Adams óbvio: criatividade x objetividade

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Adams Óbvio foi publicado, pela primeira vez, na forma de conto, no “Saturday Evening Post”, em abril de 1916. Seu autor é Robert R. Updegraff.

Apesar de ser a história de um publicitário, foi logo considerado uma idéia embrionária para se obter  sucesso incomum no mundo dos negócios e das profissões.

A Editora Harpers & Brothers lançou o conto na forma de livro em setembro do mesmo ano em que foi publicado no “Post”. No Brasil, ela foi usada no lançamento do cigarro Free, da empresa Souza Cruz, encartado nos anos 80 como um livreto nas principais revistas. O livro foi um sucesso.

Quer ter acesso ao seu conteúdo? Clique no link abaixo e divirta-se com sua história.

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Ainda há espaço para o vinil?

Dias atrás, estive na Livraria Cultura e, surpreendentemente, deparei-me com versões em vinil de discos como o remasterizado Triller, de Michael Jackson, que completou 25 anos em 2008, e um atualíssimo álbum da cantora Amy Winehouse. Lá estavam eles, há 56 reais de minhas mãos. Não os levei, mas fiquei contente em ver que a indústria fonográfica ainda oferece este formato, pois meu toca-discos continua em pleno uso em minha residência, embora utilize bastante os CDs e arquivos MP3.

Acredito que ainda há espaço para o vinil, até porque é uma mídia de certa forma exclusiva e não pirateável fisicamente. No Brasil, a prensagem de discos já foi aposentada, mas no Exterior ainda há um bom número de títulos disponíveis no mercado.

A foto abaixo mostra um modelo de toca-discos que contém player de Cd acoplado, como adaptação aos novos tempos. A verdade é que o vinil ainda tem vez, porém de forma cada vez mais nostálgica!

E você, ainda gosta de ouvir músicas em vinil?

toca-discos

7 Mitos da área comercial que impactam as vendas

vendasUm interessante artigo do Eyes on Sales apresenta “7 Mitos” que impactam as vendas de uma organização. São eles:

1) Preço – O que importa para o consumidor não é o preço mais baixo, mas sim obter o melhor produto com o dinheiro que dispõe;

2) Qualquer um pode trabalhar com vendas: o vendedor talentoso é inato e não são muitas as pessoas que podem aprender a vender – apenas as persistentes;

3) Bons vendedores serão bons gerentes – o bom vendedor sente-se mais à vontade no campo, auto-gerenciando o seu trabalho. A promoção para um cargo gerencial pode matar o bom vendedor e não necessariamente gerar um bom administrador.

4) Vendas = motivação: um vendedor técnico, com um longo ciclo de vendas, vai precisar de técnicas de vendas muito diferentes de um vendedor de varejo;

5) É obrigatório usar CRM: a tecnologia do CRM serve para ajudar o vendedor, não para obriga-lo a mudar o que faz. Além disso, quem constrói relacionamentos são as pessoas, e não o CRM.

6) A Internet aumenta a eficácia comercial: como o CRM, a Internet é uma ferramenta e não um fim em si mesma;

7) O vendedor tem que fechar novos negócios constantemente: mais que ficar atrás de novos clientes incessantemente, o vendedor tem que focar no crescimento de negócios com os clientes atuais, através  do aumento de relacionamento

Promoção de vendas constrói marcas?

promo

A discussão é antiga: promoção de vendas constrói marcas?

Na minha opinião, creio que a resposta é “depende”.  Depende da agressividade da estratégia de promoção de vendas escolhida e da freqüência com que se utiliza esta ferramenta. Ao longo do planejamento de marketing, utilizar ações de promoção de vendas é até salutar. Mas utilizada em excesso, pode chegar a afetar a própria credibilidade da empresa.

Lembro-me que, na minha infância, assistia freqüentemente a comerciais de uma loja de varejo de Taguatinga, denominada Lojas Map, que tinha como símbolo um leão. Toda semana, veiculavam a informação de que estavam em promoção. De tanto anunciarem suas promoções, as Lojas Map perderam a credibilidade e viraram motivo de piadas. As Lojas Map, hoje, estão apenas na memória de quem viveu esta época.

Como vender um carro usado II

Tempos atrás, publiquei uma dica para vender carros usados.

