Adriano Silva reflete sobre a diferença entre jornalismo e publicidade

Ok, tá certo. Você acha que  já sabe a diferença entre jornalismo e publicidade. Provavelmente, é um aluno de Comunicação Social. Mas o fato é hoje li um texto interessante do Adriano Silva sobre estas duas áreas. O texto nos faz refletir sobre o foco de cada um e suas diferentes nuances. “O jornalismo é retrato, lida com a realidade. Na publicidade, a verdade varia na medida em que as intenções e as expectativas são distintas. A publicidade tem 30 segundos e não 30 minutos; ela tem 5 ou 6 linhas de texto e não 5 ou 6 mil caracteres para fazer o seu ponto”, afirma Adriano. Quer saber mais? Acesse a crônica e reflita 

Novo lançamento editorial desvenda o universo das fontes jornalísticas

“Fontes de notícias: ações e estratégias das fontes do jornalismo”, de Aldo Antonio Schmitz, é uma obra que confronta a ética das fontes com a ética da profissão dos jornalistas.

O livro apresenta uma pesquisa de campo feita com 440 fontes, assessores de imprensa e jornalistas. Ideal para o estudo das fontes em cursos de graduação de jornalismo, comunicação institucional e relações pública, a obra registra as peculiaridades da assessoria de imprens e é indicado também para fontes de notícias e jornalistas que atuam na mídia.

Baixe o livro gratuitamente aqui.

Eldo Gomes completa 5 anos de blog de cultura

Com 5 mil amigos no twitter, mais de 5 mil fãs na página do facebook e cerca de 45 mil acessos por mês, o site www.acontecebrasilia.com.br comemorou 5 anos de jornalismo cultural, na última quinta-feira, 3 de maio, em jantar para convidados no Places Restaurante (Setor Hoteleiro Sul), em Brasília. A frente do portal está o jornalista Eldo Gomes (26), que começou o projeto em 2007, registrou o blog em 2008 e hoje tem mais de 2 mil posts, já entrevistou grandes nomes do cenário cultural do Brasil e sempre dá dicas do que fazer na capital federal. “Um sonho que nasceu na faculdade, cresceu juntamente com a vida acadêmica, me trouxe muita experiência e hoje é um meio de vida, uma empresa que tem muito a conquistar nos próximos 10, 15, […] e vários anos a frente”, destaca o jornalista Eldo Gomes. O projeto é feito com muita seriedade e profissionalismo. O site atualmente recebe mais de 300 e-mails/sugestões de pauta por dia, de várias fontes, assessorais, artistas e produtores. Tem o apoio da classe artística de Brasília e conta com apoio de vários colaboradores. “Só tenho a agradecer a quem ajuda e faz acontecer em Brasília”, comenta Eldo.

Conheça a lenda do jornalismo Marcelo Tas

A geração atual conhece Marcelo Tas apenas por seu trabalho no CQC, mas é bom relembrar o início de sua carreira, quando junto com seu cinegrafista Waldecy, pela produtora independente Olhar Eletrônico, desempenhava um “jornalismo de mentira com personagens de verdade”.

Em seu curriculum, o repórter fictício Ernesto Varela surpreendia personagens do cotidiano, políticos e celebridades com perguntas indiscretas que divertiam os espectadores.

No vídeo acima, você confere a entrevista do comunicador a João Gordo, da MTV. Hoje, o empresário e apresentador é uma lenda do show business jornalístico, que de forma justa alcançou o estrelado na era digital.

Valor Econômico oferece curso gratuito sobre jornalismo em Brasília

O Valor Econômico, maior e mais respeitado diário econômico do país, vai promover um curso de jornalismo econômico em Brasília, onde mantém sua maior sucursal. O objetivo é propiciar o surgimento de novos talentos, que a empresa poderá, eventualmente, vir a aproveitar em seus projetos de expansão. Fruto de associação entre o Grupo Folha e as Organizações Globo, o Valor, lançado em 2 de maio de 2000, vai ampliar sua atuação ainda em 2011, reforçando os meios digitais como canal de notícia.

