Design thiking se consolida como técnica criativa

Design Thinking

Nenhuma marca mais tem dúvida do poder que está nas mãos de consumidores, que não hesitam em ir ao Reclame Aqui e às redes sociais contar experiências ruins com produtos e serviços. Eles também já não estão mais satisfeitos em aceitar as ofertas de modo passivo, querem ter voz e poder de influência naquilo que compram. Muitas companhias perceberam na metodologia do Design Thiking um modo de tirar suas próprias verdades e demandas do centro para colocar o cliente nessa posição privilegiada.

Esse novo modelo mental de solução de problemas busca desconstruir todas as respostas que o mercado já dá aos desafios diários, vai a campo vivenciar o que realmente falta à experiência das pessoas e escolhe alternativas, que são prototipadas e testadas a todo o momento, para minimizar riscos. Todas as fases favorecem que o pensamento criativo aflore entre aqueles que foram escolhidos para desenvolverem o projeto, equipes essas que costumam e devem ser multidisciplinares. Positivo, Natura e Coca-Cola são algumas das empresas que já adotaram a metodologia em seus projetos.

Fonte: Mundo do Marketing

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Paronomásia é técnica de criação publicitária

A paronomásia é uma figura de retórica que consiste no emprego de vocábulos semelhantes quanto à sonoridade, mas que se diferenciam no que diz respeito ao sentido, não vindo ao caso saber se há ou não parentesco etimológico entre as palavras. Pode também ser chamada de calembur,  parequese ou jogo de palavras. Você a conhece como trocadilho e é uma das formas de criação publicitária mais imediatas.

Ao receber um job, você é desafiado a criar para uma marca. Imagine a surpresa da agência de propaganda de uma montadora quando recebeu o nome de um veículo em lançamento: Besta. O que fazer com este nome com tão duplo sentido? A agência não titubeou e aproveitou para divulgar via internet anedotas envolvendo pessoas realmente “bestas” em um contexto automobilístico no qual o produto estava inserido.

No dia a dia das agências, usar um trocadilho é uma tentação. Particularmente, gosto de elaborar os meus, mas procuro poupá-los neste blog. De mãos dadas com a aliteração (repetição de sons), a paronomásia tem expoentes ilustres, como Caetano Veloso: “Berro pelo aterro, pelo desterro/berro por seu berro pelo seu erro/quero que você me ganhe que você me apanhe/sou o seu bezerro gritando mamãe”. De qualquer forma, é um recurso criativo válido.

E você, faz muitos trocadilhos?