Instabilidade econômica põe as franquias à prova

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Nos últimos dois meses, vivenciei o dia a dia de  uma das principais franquias de restaurante do Distrito Federal.

Após analisar todos os aspectos internos da operação, pude constatar o quão é relevante a administração do fluxo de caixa fluxo de caixa da operação.

O franqueador deve preocupar-se com o CMV (custo da mercadoria vendida), para que obtenha o lucro desejado e evite desperdícios de recursos.  Neste contexto, faz diferença o franqueador  montar uma rede de fornecedores credenciados para oferecer a seus licenciados alternativas de qualidade e preço de insumos para seus pratos. Em um negócio onde a perecebilidade ameaça permanentemente seus estoques, a gestão adequada do CMV deve ser uma preocupação diária.

No atual ambiente de instabilidade econômica que nos encontramos, a gestão precisa de custos como energia, água, aluguel e, principalmente, ingredientes, é fator crítico para a sobrevivência das operações de franquia, por mais encantadora e bem modelada que esta pareça.

Assim, o segredo atual para os franqueadores é estabelecer um jogo de cintura para ajustar-se à competição do mercado sem perder o glamour de sua marca. Sabendo competir com criatividade e boa gestão de custos, uma rede terá vida longa e franqueados felizes.

Projeto Carnaval atrai compradores internacionais

O Projeto Carnaval é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil que capitaliza a grande visibilidade do Carnaval brasileiro no mundo para atrair compradores, potenciais compradores e investidores estrangeiros ao Brasil.

Realizada em parceria com entidades de diversos segmentos da economia, a ação intensifica o relacionamento entre empresários brasileiros e compradores internacionais, que participam de rodadas de negócios e visitam indústrias e pontos de venda em vários estados brasileiros durante, antes ou depois do Carnaval.

Durante o Carnaval do Rio de Janeiro, os participantes acompanham o desfile das escolas de samba do grupo principal, durante duas noites (domingo e segunda-feira) ou ainda o desfile das campeãs, que ocorre no sábado posterior ao Carnaval.

Nas cinco edições do Projeto Carnaval, participaram mais de 1.500 convidados entre representantes de entidades setoriais, formadores de opinião e compradores de mais de 35 setores da economia brasileira. Dentre eles, biotecnologia, têxtil, tecnologia de informação, audiovisual, componentes para calçados, materiais elétricos e eletrônicos, materiais de defesa, torres de transmissão de energia, instrumentos musicais, vinhos, frutas, cosméticos, artesanato e equipamentos de panificação, além do setor de franquias e outros.

O Projeto Carnaval tem se confirmado como uma plataforma inovadora de promoção comercial que possibilita demonstrar a um público seleto, exigente e qualificado que o país conta com empresas capacitadas e com uma produção competitiva e diversificada.

Atlético-MG: mais uma bela história de superação

Um craque desacreditado. Um artilheiro desacreditado. Um técnico que nunca ganhou um título além dos campeonatos regionais. Torcedores que sempre acompanham seu time jogar partidas finais de campeonatos importantes mas nunca conquistá-los.

Este é o ingrediente de uma história que terminou com final feliz nesta quarta-feira, em Belo Horizonte, tendo como platéia o mundo inteiro.

Após 41 anos, o Clube Atlético Mineiro conquistou a Taça Libertadores na situação mais adversa possível. Necessitando ganhar por 3 a 0 para conquistar o torneio, venceu por 2 a 0 no tempo normal e venceu nos pênaltis a resistente equipe do Olímpia, do Paraguai.

Após partidas emocionantes com finais quase impossíveis, o Atlético Mineiro conquistou a cobiçada taça com mérito e muita superação, sob o mantra “Eu acredito”.

Uma bela história daquelas que guardam uma bela lição também para o mundo corporativo: sua empresa pode estar desacreditada, mas com o apoio de seus colaboradores, é possível devolvê-la ao Olimpo, com muito trabalho e fé, por mais impossível que pareça a vitória.

