O que é demarketing?

negativo

O que fazer se a demanda atual por um produto for demasiadamente intensa e a capacidade produtiva não é capaz de acompanha-la? A resposta para esta pergunta é o demarketing.

A estratégia de demarketing é usada visando reduzir a demanda excessiva e inesperada. Neste caso, a missão do gestor de marketing é desestimular os consumidores, provocando uma redução da demanda de forma temporária, enquanto ajusta-se o nível de produção à procura pelo produto. Cabe destacar que, neste momento, é imperativo aumentar o preço do produto como elemento de ajuste.

Não estamos falando em destruir a demanda, mas sim ajusta-la à capacidade produtiva da organização.  Cebe esclarecer que não se constitui em demarketing as campanhas contra fumos, drogas e demais atos ou atitudes nocivas.

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Como tomar decisões de estratégia de produtos

produto
Uma das maiores dúvidas dos gestores modernos são que decisão tomar a respeito de seu produto conforme o ciclo de vida e seu posicionamento de marca. Afinal, uma decisão errada pode comprometer todos os esforços de posicionamento de marca e até a política de expansão de seus negócios. Para auxilia-los, relembremos quais são as opções possíveis para este caso.
As decisões de estratégia de produtos compõem o chamado composto de produtos, que é o conjunto de decisões estratégicas de marketing referentes às linhas de produtos da organização. De acordo com Philip Kotler, as decisões de composto de produtos possuem quatro dimensões: amplitude, extensão, profundidade e consistência.
Para compreender melhor estes conceitos, tomemos como exemplo uma empresa de laticínios (derivados de leite).
Amplitude refere-se ao número de linhas de produtos da empresa, que representam a diversidade da natureza de seus produtos. Exemplo: leite, margarina, iogurte e queijo.
Extensão diz respeito ao número de itens de produto em cada linha, considerando-se as variações dentro de uma própria natureza do produto. Exemplo: leite com as variedades integral, semidesnatado, desnatado, fortificado e sem lactose.
Profundidade refere-se ao número de versões de produtos, com variações do mesmo produto em tamanho, quantidade e sabores. Exemplo: leite em embalagem de 500 ml e 1 litro e com sabores (como chocolate).
Já a consistência do composto de produtos representa o nível de semelhança entre as linhas e os produtos quanto à matéria-prima, ao processo de produção, aos canais de distribuição, ao padrão de qualidade e à imagem de marca. No caso do laticínio, há semelhança entre matéria-prima, processo de fabricação, padrão de qualidade e distribuição entre os produtos fabricados pela indústria.
Gestores de produtos e de marketing devem levar em consideração todas as variáveis acima relacionadas para estabelecer a melhor estratégia para seus produtos, otimizando as linhas com boa curva de vendas e reduzindo ou extinguindo aquelas deficitárias.

Quatro cuidados ao utilizar o big data

BigData

Um interessante texto de Renato Leite, publicado hoje no Mundo do Marketing, sugere quatro cuidados que gestores devem ter ao utilizar o big data, a forma moderna de lidar estrategicamente com os dados coletados pela empresa tanto internamente quanto externamente. Seguem as dicas.

1. O uso do Big Data pode mirar no mercado B2B
Caso a pergunta feita ao sistema pelos profissionais seja “como podemos fazer para gerar novas receitas no negócio”, orientar a análise de dados de modo a chegar a uma informação relevante para outras empresas pode ser interessante. No Brasil, essa alternativa ainda é pouco explorada, mas muitas companhias globais já notaram o poder que tem nas mãos. O Twitter é uma delas e vem trabalhando, desde o ano passado, para desenvolver seu próprio Big Data Analytics.

Um importante passo foi dado com a aquisição da Gnip, que já se dedicava à essa análise e organização de dados. Hoje, empresas associadas ao Twitter fazem a varredura das informações colocadas na rede social e as vendem a outras organizações. Elas, entretanto, não devem ter mais os contratos renovados, já que o microblog pretende assumir a função.

