O que é marketing esportivo?

MarketingEsportivo

Marketing esportivo é o processo de elaborar e implementar atividades de produção, formação de preço, promoção e distribuição de um produto esportivo para satisfazer as necessidades ou desejos de consumidores e realizar os objetivos da empresa (Pitts & Stolar).

Desdobramento natural do patrocínio, o marketing esportivo representa a associação da marca de uma empresa a uma agremiação, de forma a alavancar os negócios e posicionar a imagem do patrocinador. Um bom exemplo de como esta filosofia é praticada está na equipe de basquete do Uniceub, em Brasília, que patrocina a equipe do Instituto Viver Basquetebol (IVB). Este time originalmente chamava-se Universo e constituía-se em estratégia de entrada da Universidade Salgado de Oliveira na Capital Federal. Embora a estratégia tenha sido vitoriosa para a Universo, a instituição de ensino superior desistiu de abrir unidades do Distrito Federal. O legado da equipe criada em 2000 foi absorvido pelo Centro Universitário de Brasília, rebatizando a equipe para Uniceub/BRB/Brasília.

A estratégia do Uniceub foi acertada, pois a equipe conquistou o tricampeonato do Novo Basquete Brasil (NBB),  a quarta conquista do IVB em seis finais consecutivas, conquista a hegemonia nacional na modalidade. Os ganhos de imagem para a universidade foram inúmeros, tanto em mídia quanto em posicionamento de imagem, sem falar na influência indireta no aumento de matrículas da instituição. Cabe lembrar que a boa gestão empresarial e de marketing do Uniceub contribui sobremaneira para a sinergia de esforços em prol dos resultados esperados.

 

 

 

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D’alessandro, liderança e o ambiente corporativo

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Sempre dou uma pausa neste blog para comentar conquistas coloradas, pois ninguém é de ferro e merece comemorar uma grande conquista de seu time. Mas hoje não tratarei apenas do futebol praticado pelo tetracampeão gaúcho Internacional. Falarei sobre liderança.

Estou me referindo a Andrés D’Alessandro, armador e cérebro do time, que possui características que podemos comparar como virtudes necessárias a qualquer líder empresarial.

Para começar, o argentino está no time há 6 anos e já colecionou muitas taças, graças à sua principal virtude: determinação. Ele é, de longe, o mais determinado dos jogadores colorados, com espírito combativo e buscando sempre o melhor resultado.

A segunda virtude é a lealdade. Por diversas vezes, o meia disse não a propostas de outros clubes, por acreditar no projeto de seu time. A aposta deu certo, pois ele foi campeão gaúcho por 4 ocasiões e ainda colocou em sua conta uma Libertadores da América e uma copa sulamericana, além de torneios menores.

A terceira qualidade do líder colorado é a liderança. Antes indisciplinado, ao receber a braçadeira de capitão da equipe D’Alessandro transformou-se e passou a ser exemplo de caráter nos treinamentos e nos jogos, onde não raro é visto apartando brigas, mas defendendo com energia seus companheiros perante os adversários.

Por fim, o craque colorado demonstra muito comprometimento com sua torcida, sempre se responsabilizando por resultados que esta deseja. Em uma analogia com o ambiente corporativo, isto pode ser comparado a orientação para o cliente, uma filosofia que deveria ser seguida por todas as empresas que desejam sucesso.

Andrés D’Alessandro, enfim, incorpora diversas características que fazem um líder ser admirado, respeitado e seguido. No caso do futebol, essas características levam um jogador a ser referência na história do clube, como o craque argentino já é.

Itaú é o novo patrocinador da Seleção Brasileira

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O Banco Itaú e a CBF assinaram, no início da semana,   acordo para patrocínio das Seleções Brasileiras de Futebol – Seleção Brasileira Principal, Seleção Olímpica, Seleção Sub-23, Seleção Sub-20, Seleção Sub-17, Seleção Sub-15 e Seleções Femininas. O contrato terá duração de seis anos, até 2014, incluindo o período da Copa do Mundo no Brasil.

O envolvimento do Itaú com o futebol já tem mais de 17 anos, com o patrocínio da transmissão dos jogos do Campeonato Brasileiro, da Libertadores, das Eliminatórias da Copa do Mundo de Futebol, amistosos da Seleção Brasileira, Copa do Brasil, entre outros na Rede Globo.

O patrocínio dá direito, entre outras coisas, ao Itaú utilizar mundialmente no seu ramo de serviços, o título de “Patrocinador Oficial da Seleção Brasileira de Futebol”. Além da aplicação da logomarca nos uniformes de treino, demais trajes e acessórios utilizados pelos jogadores e comissão técnica, assim como a possibilidade de promover ações promocionais e de publicidade junto ao público, fazendo associação à Seleção em seus produtos e serviços.

A decisão do Itaú consolida os investimentos da empresa no segmento esportivo, dentro de uma associação feliz. Afinal, como o futebol atinge todas as classes e o banco oferece serviços para todas as camadas da população, a estratégia tem tudo para dar certo.Lembro que, para um banco, investir altas somas em marketing não representa grandes sacrifícios, uma vez que os lucros são consideráveis se comparados a outros segmentos produtivos da economia nacional.Preocupo-me apenas com a superconcentração de patrocinadores de natureza bancária no cenário do marketing atual. Isto não é salutar, pois os bancos ganharão cada vez mais, enquanto oportunidades de investimento publicitário e de marketing ficarão escassas para outros segmentos não tão abençoados por lucros estratosféricos como o das instituições financeiras.

Como ser um campeão

É do esporte, mas vale para a vida. Torço para o Internacional de Porto Alegre desde meus 9 anos de idade. Sempre gostei de “ser diferente” e no futebol também tinha de sê-lo. Nos últimos anos, tenho ficado muito alegre com as conquistas de meu time, não só pelos jogos em si, mas pelas lições de superação, principalmente na busca de títulos nunca antes alcançados.

Em 2006, a equipe ganhou a Libertadores e o Campeonato Mundial de Clubes, em cima do poderoso Barcelona. Em 2007, ganhou a Recopa Sul-Americana, conquistando, assim, a tríplice coroa. Neste ano, bateu a Internazionale de Milão e ganhou o Torneio de Dubai. Ontem, o time conquistou o campeonato gaúcho, um título menor, mas que encerra uma lição de superação. Antes da partida de ontem, o Inter ganhara, no decorrer do certame,  15 partidas, empatando 2 e perdendo 3, exatamente para o Juventude, velho algoz dos colorados.

Pois bem. Ontem, a equipe devolveu as derrotas para o Juventude, sacramentando um placar de 8 a 1. Isto mesmo! oito gols, com direito a um de falta, um contra e um do próprio goleiro, batendo pênalti. Assiti esta façanha ontem o bar Amarelinho, junto a outros 230 colorados, integrantes da comunidade “Colorados em Brasília”, no Orkut. Mais que a alegria, fica o exemplo de superação na base da união e da persistência. Perseverar vale a pena e nos transforma em campeões, tanto no esporte, quanto na vida.