10 tendências tecnológicas para os próximos anos – IX

Personalização

9) Personalização cresce

A impressora 3D já está causando um profundo impacto na viabilização de startups para que reduzam os custos de infraestrutura, em comparação aos processos de manufatura tradicional existentes. Até 2017, quase 20% das lojas online que vendem bens duráveis usarão o equipamento para criar ofertas de produtos personalizados. Ainda este ano, mais de 90% deste setor buscarão ativamente parcerias externas para dar suporte aos novos modelos de negócio de produtos “personalizados”.

As empresas que organizarem as estratégias antes acabarão por definir o espaço nessas categorias. Isso requer uma cultura corporativa que apoie produtos “sem conformidade”, novas capacidades de negócio de “concierge” nas linhas de frente e equipes administrativas com capacidades operacionais e de TI. Será exigida uma nova agilidade para além da automação rígida dos processos, que poderá requerer sistemas de negócio completamente novos.

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10 tendências tecnológicas para os próximos anos – VIII

FOCO

8) Experiência no foco

Até 2017, 50% dos investimentos em produtos de consumo serão redirecionados para inovações na experiência dos consumidores. E ainda este ano, a previsão indica que mais da metade dos produtos de consumo tradicionais terá extensões digitais nativas. Em muitas indústrias, a hiperconcorrência desgastou as vantagens das ofertas tradicionais, fazendo com que a experiência dos clientes seja o novo campo de batalha.

As companhias buscam reconquistar a fidelidade de seus clientes, hoje empoderados pelo acesso facilitado às informações de preços e produtos via pesquisa e canais sociais. A realidade é que a inovação focada em novos produtos – e até mesmo novos modelos de negócio – está sujeita a períodos de naufrágio das vantagens competitivas. Os concorrentes e as alternativas são abundantes, e a inovação dos produtos está sujeita a acelerar a comoditização. A inovação da experiência dos clientes permanece sendo o segredo para uma fidelidade à marca duradoura.

Fonte: Mundo do Marketing

O que é Storydoing?

storydoing

Uma boa história é capaz de criar engajamento e conectar pessoas. Isto vale para tanto para o público interno quanto para o público externo. Histórias reforçam visões, criam confiança, inspiram e geram sentimentos.

As habilidades de Storytelling no âmbito negocial (saber transmitir boas histórias) são consideradas uma das principais diretrizes nos próximos 5 anos.

Histórias pessoais, acontecimento, e metáforas podem reforçar a nossa comunicação de ideias. Em geral, uma boa historia deve conter 3 elementos básicos: Contexto + Ação + Resultado. Entretanto, muitas organizações, embora valorizem o Storytelling, não efetuam um alinhamento entre a ação no contexto da história e o agir da empresa no dia-a-dia. Organizações que possuem uma historia boa porém não agir da mesma forma. E isso frustra (ou irrita) as pessoas! Muitas vezes isto ocorre pois a história é utilizada como uma simples ferramenta de marketing. As empresas investem esforço (e dinheiro) na melhor forma de contar essa historia. Mas, e como isso se reflete no agir da empresa? A história deve permear a empresa como um todo, alinhando as ações (novos produtos/serviços, políticas, cultura, etc) através da mesma lente. Quanto existe esse falta de alinhamento a historia perde sentido.

É neste sentido que se desenvolve o storydoing, o agir que se soma ao contar história.

As organizações precisam ser boas tanto em Storytelling quanto em Storydoing. A grande diferença esta nas ultimas 5 letras. “Doing” entenda-se como Ação. E, mesmo não parecendo, existe uma enorme diferença com Storytelling. Não só pelo fato que existe um alinhamento entre o que é comunicado (marketing) e o que é realizado (operação), as empresas que adotam o storydoing tem um grande diferencial. A lealdade dos clientes / colaboradores é forçada pela confiança transmitida pela historia e pelo agir da empresa. Outro diferencial: redução de investimentos de marketing, principalmente pelo poder do boca-a-boca. Historias são virais. Se a historia é boa as pessoas fazem questão de transmiti-la e fazer parte da sua própria historia (é o caso da TOMS).

