Vale a pena participar de feiras e eventos?

Feiras

Participação em feiras exige planejamento adequado

Feiras e eventos de negócios são ótimas oportunidades para empreendedores.

São nesses locais que vão encontrar novidades para o setor, estreitar relações, conhecer novos parceiros e fornecedores, e principalmente impulsionar as vendas.

Mas para tirar um melhor proveito, é preciso pesquisar quais os melhores eventos para participar e de que maneira será sua participação.

Avalie o tipo de encontro, o público-alvo e se trará o resultado esperado. Determine quem ou qual equipe visitará a feira. Selecione as pessoas certas da empresa e que tenham domínio do produto ou serviço que seu negócio oferece.

Os encontros podem gerar bons resultados para sua organização.

 

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Como fazer o lançamento de minha loja?

Abertura de loja

Com a estratégia correta, você pode lançar sua loja com eficiência

Abrir um negócio é tão especial que merece uma inauguração. Esse momento é único e pode fazer com que você comece com o pé direito.

Não perca o foco, organize um evento relacionado ao seu tipo de negócio. Se for um restaurante, por exemplo, faça uma degustação.

Divulgação é muito importante. Afinal, ninguém conhece seu estabelecimento.

Prepare um material de qualidade, com bom texto, informações sobre a inauguração e envie para a mídia. Para os moradores num raio de 1 a 2 km da loja, distribua panfletos de casa em casa.

Use também faixas e banners em frente à loja.

Prepare ofertas para chamar a atenção do público que passa em frente ao local.

No dia do evento, não esqueça de criar vínculos com os visitantes. Cadastre as pessoas e depois envie um agradecimento em mensagem de pós-vendas.

Como atender melhor o meu cliente?

Atender bem é fundamental

Na maioria das vezes, o atendimento é o diferencial de uma empresa

É comprovado que conforto e bom atendimento são decisivos na hora do cliente optar pela compra. São medidas simples e baratas que dão resultado.

Detalhes como ar condicionado, manobrista e entrega a domicílio são vistos com bons olhos e agradam os clientes. Música alta, bagunça e propaganda enganosa são alguns obstáculos que precisam ser eliminados.

Fique de olho nos produtos que interessa. Não adianta ter itens baratos e sem qualidade!

Esteja presente na vida do cliente. Invista em mala direta, redes sociais ou telefone, e convide-o para um café no estabelecimento.

Outra dica fundamental é criar um cliente misterioso, alguém de sua confiança que vai comprar e depois relatar tudo o que aconteceu. Essa é uma ferramenta de controle eficaz e barata. Com ela, você verifica o conhecimento dos vendedores, agilidade e a simpatia no atendimento.

Os 4 tipos de clientes

Tipos de clientes

Cada tipo de cliente exige uma negociação diferente

Ao longo de minha experiência mercadológico-comercial, constatei que existem 3 tipos de clientes conforme seu comportamento ao analisar uma proposta comercial.

O cliente 1.0 é aquele que está mais preocupado com o que o fornecedor irá receber com o serviço que propõe.

Já o cliente 2.0 é aquele que se concentra nos resultados que poderá ganhar com o investimento proposto.

Por sua vez, o cliente 3.0 preocupa-se tanto com a qualidade do serviço quando com os resultados que poderá obter.

E por fim, o cliente 4.0 é aquele que preocupa-se com uma relação sustentável, em que ambas as partes ganhem com o negócio, a partir de custos justos, serviço de qualidade e investimento otimizado.

Em qual categoria você se enquadra?

Baixamos as calças!

Anúncio de preços de calças

Chamada na loja anuncia redução de preços de produtos

Aquele trocadilho que muitos feirantes fazem virou uma estratégia criativa na loja.

O dono de uma empresa de vestuário resolveu colocar em prática a famosa frase “Abaixamos as calças” para chamar a atenção da redução de preços para seus produtos.

O resultado está na fotografia acima. Criativo, não?

Cuidados ao realizar propaganda cooperada

Em postagens anteriores sobre propaganda cooperada, creio ter despertado muitos leitores sobre o tema, pois ao pesquisar hoje no Google notei que os dois textos que produzi há algum tempo estão no top daquele buscador.

Resolvi, então, ampliar um pouco a discussão sobre o assunto, abordando alguns cuidados que se fazem necessário ao planejar ações que envolvam parceiros no custeio da mesma.

Propaganda cooperada veiculada na Copa do Mundo 2014

Como o nome sugere, a propaganda é cooperativa, ou seja, em uma mesma ação parceiros comerciais juntam seus esforços para reduzir a um custo menor para cada um e maximizar os ganhos para todos. Ao se planejar as ações, deve-se ter em mente que os parceiros normalmente concordam em participar com quantias ponderadas e coerentes com a exclusividade que o executor da ação  lhe oferece.

Exemplificando: ao veicular uma propaganda, um varejista de tintas aborda somente o seu nome e o da indústria cujos produtos revende na região, com mensagem do tipo “Produto X você só encontra no varejista Y”.

No contexto acima, é natural que a indústria aceite custear 50% da publicidade que divide com o varejista. Caso, porém, o varejista veicule uma publicidade com 4 ofertas de parceiros comerciais diferentes, também será razoável que uma indústria aceite custear apenas um percentual relativo ao rateio com as outras marcas que aparecem na peça publicitária.

