Você sabe o que é astroturfing?

astroturfing

Astroturfing é o ato de camuflar (“mascarar”) os patrocinadores de uma mensagem ou organização (ex: política, publicitária, religiosa ou de relações públicas), visando fazer parecer que ela tenha surgido ou seja apoiada por membros de movimentos populares espontâneos da sociedade, estes também conhecidos em inglês por grassroots. É uma tática que visa dar credibilidade a declarações ou organizações sem, no entanto, fornecer informações a respeito da conexão financeira de sua fonte.

O termo astroturfing deriva-se de uma marca de grama sintética similar a um gramado natural.  É um neologismo com a expressão inglesa “grasroots”, que, em português, seria o equivalente a “raízes da grama” e que significa movimentos espontâneos de uma comunidade. A implicação por trás do uso do termo astroturfing é de que não existem movimentos grassroots “verdadeiros” ou “falsos”, mas sim de apoio “falso” ou “artificial”, ainda que alguns de seus praticantes defendam a sua prática.

Na Internet, praticantes de astroturfing usam software com o objetivo de disfarçar as suas reais identidades. Às vezes, uma única pessoa opera vários perfis que passam a impressão de que existe um amplo apoio em favor de suas agendas.

Alguns estudos sugerem que essa atividade é capaz de alterar a maneira de pensar do público e de criar dúvidas o suficiente para inibir ações.

O que é demarketing?

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O que fazer se a demanda atual por um produto for demasiadamente intensa e a capacidade produtiva não é capaz de acompanha-la? A resposta para esta pergunta é o demarketing.

A estratégia de demarketing é usada visando reduzir a demanda excessiva e inesperada. Neste caso, a missão do gestor de marketing é desestimular os consumidores, provocando uma redução da demanda de forma temporária, enquanto ajusta-se o nível de produção à procura pelo produto. Cabe destacar que, neste momento, é imperativo aumentar o preço do produto como elemento de ajuste.

Não estamos falando em destruir a demanda, mas sim ajusta-la à capacidade produtiva da organização.  Cebe esclarecer que não se constitui em demarketing as campanhas contra fumos, drogas e demais atos ou atitudes nocivas.

Como tomar decisões de estratégia de produtos

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Uma das maiores dúvidas dos gestores modernos são que decisão tomar a respeito de seu produto conforme o ciclo de vida e seu posicionamento de marca. Afinal, uma decisão errada pode comprometer todos os esforços de posicionamento de marca e até a política de expansão de seus negócios. Para auxilia-los, relembremos quais são as opções possíveis para este caso.
As decisões de estratégia de produtos compõem o chamado composto de produtos, que é o conjunto de decisões estratégicas de marketing referentes às linhas de produtos da organização. De acordo com Philip Kotler, as decisões de composto de produtos possuem quatro dimensões: amplitude, extensão, profundidade e consistência.
Para compreender melhor estes conceitos, tomemos como exemplo uma empresa de laticínios (derivados de leite).
Amplitude refere-se ao número de linhas de produtos da empresa, que representam a diversidade da natureza de seus produtos. Exemplo: leite, margarina, iogurte e queijo.
Extensão diz respeito ao número de itens de produto em cada linha, considerando-se as variações dentro de uma própria natureza do produto. Exemplo: leite com as variedades integral, semidesnatado, desnatado, fortificado e sem lactose.
Profundidade refere-se ao número de versões de produtos, com variações do mesmo produto em tamanho, quantidade e sabores. Exemplo: leite em embalagem de 500 ml e 1 litro e com sabores (como chocolate).
Já a consistência do composto de produtos representa o nível de semelhança entre as linhas e os produtos quanto à matéria-prima, ao processo de produção, aos canais de distribuição, ao padrão de qualidade e à imagem de marca. No caso do laticínio, há semelhança entre matéria-prima, processo de fabricação, padrão de qualidade e distribuição entre os produtos fabricados pela indústria.
Gestores de produtos e de marketing devem levar em consideração todas as variáveis acima relacionadas para estabelecer a melhor estratégia para seus produtos, otimizando as linhas com boa curva de vendas e reduzindo ou extinguindo aquelas deficitárias.