Finalmente, é importante considerar a mudança de drive das empresas que adotam o storydoing. Naturalmente, quando as empresas adotam uma postura de storydoing o drive muda: foco na visão e lucro deverá vir como consequência. É uma perspectiva diferente, porém saudável para todos. Storydoing não é uma teoria. Existem empresas que tem esse “mantra” como principal pilar da organização. E funciona. Estamos falando da Disney, RedBull, Starbucks, Apple, e muitas outras.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – VII

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7) Flexibilidade em prol do consumidor

Até 2017, 70% dos modelos de empresa digital bem-sucedidos dependerão de processos instáveis e projetados para mudar conforme as necessidades dos clientes. Antes disso, ainda este ano, a previsão é de que 5% das empresas globais projetem processos “supermanobráveis” que ofereçam vantagens competitivas.

A flexibilidade faz com que as ofertas, normalmente, sejam impossíveis de serem duplicadas por outros concorrentes. Os processos deliberadamente instáveis comandarão uma mudança drástica na capacidade das empresas e seu pessoal de forma mais fluida. A capacidade de mudar rapidamente vai alavancar os conceitos de liquidez organizacional. Esse enfoque holístico, que mistura modelo de negócio, processos, tecnologia e pessoas, alimentará o sucesso da empresa digital.

Fonte: Mundo do Marketing

Como fazer um anúncio de oportunidade

porsche

A noticia sobre a conduta do juiz Flávio Roberto de Souza, flagrado no Rio de Janeiro dirigindo o Porsche Cayenne do empresário Eike Batista, apreendido pela Polícia Federal, inspirou um anúncio de oportunidade veiculado nesta quarta-feira (25) no jornal “O Globo”.

A propaganda da concessionária AGO exibe a foto de uma Mercedes S500 e convida o público a fazer um test-drive no “carrão”, que custa cerca de R$ 400 mil, com o título “Como dar uma voltinha num carrão que ainda não é seu”.

A agência que criou o anúncio foi a 11:21.

“Um dos segredos do anúncio de oportunidade é o timing“, disse ao G1 Gustavo Bastos, diretor de criação da 11:21. “Enquanto estávamos criando os anúncios para esta quarta, a gente viu essa noticia do juiz dando uma voltinha no carro que não era dele e tivemos a ideia de fazer o anúncio. Foi tudo muito rápido. Fizemos tudo ontem à tarde, quando a repercussão dessa notícia começou a ficar bem grande nas redes sociais. Sentimos que era uma noticia que iria repercutir muito e que valeria a pena investir. E o cliente também foi muito rápido em aprovar o anúncio”.

O publicitário destaca ainda que um dos desafios do chamado “marketing de oportunidade” é conseguir brincar com um assunto que esteja no radar sem citar diretamente nenhum dos envolvidos.

“Um dos segredos é, além da rapidez, fazer um anúncio com todo o respeito e cuidado para evitar qualquer tipo de questionamento. As pessoas podem interpretar isso como uma brincadeira com a noticia, mas a gente não cita ninguém”, explica Bastos.

Fonte: G1

10 tendências tecnológicas para os próximos anos

pagmovel

6) Interesse renovado pelos pagamentos móveis

Segundo a previsão do Gartner, este ano, o mercado norte-americano verá a renovação do interesse pelos pagamentos móveis – em parte devido à introdução do Apple Pay e dos esforços similares dos concorrentes, como do Google para incentivar a adoção do Google Wallet. Até 2017, o engajamento dos clientes de mobilidade nos EUA impulsionará o faturamento do comércio móvel local em 50% das receitas do comércio digital.

O poder crescente dos smartphones e tablets e as aplicações disponíveis para cada um deles permitem que os consumidores interajam melhor com as empresas, tenham experiências melhores e recebam conteúdo em praticamente todas as fases dos processos de compra. À medida que os fabricantes de dispositivos e desenvolvedores de aplicações melhorem a usabilidade e a funcionalidade, e atendam às preocupações dos usuários com a segurança, os dispositivos serão cada vez mais essenciais para os clientes.

