Adrian Macdonald e a pureza da infância

Morador de uma área rural da Jamaica, Adrian McDonald tem paixão em fotografar plantas e animais.
Em uma dessas sessões, nosso artista se encantou com a inocência e a simplicidade de diversas crianças brincando perto de sua casa.
Com autorização dos pais, Adrian decidiu não perder um minuto de cada momento inesquecível dos pequenos. O resultado se transformou em um maravilhoso trabalho que você confere clicando na foto abaixo!

AdrianMacdonald

A pureza da infância, retratada por Adrian McDonald

Veja também:  50 dicas bem-humoradas de fotografia

Propaganda cooperada: auxílio estratégico ou simples fonte de renda para o varejo?

Como vimos em post anterior, Propaganda cooperada é aquela cujos custos de criação, produção e veiculação são rateados por duas ou mais empresas que possuem interesse complementar na venda de determinado produto ou serviço.

Um exemplo simples desta aplicação é quando uma indústria ajusta com uma revendedora de seus produtos uma peça ou campanha publicitária, divulgando mensagens como “produto da indústria X você só encontra na revendedora Y”.

A ética na propaganda cooperada

A viabilização deste tipo de propaganda é salutar para a relação da indústria, que tem interesse em ampliar o posicionamento de seu produto em determinado mercado, e para o varejo, que permanentemente necessita divulgar suas ofertas e escoar os produtos que revende. Normalmente, a empresa varejista executa a campanha e encaminha os comprovantes de despesas e de veiculação à indústria, para reembolso em dinheiro ou bonificação/desconto em produtos.

O sistema seria perfeito não fosse o interesse exagerado dos varejistas em gerar receita. Ao perceber seu poder de barganha com a indústria, muitos varejistas estão negociando ao extremo a contribuição daquela nos custos a níveis absurdos.

Alguns casos extremos são emblemáticos.

Recentemente, uma profissional de propaganda me revelou que encomendara panfletos a uma gráfica para ação de panfletagem nas ruas. A ideia de seu cliente, uma rede revendedora de tintas, seria custear a impressão em regime de propaganda cooperada com uma indústria. Apesar de alertado, o varejista insistiu na produção dos impressos sem qualquer menção a produtos do fabricante parceiro. Resultado: o cooperado não aceitou dividir os custos com o varejista e uma nova impressão teve de ser refeita, desta vez seguindo as diretrizes de marketing do fabricante.

Assim como esse varejista, muitos estão procurando “sugar” ao máximo verbas dos fabricantes. A adesão das indústrias à propaganda cooperada, na verdade, é uma questão de conveniência. De acordo com cada mercado onde atua, a indústria destina mais ou menos verbas para seus parceiros locais.

Os departamentos de marketing dos fabricantes estão atentos às suas necessidades locais, mas também sabem que alguns varejistas tem exagerado na prestação de contas, alguns deles inclusive com notas frias e superfaturadas. Será, então, que as indústrias não estão repassando estes custos para seus produtos?

Quer saber mais sobre propaganda cooperada, veja o novo post sobre o tema.