Hoje, gostaria de falar da estratégia de Luke Aker, cineasta americano, que usou seu talento a serviço de sua necessidade pessoal. Seu veículo, um idoso Nissan Maxima de 1996, não estava tão conservado,  mas Aker decidiu produzir um comercial para apregoar as virtudes de seu veículo, com o devido cuidado de produção.

Aker fez questão de dizer toda a verdade, desde os bancos de couro rasgados ao capô preso por uma cinta, em um comercial com ares de filme épico, em que o carro é tratado como a última maravilha do mercado automóvel. Uma produção dramática e impressionante, ao som de Vivaldi e recorrendo ao humor – “um veículo que vai te levar do ponto A ao ponto B. Na maioria das vezes” – que levou a própria montadora a procurar o autor no Twitter pra lhe fazer uma oferta.
Veja o comercial abaixo e descubra porque a idéia deste cineasta viralizou nas redes sociais.

 

Garoto de 12 anos prospera vendendo bolinhas de gude em e-commerce

MarbleKing

Harli Jordean ainda é apenas um garoto, mas já está com a vida ganha e nem precisa pensar em encher o cofrinho com moedas.  Hoje com 12 anos, o menino inglês descobriu há quatro anos uma maneira de fazer dinheiro com uma brincadeira que ele e muitas outras crianças adoram: o jogo de bolinha de gude.

Quando tinha oito anos, Harli teve a ideia de criar um site de e-commerce depois que colegas mais velhos roubaram sua coleção de bolinhas de gude.  Ele pediu para mãe comprar na internet novas peças, mas ela não encontrou nenhum site que as vendesse.

O precoce empreendedor teve então a ideia de criar um site só para vender as esferas coloridas de vidro, o Marble King (rei das bolinhas de gude em inglês).  Para surpresa dele e da família, a brincadeira virou um negócio altamente lucrativo, com clientes em todo o mundo.  Atualmente, a mãe e os irmãos dele trabalham para Harli.

Com o sucesso no mundo dos negócios, Harli virou notícia em jornais do Reino Unido, como Daily Mail, The Sun e Daily Mirror. Todos veículos ressaltam o espirito empreendedor do jovem britânico.

“Meus amigos amam [o fato] de eu ter o meu próprio negócio. No começo,  alguns deles não acreditavam em mim, mas agora acreditam. Eles são inclusive alguns dos meus melhores clientes”, disse Harl em entrevista ao Daily Mail.

O garoto se sente à vontade em comandar um negócio. “Eu gosto de ser o chefe, mas  eu também gosto que outros façam parte do trabalho, porque se algo dá algo dá errado eu não levo toda a culpa”, declarou  Harli ao mesmo jornal, demonstrando que ainda não perdeu a inocência de criança.

De acordo com a mãe do menino, Harli é obcecado por bolinhas de gude desde os seis anos. “Ele costuma dormir com elas debaixo do travesseiro. Elas são o assunto que ele fala antes de dormir e também ao acordar. A obsessão ficou tão grande que o apelidamos de Marble King”, contou ela ao Daily Mail.

Fonte: Ig

Por que empresas consideradas pirâmides estão durando tanto tempo?

multinivel

A revista Direct Selling publicou recentemente o ranking das empresas de venda direta cuja atividade denominam “marketing multinível”, liderado pela americana Amway e tendo a brasileira Natura em sexto lugar. O ranking é considerado sério, por utilizar metodologias que prioriza a comprovação dos dados fornecidos via auditoria.

Tradicionalmente, são empresas consideradas “pirâmides” por recompensar mais os membros do topo superior da rede de vendas do que os que estão abaixo, tal qual as pirâmides que prometem dinheiro fácil e que acabam em curto prazo se rompendo e deixando muitos investidores a ver navios. Uma pergunta que muitos se fazem é: se as empresas de marketing multinível são empresas consideradas pirâmides, e como estas duram apenas 2 anos normalmente, como aquelasorganizações conseguem obter expressivos resultados por tantas décadas?