No setor de telecomunicações, as operadoras também contam com informações preciosas a respeito dos consumidores, mas não as monetizam ainda no Brasil. Uma parte desses dados vêm da geolocalização dos clientes. “Uma empresa de telefonia pode saber qual trecho de uma avenida tem mais movimento de pedestres e em quais horas do dia, informações que podem ser valiosas para o varejo”, exemplifica Gomes, da WebRadar, que também palestrou no Lte 2015.

2. Os departamentos não devem buscar seus dados isoladamente
Outro erro comum em empresas que já investem em sistemas de Big Data é olhar as informações de forma isolada, de acordo com o interesse de cada departamento. Muitas vezes, cada área faz suas perguntas e usa ferramentas que mais lhe convém, perdendo os benefícios de se estabelecer uma visão holística sobre o negócio.

O sucesso passa pela integração desse trabalho. “O Marketing costuma olhar sob o ponto de vista do atendimento ao cliente; a engenharia volta-se para a infraestrutura e questões mais técnicas da qualidade do serviço; e o comercial busca índices de vendas. O consumidor, no entanto, não separa essas áreas em seu sentimento de satisfação ou insatisfação. Os departamentos podem acabar empurrando entre si as causas da falha que tenha gerado algum problema”, explica Gomes.

O desafio dessa integração é especialmente grande por sua gênese ser muito anterior ao Big Data. Os problemas de gestão gerados por conta da existência de feudos dentro das companhias são inúmeros e não se limitam à análise de dados.

3. O Big Data auxilia na segmentação e na oferta de produtos melhores
Quem nunca se perguntou por que precisa pagar pela assinatura de dezenas de canais de TV a cabo quando, na verdade, só assiste a meia dúzia deles. As operadoras que quisessem ganhar o cliente da concorrência poderiam recorrer ao banco de dados dos telespectadores, separá-los em grupos de acordo com seu perfil de consumo e oferecer pacotes mais personalizados e adequados a cada um deles.

Todas as empresas também podem recorrer ao sistema para checar quais de seus produtos apresentam uma performance melhor – inclusive do ponto de vista técnico – e investir na divulgação dele, em vez de optar por outra oferta que vem apresentando problemas. Controlar esses dados e se basear neles na tomada de decisões estratégicas são fundamentais para não frustrar o cliente.

4. Não tenha medo do grande número de dados
Muitas empresas adiam o investimento em um sistema de Big Data porque acreditam que não estão preparadas para lidar com um número tão grande de dados. Sempre existe o risco de os funcionários acabarem afogados na informação e não conseguirem decodificar dali o que realmente tem valor. Há uma saída para esses casos. A opção de algumas companhias que se deparam com o dilema é abrir mão de lidar com todos os dados gerados por elas.

Essa foi a opção da operadora de telefonia Tigo, que atua em países da América, Europa, África e Ásia, com cerca de 50 milhões de usuários. “Não capturamos todo o universo, focamos nos clientes de mais alto valor e, com isso, reduzimos bastante a complexidade do sistema. Identificamos onde eles estão geograficamente e o histórico de consumo, além de ficarmos atentos a problemas na rede”, explica Jose Martinez, Diretor de Tecnologia da Tigo Guatemala, que apresentou os dados na Lte 2015.

Fonte: Mundo do Marketing

O que é Storydoing?

storydoing

Uma boa história é capaz de criar engajamento e conectar pessoas. Isto vale para tanto para o público interno quanto para o público externo. Histórias reforçam visões, criam confiança, inspiram e geram sentimentos.

As habilidades de Storytelling no âmbito negocial (saber transmitir boas histórias) são consideradas uma das principais diretrizes nos próximos 5 anos.

Histórias pessoais, acontecimento, e metáforas podem reforçar a nossa comunicação de ideias. Em geral, uma boa historia deve conter 3 elementos básicos: Contexto + Ação + Resultado. Entretanto, muitas organizações, embora valorizem o Storytelling, não efetuam um alinhamento entre a ação no contexto da história e o agir da empresa no dia-a-dia. Organizações que possuem uma historia boa porém não agir da mesma forma. E isso frustra (ou irrita) as pessoas! Muitas vezes isto ocorre pois a história é utilizada como uma simples ferramenta de marketing. As empresas investem esforço (e dinheiro) na melhor forma de contar essa historia. Mas, e como isso se reflete no agir da empresa? A história deve permear a empresa como um todo, alinhando as ações (novos produtos/serviços, políticas, cultura, etc) através da mesma lente. Quanto existe esse falta de alinhamento a historia perde sentido.

