Vem aí o Music DNA, sucessor do MP3

A Bach Tecnology está pronta para lançar um novo formato de arquivo digital para música que incluirá conteúdo adicional para os fãs, como notícias, letras e imagens, e pode se tornar o sucessor do MP3. O setor de música sofreu problemas com a pirataria nos últimos dez anos e vem procurando desenvolver novas ofertas a fim de atrair consumidores que adquiram música em sites legalizados, em vez de obtê-la de forma ilegal. A nova proposta, conhecida como MusicDNA, conta com o apoio do inventor do arquivo musical MP3 original, e permitiria que os fãs baixassem um arquivo MP3 portando conteúdo adicional. Gravadoras, bandas e grupos de varejo também poderiam enviar atualizações ao arquivo a cada vez que tivessem novidades a anunciar, como datas de futuras turnês, novas entrevistas ou atualizações de páginas de redes sociais. O usuário receberia tanta ou tão pouca informação quanto desejasse, sempre que se conectasse à internet. Mas quem baixasse o arquivo ilegalmente ouviria apenas um ruído de estática e não receberia qualquer atualização. A empresa diz que está em busca de parcerias com companhias de varejo, gravadoras, detentores de direitos autorais e empresas de tecnologia. O grupo está instalado na Noruega, Alemanha e China, e tem como parceiro o Fraunhofer Institute for Digital Media Technology, criador do formato MP3.  Os arquivos de música poderão ser executados em qualquer player de MP3, inclusive no iPod. (fonte: Thomson Reuters 2009)

2 meses de viagens de avião por R$ 899. É sério!

A companhia de aviação Azul anunciou a ampliação do prazo de viagens ilimitadas do programa Passaporte Azul para 2 meses. O cliente que adquirir o passaporte poderá viajar para qualquer destino entre os meses de março e abril por R$ 899,00. O Passaporte Azul pode ser adquirido pelo site da companhia, pela central de atendimento da companhia aérea ou por meio de agentes de viagens. As reservas das viagens podem ser feitas diretamente através do site da companhia. Mas, como todo promoção, há restrições. O passaporte não permite viagens às sextas e domingos, nem entre os dias 1º e 5 de abril.

Hoje tem volta às aulas na UCB

Dois meses de férias depois, voltamos às aulas na Universidade Católica de Brasília. O dia é de festa. No primeiro horário, aulas campais acontecerão no primeiro horário. No segundo horário, a atração será a apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília. É hora de rever colegas e alunos e, renovados pela saudável pausa das férias, mergulharmos novamente no oceano didático e nos dedicar à nobre missão de ensinar. Estou entusiasmado com o retorno e espero utilizar novas técnicas e realizar novas ações na UCB. Aliás, o tema da instituição neste ano é “Inovação e Conhecimento”. 8 anos depois como professor uníversitário, creio que o momento é ideal para inovar. Bom retorno a todos!

Noites de um Verão Qualquer

Sempre fui admirador do grupo Skank. Legítimo reprensentante do rock dos anos 90, Samuel Rosa & Cia sempre primaram por letras originais e com poesia. Basta lembrar de um trecho da música “Te Ver”: “É como não provar o néctar do amor/enquanto o coração detecta/a mais fina flor”.  O novo álbum do grupo, Estandarte, já está nas lojas. Para quem gosta de clipes com animação, minha sugestão é o clip da músicaNoites de um Verão Qualquer”. Acesse e divirta-se!

Vem aí os golfinhos surfistas!

Greg Huglin é um fotógrafo e diretor americano de 57 anos que, por 6 anos, fotografou e filmou um grupo de golfinhos que tinha por hábito pegar embalo nas ondas no mar da África do Sul. O resultado é o filme “Golfinhos Surfistas”, que acaba de ser lançado e apresenta lindas imagens com os mamíferos.  Durante esse período, ele dedicou três meses ao ano para captar cenas com os animais. Em entrevista ao diário britanico The Times, o fotógrafo omentou que descobriu o inusitado grupo de surfistas quando estava na África do Sul filmando tubarões brancos. “Eles parecem se divertir bastante com isto”, comenta. Um trailer do filme de Huglin pode ser conferido no site em inglês do fotógrafo. Em ano de esporte na África do Sul (Copa do Mundo), o filme é oportuno e interessante. Vale a pena conferir!