O Curso – Serão oferecidas 20 vagas. As aulas serão ministradas em Brasília, de segunda a sexta, das 14h30 às 18h30, por jornalistas do Valor. O programa é composto de aulas teóricas e práticas e inclui acompanhamento do trabalho da redação nas últimas semanas, além de produção de matérias. Elas não serão publicadas; servirão apenas para avaliação de cada aluno. Adaptado às especificidades da cobertura em Brasília, o conteúdo teórico abrange temas relacionados à economia e à política. O curso é totalmente gratuito, mas não haverá ajuda de custo aos participantes.  Será exigida presença mínima de 85%.

Processo seletivo – Por causa da limitação do número de vagas, o curso será precedido de etapa seletiva, composta de provas e entrevistas, a serem feitas também em Brasília. A partir de avaliação dos currículos enviados, até 70 inscritos serão chamados, por e-mail, a fazer  prova objetiva de conhecimentos gerais, com ênfase em atualidades, de 30 questões de múltipla escolha. No mesmo dia, será aplicada também prova de redação jornalística. Ambas estão previstas para 1º de maio. O local será informado oportunamente aos candidatos. Dos 70 que fizerem as provas, até 35 serão selecionados e chamados, por e-mail,  para as entrevistas. As entrevistas deverão ocorrer de 16 a 20 de maio. Os 20 selecionados serão chamados, também por e-mail, a fazer o curso.

Inscrições – As inscrições serão aceitas somente via e-mail, mediante envio de currículo para cursobrasilia@valor.com.br. Atenção: serão aceitos somente currículos incluídos no corpo da mensagem. Currículos anexados serão ignorados. Dica: Informe seu telefone de contato. Além de sua formação acadêmica e conhecimento de línguas estrangeiras, informe ainda todas as experiências de trabalho, mesmo aquelas não ligadas ao jornalismo.

Quem pode se inscrever –  Podem candidatar-se pessoas formadas em Jornalismo, Direito ou Economia no ano de  2010. Também podem se inscrever as que vão concluir um desses cursos universitários até fim de 2012 (cursando os últimos dois anos). É exigido conhecimento de inglês avançado.

Calendário

Inscrições: até 8 de abril, via e-mail, com currículo, para cursobrasilia@valor.com.br
Aviso aos selecionados para a prova: até 19 de abril
Provas: 1º de maio
Aviso aos selecionados para as entrevistas: até 12 de maio
Entrevistas: de 16 a 20 de maio
Aviso aos selecionados para o curso: até 24 de maio
Início do curso: 13 de junho

O curso terá duração de cinco semanas e será uma grande oportunidade de estudantes e recém-formados compartilharem o conhecimento acumulado pelos profissionais do Valor nesses 11 onze anos de existência do jornal. (Fonte: Valor Econômico)

Globo amplia audiência jovem no horário do almoço

Equipe do Jornal Hoje (Foto: Rede Globo)

Nos intervalos do Congresso Panamericano de Comunicação, realizado em dezembro, em Brasília, tive a oportunidade de conversar com “cabeças brilhantes”, entre elas o professor José Dias Paschoal Neto. Conversando sobre a TV Globo, na qual trabalhou, discutimos sobre como a empresa de Roberto Marinho tem se esforçado para recuperar a audiência jovem, a começar pelo Jornal Hoje. Ancorado por Evaristo Costa e Sandra Anenberg, o jornal buscou modernizar-se, trazendo temas atuais e de interesse do público jovem, como tecnologia, sustentabilidade e empregabilidade, sempre em linguagem descontraída. Tal mudança já impacta a audiência do telejornal, assim como as modificações promovidas no jornal Globo Esporte, apresentado por Tiago Leifert, Alex Escobar e Cristiane Dias. No programa de esporte, bom humor, edição ágil e matérias que vão além do futebol despertam o interesse do público. Além disso, a Rede Globo se mexe para conquistar audiência perdida para internet,  principalmente utilizando a web para interagir com os telespectadores. Melhor para a emissora e melhor ainda para o público, principalmente os que apenas acessam a TV aberta.

