Perícia em marketing: dicas para se desenvolver na área

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Em post publicado em 16 /02/16,  “Já pensou em ser perito de marketing?”,  relatei o contato que tive com uma nova área: a perícia em marketing.

Alguns leitores manifestaram interesse maior em conhecer esta área tão incipiente ainda no País e decidi oferecer alguns subsídios.

Inicialmente, para ser um perito, como a própria nomenclatura sugere, o profissional deve ter ampla experiência na área, com formação em nível superior. Tempo de serviço e curso superior, portanto, são requisitos essenciais. A formação superior deve ser em áreas correlatas a Marketing, como Administração, Comunicação e Economia, entre outras.

Além disso, o profissional deve ter uma formação focada nesta área. No caso da perícia em marketing, cursos de pós-graduação em áreas como Branding, Comunicação, Inteligência Competitiva e Economia, por exemplo, podem contar pontos para quem deseja ser reconhecido como especialista no segmento.

Possuir um mestrado ou doutorado em área relacionada a Marketing pode ser, também, fundamental para pesar na balança na hora da escolha do profissional. Sugiro pós-graduação em áreas como Administração, Comunicação e Economia, tendo como objeto de pesquisa, a perícia em marketing.

Além de estar habilitado em termos profissionais e de formação, é importante que o futuro perito de marketing habilite-se junto aos tribunais, se necessário até visitando juízes e desembargadores para apresentar sua expertise.

Ressalto que de nada adianta cumprir os requisitos acima se o profissional não possuir conduta ilibada, estando com seu nome “limpo” no mercado e sem histórico de processos judiciais, uma vez que a sociedade deve reconhecer no profissional uma pessoa honrada.

E você, já pensou em ser perito de marketing?

Bar com barbearia ou barbearia com bar?

As barbearias não são mais as mesmas. Na verdade, estão melhores. Veja o exemplo da Barbearia Corleone, do empresário criativo Bruno van Enck, que por acaso namora uma cantora carioca chamada Annita (conhecem?).
Em um espaço inspirado nas barbearias novaiorquinas típicas de filmes da máfia dos anos 40, os profissionais não só cortam cabelo e barba de seus clientes.
Enquanto aguarda, o freguês pode degustar uma cerveja supergelada dentre os 450 rótulos oferecidos pelo estabelecimento, enquanto assiste partidas de futebol, entre outras atrações.
Superlegal, não acham?

Pat Metheny, muito prazer musical!

Você já ouviu trechos de suas músicas em comerciais ou em reportagens de TV.

Seu nome é Patrick Bruce Metheny, músico natural de Lee’s Summit, Estado do Missouri, Estados Unidos, nascido em 1954 e que aos 8 anos se iniciava ao trompete, trocando-o pela guitarra aos 12.  Sou fã confesso deste guitarrista de jazz-fusion desde meus 15 anos.

O que tenho de idade Metheny tem de carreira. O músico possui um estilo próprio de executar seu instrumento, do qual tira improvisos com virtuose e melodia. É impossível não gostar de suas músicas, pois seus acordes soam familiares e agradáveis aos ouvidos até de quem não aprecia jazz.

Idolatrado por músicos de jazz e rock, o guitarrista e violonista já gravou dezenas de álbuns tanto em versão solo quanto com sua banda, o Pat Metheny Group, onde, ao lado do tecladista Lyle Mays, provocam uma miríade de timbres que nos deixa em dúvida se determinado som é de guitarra, de teclado ou de trompete.

No vídeo abaixo, o músico interpreta “And I Love Her”, dos Beatles, com seu estilo inconfundível.

Ouça o som de Pat Metheny e aprecie sem moderação!.

 

Use sua monografia para conseguir emprego

Quando cursava o MBA em Marketing na Fundação Getúlio Vargas, em Brasília, decidi que queria trabalhar em marketing hospitalar. Acreditava que seria uma área promissora, uma vez que as instituições privadas de saúde careciam de direcinamento estratégico em seus mercados. Ao final do curso, elaborei uma monografia intitulada “A importância do Endomarketing nas instituições privadas de saúde”.