Ônibus Rosa da Marechal Brasília vira brinde aos passageiros

Na semana passada, discuti com Fábio Luciano, gestor da área de Excelência Operacional da Viação Marechal Brasília, onde trabalho, a idéia de elaborarmos uma miniatura em papel do ônibus rosa, que tanto tem atraído a atenção das pessoas nos últimos dias. Fábio ficou entusiasmado com a idéia e parti para a concepção da peça.

No dia seguinte, já elaborei a arte do ônibus, com muito cuidado com os detalhes. Em seguida, apresentei e a diretoria da empresa aprovou a idéia e o orçamento de produção.

Nesta semana, recebemos 2.000 exemplares da peça e a distribuimos para passageiros e funcionários. Ontem, acompanhei pessoalmente a distribuição pelos cobradores de cada viagem do ônibus rosa e pude ver a satisfação dos usuários ao receber a peça já cortada e com os vincos, esperando apenas a sua dobra para virar uma peça de papelmodelismo.

A peça foi mais um toque criativo que a Marechal Brasília deu ao movimento Outubro Rosa. Fiquei muito feliz por criá-la e executá-la.

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Marechal Brasília lança campanha Outubro Rosa

No dia 14 de outubro de 2015, a Viação Marechal Brasília lançou sua adesão ao movimento Outubro Rosa, destinado a conscientizar a população feminina a se prevenir contra o câncer de mama.

Com ação de assessoria de imprensa, lançamos a campanha utilizando o ônibus rosa como elemento de impacto e ilustrativo. Como local escolhido, marcamos com 5 equipes de TV locais entrevistas entre a Estação Rodoviária de Brasília e o Conjunto Nacional, shopping tradicional da cidade.

Acompanhei as entrevistas, que foram dadas pela coordenadora do projeto, minha colega Rana Zelaya, que no vídeo abaixo fala sobre a campanha a repórter da Rede Globo.

Ficou pronto!

No dia 13 de outubro, o ônibus 443383 da Marechal Brasília enfim estava com sua nova cor.

Ao sair da garagem, chamou a atenção dos funcionários, pois muitos ainda não sabiam que estávamos envelopando o veículo nos últimos 3 dias.

Agora, era só apresentar a novidade à população através da imprensa. Mas isto já estava providenciado por nossa assessoria.

Quatro cuidados ao utilizar o big data

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Um interessante texto de Renato Leite, publicado hoje no Mundo do Marketing, sugere quatro cuidados que gestores devem ter ao utilizar o big data, a forma moderna de lidar estrategicamente com os dados coletados pela empresa tanto internamente quanto externamente. Seguem as dicas.

1. O uso do Big Data pode mirar no mercado B2B
Caso a pergunta feita ao sistema pelos profissionais seja “como podemos fazer para gerar novas receitas no negócio”, orientar a análise de dados de modo a chegar a uma informação relevante para outras empresas pode ser interessante. No Brasil, essa alternativa ainda é pouco explorada, mas muitas companhias globais já notaram o poder que tem nas mãos. O Twitter é uma delas e vem trabalhando, desde o ano passado, para desenvolver seu próprio Big Data Analytics.

Um importante passo foi dado com a aquisição da Gnip, que já se dedicava à essa análise e organização de dados. Hoje, empresas associadas ao Twitter fazem a varredura das informações colocadas na rede social e as vendem a outras organizações. Elas, entretanto, não devem ter mais os contratos renovados, já que o microblog pretende assumir a função.

No setor de telecomunicações, as operadoras também contam com informações preciosas a respeito dos consumidores, mas não as monetizam ainda no Brasil. Uma parte desses dados vêm da geolocalização dos clientes. “Uma empresa de telefonia pode saber qual trecho de uma avenida tem mais movimento de pedestres e em quais horas do dia, informações que podem ser valiosas para o varejo”, exemplifica Gomes, da WebRadar, que também palestrou no Lte 2015.