 

A terceira revolução

Manifestação popular no Rio de Janeiro (Foto: O Globo)

Manifestação popular no Rio de Janeiro (Foto: O Globo)

Há uns 5 mil anos um macaco pelado começou a se destacar entre as espécies do Planeta Terra. Se houvesse alguém voando acima da atmosfera naquela época, veria lá do céu as comunidades desses primatas aprontando das suas – de tão gigantes que eram as estruturas que esses seres erguiam (pirâmides, templos, muralhas) elas podiam ser vistas do espaço. O nome desse macaco é ser humano. E a revolução que ele iniciou naquela época tem a ver com a capacidade de juntar grandes quantidades de pessoas para erguer obras monumentais.

Foi essa a primeira grande revolução tecnológica humana. A partir daí tornou-se possível juntar milhares de braços e cabeças para transformar a Terra. Bastava para isso que houvesse um rei suficientemente rico e poderoso, capaz de mobilizar a mão-de-obra, usando como incentivo recompensas materiais e ameaças físicas. E surgiu aquilo que chamamos de civilização.

No final do século 18 começou uma segunda grande revolução. Foi quando indivíduos especialmente endinheirados passaram a ter recursos suficientes para mobilizar mão-de-obra e construir coisas grandiosas – mesmo que não fossem reis. Era a chamada Revolução Industrial, quando tecnologias como a linha de montagem e as ferrovias tornaram possível produzir em quantidades gigantescas e conectar o mundo todo com rotas comerciais.

Pois então: um jeito de olhar para as grandes mudanças que estão acontecendo no mundo agora é que estamos às portas de mais uma grande revolução. Se, a partir da Antiguidade, os homens, comandados pelos Estados, tornaram-se capazes de transformar o mundo, e, com a Revolução Industrial, esse poder passou para as mãos das grandes empresas, agora, na aurora do século 21, pela primeira vez parece possível que uma grande quantidade de primatas pelados conectem-se sem comando central. Sem Estados ou corporações acima deles. Apenas indivíduos independentes, ligados uns aos outros pela internet, fazendo obras cada dia mais grandiosas, movidos não por salário ou ameaça de castigo, mas pelos seus próprios interesses.

Quando a Revolução Industrial estourou, no século 18, surgiu uma imensa demanda por novas instituições, que democratizassem o poder antes concentrado nas mãos do Estado. Eleições democráticas, partidos políticos, jornais, poderes que se contrabalançam, sociedade civil organizada, direitos humanos, organizações supranacionais são exemplos de invenções que se tornaram possíveis naquela época.

Pois agora, quando o poder mais uma vez está sendo democratizado, surge novamente uma demanda por um novo tipo de instituição. Se a Revolução Industrial criou a ideia de que o poder de uma só pessoa poderia ser distribuído entre centenas ou milhares, a revolução da conexão, pela qual estamos passando, dá a sensação de que esse poder pode agora ser pulverizado entre todo mundo.

É isso que estamos vendo acontecer. É isso que significam as manifestações que estão lentamente paralisando as ruas do mundo todo, de Túnis a Nova York a Atenas a São Paulo. Não se trata apenas de gente pedindo novas organizações – o que eles querem é um novo jeito de se organizar. As instituições que temos hoje, inventadas 200 anos atrás, não dão mais conta de nos representar.

As manifestações que assustaram e encantaram o Brasil ao longo do último mês não são apenas contra um partido político: são contra todo o sistema de representação. Mais que isso até: são contra todas as instituições sobre as quais se assentam nossa sociedade, inclusive a mídia, a religião institucionalizada, a justiça, as cidades, o lazer. Trata-se de conceber as bases de uma nova era. Tem um mundo novo nascendo. O nosso mundo industrial, vejam vocês, ficou obsoleto.

O mundo que está ficando para trás era caracterizado pela lógica da linha de montagem: grandes sistemas baseados em padronização e eficiência, movidos a energia fóssil. Já o mundo novo que está nascendo parece-se mais com um ecossistema: relações incrivelmente complexas envolvendo milhões de conexões entre suas partes, onde cada indivíduo está conectado a todo mundo e o poder está distribuído por todo lado.