Confesso que o trabalho não saiu lá grande coisa, uma vez que tive meu tempo atropelado por um novo emprego no Taguatinga Shopping. Tirei nota 8 no trabalho, orientado pela professora Luciana Mourão Cerqueira e Silva (hoje na Universidade Salgado de Oliveira). Adicionei o título de meu trabalho em meu curriculum e o enviei a diversas instituições de saúde. Uma delas, o Hospital Santa Luzia, estava estruturando seu departamento de comunicação e marketing e chamou-me para uma entrevista, onde fui questionado sobre minha monografia e dada a oportunidade para “vender meu peixe”.

Passei por três etapas da seleção, mas não levei a vaga. Mas ficou a lição e desde lá venho recomendando aos meus orientados de trabalho de conclusão de curso que sejam criteriosos na definição de seus temas, pois estes podem devem ter relação direta com os objetivos profissionais deles.

A mesma recomendação serve para você, caro leitor. Você deu ou tem dado atenção ao desdobramento da escolha de seu tema para monografia? Lembre-se que ela pode ajudar a alavancar sua carreira.

Não encare a monografia como apenas um complicado exercício, mas sim, a possibilidade de criar interesse dos empregadores por seu nome. Pense nisso!

Já pensou em ser perito de marketing?

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Em 2001, ano em que comecei como professor na Universidade Católica de Brasília, pude entrar em contato com profissionais ímpares no mercado. Um deles é Rossana Pavanelli, diretora da Hoje/EMP Consultoria, empresa dedicada a pesquisa, consultoria e avaliação.

Na época, Rossana já comandava a empresa e dedicava-se, também, à atividade docente em instituições de graduação e pós-graduação do DF. Porém, o que mais me chamou a atenção foi ela me contar que era perita de marketing. Rossana colocava seu conhecimento à disposição da justiça sempre que seus pareceres eram solicitados para dirimir dúvidas em um pendência envolvendo empresa e profissionais de marketing. Esta atividade exige um bom relacionamento com pessoas do judiciário para que se entre no seleto grupo de peritos.

Restrito ou não, o certo é que este é um caminho para profissionais de marketing desempenharem seu trabalho com o que tem de melhor: seu conhecimento. Para se ter uma idéia, dependendo da complexidade da pendência, um parecer de um perito de marketing pode custar até R$ 200 mil.

E aí, que tal ser um perito de marketing?

Linda Huber e seus desenhos a lápis

Utilizando apenas um lápis, ela desenha maravilhas.

Ela é Linda Huber, estadunidense do Brooklin (NY), 51 anos. Linda revela que gasta de 20 a 80 horas para realizar cada trabalho, a partir de fotografias. Tanto tempo dedicado a uma obra só poderia produzir um trabalho de muita precisão. Suas obras são utilizadas em publicidade, livros e websites.

“Eu não desenho o que vejo, mas o que conheço!”, revela Linda.

A qualidade das obras tem a ver com o nome da designer, não?

Internet: terra de todos ou “terra de ninguém”?

Ao ser concebida, a internet apresentou-se como um espaço de compartilhamento de conteúdo e de socialização, mas há quem esteja se apropriando indevidamente de conteúdos de terceiros para obter fama, formação ou dinheiro. E quem produz o conteúdo, como fica neste contexto?

Pena que tantos enxerguem a web como uma “terra de ninguém” e desenvolvam negócios que em nada valorizam quem se dedica a criar os conteúdos. A base da economia criativa é o respeito à cadeia de valor. É preciso regular os direitos autorais e a remuneração das obras na internet!

Particularmente, creio que a solução passa por 3 medidas:

a) Gerar contrapartidas obrigatórias de empresas formais que se apropriam dos conteúdos (Facebook, Google e serviços de armazenamento e compartilhamento na nuvem, como OneDrive, Dropbox e Google Drive, entre outros), obrigando-os a criar uma forma de reconhecer e proteger o produtor original do conteúdo;

b) Estabelecer um marco jurídico para pessoas que se apropriam de conteúdos de terceiros, exigindo que peçam autorização dos autores e responsabilizando-as em caso de apropriação indébita; e

c) Estimular empreendedores a criar negócios que se proponham a exatamente monitorar o uso indevido da produção de um determinado autor, a exemplo do que faziam, por exemplo, as editoras gráficas e as editoras musicais, por exemplo.

