O que vem depois do pau de selfie e da GoPro?

Depois da moda do monopod, injustamente apelidado de “pau de selfie”, e da filmadora GoPro, o novo gadget que vem com tudo é o Panono, uma câmera em forma de bola que, ao ser jogada, para o alto, tira fotos panorâmicas fantásticas. Acesse o site do fabricante e conheça este produto e suas fotos surpreendentes!

Anúncios

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – X

propmovel

10) Propaganda móvel combinada ao posicionamento do cliente

Cada vez mais, os comerciantes digitais aumentam o foco em propaganda móvel e analítica avançadas para aproveitar as vantagens apresentadas pelo crescimento do uso de equipamentos móveis. As ações passam a ser altamente direcionadas com base em aquisições recentes, hábitos de compra, cidade de residência e interesses.

Até 2020, as empresas de varejo que usam mensagens dirigidas combinadas aos sistemas internos de posicionamento (IPS) verão um aumento de 5% nas vendas. Outra previsão é de que, até 2016, haverá um aumento na quantidade de ofertas dos varejistas voltadas à localização do cliente e ao tempo gasto na loja.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – IX

Personalização

9) Personalização cresce

A impressora 3D já está causando um profundo impacto na viabilização de startups para que reduzam os custos de infraestrutura, em comparação aos processos de manufatura tradicional existentes. Até 2017, quase 20% das lojas online que vendem bens duráveis usarão o equipamento para criar ofertas de produtos personalizados. Ainda este ano, mais de 90% deste setor buscarão ativamente parcerias externas para dar suporte aos novos modelos de negócio de produtos “personalizados”.

As empresas que organizarem as estratégias antes acabarão por definir o espaço nessas categorias. Isso requer uma cultura corporativa que apoie produtos “sem conformidade”, novas capacidades de negócio de “concierge” nas linhas de frente e equipes administrativas com capacidades operacionais e de TI. Será exigida uma nova agilidade para além da automação rígida dos processos, que poderá requerer sistemas de negócio completamente novos.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – VIII

FOCO

8) Experiência no foco

Até 2017, 50% dos investimentos em produtos de consumo serão redirecionados para inovações na experiência dos consumidores. E ainda este ano, a previsão indica que mais da metade dos produtos de consumo tradicionais terá extensões digitais nativas. Em muitas indústrias, a hiperconcorrência desgastou as vantagens das ofertas tradicionais, fazendo com que a experiência dos clientes seja o novo campo de batalha.

As companhias buscam reconquistar a fidelidade de seus clientes, hoje empoderados pelo acesso facilitado às informações de preços e produtos via pesquisa e canais sociais. A realidade é que a inovação focada em novos produtos – e até mesmo novos modelos de negócio – está sujeita a períodos de naufrágio das vantagens competitivas. Os concorrentes e as alternativas são abundantes, e a inovação dos produtos está sujeita a acelerar a comoditização. A inovação da experiência dos clientes permanece sendo o segredo para uma fidelidade à marca duradoura.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – VII

mk8

7) Flexibilidade em prol do consumidor

Até 2017, 70% dos modelos de empresa digital bem-sucedidos dependerão de processos instáveis e projetados para mudar conforme as necessidades dos clientes. Antes disso, ainda este ano, a previsão é de que 5% das empresas globais projetem processos “supermanobráveis” que ofereçam vantagens competitivas.

A flexibilidade faz com que as ofertas, normalmente, sejam impossíveis de serem duplicadas por outros concorrentes. Os processos deliberadamente instáveis comandarão uma mudança drástica na capacidade das empresas e seu pessoal de forma mais fluida. A capacidade de mudar rapidamente vai alavancar os conceitos de liquidez organizacional. Esse enfoque holístico, que mistura modelo de negócio, processos, tecnologia e pessoas, alimentará o sucesso da empresa digital.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos

pagmovel

6) Interesse renovado pelos pagamentos móveis

Segundo a previsão do Gartner, este ano, o mercado norte-americano verá a renovação do interesse pelos pagamentos móveis – em parte devido à introdução do Apple Pay e dos esforços similares dos concorrentes, como do Google para incentivar a adoção do Google Wallet. Até 2017, o engajamento dos clientes de mobilidade nos EUA impulsionará o faturamento do comércio móvel local em 50% das receitas do comércio digital.

O poder crescente dos smartphones e tablets e as aplicações disponíveis para cada um deles permitem que os consumidores interajam melhor com as empresas, tenham experiências melhores e recebam conteúdo em praticamente todas as fases dos processos de compra. À medida que os fabricantes de dispositivos e desenvolvedores de aplicações melhorem a usabilidade e a funcionalidade, e atendam às preocupações dos usuários com a segurança, os dispositivos serão cada vez mais essenciais para os clientes.