2. Os departamentos não devem buscar seus dados isoladamente
Outro erro comum em empresas que já investem em sistemas de Big Data é olhar as informações de forma isolada, de acordo com o interesse de cada departamento. Muitas vezes, cada área faz suas perguntas e usa ferramentas que mais lhe convém, perdendo os benefícios de se estabelecer uma visão holística sobre o negócio.

O sucesso passa pela integração desse trabalho. “O Marketing costuma olhar sob o ponto de vista do atendimento ao cliente; a engenharia volta-se para a infraestrutura e questões mais técnicas da qualidade do serviço; e o comercial busca índices de vendas. O consumidor, no entanto, não separa essas áreas em seu sentimento de satisfação ou insatisfação. Os departamentos podem acabar empurrando entre si as causas da falha que tenha gerado algum problema”, explica Gomes.

O desafio dessa integração é especialmente grande por sua gênese ser muito anterior ao Big Data. Os problemas de gestão gerados por conta da existência de feudos dentro das companhias são inúmeros e não se limitam à análise de dados.

3. O Big Data auxilia na segmentação e na oferta de produtos melhores
Quem nunca se perguntou por que precisa pagar pela assinatura de dezenas de canais de TV a cabo quando, na verdade, só assiste a meia dúzia deles. As operadoras que quisessem ganhar o cliente da concorrência poderiam recorrer ao banco de dados dos telespectadores, separá-los em grupos de acordo com seu perfil de consumo e oferecer pacotes mais personalizados e adequados a cada um deles.

Todas as empresas também podem recorrer ao sistema para checar quais de seus produtos apresentam uma performance melhor – inclusive do ponto de vista técnico – e investir na divulgação dele, em vez de optar por outra oferta que vem apresentando problemas. Controlar esses dados e se basear neles na tomada de decisões estratégicas são fundamentais para não frustrar o cliente.

4. Não tenha medo do grande número de dados
Muitas empresas adiam o investimento em um sistema de Big Data porque acreditam que não estão preparadas para lidar com um número tão grande de dados. Sempre existe o risco de os funcionários acabarem afogados na informação e não conseguirem decodificar dali o que realmente tem valor. Há uma saída para esses casos. A opção de algumas companhias que se deparam com o dilema é abrir mão de lidar com todos os dados gerados por elas.

Essa foi a opção da operadora de telefonia Tigo, que atua em países da América, Europa, África e Ásia, com cerca de 50 milhões de usuários. “Não capturamos todo o universo, focamos nos clientes de mais alto valor e, com isso, reduzimos bastante a complexidade do sistema. Identificamos onde eles estão geograficamente e o histórico de consumo, além de ficarmos atentos a problemas na rede”, explica Jose Martinez, Diretor de Tecnologia da Tigo Guatemala, que apresentou os dados na Lte 2015.

Fonte: Mundo do Marketing

Merchandising em filmes é estratégia cada vez mais eficaz para posicionamento

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Já se foi o tempo em que um computador denominado Hal dominava uma nave espacial e colocava o poder humano sobre as máquinas em cheque. O computador, na época, era um merchandising da IBM, multinacional superpoderosa. Os autores do merchandising no filme, um taboo para a época, utilizaram o nome como mensagem subliminar, uma vez que as letras alfabéticas subsequentes de cada componente do nome convergia para o nome da multinacional.

Vieram os anos 80 e filmes como Blade Runner passaram a estampar marcas de forma futurista, transformando o merchandising em nova fonte de receita para os estúdios e uma estratégia de marketing que passou a ser considerada por grandes marcas.

Na década atual, o merchandising faz parte da trama e até do nome dos personagens. No filme Eu, Robô, estrelado por Will Smith, o mocinho contracena com um humanóide cibernético mais avançado do que os fabricados em série. O nome do robô era simplesmente… Sony! Genial, não?