Vida alternativa é isso!

Mark Boyle não é parente da hoje abastada Susan Boyle. Muito pelo contrário. Este inglês de 30 anos, formado em economia, vive num trailer que ia para o ferro velho e defende o que chama de Free Economy. O fogão é à lenha e a madeira é coletada nas matas da redondeza. Ele não usa dinheiro há 15 meses e ri à toa. Seu telefone é pré-pago, do tipo que só recebe chamadas. Higiene pessoal, no rio, com a pasta de dente e o sabonete feitos de cartilagem de peixe e farinha de sementes de erva doce. Ele abriu mão de uma vida confortável em Bristol. Era dono de uma loja de alimentos orgânicos, faturava o equivalente a R$ 10 mil por mês. Tinha uma boa casa, carro do ano, frequentava restaurantes, cinemas, teatros.  Boyle decidiu jogar tudo para o ar e passou a viver sem um centavo no bolso. O que era para ser uma simples experiência virou um exemplo de vida para lá de alternativa. Ele diz que vivia estressado, em meio a contas, extratos bancários, dívidas. Desde que decidiu encarar essa nova vida, não sabe mais o que é ter uma dor de cabeça. Ele acredita em sociedade alternativa. Para ele, o sistema de troca poderia substituir grande parte das transações comerciais. As roupas que usa, por exemplo, foram pagas com verduras.  Você teria coragem de fazer como ele?

Um dicionário para entender a origem das palavras

Sabe quando você tem curiosidade para saber a origem de uma palavra? Pois é. Ontem, a colega da UCB, professora Rosanna Pavarino, me deu a dica de um interessantíssimo dicionário etimológico. Apesar de estar em inglês, é possível entender a origem de diversas palavras, pois muitas se originam, principalmente, do grego e do latim. Estou falando do Online Etimology Dictionary. Basta digitar o termo em inglês e o dicionário apresenta o verbete com sua etimologia.

Encanto e musicalidade

O desfile desta madrugada da escola de samba Tom Maior, no sambódromo paulista, mostrou o talento e a superação de uma escola até há pouco tempo conhecida como “escola cigana”. Apesar de sediada em barracão recentemente alugado, a Tom Maior enfrentou grandes dificuldades para realizar seu desfile, até porque as chuvas perdoaram a cidade de São Paulo nas últimas semanas. Algumas alegorias foram concluídas na concentração.  Durante cravados 1h05, a Tom Maior homenageou os 50 anos de Brasília com talento e musicalidade. Com um refrão arrebatador, a escola exaltou as belezas e diversidade da Capital Federal no seu cinquentenário e encheu de orgulhos os brasilienses que assistiram o desfile. Embora os demagogos de plantão não tenham deixado de lembrar a ausência do tema Mensalão do DEM na passarela, a verdade é que a escola de samba cumpriu seu papel com garra, criatividade e muito talento. Os brasilienses agradecem a homenagem, Tom Maior!

Hoje tem Brasília no sambódromo paulista

Hoje, no desfile das escolas de samba de São Paulo, Brasília será tema de samba-enredo, graças à iniciativa da Tom Maior, agremiação que tenho a maior simpatia. Ver a cidade retratada por uma escola de samba que gosto é motivo de muita satisfação. Em post anterior, apresentei a letra do samba-enredo, que aliás, é lindo! “São 50 anos de brasilidade, Distrito Federal, eu sou feliz cidade!”, diz a letra. O refrão diz: “A luz da minha alma/reflete as cores do meu pavilhão/amor que já não tem explicação/É Tom Maior no coração do meu país/ Sou Brasília, muito mais feliz”. Convido você, caro leitor, a assistir ao desfile da escola de samba, por volta de 23h30, na TV Globo.