É neste sentido que se desenvolve o storydoing, o agir que se soma ao contar história.

As organizações precisam ser boas tanto em Storytelling quanto em Storydoing. A grande diferença esta nas ultimas 5 letras. “Doing” entenda-se como Ação. E, mesmo não parecendo, existe uma enorme diferença com Storytelling. Não só pelo fato que existe um alinhamento entre o que é comunicado (marketing) e o que é realizado (operação), as empresas que adotam o storydoing tem um grande diferencial. A lealdade dos clientes / colaboradores é forçada pela confiança transmitida pela historia e pelo agir da empresa. Outro diferencial: redução de investimentos de marketing, principalmente pelo poder do boca-a-boca. Historias são virais. Se a historia é boa as pessoas fazem questão de transmiti-la e fazer parte da sua própria historia (é o caso da TOMS).

Finalmente, é importante considerar a mudança de drive das empresas que adotam o storydoing. Naturalmente, quando as empresas adotam uma postura de storydoing o drive muda: foco na visão e lucro deverá vir como consequência. É uma perspectiva diferente, porém saudável para todos. Storydoing não é uma teoria. Existem empresas que tem esse “mantra” como principal pilar da organização. E funciona. Estamos falando da Disney, RedBull, Starbucks, Apple, e muitas outras.

Exportação: opção vantajosa para hoje ou para amanhã?

comercio exterior

O crescimento econômico verificado nos últimos anos no cenário brasileiro proporcionou às empresas nacionais uma expansão em seus negócios que parecia não mais ter fim. A crise européia e o freio no PIB chinês, porém, provocaram reflexos nas vendas e obrigou gestores tupiniquins a reverem seus planos. Neste contexto, qual a solução? Estimular o mercado interno ou incrementar as prospecções internacionais?

A meu ver, exportar nunca deixou de ser um bom negócio. O ambiente internacional, na verdade, apresenta dinâmicas semelhantes às que ocorrem no cenário interno. A complexidade só aumenta devido a diferenças lingüísticas e culturais. Adaptar-se ao ambiente globalizado é dispendioso, mas pode render bons frutos a quem persevera.

Crises econômicas são cíclicas e antevejo que o atual cenário irá melhorar com a gradual recuperação das economias européias, cujos governantes, mais cedo ou mais tarde, terão que fazer o dever de casa nos ambientes micro e macroeconômicos.

Os empresários brasileiros devem estar atentos aos movimentos econômicos e as oportunidades de negócio. Afinal, sempre haverá consumidores necessitando de produtos que podem ser atendidos por “players” nacionais.

Para aproveitar estas possibilidades, os gestores deverão fazer o que os gurus do marketing sempre apregoaram: conceber um bom produto, oferecer boas alternativas de distribuição, praticar um preço competitivo e divulgar adequadamente o que produz.

Sua empresa pratica gifting?

gifting

Marketing, Advertising, Branding… e agora Gifting! E o que é Gifting? É uma expressão cunhada por Marina Pechlivanis, da Umbigo do Mundo Gifting, empresa especializada no segmento, que possui clientes como Nike, Coca-Cola, Giraffa’s, entre outros.

Gifting designa uma terminologia para uma categoria de mercado de longa data, que envolve o “dar-receber-retribuir” objetos, experiências, serviços e sensações — as diferentes dimensões dos gifts corporativos. Segundo Pechlivanis, “este pensar envolve rituais, ética e etiqueta próprios, interesses, objetivos, estratégias, planejamento… E faz parte da história das relações sociais da humanidade”.

Roberto Duailibi, o D da DPZ, em entrevista à autora, reforça a importância das ações de Gifting para as empresa: “Dar brindes regularmente para ser lembrado é estratégico – agora, dar brindes que a pessoa queira guardar – e se lembre positivamente de quem deu… essa é outra história”. saber mais, acesse www.umbigodomundo.com.br .