Tais medidas podem  parecer soluções utópicas, mas é preciso pensar em soluções para um uso indevido da web que está prejudicando autores e beneficiando quem exagera na apropriação e compartilhamento de conteúdo.

Creio que alguma instituição poderia patrocinar um grupo de pesquisadores para o tema, se é que talvez já não exista. Mentes brilhantes podem conceber soluções práticas para esta questão que vem transformando a web no império do “control-c, control-v”.

Ainda há espaço para o vinil?

Dias atrás, estive na Livraria Cultura e, surpreendentemente, deparei-me com versões em vinil de discos como o remasterizado Triller, de Michael Jackson, que completou 25 anos em 2008, e um atualíssimo álbum da cantora Amy Winehouse. Lá estavam eles, há 56 reais de minhas mãos. Não os levei, mas fiquei contente em ver que a indústria fonográfica ainda oferece este formato, pois meu toca-discos continua em pleno uso em minha residência, embora utilize bastante os CDs e arquivos MP3.

Acredito que ainda há espaço para o vinil, até porque é uma mídia de certa forma exclusiva e não pirateável fisicamente. No Brasil, a prensagem de discos já foi aposentada, mas no Exterior ainda há um bom número de títulos disponíveis no mercado.

A foto abaixo mostra um modelo de toca-discos que contém player de Cd acoplado, como adaptação aos novos tempos. A verdade é que o vinil ainda tem vez, porém de forma cada vez mais nostálgica!

E você, ainda gosta de ouvir músicas em vinil?

toca-discos

Tio Tito e a Internet

O ano era 1984.

Então com 18 anos e trabalhando na empresa de serviços gráficos do meu irmão Teodoro, estava feliz com o desempenho de uma nova função: operador de composer IBM. Para quem não sabe, este era o nome da então função de datilógrafo de máquina de escrever eletrônica. Como o teclado era muito suave, conseguia “sapecar” 480 toques por minuto, pouco se comparado aos 900 tpm de Teodoro. O resultado da digitação eram tiras e tiras com textos blocados, alinhados à esquerda ou à direita. Na época não existia computador pessoal nem editor de textos. A digitação era direta. Utilizando esferas com fontes diversas, imprimíamos nestas tiras os textos que seriam utilizados em artes-finais. Era um trabalho até bem remunerado, considerando-se seu aspecto mecânico.

Pois bem, naquele ano estava de férias em Abadia dos Dourados, cidade mineira com cerca de 5.000 habitantes, visitando meu tio Indalécio, carinhosamente chamado de tio Tito, na casa de seus 60 anos. Em sua simplicidade, ele sempre me oferecia amendoim, pois sabia que eu gostava. Sujeito amável, tranqüilo e brincalhão, tio Tito, certo dia, ao saber de minha nova profissão, pediu-me que lhe escrevesse uma carta, não manuscrita, mas sim digitada na Composer IBM. Fiquei animado com o pedido e lhe prometi que faria tão logo chegasse em Brasília.

O tempo passou e não enviei a carta para ele. Um ano depois, recebi a notícia de seu falecimento. Bateu-me o remorso e lamentei não ter lhe enviado a carta. Tio Tito sequer sabia como era a máquina, mas achava moderna e legal a minha profissão. Hoje, certamente ele teria me pedido um simples e-mail, para enviar ao seu vizinho ou mesmo o computador de seu filho, quem sabe.

Assim como ele, muitas pessoas queridas se foram antes que existisse o computador pessoal, ou mesmo a Internet. Penso que talvez teria me comunicado melhor e com mais freqüência com estas pessoas. Mas a verdade é que procurei conviver ao máximo com umas e menos com outras. É preciso saber conviver e não deixar para depois o que prometemos para quem a gente gosta. A lição é dura, mas nunca é tarde para corrigir o rumo.

