Agora ou nunca!

Hoje tive contato com um video interessante sobre motivação, denominado “Aqui e Agora”.

Aproveito para compartilhá-lo com os queridos leitores.

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Grupo Habib’s distribui broches e cartazes para manifestantes

 

Woman holding a blank poster

Em engajamento inédito de uma empresa em manifestações políticas, O Grupo Habib’s, dono das redes de restaurantes Habib’s e Ragazzo, se posicionou a favor das manifestações contra o governo federal e a corrupção, ocorridos hoje, 13/03, em todo país.

Na tarde da última quinta-feira, 10/03, a empresa enviou às redações de várias publicações brasileiras um kit com cartazes contra a corrupção e uma carta. No texto, o grupo afirma que mudaria a identidade visual das lojas Ragazzo e Habib’s para verde e amarelo no dia das manifestações. A empresa distribuiu 150 mil cartazes e broches com palavras de ordem para os manifestantes.

“A rede tomou a decisão de apoiar a manifestação por conta da deterioração da economia brasileira e do caos político do país”, afirma Alberto Saraiva, 62 anos, fundador e presidente do Habib’s. “Tivemos muitas conquistas sociais e econômicas, mas estamos perdendo todas e precisamos protestar.”

Saraiva foi às ruas neste domingo.

Apesar dos indicadores negativos em vários setores da economia, o Habib’s não passa por um mau momento. Segundo Saraiva, a empresa fez alguns ajustes de custos, elaborou promoções no cardápio e até manteve os preços, apesar da alta nos alimentos. “Eu não estou sofrendo nos negócios, mas fico indignado pelo povo e por amigos empresários que estão passando um grave aperto”, afirma.

No final de 2014, o Habib’s foi alvo de uma operação de fiscais e autoridades das Secretarias de Fazenda de alguns estados brasileiros.

Chamada de Flex Food, a operação apurava supostas fraudes em unidades franqueadas da marca, como subfaturamento das notas de entrada, venda sem documentação fiscal e classificação de produtos em desacordo com a legislação.

Questionado sobre o assunto, Saraiva diz: “Os processos resultantes da operação foram arquivados pela justiça.”

Ele afirma que o empresariado também deve respeitar as leis, como qualquer cidadão ou político. “Ser empreendedor não é fácil, mas eu tenho convicções. E ensino essas convicções para meus filhos e aplico na minha empresa. Pois eu quero ter uma empresa que dure para sempre”, diz.

Carinho inspira carinho

Por entender a importância do cuidado, do afeto e do carinho na formação das crianças, a Johnson & Johnson conduziu, em parceria com uma escola infantil de São Paulo, uma atividade lúdica junto aos seus alunos, com idade entre quatro e cinco anos. O objetivo da iniciativa era observá-los ao trazerem para a sala de aula os exemplos de carinho e cuidado que recebem em casa.

Certo dia no final de novembro, as crianças foram informadas de que a mascote da instituição, um macaco de pelúcia, estaria doente.

Por meio da instalação de câmeras na sala de aula e dos olhos do brinquedo, foi possível observar a reação das crianças ao lidar com a situação e cuidado que tiveram com a mascote.

A importância da iniciativa é reforçada pela pesquisa encomendada pela Johnson & Johnson ao IBOPE que mapeou a importância do carinho para os brasileiros e deu origem à campanha CARINHO INSPIRA CARINHO™.

O estudo ouviu mais de duas mil pessoas de diferentes classes sociais, gêneros e regiões do país e concluiu que, embora o carinho seja mais importante do que o dinheiro, 28% da população brasileira afirma nunca ter recebido carinho na vida.

(Fonte: Revista Exame, 13/12/13)

6 formas de incentivar o diálogo na sua empresa

Este é o título de matéria publicada hoje no site da revista Exame, o qual reproduzo neste blog. O texto é de Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas:

“Muitos empreendedores gostariam de estimular uma maior participação de seus funcionários na gestão do negócio, mas têm medo que com isso ouçam também críticas e reclamações.

Pessoas comprometidas, dedicadas e que querem contribuir dão muitas sugestões, participam intensamente do dia a dia da empresa e, claro, reclamam do que acham estar errado, dando chances de melhorias contínuas nos processos da empresa.

Pequenas empresas, que têm estruturas enxutas, dependem ainda mais desta participação efetiva de toda sua equipe. Portanto, uma tarefa essencial do gestor é assegurar a livre circulação de ideias por toda a companhia, já que as melhores contribuições surgem em ambientes participativos. Veja seis dicas para estimular a participação de seus funcionários.

1. Esteja disponível para ouvir: Líderes dispostos a ouvir sugestões estão sempre aprendendo algo novo, sem ter a obrigação de aceitar tudo que ouvem.

2. Valorize opiniões divergentes: Analise e debata as diferentes opiniões sobre um mesmo assunto. As pessoas se sentem valorizadas quando suas ideias e opiniões são debatidas, o que estimula uma participação mais intensa de todos.

3. Estimule sugestões de melhorias: Tenha um e-mail exclusivo para receber sugestões, além de uma reunião mensal para debater e implementar as melhores.

4. Premie as melhores sugestões: Faça concursos da melhor sugestão do trimestre, por exemplo, e premie através de pequenas quantias em dinheiro, um dia extra de folga ou treinamentos especiais aos ganhadores.

5. Aceite críticas: Críticas são muito bem vindas, quando melhoram os processos. Aceitar críticas construtivas faz parte do processo de aumento da confiança interna.

6. Dê o exemplo: Se você for um entusiasta da participação em debates, as pessoas aos poucos irão seguir o mesmo caminho.

Para ter sucesso duradouro a empresa precisa estimular a livre comunicação, já que um dos fatores que mais motivam as pessoas é dar-lhes a chance de utilizar seu potencial máximo de contribuição.”

Hora de autocrítica, queridos publicitários!

Um publicitário deseja vender seu veículo usado, que vale R$ 20.000,00. dirige-se à loja de anúncios classificados do jornal de maior circulação de sua cidade e pede que o atendente digite seu anúncio no menor espaço possível, para economizar com o anúncio.

O atendente diz que o anúncio mais barato custa R$ 5,96, com 2 linhas de texto. Não linhas de  uma lauda comum, mas cerca de 50 caracteres. O texto diz: “VW GOL 2004, verm., ar, ve, de, rll, bag, dh. 8453-7982.”

Não, não é texto de telegrama. É o anúncio que o publicitária criativamente redigiu, de forma sintética, para descrever as principais características do automóvel. Você entendeu o texto?

Pois é, para economizar alguns trocados, o publicitário arrisca-se a não ter seu texto compreendido. Isto é mais ou menos o que acontece com o anunciante ranzinza, cliente seu, que rejeita a proposta de um anúncio mais vistoso, o qual visa um resultado melhor de vendas.

Alguma coisa errada com o publicitário anunciante do veículo usado? Talvez falta de autocrítica, pois assim como ele age, o seu cliente, também anunciante, o faz igualmente. Não está na hora de darmos exemplo e investir corretamente nossa “verba publicitária”?