A estratégia de inserir merchandising em filmes consolida a idéia já disseminada de que as marcas devem estar não apenas em blocos publicitários, mas dentro do conteúdo, de forma a “invadir” de forma mais fácil e eficaz a mente do consumidor.

Ação da Bandeira Cabal paga a conta de clientes de bares em BH

A bandeira de cartões de crédito Cabal realizou uma ação de marketing promocional, em parceria com a agência Atake, onde pagou a conta de alguns clientes em bares e restaurantes espalhados pela cidade de Belo Horizonte.

Segundo a empresa, a ação promocional foi uma forma de transformar uma situação do dia a dia em um momento diferente, pois acredita que pequenos gestos podem fazer toda a diferença e momentos especiais como estes devem ser celebrados.

O vídeo da ação, produzido apenas para a internet e com duração média de um minuto, foi intitulado de “Hoje a Conta é Por Nossa Conta” e mostra diversas pessoas recebendo, de forma inesperada, um cartão da Cabal com crédito no momento em que a conta é solicitada. O vídeo finaliza com o logo da bandeira e o seu conceito “A Diferença Está Em Suas Mãos”.

Fundada em 1980 na Argetina, a Cabal é uma bandeira de cartões internacional aberta, o que significa atuar livremente em diversos países no licenciamento de emissores e credenciadoras, e na homologação de processadoras de meios de pagamentos eletrônicos.

A Cabal Brasil, empresa sediada em Brasília-DF e fundada em janeiro de 2000, é quem regula o funcionamento da Bandeira Cabal no País e administra a vinculação de novos emissores, instituições financeiras ou não, credenciadoras e processadoras de cartões por meio da sua adesão ao Sistema Cabal de Meios de Pagamento.

Confira o vídeo da ação promocional.

Fonte: Promoview

Red Bull investe em equipe de futebol

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Após investir em uma escuderia novata e dominar a Fórmula 1 por algumas temporadas, a Red Bull agora investe em uma equipe de futebol. Fundado em 2007, o Red Bull Brasil estreia no Paulista em 1º de fevereiro, contra o Capivariano, outro time que veio da Série A-2 do Paulista. Assim, o time de Campinas celebra a conquista da primeira etapa de seu projeto esportivo no país, que almeja a elite em âmbito nacional e atrair torcedores com um novo conceito de espetáculo. E nesse projeto, o êxito da marca na F1 representa uma inspiração assumida.

No futebol brasileiro, o grande desafio é atrair um novo tipo de torcedor, com a oferta de um espetáculo mais caprichado em relação aos padrões convencionais dos estádios do país.

O clube novato firmou parceria com a Ponte Preta para usar o estádio Moisés Lucarelli como casa até 2017. No entanto, em caso de confronto entre os clubes, a centenária equipe de Campinas mantém o vestiário número 1 e não mexe no lugar de seus torcedores na arquibancada.

No elenco que trabalha para o Campeonato Paulista, o nome mais conhecido é o do zagueiro Fabiano Eller, ex-Inter e Santos. O grupo também conta com o atacante Gabriel Barcos, uma espécie de “pirata genérico”, em menção ao argentino do Grêmio.

A participação de estreia do time na elite paulista está nas mãos de Maurício Barbieri, jovem técnico de apenas 33 anos, com passagem pelo Audax do Rio. O treinador está no clube desde 2013 e foi o responsável pelo acesso do “Toro Loko”.  O primeiro desafio contra um grande do Estado acontecerá na 3ª rodada, diante do Santos, na Vila Belmiro. A tabela da primeira fase também prevê que o Red Bull receba o Palmeiras no Moisés Lucarelli.

A nova investida marca uma série de estratégias ousadas e ambiciosas para a marca manter a participação de 44% no mercado brasileiro de energéticos, uma categoria praticamente criada pela Red Bull. Mais um ponto para a marque “que te dá asas”!