Dito assim, parece vago e utópico – e é, já que estou falando de coisas que ainda não existem. Mas a construção dessas coisas é a missão da nossa geração. O mundo novo que estamos criando agora definirá a humanidade por séculos, para o bem e para o mal. Está em curso a terceira grande revolução da história da humanidade.

(Fonte: Denis Russo Burgierman, Superinteressante, 09/07/13)

X Factor estréia com uma diva de 13 anos de idade

A nova temporada do reality show X Factor já está sendo exibida na TV a cabo brasileira, através do canal Sony. Desta vez, o talento escolhido por Simon Cowell, Demi Lovatto, Britney Spears e L.A. Reid, terá direito a contrato com gravadora no valor de US$ 5 milhões de dólares.

O programa é éxibido nas noites de terça e quartas-feira e já trouxe revelações surpreendentes, como a “pequena diva” Carly Rose Sonenclar, que se atraveu, aos 13 anos de idade, a interpretar Felling Good, de Nina Simone. O resultado você confere no vídeo acima.

A letra da música reflete o deseja da cantora mirim e dos outros concorrentes: “E este velho mundo é um novo mundo/E um corajoso mundo/Pra mim.

Secomunica 2012 começa hoje

Começa hoje a programação da Semana de Comunicação da Universidade Católica de Brasília – SECOMUNICA. Sob o tema “Convergentes e Divergentes: Somos quem queremos ser?”, o curso de Comunicação Social apresenta uma variada programação para os alunos do curso. A propósito: você sabia que o nome do evento foi criado pelo professor Elias Rodrigues de Sousa? Quer saber mais sobre a Secomunica, clique aqui.

Uniceub/BRB conquista tricampeonato de Basquete

Não importa se a mídia chamem a equipe de Uniceub/BRB, Ceub ou simplesmente Brasília (como faz a Rede Globo). A verdade é que o time de Alex, Giovannoni & Cia confirmou o favoritismo ao vencer a equipe do São José por 78 a 62.

Mais uma vez, o Uniceub (Centro Universitário de Brasília) e o BRB (Banco de Brasília) apostaram em investir na equipe bicampeã brasileira e colheram mais dividendos mercadológicos com a comunidade de Brasília e seus targets. Neste ano, o centro universitário, por exemplo, modificou a inscrição nos uniformes, saindo a expressão “Uniceub” para dar lugar ao tradicional nome da instituição: “Ceub”, com maior visibilidade e facilidade de pronúncia.

A identificação da população brasiliense com o basquete vem aumentando a auto-estima candanga. Prova disso foi a caravana de torcedores presentes ao Ginásio de Mogi das Cruzes, em São Paulo.

Apple lança IPAD 3

Acaba de ser lançado em conferência da Apple em São Francisco a nova versão do tablet iPad 3. Entre as novidades estão  a bateria de 10 horas, display tátil, gravação em Full HD, função hotspot para conexões 3G e 4G, processador Quad Core, foco e exposição automáticos, resolução melhor que HDTV. Com este lançamento, a Apple cumpre o ciclo de 2 meses de janela entre seus lançamento (o último foi o iPhone 4S, em janeiro). As vendas iniciarão em 16 de março.

Rock in Rio: a festa das marcas

700 mil pessoas apreciaram 160 atrações nas mais de cem horas de música proporcionadas nos 7 dias de Rock in Rio em sua última edição. Para as marcas patrocinadoras também foi uma verdadeira festa.

Veja, a seguir, as ações criativas que as empresas patrocinadoras desenvolveram junto ao público:

Banco Itaú – Distribuiu 200 mil anéis luminosos, 100 mil óculos, 26 mil posts em redes sociais, reuniu dez mil visitantes em seu estande, o qual ofereceu um guarda-volumes utilizado por três mil clientes, com o auxílio de 600 colaboradores. Patrocinou a roda-gigante, utilizada por 24 mil pessoas.