Iannis Kiourannis e a poesia grega

O ano era 1986. Estava na aprazível cidade de Coromandel, no Triângulo Mineiro, na residência de meu tio Hélio, quando tive contato com um jornal chamado Coromandel Notícias.

O jornal é daqueles com algumas notícias e muito oba-oba abordando autoridades, socialites e outras personalidades do município. Porém, entre uma notícia e outra, me deparo com poesias de um autor grego que até então não tinha conhecimento: Iannis Kiourannis. Fiquei surpreso: o que um poeta grego estava fazendo no Coromandel Notícias? Li com atenção as quatro poesias e fiquei encantado com a valorização da liberdade que o poeta grego encaminha seus textos.

Algumas passagens: “Meu coração não é de pedra/tampouco é negro o coração que meu vida!”. Outra: “Se me obrigarem a me esconder do sol/Pereço em sua luz!” A poesia de Kiourannis seduziu-me, mas tal qual a sereia que deixa seu canto e submerge no mar, atraindo para a morte sua vítima, aquelas poesias ficaram apenas na memória. Não tive o cuidade de guardar a página com os textos.

Nunca mais tive contato com a poesia de Kiourannis. Busquei em vão suas obras nas livrarias da época. Agora, com a Internet, continuo minhas buscas, mas o Sr. Google não ajuda muito. Fui vítima do canto da sereia, fiquei com gosto de “quero mais”, e corro o risco de perecer sem ter um novo contato com a luz de Kiourannis.

Sonho de empreender motiva britânico a visitar 30 países provando pizza

Se fazer benchmarking é um dos segredos para obter sucesso nos negócios, o britânico Phil Duncan, de 28 anos, levou esta regra ao extremo. O viajante já passou pelos cinco continentes e visitou 30 países provando a pizza de cada localidade. Para ele, a pior de todas foi a que comeu na Argentina.

Tudo começou quando Phil tinha apenas 5 anos e comeu uma baguete de pizza na Disney de Paris, na França. Ele se apaixonou pelo sabor e, mais tarde, se propôs um desafio: conhecer 30 países antes dos 30 anos e comer pizza em todos eles.

Para compartilhar a experiência, Phil possui uma conta no Instagram na qual posta fotos comendo suas pizzas ao redor do mundo.O perfil já possui mais de 15 mil seguidores.

O sonho do britânico é abrir sua própria pizzaria. Ele conta que aproveita as viagens não apenas para comer, mas também para aprender a preparar a iguaria. Experiência, ao que parece, ele já acumulou.

Estatísticas do INPI indicam aumento no número do registro de marcas em 2015

Estatísticas

O INPI divulgou, no dia 18 de janeiro, o balanço oficial das estatísticas de seus serviços em 2015. O trabalho, produzido pela Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON), aponta para um quadro de estabilidade, com pequenas variações nos números.

Na área de marcas, por exemplo, houve um crescimento de 1% nos pedidos, chegando a 158.709 contra 157.016 registrados em 2014. Com o aumento de produtividade e também no número de examinadores, a variação maior ocorreu no número de decisões do INPI, que chegou a 189.916 em 2015 contra 157.600 do ano anterior.

Na área de patentes, a variação no número de pedidos também foi muito pequena: houve uma queda de 0,4%, passando de 33.182 para 33.043 no ano passado.

A estabilidade se reflete também nas áreas de Indicação Geográfica e registro de Programas de Computador. No caso da IG, houve 12 pedidos em 2014 e em 2015. Em software, o número de depósitos passou de 1.609 para 1.616.

Em Desenho Industrial, foi registrada uma queda de 8,4% nas solicitações, que passaram de 6.590 em 2014 para 6.039 no ano seguinte. Quanto à averbação de contratos de tecnologia, também houve redução de 18%, caindo de 1.710 para 1.400 em 2015.

Para saber mais sobre as estatísticas, acesse http://www.inpi.gov.br/estatisticas.

Fonte: INPI