A evolução da medição de audiência online

Neste vídeo, lançado no evento Internet Sem Limites – Novos formatos novos desafios,  em 2010, o IBOPE Mídia e o IBOPE Nielsen Online apresentam as tendências da internet, das redes sociais e dos vídeos na web.

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Internet: terra de todos ou “terra de ninguém”?

Ao ser concebida, a internet apresentou-se como um espaço de compartilhamento de conteúdo e de socialização, mas há quem esteja se apropriando indevidamente de conteúdos de terceiros para obter fama, formação ou dinheiro. E quem produz o conteúdo, como fica neste contexto?

Pena que tantos enxerguem a web como uma “terra de ninguém” e desenvolvam negócios que em nada valorizam quem se dedica a criar os conteúdos. A base da economia criativa é o respeito à cadeia de valor. É preciso regular os direitos autorais e a remuneração das obras na internet!

Particularmente, creio que a solução passa por 3 medidas:

a) Gerar contrapartidas obrigatórias de empresas formais que se apropriam dos conteúdos (Facebook, Google e serviços de armazenamento e compartilhamento na nuvem, como OneDrive, Dropbox e Google Drive, entre outros), obrigando-os a criar uma forma de reconhecer e proteger o produtor original do conteúdo;

b) Estabelecer um marco jurídico para pessoas que se apropriam de conteúdos de terceiros, exigindo que peçam autorização dos autores e responsabilizando-as em caso de apropriação indébita; e

c) Estimular empreendedores a criar negócios que se proponham a exatamente monitorar o uso indevido da produção de um determinado autor, a exemplo do que faziam, por exemplo, as editoras gráficas e as editoras musicais, por exemplo.

Tais medidas podem  parecer soluções utópicas, mas é preciso pensar em soluções para um uso indevido da web que está prejudicando autores e beneficiando quem exagera na apropriação e compartilhamento de conteúdo.

Creio que alguma instituição poderia patrocinar um grupo de pesquisadores para o tema, se é que talvez já não exista. Mentes brilhantes podem conceber soluções práticas para esta questão que vem transformando a web no império do “control-c, control-v”.

“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing

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A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.

  1. Ética.
    Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.
  2. Autorregulamentação de E-mail Marketing
    Atuar dentro do Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing, que conceitua detalhadamente as boas práticas de e-mail marketing
  3. Opt in.
    O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão prévia (opt-in) antes do envio da primeira mensagem ao receptor. No caso de existir prévia e comprovável relação comercial ou social entre o Remetente e este Receptor, o envio de mensagem também é permitido.
  4. Opt out.
    Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário
  5. Uso do endereço eletrônico.
    No cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve ter manifestado expressa concordância com isso.
  6. Tamanho dos arquivos.
    Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio
  7. Auto-executáveis.
    Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).
  8. Relevância.
    O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.
  9. Freqüência.
    Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.
  10. Política de relacionamento.
    É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor

Como montar uma loja na internet?

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Nos dias de hoje, ter uma loja na web é fácil e prático.

Para começar, faça um plano de negócios detalhado. Analise o mercado, o público-alvo, a concorrência, os fornecedores e o investimento necessário. Defina se vai usar uma loja online pronta ou uma feita sob encomenda, que é mais cara.

O site deve ser visualmente interessante, estar sempre atualizado e permitir uma navegação fácil. Vale investir em sistemas de pagamento seguros, colocar fotos grandes e todas as informações do produto. O sistema de entrega tem que ser eficiente. Além disso, você deve ter canais de comunicação para o cliente, como e-mail, 0800 e endereço físico.

Fonte: Sebrae-SP

Startup brasiliense inova com presente-experiência

Que tal oferecer uma experiência inesquecível ao invés de dar um presente físico para quem você gosta? Esta é a proposta da Best Present, uma startup brasiliense que, através de parcerias com mais de 200 empresas, oferece experiência que vão de 3 horas de aulas de artes por R$ 80,00 até um curso de teatro por R$ 550,00. A idéia do empreendimento foi dos amigos Roberto, Cláudia, Rafael e Vitor. Abaixo, você pode apreciar o vídeo com a proposta da empresa.

Wikipédia precisa de doação

Jimmy Wales, Fundador da Wikipédia, faz um pedido de doação para que o website continue no ar. Mantido pela Fundação Wikimedia, organização sem fins lucrativos sediada em São Francisco (California),  o serviço passou a ser disponibizado em 2001.

A Wikipédia não é um site comercial. É uma criação comunitária. Mais de 340 milhões de pessoas usam a Wikipédia todos os meses, quase um terço da população mundial com acesso à Internet.  Segundo Wales, “necessitamos proteger a Wikipédia. Queremos mantê-la grátis e livre de publicidade. Queremos mantê-la aberta.”

Com dez milhões de dólares por ano e uma equipe de menos que 35 pessoas, Wales opera o quinto site mais visto em todo o mundo e não há intenção do fundador em vender o site.  Quer ajudar?