Heineken – Instalou 260 choperias na Cidade do Rock, vendendo 1,7 milhão de copos de chope, equivalentes a 700 mil litros da bebida, o maior volume já comercializado pela marca em um único evento. Patrocinou, também, a tirolesa, com a qual 4 mil visitantes se divertiram.

Trident – Flagrou mais de duas mil risadas entre os participantes, viabilizada por meio de um equipamento especial de fotografia, o GigaRiso foi criado pela Espalhe Marketing de Guerrilha e está disponível na fanpage da Trident no Facebook.

O Globo – Registrou 7 mil fotografias tiradas pelos fãs com sósias dos artistas Stevie Wonder, Elton John, Rihanna e Freddie Mercury. As fotos foram incluídas na fanpage do veículo, que ofereceu uma ferramenta para criar uma capa exclusiva do jornal. A ação contou também com um vídeo no YouTube.

Niely – Montou um salão de beleza com 43 m2, próximo a um dos palcos. Instalou, também, outro salão na área VIP, contabilizando mais de 5 mil penteados preparados em intervalos de 15 minutos.

Chilli Beans – Patrocinou a montanha-russa, frequentada por 21 mil pessoas.

Bis – Patrocinou o free fall, brinquedo que atraiu 7 mil pessoas.

Os resultados contabilizados pelas empresas foi tão positivo que várias delas asseguraram sua presença na próxima edição do evento, prevista para 2013.

Enfim, um tempo para comentar a Secomunica 2011

Foto: Luiz Carlos Yasbeck

A Semana de Comunicação da Universidade Católica de Brasília,  conhecida como Secomunica, chegou ao fim com uma discussão oportuna sobre o Tempo. Foi um período de discussões que começaram na segunda-feira com o auditório lotado e terminou com uma solenidade e festa também hiperfrequentados.

Uma das palestras que mais me encantaram foi a do físico e astrônomo Ronaldo Rogério Mourão. Autor de quase 90 livros sobre o Universo, Mourão, mesmo debilitado pelo Mal de Parkinson, transmitiu sua experiência e conhecimento a uma palestra atenta e interessada, esclarecendo, detalhadamente, como, de fato, o homem foi à Lua.

A pausa que a Secomunica gera no calendário didático é positiva, pois no evento professores e alunos estreitam seus laços de uma forma mais fraterna, reforçando o espírito universitário que aos poucos se consolida na UCB.

Esta foi uma das melhores edições da Semana de Comunicação da Universidade Católica de Brasília. Foi motivo de grande satisfação participar como oficineiro da mesma, onde coordenei o Cinemarketing Serviços. Parabéns a todos os funcionários e professores do curso de Comunicação Social da UCB que se engajaram em mais este sucesso.

Segunda edição da fenut apresenta produtos diferenciados e atrativos

Em sua segunda edição, a Feira de Empreendedorismo de Nutrição, realizada ontem, 28/09, apresentou produtos com alto valor nutricional e bastante atrativos ao público visitante.

Em seis estandes, 20 alunas da disciplina Empreendedorismo e Consultoria Nutricional ofereceram pastéis, sucos, cupcakes, tortas e bolos aos visitantes, vendendo uma expressiva parte de seus estoques.

A exemplo da primeira edição, o evento foi realizado conjuntamente com o VIII Cinemarketing, em uma parceria interdisciplinar com os cursos de Administração e Comunicação Social que tem tudo para se repetir novamente, graças ao sucesso alcançado.