Ao se planejar uma propaganda cooperada, é necessário ter o bom senso e ética para não só atingir os objetivos de vendas como também preservar as parcerias comerciais que sempre estarão bem dispostas a colaborar com seu canal de vendas.

Veja mais sobre o tema em O que é propaganda cooperada

Adams óbvio: criatividade x objetividade

Adams_Obvio

Adams Óbvio foi publicado, pela primeira vez, na forma de conto, no “Saturday Evening Post”, em abril de 1916. Seu autor é Robert R. Updegraff.

Apesar de ser a história de um publicitário, foi logo considerado uma idéia embrionária para se obter  sucesso incomum no mundo dos negócios e das profissões.

A Editora Harpers & Brothers lançou o conto na forma de livro em setembro do mesmo ano em que foi publicado no “Post”. No Brasil, ela foi usada no lançamento do cigarro Free, da empresa Souza Cruz, encartado nos anos 80 como um livreto nas principais revistas. O livro foi um sucesso.

Quer ter acesso ao seu conteúdo? Clique no link abaixo e divirta-se com sua história.

Adams_Óbvio_RobertR.Updegraff

Ainda há espaço para o vinil?

Dias atrás, estive na Livraria Cultura e, surpreendentemente, deparei-me com versões em vinil de discos como o remasterizado Triller, de Michael Jackson, que completou 25 anos em 2008, e um atualíssimo álbum da cantora Amy Winehouse. Lá estavam eles, há 56 reais de minhas mãos. Não os levei, mas fiquei contente em ver que a indústria fonográfica ainda oferece este formato, pois meu toca-discos continua em pleno uso em minha residência, embora utilize bastante os CDs e arquivos MP3.

Acredito que ainda há espaço para o vinil, até porque é uma mídia de certa forma exclusiva e não pirateável fisicamente. No Brasil, a prensagem de discos já foi aposentada, mas no Exterior ainda há um bom número de títulos disponíveis no mercado.

A foto abaixo mostra um modelo de toca-discos que contém player de Cd acoplado, como adaptação aos novos tempos. A verdade é que o vinil ainda tem vez, porém de forma cada vez mais nostálgica!

E você, ainda gosta de ouvir músicas em vinil?

toca-discos

7 Mitos da área comercial que impactam as vendas

vendasUm interessante artigo do Eyes on Sales apresenta “7 Mitos” que impactam as vendas de uma organização. São eles:

1) Preço – O que importa para o consumidor não é o preço mais baixo, mas sim obter o melhor produto com o dinheiro que dispõe;

2) Qualquer um pode trabalhar com vendas: o vendedor talentoso é inato e não são muitas as pessoas que podem aprender a vender – apenas as persistentes;

3) Bons vendedores serão bons gerentes – o bom vendedor sente-se mais à vontade no campo, auto-gerenciando o seu trabalho. A promoção para um cargo gerencial pode matar o bom vendedor e não necessariamente gerar um bom administrador.

4) Vendas = motivação: um vendedor técnico, com um longo ciclo de vendas, vai precisar de técnicas de vendas muito diferentes de um vendedor de varejo;

5) É obrigatório usar CRM: a tecnologia do CRM serve para ajudar o vendedor, não para obriga-lo a mudar o que faz. Além disso, quem constrói relacionamentos são as pessoas, e não o CRM.

6) A Internet aumenta a eficácia comercial: como o CRM, a Internet é uma ferramenta e não um fim em si mesma;

7) O vendedor tem que fechar novos negócios constantemente: mais que ficar atrás de novos clientes incessantemente, o vendedor tem que focar no crescimento de negócios com os clientes atuais, através  do aumento de relacionamento

Promoção de vendas constrói marcas?

promo

A discussão é antiga: promoção de vendas constrói marcas?

Na minha opinião, creio que a resposta é “depende”.  Depende da agressividade da estratégia de promoção de vendas escolhida e da freqüência com que se utiliza esta ferramenta. Ao longo do planejamento de marketing, utilizar ações de promoção de vendas é até salutar. Mas utilizada em excesso, pode chegar a afetar a própria credibilidade da empresa.

Lembro-me que, na minha infância, assistia freqüentemente a comerciais de uma loja de varejo de Taguatinga, denominada Lojas Map, que tinha como símbolo um leão. Toda semana, veiculavam a informação de que estavam em promoção. De tanto anunciarem suas promoções, as Lojas Map perderam a credibilidade e viraram motivo de piadas. As Lojas Map, hoje, estão apenas na memória de quem viveu esta época.

Como vender um carro usado II

Tempos atrás, publiquei uma dica para vender carros usados.

Hoje, gostaria de falar da estratégia de Luke Aker, cineasta americano, que usou seu talento a serviço de sua necessidade pessoal. Seu veículo, um idoso Nissan Maxima de 1996, não estava tão conservado,  mas Aker decidiu produzir um comercial para apregoar as virtudes de seu veículo, com o devido cuidado de produção.

Aker fez questão de dizer toda a verdade, desde os bancos de couro rasgados ao capô preso por uma cinta, em um comercial com ares de filme épico, em que o carro é tratado como a última maravilha do mercado automóvel. Uma produção dramática e impressionante, ao som de Vivaldi e recorrendo ao humor – “um veículo que vai te levar do ponto A ao ponto B. Na maioria das vezes” – que levou a própria montadora a procurar o autor no Twitter pra lhe fazer uma oferta.
Veja o comercial abaixo e descubra porque a idéia deste cineasta viralizou nas redes sociais.