Arruda e a marca Brasília

A prisão do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, foi recebida ontem como notícia positiva por quem preza pela moralidade pública. Arruda é acusado de liderar um suposto esquema de propina envolvendo políticos e funcionários do GDF. O desenrolar dos fatos frustra uma parcela da população de Brasília que, como eu, acreditava em um governo que se pautava pela responsabilidade fiscal e por iniciativas inovadoras na gestão pública. Junto com seu vice-governador, Paulo Octavio Pereira, Arruda tomou medidas importantes, como redução drástica nas lotações, passe livre para estudantes e muitas outras. A ânsia pelo poder e pelo dinheiro superou o desejo de fazer história e Arruda afundou, perdendo uma chance ímpar. E a marca Brasília, como fica? No ano em que comemora seus 50 anos, a Capital Federal tem o brilho da festa ofuscado por um fato político negativo. Creio que deve-se fazer uma distinção entre Brasília e o mineiro José Roberto Arruda. Distinção esta que se deve fazer sempre que se tenta generalizar o nome da cidade como sinônimo de corrupção. Até porque muitos corruptos hoje residentes na cidade foram “importados” de outras unidades da federação. Nos próximos dias, as escolas de samba Tom Maior, de São Paulo, e Beija-Flor, do Rio de Janeiro, homenageiam os 50 anos da Capital da Esperança. Serão vaiadas? Creio que o público saberá fazer a distinção e embarcará na festa destas agremiações. Quanto à Arruda, a Justiça definirá seu rumo. Uma coisa é certa: a primeira prisão de um governador é histórica e pode gerar desdobramentos importantes no comportamento dos demais governantes da nação, pois a impunidade parece ter chegado ao fim. E viva Brasília!

Mercado imobiliário do DF: até quando vai esta bolha?

A notícia que reproduzi ontem, neste blog, traz um fato positivo para a economia brasiliense, mas também é motivo de preocupação. Isto porque analistas do mercado apontam para a existência de uma bolha econômica (termo utilizado para designar uma circunstância de mercado de supervalorização de ativos que não se sustenta por muito tempo). Segundo meu colega professor da UCB, Adolfo Sachsida, investir em imóvel será vantajoso pelos próximos cinco anos, mas há risco de bolha na cidade, apesar dele achar queela não deve estourar tão cedo. Para ele, a alta demanda, a elevação dos preços e o sucesso dos lançamentos são indícios de bolha. “Além disso, as pessoas estão comprando por causa da valorização, e não pelo retorno do aluguel”, completa. Em meu caso particular, estou vivenciando esta situação, pois adquiri um imóvel em uma região que está sendo sobrevalorizada com a expectativa de, daqui há alguns anos, trocá-la por imóvel de maior valor. Há um aspecto peculiar no Distrito Federal que manterá por um bom tempo a especulação imobiliária. Situado em área de 5.822 quilômetros quadrados, o DF ainda possui áreas para exploração imobiliária cada vez mais valorizadas, com demanda crescente por unidades habitacionais. A própria área que ocupa, daqui há algum tempo, será obstáculo para o crescimento imobiliário desenfreado. O que ocorrerá quando não houver mais áreas para construir?

Brasília já é o 2º mercado imobiliário do País

O Setor Noroeste é a nova aposta do mercado imobiliário brasiliense

O mercado imobiliário do Distrito Federal ultrapassou o do Rio de Janeiro e, em 2009, se consolidou como o segundo do país em faturamento e em número de unidades vendidas. Os lançamentos movimentaram R$ 11,7 milhões por dia, um total de R$ 4,3 bilhões no ano. Cerca de 14 mil unidades ganharam o mercado brasiliense. Os números foram divulgados pelo Conselho de Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF), com base em levantamento feito entre 10 grandes empresas do setor. Na capital carioca, o faturamento das empresas com a venda de cerca de 13 mil unidades parou em R$ 3,9 bilhões, segundo estimativa da Ademi-RJ. São Paulo lidera o ranking, com uma previsão de 34 mil unidades comercializadas em 2009. O faturamento não foi divulgado, mas o volume do mercado na maior cidade brasileira tende a ser quatro vezes maior do que o do DF. Salvador e Belo Horizonte se revezam no quarto e quinto lugares. Empresários do mercado do DF encaram o segundo lugar como se fosse o primeiro. São Paulo completou 456 anos no mês passado. Brasília faz 50 anos em abril. Os lançamentos em cidades como Samambaia, Gama e Ceilândia, além do fenômeno Noroeste (1), sustentou a expectativa de ultrapassar o Rio em 2009. “De certa forma, não nos surpreende. O DF tem um mercado de muito volume e muita dinâmica”, diz Fernando Maia, diretor da Brookfield Incorporações no Centro-Oeste. Somente a empresa dele faturou R$ 498,3 milhões com vendas no DF. (fonte: Correio Braziliense, 07/02/2010)

