Como tomar decisões de estratégia de produtos

Produto

Decidir pela estratégia correta faz toda diferença em se tratando de produtos

Uma das maiores dúvidas dos gestores modernos são que decisão tomar a respeito de seu produto conforme o ciclo de vida e seu posicionamento de marca. Afinal, uma decisão errada pode comprometer todos os esforços de posicionamento de marca e até a política de expansão de seus negócios.
Para auxiliar nossos leitores, relembremos quais são as opções possíveis para este caso.
Composto de Produtos
As decisões de estratégia de produtos compõem o chamado composto de produtos, que é o conjunto de decisões estratégicas de marketing referentes às linhas de produtos da organização. Segundo Philip Kotler, as decisões de composto de produtos possuem quatro dimensões: amplitude, extensão, profundidade e consistência.

 

Para compreender melhor estes conceitos, tomemos como exemplo uma empresa de laticínios (derivados de leite).
a) Amplitude de Produtos
Refere-se ao número de linhas de produtos da empresa, que representam a diversidade da natureza de seus produtos. Exemplo: leite, margarina, iogurte e queijo.

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b) Extensão de Produtos
Este termo diz respeito ao número de itens de produto em cada linha, considerando-se as variações dentro de uma própria natureza do produto. Exemplo: leite com as variedades integral, semidesnatado, desnatado, fortificado e sem lactose.

 

c) Profundidade de Produtos
Esta expressão refere-se ao número de versões de produtos, com variações do mesmo produto em tamanho, quantidade e sabores. Exemplo: leite em embalagem de 500 ml e 1 litro e com sabores (como chocolate).

 

d) Consistência de Produtos

 

Um composto de produtos é consistente quando apresenta nível de semelhança entre as linhas e os produtos quanto à matéria-prima, ao processo de produção, aos canais de distribuição, ao padrão de qualidade e à imagem de marca.  No caso do laticínio, há semelhança entre matéria-prima, processo de fabricação, padrão de qualidade e distribuição entre os produtos fabricados pela indústria.

 

Gestores de produtos e de marketing devem levar em consideração todas as variáveis acima relacionadas para estabelecer a melhor estratégia para seus produtos, otimizando as linhas com boa curva de vendas e reduzindo ou extinguindo aquelas deficitárias.

 

Conheça também os 5 conselhos de Philip Kotler para o marketing moderno.

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Nivea continua investindo no marketing cultural. Agora é a vez do rock!

nivea

Uma das formas de aproximar uma marca de seu público é o marketing cultural. É o que faz a Nivea, empresa nacional de cosméticos, que anualmente tem promovido shows de música popular brasileira para posicionar-se no mercado.

Neste ano, as cantoras Pitty e Paula Toller, o cantor Nando Reis e a banda Os Paralamas do Sucesso foram escolhidos para a edição 2016 do projeto Nivea Viva, que desta vez não homenageará um artista, mas um gênero: o rock brasileiro.

A turnê apresentará os maiores hits do rock nacional, fazendo um passeio pela história do gênero no país.

A turnê tem início em Porto Alegre (3/4) e segue para Rio de Janeiro (10/4), Recife (30/4), Fortaleza (15/5), Salvador (22/5), Brasília (5/6) e São Paulo (26/6). Os locais das apresentações ainda não foram confirmados.

O projeto homenageia um artista a cada ano e reúne músicos nacionais para turnê ao redor do país, sempre com shows gratuitos. Em 2015, o homenageado foi Tim Maia, com turnê de Criolo e Ivete Sangalo, que rendeu inclusive um disco de estúdio com a dupla.

Também já foram tema de turnê Tom Jobim (2013), Elis Regina (2012) e o próprio samba (2014).

A direção musical este ano é de Liminha, com direção geral de Monique Gardenberg.

Qualidade não é mais vantagem competitiva

Qualidade

O termo “vantagem competitiva” foi cunhado pelo acadêmico americano Michael Porter na década de 90 e consiste no desenvolvimento de um diferencial no produto ou serviço que gere uma vantagem duradoura para a empresa que o oferece, em relação aos concorrentes.

Apesar de ser um atributo importante, a qualidade já não é mais vantagem competitiva, uma vez que as empresas já assimilaram a necessidade de atender a requisitos mínimos de eficácia de um produto.

Assim, possuir um produto de qualidade não é mais diferencial, e sim uma obrigação das empresas.

O desafio, hoje, é conseguir estabelecer diferenciais perceptíveis pelo cliente e, se possível, duradouros.