhor o comportamento dos seus (futuros) clientes, passado a agir de forma muito mais assertiva na operação e segmentação de mídia, por exemplo. A base de e-mails vai finalmente ganhar status estratégico em seus esforços de comunicação e as redes sociais vão, sim, ser portas de entrada para futuras vendas. Tudo isso será visualizado e mensurado por meio do já conhecido método do funil de conversão, e você conseguirá, inclusive, prever a receita gerada com a estratégia de inbound para os próximos meses. Com esse novo direcionamento, sua empresa não apenas descobrirá uma nova fonte de negócios como garantirá resultados muito além da crise.

Fonte: www.viniciusghise.com.br/

Promoção de vendas constrói marcas?

promo

A discussão é antiga: promoção de vendas constrói marcas?

Na minha opinião, creio que a resposta é “depende”.  Depende da agressividade da estratégia de promoção de vendas escolhida e da freqüência com que se utiliza esta ferramenta. Ao longo do planejamento de marketing, utilizar ações de promoção de vendas é até salutar. Mas utilizada em excesso, pode chegar a afetar a própria credibilidade da empresa.

Lembro-me que, na minha infância, assistia freqüentemente a comerciais de uma loja de varejo de Taguatinga, denominada Lojas Map, que tinha como símbolo um leão. Toda semana, veiculavam a informação de que estavam em promoção. De tanto anunciarem suas promoções, as Lojas Map perderam a credibilidade e viraram motivo de piadas. As Lojas Map, hoje, estão apenas na memória de quem viveu esta época.

Cuidados ao selecionar uma empresa de pesquisa de mercado

Todas as decisões relacionadas a novos empreendimentos contêm certo grau de incerteza, tanto no que diz respeito à informação na qual as decisões estão baseadas como no que diz respeito às suas consequências.

Assim, o sucesso de uma pesquisa mercadológica é uma ferramenta de orientação para as decisões. Isso significa que a pesquisa deve ser aplicada somente quando os seus resultados contribuírem para diminuir a incerteza ou influenciar decisões.

A informação, por si só, não leva à decisão nem ao sucesso: é preciso escolher um curso de ação que ajude a identificar problemas e oportunidades e que indique caminhos que reduzam as incertezas. Não há qualquer razão para se fazer uma pesquisa mercadológica se o tomador de decisão (o empreendedor) não pretende alterar sua posição inicial, não acredita ou não compreende os seus verdadeiros resultados.

Ao se selecionar uma empresa para realizar uma pesquisa para mapear o seu mercado, é necessário alguns cuidados, como:

a) Buscar empresas que atuem há muito tempo no mercado;

b) Optar por uma organização que seja focada apenas em pesquisa e suas vertentes.

c) Conhecer os procedimentos de coleta de dados e apresentação de resultados da empresa.

d) Solicitar que apresentem um exemplo de pesquisa realizar, para se ter uma idéia da qualidade da execução;

e) Optar por empresa com certificação de qualidade ISO 20252 (específica para o segmento de pesquisas).

Seguindo estes cuidados, sua empresa estará assegurando que o trabalho de pesquisa estará em sintonia com seus objetivos mercadológicos.pesquisa

Ação da Bandeira Cabal paga a conta de clientes de bares em BH

A bandeira de cartões de crédito Cabal realizou uma ação de marketing promocional, em parceria com a agência Atake, onde pagou a conta de alguns clientes em bares e restaurantes espalhados pela cidade de Belo Horizonte.

Segundo a empresa, a ação promocional foi uma forma de transformar uma situação do dia a dia em um momento diferente, pois acredita que pequenos gestos podem fazer toda a diferença e momentos especiais como estes devem ser celebrados.

O vídeo da ação, produzido apenas para a internet e com duração média de um minuto, foi intitulado de “Hoje a Conta é Por Nossa Conta” e mostra diversas pessoas recebendo, de forma inesperada, um cartão da Cabal com crédito no momento em que a conta é solicitada. O vídeo finaliza com o logo da bandeira e o seu conceito “A Diferença Está Em Suas Mãos”.

Fundada em 1980 na Argetina, a Cabal é uma bandeira de cartões internacional aberta, o que significa atuar livremente em diversos países no licenciamento de emissores e credenciadoras, e na homologação de processadoras de meios de pagamentos eletrônicos.

A Cabal Brasil, empresa sediada em Brasília-DF e fundada em janeiro de 2000, é quem regula o funcionamento da Bandeira Cabal no País e administra a vinculação de novos emissores, instituições financeiras ou não, credenciadoras e processadoras de cartões por meio da sua adesão ao Sistema Cabal de Meios de Pagamento.

Confira o vídeo da ação promocional.

Fonte: Promoview

Artplan mapeia o potencial das pequenas cidades do Brasil

95% dos municípios brasileiros tem menos de 100 mil habitantes, abrigam 45% da população e concentram 30% do PIB do país. Com toda essa relevância, por que as empresas ainda concentram seus investimentos nos grandes centros?

Em busca desta resposta, a agência Artplan e o instituto Ideia Consumer Insights decidiram pesquisar algumas cidades com aquele perfil e revela algumas descobertas no vídeo abaixo. Vale a pena conhecer esta realidade!

 

Truques de marketing dos supermercados

Você sabe quais são os truques dos supermercados para seduzir o consumidor no ponto de venda? O vídeo acima, apresentado pelo professor Ricardo Pastore, do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, apresenta algumas das táticas do varejo para vender mais. O arsenal é grande e vale a pena conhecer as armas utilizadas pelos gigantes do varejo de alimentos.

O que é marketing público?

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Marketing público é a ferramenta de gestão pública, a qual, utilizando o composto mercadológico, busca estimular maior relação de troca entre um concessionário/permissionário  e seus usuários/comunidade, de forma a ampliar sua receita e/ou obter a adesão à sua marca.

Este é um dos mais recentes conceitos do ambiente mercadológico. Embora abordado há tempos por Philip Kotler, o marketing público só recentemente passou a ser compreendido como uma ferramenta útil para empresas que tem na geração de mais público para seus serviços públicos remunerados a chave para a lucratividade de seu negócio.

Desempenhando atualmente o cargo de coordenador de comunicação e marketing em uma empresa concessionária de transporte público, venho criando diversas estratégias para aumentar a quantidade de pessoas transportadas por nossos ônibus. Esta preocupação se deve ao fato de a empresa ser remunerada pela quantidade de passageiros transportados. Portanto, quanto mais usuários para os ônibus, maior será a rentabilidade para a companhia.

Outras empresas concessionárias em outras áreas podem se beneficiar das ferramentas do marketing público.  Para isto, terão que lançar mão tanto de estratégias institucionais quanto promocionais. Entretanto, já alerto que o maior estímulo que pode ser gerado junto ao público é a melhoria da prestação do serviço da empresa e a implantação de estratégias de relacionamento permanente com seu target e com os heavy-users.