ABIn abre vagas para Publicidade e Jornalismo

A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) publicou, no Diário Oficial da União, no dia 3 de setembro, edital de concurso público para preenchimento de 80 vagas de níveis médio e superior em Brasília (DF). São 0 oportunidades para oficial técnico de inteligência (nível superior) nas áreas de administração (10), planejamento estratégico (1), arquitetura (1), arquivologia (1), ciências contábeis (1), comunicação social – jornalismo (1), comunicação social – publicidade e propaganda (1), criptoanálise – estatística (4), desenvolvimento e manutenção de sistemas (7), direito (8), educação física (1), engenharia civil (1), engenharia elétrica (1), pedagogia (1), psicologia (4), serviço social (1) e suporte a rede de dados (6). A remuneração inicial é de R$ 10.216,12. Quem possui o nível médio pode concorrer ao cargo de agente técnico de inteligência nas áreas de administração (13), contabilidade (2), edificações (1), eletrônica (4) e tecnologia da informação (10). O salário é de R$ 4.211,04 Os candidatos aprovados e convocados cumprirão jornada de 40 horas semanais. As inscrições estarão abertas entre 10h do dia 13 de setembro e 23h59 do dia 4 de outubro e devem ser realizadas no site do Cespe/UnB, organizador do concurso. O valor da taxa de inscrição é de R$ 64 para a função de agente e R$ 100 para oficial. A seleção será composta por prova objetiva de conhecimentos gerais (50 questões), conhecimentos específicos (100 questões) e prova discursiva. Os exames terão duração de 5h e serão aplicados no dia 14 de novembro no período da tarde. Mais informações no site do Cespe/UnB.

Jornal do Brasil, ícone da imprensa tupiniquim, deixa de circular hoje

Hoje, terça-feira, 31/08, é o último dia de circulação em bancas do Jornal do Brasil. Inúmeras dívidas e baixa vendagem provocaram o fim de uma epopéia de 119 anos. As últimas estimativas apontaram que apenas 17 mil exemplares estavam sendo vendidos em bancas. O título continuará apenas na internet como única plataforma. A última edição não deve ser especial, porque o jornal não quer dar a idéia de término, apenas de mudança e renovação. O jb.com.br, que se apresenta como “O primeiro jornal brasileiro na internet”, será a continuação virtual do produto jornalístico do grupo. O motivo da mudança é a crise financeira enfrentada pelo diário desde os anos 90, que levou a dívidas, considerável queda de vendas, perda de credibilidade e demissões em série de jornalistas. Hoje, a redação tem apenas 60 integrantes. Lembro-me de que, durante um bom tempo, fiz questão de comprar a edição dominical do periódico, principalmente pela qualidade da Revista de Domingo. Adotei este hábito a partir de minhas viagens a Cabo Frio, na década de 80, quando procurava me manter atualizado durante as férias. Lamento muito o fim de um jornal empreendido com muita garra por seus diretores e funcionários. O jornal impresso acabou. Longa vida à versão web do JB!