Em primeiro lugar, há que se separar as empresas de multinível sérias das pirâmides. As empresas rankeadas pela Direct Selling são empresas com boas práticas de gestão e produção, o que por si só assegura sua longevidade no mercado. Além disso, são empresas com produtos reconhecidamente bons e eficazes, como é o caso da Amway, que já tive a oportunidade de experimentar. Por seus produtos cumprirem o que prometem, constituem-se em produtos premium, ou seja, com valor agregado e alto custo.

Outra razão da longa vida das empresas rankeadas está nas boas práticas de marketing de incentivo, utilizando bonificações, premiações e descontos junto aos revendedores, oferecendo-lhes motivação extra para seu desempenho comercial.

O bom desempenho de empresas como Amway, Avon, Herbalife, Mari Kay e Natura, entre outros, veio para ficar e vem motivando empresas tradicionais a adotarem o modelo multinível para ampliar suas vendas.

O que é marketing de incentivo

marketing de incentivo

Segundo a AMPRO – Associação de Marketing Promocional, o marketing de incentivo constitui-se de ferramentas utilizadas para estimular e/ou motivar equipes internas, distribuidores e revendedores a atingirem objetivos e metas estabelecidas, oferecendo premiação e reconhecimento para as melhores performances.

O  conceito surgiu a partir do desenvolvimento de uma “roupagem de marketing” às antigas ações de incentivo às equipes de vendas e captação de clientes, os quais eram premiados de acordo com o alcance de metas.

Trazido por empresas multinacionais nos anos 80, o conceito foi implementado, inicialmente, pela Incentive House, uma agência do grupo Ticket que passou a explorar este nicho oferecendo campanhas estruturadas para médias e grandes empresas.

A grande vantagem da adoção do marketing de incentivo é que suas ações praticamente se pagam, pois para as premiações ocorrerem é necessário o alcance dos resultados estabelecidos como metas.

Como atender melhor o meu cliente?

Bomatendimento

É comprovado que conforto e bom atendimento são decisivos na hora do cliente optar pela compra. São medidas simples e baratas que dão resultado.

Detalhes como ar condicionado, manobrista e entrega a domicílio são vistos com bons olhos e agradam os clientes. Música alta, bagunça e propaganda enganosa são alguns obstáculos que precisam ser eliminados.

Fique de olho nos produtos que interessa. Não adianta ter itens baratos e sem qualidade!

Esteja presente na vida do cliente. Invista em mala direta, redes sociais ou telefone, e convide-o para um café no estabelecimento.

Outra dica fundamental é criar um cliente misterioso, alguém de sua confiança que vai comprar e depois relatar tudo o que aconteceu. Essa é uma ferramenta de controle eficaz e barata. Com ela, você verifica o conhecimento dos vendedores, agilidade e a simpatia no atendimento.

Fonte: Sebrae-SP

Como atrair e reter clientes com o marketing digital?

MktDigital

As pequenas empresas não costumam explorar todo o potencial da internet para divulgar seus produtos e serviços.

Algumas atitudes são fundamentais para fazer uma divulgação online eficiente e atrair e mante clientes.

Conheça seu público-alvo, identifique o perfil demográfico e socioeconômico, os interesses gerais e os hábitos de consumo.

O conteúdo é a chave do sucesso em uma rede social, em um blog ou e-mail.

Divulgue seu negócio. Se você não trabalhar para aparecer, jamais será visto!

Invista em anúncios e produza conteúdo relevante.

Só assim vai despertar o interesse do cliente.

Fonte: SebraeSP

Como fazer o lançamento de minha loja?

LancLoja

Abrir um negócio é tão especial que merece uma inauguração. Esse momento é único e pode fazer com que você comece com o pé direito.

Não perca o foco, organize um evento relacionado ao seu tipo de negócio. Se for um restaurante, por exemplo, faça uma degustação.

Divulgação é muito importante. Afinal, ninguém conhece seu estabelecimento.

Prepare um material de qualidade, com bom texto, informações sobre a inauguração e envie para a mídia. Para os moradores num raio de 1 a 2 km da loja, distribua panfletos de casa em casa.

Use também faixas e banners em frente à loja.

Prepare ofertas para chamar a atenção do público que passa em frente ao local.

No dia do evento, não esqueça de criar vínculos com os visitantes. Cadastre as pessoas e depois envie um agradecimento em mensagem de pós-vendas.

Fonte: SebraeSP