Cerveja Quilmes inova na comunicação com seu público durante Mundial 2014

Um fabuloso esforço de marketing e tecnologia patrocinado pela Cerveja Quilmes, na Argentina, intitulado Mitigol, provocou uma fabulosa interatividade entre brasileiros e portenhos durante o Mundial de 2014. Sob o atrativo convite de jogar uma partida de futebol na terra do Mundial 2014, a empresa construiu máquinas virtuais de pebolim, onde metade do campo era jogado por argentinos em terras portenhas e, do outro, por brasileiros em território tupiniquim. Assista o vídeo e veja o fantástico resultado desta interatividade! A criação é da agência +Castro.

Projeto Carnaval atrai compradores internacionais

O Projeto Carnaval é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil que capitaliza a grande visibilidade do Carnaval brasileiro no mundo para atrair compradores, potenciais compradores e investidores estrangeiros ao Brasil.

Realizada em parceria com entidades de diversos segmentos da economia, a ação intensifica o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, que participam de rodadas de negócios e visitam indústrias e pontos de venda em vários estados brasileiros durante, antes ou depois do Carnaval.

Durante o Carnaval do Rio de Janeiro, os participantes acompanham o desfile das escolas de samba do grupo principal, durante duas noites (domingo e segunda-feira) ou ainda o desfile das campeãs, que ocorre no sábado posterior ao Carnaval.

Nas cinco edições do Projeto Carnaval, participaram mais de 1.500 convidados entre representantes de entidades setoriais, formadores de opinião e compradores de mais de 35 setores da economia brasileira. Dentre eles, biotecnologia, têxtil, tecnologia de informação, audiovisual, componentes para calçados, materiais elétricos e eletrônicos, materiais de defesa, torres de transmissão de energia, instrumentos musicais, vinhos, frutas, cosméticos, artesanato e equipamentos de panificação, além do setor de franquias e outros.

O Projeto Carnaval tem se confirmado como uma plataforma inovadora de promoção comercial que possibilita demonstrar a um público seleto, exigente e qualificado que o país conta com empresas capacitadas e com uma produção competitiva e diversificada.

Acesso wireless adiciona receita a cafeterias

Em atendimento a uma proprietária de cafeteria, recomendei-lhe que adotasse o fornecimento de acesso wireless para o seu público, ainda que ela o cobrasse por hora.

A comodidade de estar tomando um café e acessar a internet torna o ato do consumo mais prazeiroso e demorado, proporcionando mais vendas para o mesmo cliente que frequenta o estabelecimento.

A cafeteria em questão recebe, diariamente, a visita de cerca de 500 clientes. Se 10% destes clientes acessarem a internet pagando R$ 3,00 por hora, o estabelecimento faturaria R$ 150,00 por dia com a oferta da rede wi-fi, um valor que por si só já paga o custo mensal da web da cafeteria. O restante seria lucro, que neste exemplo, seria de R$ 4.350,00 para os outros 29 dias do mês, uma vez que o estabelecimento em questão funciona diariamente.

Além de obter nova receita, a cafeteria pode reter o cliente por mais tempo em sua mesa e vender mais produtos ao mesmo. Não é uma boa tática?

Jornal impresso japonês lança aplicativo para cativar crianças

Como transformar o hábito de leitura dos filhos e unir a família em torno do jornal impresso? Foi pensando na própria preservação que o jornal japonês Tokyo Shimbun criou, em parceria com a Dentsu, o aplicativo de realidade aumentada Tokyo AR.

O app utiliza utiliza realidade aumentada para dar vida ao texto. O usuário só precisa apontar a câmera do celular em cima das marcações do jornal, e personagens de cartoon aparecem para orientar a leitura, com balões de comentários e títulos animados, tornando a leitura mais interativa.

O Tokyo AR traz uma abordagem similar ao Shortcut App, pois o usuário ainda não quebra a barreira de precisar fazer um download de app, mas o uso é bem mais simples e prático que fotografar um QR code