Agecom (GO) abre concurso com 416 vagas efetivas e 542 para cadastro reserva

Nova oportunidade nas áreas administrativa e de comunicação. A Agência Goiana de Comunicação (Agecom) lançou concurso com 416 vagas efetivas e 542 para formaçaõ de cadastro reserva. Organizada pelo Instituto Cidades, a seleção oferece salários de R$ 1,5 mil para nível médio e de R$ 2,5 mil para superior.  Há chances para as funções de assistente de gestão administrativa, eletricista, diagramador gráfico, técnico em fotomecânica, operador de rádio, operador de mesa de corte, sonoplasta, contador, arquivologista, administrador, advogado, psicólogo, analista de sistemas, engenheiro civil, historiador, repórter, assistente de produção e produtor, entre outras.  As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 23 de maio pelos sites do Instituto Cidades  e Sectec-GO. A taxa de participação varia de R$ 50 a R$ 70. Todos os concorrentes farão prova objetiva. Candidatos às funções de produtor executivo, assistente de produção, redator e repórter farão também avaliação discursiva. Os exames serão aplicados no dia 6 de junho nas cidades de Goiânia, Itumbiara e Rio Verde. Saiba mais lendo o Edital.

Seja repórter da revista Continuum Itaú Cultural

A próxima edição da revista Continuum Itaú Cultural trará reportagens tendo como tema a Periferia. Os alunos de graduação de todos os cursos superiores poderão eleger como alvo da reportagem o universo da periferia e seus vários aspectos. Exemplos a escolher: aspectos históricos, urbanísticos, sociais, educacionais e artísticos que permeiam as periferias dos grandes centros urbanos brasileiros, a própria formação das periferias, os movimentos emergentes nessas localidades e sua atuação artístico-cultural, as práticas de sustentabilidade, entre outros. Como prêmio de incentivo, a reportagem escolhida será publicada na revista Continuum Itaú Cultural, nº 26, de junho-julho e o estudante receberá 300,00 (trezentos reais). A revista é distribuída nacionalmente. As etapas da ação Deadline são: – o estudante envia um projeto de reportagem com até 1400 caracteres (uma lauda) para a redação da revista Continuum, de acordo com o tema solicitado, através do e-mail participecontinuum@itaucultural.org.br. – a inscrição é individual. Orientações sobre como enviar o projeto, regulamento da ação e a convocatória no site www.itaucultural.org.br/revista. Prazo de envio do projeto: até 18 de abril de 2010 (pode enviar até à meia noite).  Outros prazos da ação Deadline: – o projeto selecionado pela Comissão de Seleção é anunciado no dia 19 de abril. A Comissão de Seleção enviará um e-mail e/ou telefonará para o estudante do projeto selecionado; – o estudante do projeto selecionado terá até o dia 23 de abril de 2010 para enviar os documentos solicitados no regulamento. – o estudante terá até o dia 30 de abril de 2010 para enviar a matéria jornalística concluída. O estudante terá o apoio da redação da revista na condução da reportagem. E-mail para dúvidas: participecontinuuum@itaucultural.org.br . Uma boa oportunidade, principalmente, para alunos de jornalismo.

Aluno da UCB lança livro sobre Mário Eugênio

Justiceiro Destemido” é o apelido que o amigo de infância, Fábio Falcão, atribuiu a Heron Luiz dos Santos por achá-lo correto e corajoso. Fábio partiu, mas o apelido ficou como uma identidade jornalística na vida de Heron. Seu sonho foi inspirado nas atividades de Mário Eugênio (foto), jornalista, setorista de Polícia, assassinado barbaramente, no final dos anos oitenta, por um grupo de policiais e militares de Brasília, que a imprensa estigmatizou com o nome de “Esquadrão da Morte”, contra o qual o repórter do jornal Correio Braziliense lutou com ousadia e sem medo, até tornar-se mais uma vítima dos denunciados. Como Tim Lopes, no Rio de Janeiro, Mário Eugênio transformou-se, ainda em vida, em uma lenda do jornalismo policial de Brasília, repetindo diariamente, no programa de rádio “Gogó das Sete”, o bordão: “Meu compromisso é dizer a verdade, somente a verdade, doa em quem doer”. Pois, entusiasmado com o trabalho e a história de Mário Eugênio, Heron escreveu um livro, com qual pretende homenageá-lo in memoria. Mas Heron, a exemplo de seu ídolo, vai ainda mais longe :  quer fazer uso do jornalismo, profissão na qual está se formando pela Universidade Católica de Brasília, para registrar o cotidiano da violência no Distrito Federal, denunciar corruptos, combater o crime, os criminosos e os maus policiais. Com essa proposta e sua fixação por Mário Eugênio, Heron tornou-se uma figura carismática no ambiente da Comunicação da UCB. Em seu livro, ele passeia, virtualmente, pelo submundo do crime no Distrito Federal, procurando explicações e cobrando soluções para o assassinato do jornalista. Heron tem uma particularidade: é portador de uma lesão neurológica que o impede de falar e ser entendido, num primeiro momento, de maneira clara e compreensível, bem como de caminhar com o corpo ereto e inteiramente equilibrado. Mas supera com facilidade as adversidades e vai à luta. Como seu entusiasmo e otimismo, circula praticamente por Brasília toda, em busca de notícias, e sempre traz consigo uma matéria original. Já descobriu crimes, encobertos há dezenas de anos, entrando em lugares em que os mortais comuns receiam penetrar. “É ali que está a notícia!”, observa com entusiasmo.