Os consumidores que nasceram e cresceram usando a internet como plataforma de comunicação, informação e transações e vivem presos aos seus equipamentos móveis tendem a querer que os provedores de serviços e os varejistas atendam às suas expectativas de experiências de comércio conectadas.

Como saber a média salarial de uma profissão?

Nos últimos seis meses, a média salarial de um Gerente de Comunicação no Distrito Federal foi de R$ 6.489,00, enquanto em São Paulo está na faixa de R$ 6.862,00. Informações sobre remunerações desta e de outras categorias profissionaiscomo estão disponíveis em um utilíssimo site disponibilizado pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Com base nos dados contidos no site, os trabalhadores poderão reivindicar remunerações maiores ou mudar de cidade em busca de rendimentos mais altos. O salariômetro permite a busca por ocupação, Estado, faixa etária, gênero, cor e escolaridade.  A interface é amigável. O banco de dados reúne informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho.

Acesse e conheça!

O que é sincromarketing?

Walter Longo considera que estamos na era pós digital. O autor lembra que a era digital foi marcada pelo fascínio e medo das mudanças que ela provocaria. O período pós digital representa uma fase em que qualquer pessoa convive sincronamente com este universo, onde a tecnologia convive de uma forma mais espontânea e costumeira com cada um de nós.

Para Longo, no mundo pós-digital, mais que importante que possuir “armas” digitais, hoje em dia, é a empresa possuir uma “alma digital”, utilizando todos os recursos que aquele universo disponibiliza, seja com sistema colaborativo, seja com redes sociais, seja com a atuação à distância. Segundo aquele profissional, as ferramentas da era pós-digital devem ser incorporadas aos processos de administração, embora reconheça que poucas empresas encontrem-se nesta fase. “As organizações precisam assumir uma atitude consultiva na oferta de seus produtos, pois não é sempre que ‘o cliente tem razão’, complementa.

Longo afirma que ser grande é um desafio, pois quanto maior o porte da empresa, maior o esforço necessário para sua ação no mercado, uma vez que empresas de qualquer tamanho competem em igualdade com qualquer grande organização. “Ser grande não é o que importa, mas sim ser eficiente e rentável”, afirma.

Walter lista quatro características da era pós-digital: efemeridade, multiplicidade, tensionalidade e sincronicidade. Neste contexto, apresenta o conceito de sincromarketing, que consiste na análise estruturada de cenários potenciais de mercado e a preparação de ações de marketing e comunicação que são planejadas, criadas e estocadas aguardando as alterações prováveis desse cenário. Com isso a reação à mudanças do ambiente mercadológico pode ser sempre imediata, à frente da concorrência.

“A multiplicidade de mídias exige uma análise múltipla, entendendo que um meio influencia o outro”, alerta o autor. “Isto porque o ciclo de vida de uma pessoa muda e, com esta mudança, muda também seu padrão de consumo”, afirma Longo, em um hangout que você assiste abaixo.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – V

AssDigitais

5) Ascenção dos assistentes digitais móveis

Até o fim de 2016, mais de US$ 2 bilhões de compras on-line serão feitas exclusivamente por assistentes digitais móveis por ano. Inicialmente, eles cuidarão de processos táticos triviais como anotar nomes, endereços e informações de cartões de crédito. Alguns eventos fixos, como reposição em mercados, serão comuns e proporcionarão a esses tipos de assistentes a confiança para evoluírem.

A tendência é que, em seguida, eles assumam decisões mais complexas, como a programação da noite: a escolha de um filme bem cotado e, depois, um jantar. Os assistentes digitais estarão em múltiplas plataformas, mas os equipamentos móveis serão os dispositivos mais acessíveis e preferencialmente adotados.

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – IV

expectativa-de-vida4) Contribuições para o aumento da expectativa de vida

Até 2020, a expectativa de vida no mundo desenvolvido aumentará em meio ano em virtude da crescente adoção de tecnologias sem fio de monitoramento da saúde. Antes disso, em 2017, os custos dos cuidados com a diabetes serão reduzidos em 10% por meio do uso de smartphones. Os equipamentos de monitoramento que podem ser “vestidos” representam uma grande promessa.