A internet, a juventude e uma – quase breve – reflexão

A Semana de Comunicação da Universidade Católica de Brasília, popularmente conhecida como Secomunica, chega ao meio. Meio tempo, meio do tempo que dura qualquer semana, em especial esta, que pensa sobre ele, o tempo. A mesa desta quarta, dia 27, prometia! Fala de nós, sim, nós jovens criados em frente a uma tela, seja ela de computador, videogame ou televisão, LCD ou LED. A Geração da Tela.
A professora Valesca Lobo, da UCB, media a mesa. Os convidados desta noite, diga-se de passagem, de expressão significativa, são Karla Carvalhal, representante da MTV em Brasília, e Marco Frade, diretor de mídia da Artplan, uma das maiores agências de publicidade da capital federal.
Antes, como gancho da mesa – melhor dizer debate? Sim, foi um debate entre todos que quiseram dele participar – foi exibido um resumo de uma pesquisa da MTV, o Dossiê Universo Jovem 5. Trata – como o nome diz – dos jovens, de 12 a 30 anos, das classes A, B e C. Tenta entender suas preferências, expectativas, comportamentos – se é que isso é possível.
A internet é onipresente
A inovação constante da tecnologia e dos games é fato. Seu uso é parte constante da vida de toda a população, principalmente dos jovens. O tempo – sim, ele mesmo – gasto (leia-se perdido) em atividades que não rendem muito retorno, que são apenas entretenimento, é muito. E se esse tempo fosse melhor utilizado? Já parou para pensar quantas coisas você, isso mesmo, você amigo internauta, poderia realizar? Mas não venho aqui ser moralista, é só uma observação. Digamos, jornalisticamente falando, um gancho para refletir.
A internet é onipresente. Sim, não somos só eu e você, amigo internauta, que acreditamos nisso, esse é um dos tópicos da pesquisa exibida em vídeo. Os depoimentos no documentário atestam isso. Guilherme de Rosis, 27, declara: “Eu sou refém da internet”. A leitura, o relacionamento, o estudo, tudo é feito pela internet. Então, pra quê sair de casa? Um aluno presente à palestra, Bruno, do 5º semestre de jornalismo, cita a Solidão Interativa.
Nós, jovens, sabemos que a internet limitou os relacionamentos. As pessoas não se veem mais tanto quanto antes. “Paquerar por MSN é mais fácil, mas brigar pela internet é muito mais difícil”, afirmou um dos entrevistados do vídeo. Concordo. E vocês? Aliás, nessa linha, pensamos: Para que ter amigos reais se você pode ter virtuais e os bloquear quando quiser? Quando enjoar, você sai fora. E se eles enjoarem de você?
A dica da noite é valorizar quem e o quê realmente valem a pena (leia-se: família e carreira). Sim, sim. Falando em família, prole, a chamada “célula mãe da sociedade”, engraçado um dado mostrado no vídeo: 40% dos jovens pesquisados não têm mãe e pai morando juntos, contudo 71% destes mesmos jovens pensam em se casar. Sim! Ainda tem gente que acredita na instituição casamento! Curioso, né?
O tempo da palestra dessa noite? O tempo de refletir. Como disse Karla Carvalhal, “Todo vício leva a gente ao desequilíbrio”.
(Texto: Janine Martins – OPN/UCB)

Secomunica promove hoje oitava edição do Cinemarketing

O anfiteatro do Bloco K da UCB será palco, hoje à noite, da oitava edição do Cinemarketing. O evento é constituído de uma exposição mercadológica onde alunos da disciplina Marketing I, dos cursos de Publicidade e Administração, representam empresas figurantes em filmes de película. Pela segunda vez, o evento será temático, oferecendo, ao público, desta vez, a prestação de serviços.

Nos estandes, notebooks exibirão o filme escolhido pelos participantes, enquanto estes executarão serviços propostos pela empresa abordada. Em 20 estandes, os alunos oferecerão serviços de salão de  beleza, consultoria financeira e muitos outros.

“Creio que será o maior e melhor Cinemarketing que já fizemos, a julgar pela animação dos alunos e pela quantidade bem maior de participantes que teremos”, aposta o professor Elias Rodrigues de Sousa, criador e coordenador do evento.

O Cinemarketing compõe a primeira etapa de um trabalho de planejamento de marketing que os alunos cumprirão até o final do ano, como atividade principal da disciplina. Os resultados tem sido bastante positivos, como relatado em post anterior.

Você está convidado a participar do evento, que terá entrada franca. Nos próximos dias, mostraremos como foi a festa.