Em 2004, integrou-se como membro, ao movimento cultural de Taguatinga, a Tribo das Artes. Em 2007, entrou para a Academia de Letras de Taguatinga, a (ATL), como um membro voluntário. É autor de “Pássaro Ferido – Contos e Poesias”, na segunda edição, lançado na Feira do Livro de Brasília, em 2007. Agora está diante do seu tão sonhado Mário Eugênio – o Gogó das Sete, fruto de um enorme esforço de pesquisa. Heron é religioso, e dá graças a Deus pela ajuda que tem recebido. Participar de mais uma Edição da Feira do Livro de Brasília consagra, ainda mais, este sonho. 

(Por Aylê-Salassié F. Quintão, professor de Jornalismo e  orientador do projeto)

Fim da exigência do diploma é o fim da carreira de jornalista?

Na última quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal aprovou, por 8 votos a 1,  fim da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista. Inicialmente, como todos da área de Comunicação Social, fiquei preocupado com o destino dos cursos de Jornalismo. Atuando na Universidade Católica de Brasília há 8 anos, já atuei em algumas disciplinas para alunos do curso e passei a admirar o interesse com que se dedicam aos estudos. Igualmente admiráveis são os colegas professores que se empenham diariamente em formar os melhores profissionais para esta área tão relevante da sociedade. Apreensivos, pais e alunos questionam-se se vale a pena continuar o curso já que agora não é exigido o “canudo”. Particularmente, creio que, na verdade, a inexigibilidade do diploma para quem deseja exercer aquela profissão seja uma retaliação do terceiro poder (Judiciário) contra os militantes do considerado “quarto poder” (imprensa). O Judiciário busca, assim, desarticular os jornalistas mais empenhados na transparência dos fatos (e, conseqüentemente, mais bem pagos), sob a alegação de que a exigência do diploma fere a liberdade de expressão. Não estranhem se o mesmo Supremo decretar, um dia, que para exercer a profissão seja necessário um curso de Direito! Sendo definitiva a decisão, resta a profissionais e gestores de cursos universitários aprimorar seu trabalho e suas ofertas, agregando valor através de estratégias como cursos segmentados, como Jornalismo Econômico, Jornalismo Esportivo e outros. A especialização pode ser uma área a ser explorada, segmentando o curso e garantindo melhor habilitação do profissional ao mercado de trabalho. O caminho será árduo, mas os cursos não acabarão e os profissionais não serão tão afetados quanto se imagina. O caminho do curso de Jornalismo será o mesmo do que ocorreu em Publicidade e Propaganda, onde não se exige diploma mas cujas empresas tem dado preferência a universitários formados naquela área. A qualidade dos cursos será reconhecida pelo mercado e mentes maquiavélicas do terceiro poder não impedirão a investigação jornalística tão necessária à sociedade quanto o ar que respiramos.