Hoje, uma simples pulseira pode monitorar os batimentos cardíacos, a temperatura e uma série de fatores ambientais. Alguns adesivos (patches) sem fio de monitoramento do coração, camisetas inteligentes e sensores em acessórios prometem mais precisão, escolha e conforto para os usuários. A transmissão sem fio é fácil e clara.

Os dados podem ser correlacionados com grandes repositórios de informações baseados na nuvem para gerar ações aprovadas e, via redes sociais, obter informações. O Gartner prevê que os dados de dispositivos de monitoramento remoto oferecerão acesso contínuo dos pacientes aos médicos.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – III

redução_custos

3) Redução de custos

Outra previsão do Gartner é de que, até 2018, o custo total das operações de empresas digitais será reduzido em 50%, por meio de máquinas inteligentes e serviços industrializados. Mesmo sem esses equipamentos tecnológicos serem capazes de substituir o trabalho humano, eles desalojarão a complacência e a ineficiência e acrescentarão uma tremenda velocidade às operações dos negócios.

Perseguindo a preferência dos consumidores em usar a internet e os serviços móveis para impulsionar as eficiências comerciais e otimizar a gestão do tempo, as indústrias estão se esforçando para melhorar a experiência dos clientes por meio da simplificação e da automação. Ao tornarem os processos ponto a ponto mais inteligentes, elas minimizam as intervenções manuais e permitem que os consumidores se sirvam sozinhos – self-service.

As necessidades dos clientes por produtos e serviços mais rápidos, baratos e melhores, disponíveis a qualquer hora, em qualquer lugar e qualquer canal, estão alimentando a revolução da empresa digital.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos – II

disruptiva

Hoje continuamos a falar das próximas novidades previstas pelo Gartner Group.

2) Surgimento de empresas digitais disruptivas

Até 2017, serão lançadas grandes empresas digitais disruptivas, concebidas por um algoritmo de computador. Já em um panorama mais de curto prazo, terão maior valor companhias que combinem mercados da tecnologia com logística para desafiar ecossistemas de negócios legados e puramente físicos.

A economia mundial ficou madura para a disrupção digital, e isso fica claro em empresas globais do mercado, como a Uber e a Airbnb, que estão tirando o chão dos transportes e dos hotéis, respectivamente. Como tais companhias exibem os efeitos das redes (ou seja, seu valor aumenta com cada novo participante), elas tendem a formar monopólios naturais, mas são desafiadas por todas as complexidades regulatórias e do mercado, o que as tornam menos receptíveis aos analistas de computação.

Nesse meio tempo, a criação positiva de sucesso em tais modelos – valorização de dezenas de centenas de bilhões de empresas com menos de cinco anos de idade – representa uma atração irresistível para o investimento de capital.

Fonte: Mundo do Marketing

10 tendências tecnológicas para os próximos anos

A partir de hoje estarei publicando as 10 tendências que o Gartner Group detectou para os próximos anos e que afetarão muitos negócios.

1) Posições em baixa, e outras em alta

A rápida evolução das mídias sociais e das tecnologias móveis está conduzindo uma mudança nos hábitos dos consumidores e na forma como eles vivem. Em breve, por exemplo, as geladeiras identificarão e pedirão gêneros alimentícios que estão em falta na casa, os robôs registrarão isso e os drones entregarão os produtos na porta das residências. Como resultado, haverá a redução da necessidade de funcionários nos mercados e de motoristas para fazer as entregas.

Esse novo ambiente promovido pelas empresas digitais mudará profundamente os processos de negócio, juntamente à demografia dos empregos, fazendo emergir a necessidade de competências mais avançadas em todas as indústrias. Até 2018, as companhias demandarão 50% menos de trabalhadores em processos de negócio e 500% mais empregos-chave nas empresas digitais, comparados aos modelos tradicionais.