Beija-Flor homenagerá Brasília sob encomenda

Conforme informei em post em 01/06/09, a escola de samba Beija-Flor, de Nilópolis, terá como enredo os 50 anos de Brasília. A decisão motivou-se por proposta do Governo do Distrito Federal, que desembolsará 3 milhões de reais para o custeio do desfile da agremiação. Veja como ficou o samba-enredo:

Enredo: “Brilhante ao sol do novo mundo, Brasília: do sonho à realidade, a capital da esperança”
Autores: Picolé da Beija Flor, Serginho Sumaré, Samir Trindade, Serginho Aguiar, Dison Marimba e André do Cavaco
Intérprete: Neguinho da Beija-Flor

Dádivas o Criador concedeu
Fez brotar num sonho divinal o mais precioso cristal
Lágrimas, fascinante foi a ira de Tupã
Diz a lenda que o mito Goyás nasceu
O brilho em Jaci vem do olhar
Pra sempre refletido em suas águas
A força que fluiu desse amor é Paranoá… Paranoá
Óh! Deus sol em sua devoção
Ergueu-se no Egito fonte de inspiração
Pássaro sagrado voa no infinito azul
Abre as asas bordando o cerrado de Norte a Sul

Ah! Terra tão rica é o sertão
Rasga o coração da mata desbravador!
Finca a bandeira nesse chão
Pra desabrochar a linda flor

No coração do Brasil, o afã de quem viu um novo amanhã
Revolta, insurreições, coroas e brasões
Batismo num clamor de liberdade!
Segue a missão a caravana em jornada
Enfim a natureza em sua essência revelada
Firmando o desejo de realizar
A flor desabrochou nas mãos de JK
A miscigenação se fez raiz
Com sangue e o suor deste país
Vem ver… A arte do mestre num traço um poema
Nossa Capital vem ver …
Legião de artistas, caldeirão cultural!
Orgulho, patrimônio mundial

Sou candango, calango e Beija-Flor!
Traçando o destino ainda criança
A luz da alvorada anuncia!
Brasília capital da esperança

Tom Maior homenageia 50 anos de Brasília

A criação de um samba-enredo é como criar um jingle. Prepare-se um briefing, com o máximo de informações sobre o tema a ser retratado, estuda-se as palavras que proporcionem a melhor melodia e que passem bem o recado. O resultado, normalmente, é muito bom, com a passarela toda cantando a canção. O enredo deste ano da escola de samba Tom Maior, de São Paulo, são os 50 anos de Brasília. A letra foi bem elaborada e a melodia também. ” Nosso enredo mostrará o início da saga com as belezas naturais do cerrado e do Planalto Central, as levas de migrantes das mais variadas partes do Brasil buscando esperança, prosperidade e realizações, os sonhos de JK, a criatividade de Oscar Niemayer, Lucio Costa e Burle Marx e enfim, uma cidade construída”, afirma o carnavalesco Roberto Szaniecki. Veja como ficou a letra:

Eu vi brilhar
Um lindo sonho se transformar
Das mãos dos artistas eu ganhei
A imagem da modernidade
Um Eldorado eu sou
Com um futuro de prosperidade
Vieram para trabalhar
Candangos a miscigenar
Meu solo “cerrado”
E fez pulsar a vida com ares de mudança
Eu sou a capital da esperança

BIS

GIRA BAIANA…
O MEU TEMPERO TE CONVIDA A VIAJAR
VEM SE ENCANTAR…AMOR
AQUI É O SEU LUGAR!

É meu orgulho
Ver brotar a musicalidade
A arte, com talento de verdade
Mostrando ao mundo meu Brasil
Na fé, eu sou roteiro para a devoção
Na romaria da religião
Tenho a energia dos cristais
Mistérios espaciais
Meu sonho real, eu quero extravasar
São 50 anos de Brasilidade
Distrito Federal, eu sou feliz cidade

Refrão

A LUZ DA MINHA ALMA
REFLETE AS CORES DO MEU PAVILHÃO
AMOR QUE JÁ NÃO TEM EXPLICAÇÃO
É TOM MAIOR NO CORAÇÃO DO MEU PAÍS
SOU BRASÍLIA MUITO MAIS FELIZ