Os consumidores que nasceram e cresceram usando a internet como plataforma de comunicação, informação e transações e vivem presos aos seus equipamentos móveis tendem a querer que os provedores de serviços e os varejistas atendam às suas expectativas de experiências de comércio conectadas.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – V

AssDigitais

5) Ascenção dos assistentes digitais móveis

Até o fim de 2016, mais de US$ 2 bilhões de compras on-line serão feitas exclusivamente por assistentes digitais móveis por ano. Inicialmente, eles cuidarão de processos táticos triviais como anotar nomes, endereços e informações de cartões de crédito. Alguns eventos fixos, como reposição em mercados, serão comuns e proporcionarão a esses tipos de assistentes a confiança para evoluírem.

A tendência é que, em seguida, eles assumam decisões mais complexas, como a programação da noite: a escolha de um filme bem cotado e, depois, um jantar. Os assistentes digitais estarão em múltiplas plataformas, mas os equipamentos móveis serão os dispositivos mais acessíveis e preferencialmente adotados.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – IV

expectativa-de-vida4) Contribuições para o aumento da expectativa de vida

Até 2020, a expectativa de vida no mundo desenvolvido aumentará em meio ano em virtude da crescente adoção de tecnologias sem fio de monitoramento da saúde. Antes disso, em 2017, os custos dos cuidados com a diabetes serão reduzidos em 10% por meio do uso de smartphones. Os equipamentos de monitoramento que podem ser “vestidos” representam uma grande promessa.

Hoje, uma simples pulseira pode monitorar os batimentos cardíacos, a temperatura e uma série de fatores ambientais. Alguns adesivos (patches) sem fio de monitoramento do coração, camisetas inteligentes e sensores em acessórios prometem mais precisão, escolha e conforto para os usuários. A transmissão sem fio é fácil e clara.

Os dados podem ser correlacionados com grandes repositórios de informações baseados na nuvem para gerar ações aprovadas e, via redes sociais, obter informações. O Gartner prevê que os dados de dispositivos de monitoramento remoto oferecerão acesso contínuo dos pacientes aos médicos.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – III

redução_custos

3) Redução de custos

Outra previsão do Gartner é de que, até 2018, o custo total das operações de empresas digitais será reduzido em 50%, por meio de máquinas inteligentes e serviços industrializados. Mesmo sem esses equipamentos tecnológicos serem capazes de substituir o trabalho humano, eles desalojarão a complacência e a ineficiência e acrescentarão uma tremenda velocidade às operações dos negócios.

Perseguindo a preferência dos consumidores em usar a internet e os serviços móveis para impulsionar as eficiências comerciais e otimizar a gestão do tempo, as indústrias estão se esforçando para melhorar a experiência dos clientes por meio da simplificação e da automação. Ao tornarem os processos ponto a ponto mais inteligentes, elas minimizam as intervenções manuais e permitem que os consumidores se sirvam sozinhos – self-service.

As necessidades dos clientes por produtos e serviços mais rápidos, baratos e melhores, disponíveis a qualquer hora, em qualquer lugar e qualquer canal, estão alimentando a revolução da empresa digital.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – II

disruptiva

Hoje continuamos a falar das próximas novidades previstas pelo Gartner Group.

2) Surgimento de empresas digitais disruptivas

Até 2017, serão lançadas grandes empresas digitais disruptivas, concebidas por um algoritmo de computador. Já em um panorama mais de curto prazo, terão maior valor companhias que combinem mercados da tecnologia com logística para desafiar ecossistemas de negócios legados e puramente físicos.

A economia mundial ficou madura para a disrupção digital, e isso fica claro em empresas globais do mercado, como a Uber e a Airbnb, que estão tirando o chão dos transportes e dos hotéis, respectivamente. Como tais companhias exibem os efeitos das redes (ou seja, seu valor aumenta com cada novo participante), elas tendem a formar monopólios naturais, mas são desafiadas por todas as complexidades regulatórias e do mercado, o que as tornam menos receptíveis aos analistas de computação.

Nesse meio tempo, a criação positiva de sucesso em tais modelos – valorização de dezenas de centenas de bilhões de empresas com menos de cinco anos de idade – representa uma atração irresistível para o investimento de capital.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos

A partir de hoje estarei publicando as 10 tendências que o Gartner Group detectou para os próximos anos e que afetarão muitos negócios.

1) Posições em baixa, e outras em alta

A rápida evolução das mídias sociais e das tecnologias móveis está conduzindo uma mudança nos hábitos dos consumidores e na forma como eles vivem. Em breve, por exemplo, as geladeiras identificarão e pedirão gêneros alimentícios que estão em falta na casa, os robôs registrarão isso e os drones entregarão os produtos na porta das residências. Como resultado, haverá a redução da necessidade de funcionários nos mercados e de motoristas para fazer as entregas.

Esse novo ambiente promovido pelas empresas digitais mudará profundamente os processos de negócio, juntamente à demografia dos empregos, fazendo emergir a necessidade de competências mais avançadas em todas as indústrias. Até 2018, as companhias demandarão 50% menos de trabalhadores em processos de negócio e 500% mais empregos-chave nas empresas digitais, comparados aos modelos tradicionais.

Drone cegonha da Dove surpreende mães

A Dove presenteou mães e filhos que passeavam pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, durante ação para apresentar seu novo produto, o Dove – Baby Dove. O embrulho chegava de uma forma inusitada e lúdica: carregada por um drone em formato de cegonha. A iniciativa marcou o lançamento da marca da Unilever.

O Brasil foi o primeiro mercado da companhia a anunciar, em novembro de 2014, o lançamento da linha exclusiva para bebês composta por shampoos, cremes, loções, pomadas e sabonetes, em um total de 19 itens que já estão à venda em todo o país. A ação, criada pela agência F.biz, aconteceu no último dia 21 e foi registrada em vídeo e pode ser conferida acima.

Impressão em lona tem bom custo benefício, mas dura pouco!

Com a grande proliferação da impressão digital em lona, a maioria das empresas tem podido sofisticar suas fachadas e materiais de merchandising.

No caso da utilização em fachadas a relação custo-benefício costuma não ser tão positiva quanto para materiais utilizadas no interior das lojas. Isto porque a ação do sol, do vento e das chuvas provoca o desgaste precoce da impressão, ainda que o suporte ofereça resistência. Como não é possível reimprimir na lona antiga, torna-se necessário, periodicamente, trocar esta por uma nova.

A duração da impressão em lona utilizada nas fachadas é de 1 ano, tempo de garantia normalmente oferecido pelas empresas de programação visual que as oferecem ao mercado. Após este período, as informações da fachada passam a ser prejudicadas pela ilegibilidade.

Esta realidade tem obrigado muitos empresários a repensarem este custo para seus estabelecimentos. Em alguns casos, é mais vantajoso produzir fachadas em metal ou acrílico, que oferecem mais plasticidade e durabilidade, embora com menos recursos, como o uso de fotos, por exemplo. A ação combinada entre metal e lona também é possível, o que pode oferecer o melhor das duas tecnologias.

De qualquer foram, é preciso avaliar o custo-benefício para sua empresa antes de decidir pela impressão em lona. Se sua empresa precisa mudar as informações da fachada periodicamente, ela é indicada. Mas caso as informações sejam permanentes, talvez valha a pena investir um pouco mais.

Imprima o que quiser

Quer imprimir uma página da Web sem anúncios e outros “floreios” coloridos e sem gastar tinta colorida? Quer apenas imprimir o texto, editando-o facilmente? Seus problemas acabaram. Está no ar o site Print What You Like. Através desta ferramenta, você escolhe se deseja imprimir a página completa ou sem publicidade ou sem fundo colorido. Este site proporciona economia de tinta e uma impressão objetivo do que você deseja. Veja o exemplo acima antes e depois de utilizar a ferramenta no site Uol. Experimente você também!

Privatização das telecomunicações completa 15 anos

Já faz 15 anos que o governo brasileiro decidiu privatizar as telecomunicações brasileiras. Em 1998, o monopólio da Telebrás passaria a ser compartilhado por empresas privadas responsáveis por regiões específicas.

A expansão da oferta de telefones foi o maior saldo positivo, alcançando um índice de 160 telefones para cada 100 habitantes no país,  configurando o país como um grande mercado que tem atraído muitos investimentos.

A qualidade dos serviços ainda é o calcanhar de aquiles deste processo, embora o Brasil utilize tecnologias avançadas. As dimensões continentais do país dificultam uma cobertura uniforme por parte das operadoras, que tem concentrado investimentos em grandes centros populacionais.

As operadoras telefônicas registram os maiores índices de reclamações nos PROCONS, juntamente com as instituições bancárias. Problemas que poderia ser resolvidos no primeiro contato avançam para instâncias judiciais de forma desnecessária, gerando conflitos entre consumidor e operadoras.

Os serviços ainda são caros, principalmente devido aos impostos cobrados sobre os serviços de telecomunicações. Enquanto nos outros países a alíquota chega a 20%, no Brasil esse patamar chega a 43%.

A privatização foi positiva, mas muito ainda há ser feito, principalmente considerando-se a proximidade dos grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.