6 mitos sobre marketing

Investir em marketing é fundamental, mas há empresários que não se convencem disso, graças a alguns mitos excessivamente difundidos no seu meio. Conheça-os e evite-os:

1. Copiar a concorrência sempre funciona – Repetir a fórmula nem sempre é sinônimo de sucesso, pois os fatores presentes na percepção de quem sai na frente nem sempre se repetem após a exploração da circunstância pelo empresário pioneiro naquela prática.

2. Planejamento é perda de tempo – Todo empresário precisa entender bem o que o mercado demanda, o que a concorrência está fazendo, qual preço o cliente está disposto a pagar, como o produto vai chegar ao mercado e para quais canais o seu público está olhando.

3. Minha experiência prática basta – QA prática do empresário pode distorcer a realidade, pois ele a vive tão intensamente que pode perder sua capacidade de transformação. Nova situações requerem a quebra de antigos paradigmas.

4. O dono sempre sabe o que o mercado quer – Acreditar neste mito é fechar-se para a realidade do mercado, sobrepondo a prática à teoria. O pior erro é ter uma visão de dentro para fora. Não estar ciente do que o mercado quer e pensar que a tua oferta é a melhor possível levam para uma miopia do mercado.

5. Marketing e vendas são a mesma coisa – Na verdade, são complementares, pois o trabalho de um depende do outro. Vendas pressupõe o atendimento às necessidades do vendedor. Marketing, às do comprador.

6. Divulgar a empresa é um custo – Encarar o marketing como despesa, e não como investimento, é um erro básico do empresariado moderno, que tem verdadeira obsessão pela gestão de custos. Caso o empresário faça a mensuração correta de cada ação de marketing, perceberá a natureza de investimento, pois verificará que os resultados são mais consistentes na medida em que estabelece continuidade e consistência às suas estratégias mercadológicas.

Impressão em lona tem bom custo benefício, mas dura pouco!

Com a grande proliferação da impressão digital em lona, a maioria das empresas tem podido sofisticar suas fachadas e materiais de merchandising.

No caso da utilização em fachadas a relação custo-benefício costuma não ser tão positiva quanto para materiais utilizadas no interior das lojas. Isto porque a ação do sol, do vento e das chuvas provoca o desgaste precoce da impressão, ainda que o suporte ofereça resistência. Como não é possível reimprimir na lona antiga, torna-se necessário, periodicamente, trocar esta por uma nova.

A duração da impressão em lona utilizada nas fachadas é de 1 ano, tempo de garantia normalmente oferecido pelas empresas de programação visual que as oferecem ao mercado. Após este período, as informações da fachada passam a ser prejudicadas pela ilegibilidade.

Esta realidade tem obrigado muitos empresários a repensarem este custo para seus estabelecimentos. Em alguns casos, é mais vantajoso produzir fachadas em metal ou acrílico, que oferecem mais plasticidade e durabilidade, embora com menos recursos, como o uso de fotos, por exemplo. A ação combinada entre metal e lona também é possível, o que pode oferecer o melhor das duas tecnologias.

De qualquer foram, é preciso avaliar o custo-benefício para sua empresa antes de decidir pela impressão em lona. Se sua empresa precisa mudar as informações da fachada periodicamente, ela é indicada. Mas caso as informações sejam permanentes, talvez valha a pena investir um pouco mais.

4 atitudes que levam empreendedores à falência

Falta de Caixa – Não é à toa que este é o primeiro item desta lista. Para todos os especialistas, a causa mortis mais comum e grave de pequenas empresas é o problema com caixa. Um bom controle financeiro é condição essencial para o negócio dar certo. Fazer bem o fluxo de caixa é importante principalmente no começo do negócio.

Tudo em  um só cliente – Quando uma pequena empresa consegue um grande cliente costuma ser motivo de comemoração. Vale, no entanto, se preocupar com a quantidade de vendas que um único cliente representa. Organize seus clientes para não ter muitos negócios nas mãos de poucos. Se um deles desfizer o combinado, a empresa pode falir.

Ego acima do lucro – Um comportamento muito centralizador e controlador pode ser muito prejudicial para a empresa. Ser mais aberto e aceitar colaboração é o caminho para crescer.

Demorar para reagir – Insistir nos erros é um problema que pode levar muitas empresas para o buraco. Neste momento, a teimosia pode ser uma verdadeira inimiga. O principal que o empreendedor tem que entender são suas limitações.

Fonte: Exame (13/08/13)

6 formas de incentivar o diálogo na sua empresa

Este é o título de matéria publicada hoje no site da revista Exame, o qual reproduzo neste blog. O texto é de Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas:

“Muitos empreendedores gostariam de estimular uma maior participação de seus funcionários na gestão do negócio, mas têm medo que com isso ouçam também críticas e reclamações.

Pessoas comprometidas, dedicadas e que querem contribuir dão muitas sugestões, participam intensamente do dia a dia da empresa e, claro, reclamam do que acham estar errado, dando chances de melhorias contínuas nos processos da empresa.

Pequenas empresas, que têm estruturas enxutas, dependem ainda mais desta participação efetiva de toda sua equipe. Portanto, uma tarefa essencial do gestor é assegurar a livre circulação de ideias por toda a companhia, já que as melhores contribuições surgem em ambientes participativos. Veja seis dicas para estimular a participação de seus funcionários.

1. Esteja disponível para ouvir: Líderes dispostos a ouvir sugestões estão sempre aprendendo algo novo, sem ter a obrigação de aceitar tudo que ouvem.

2. Valorize opiniões divergentes: Analise e debata as diferentes opiniões sobre um mesmo assunto. As pessoas se sentem valorizadas quando suas ideias e opiniões são debatidas, o que estimula uma participação mais intensa de todos.

3. Estimule sugestões de melhorias: Tenha um e-mail exclusivo para receber sugestões, além de uma reunião mensal para debater e implementar as melhores.

4. Premie as melhores sugestões: Faça concursos da melhor sugestão do trimestre, por exemplo, e premie através de pequenas quantias em dinheiro, um dia extra de folga ou treinamentos especiais aos ganhadores.

5. Aceite críticas: Críticas são muito bem vindas, quando melhoram os processos. Aceitar críticas construtivas faz parte do processo de aumento da confiança interna.

6. Dê o exemplo: Se você for um entusiasta da participação em debates, as pessoas aos poucos irão seguir o mesmo caminho.

Para ter sucesso duradouro a empresa precisa estimular a livre comunicação, já que um dos fatores que mais motivam as pessoas é dar-lhes a chance de utilizar seu potencial máximo de contribuição.”

Adriano Silva reflete sobre a diferença entre jornalismo e publicidade

Ok, tá certo. Você acha que  já sabe a diferença entre jornalismo e publicidade. Provavelmente, é um aluno de Comunicação Social. Mas o fato é hoje li um texto interessante do Adriano Silva sobre estas duas áreas. O texto nos faz refletir sobre o foco de cada um e suas diferentes nuances. “O jornalismo é retrato, lida com a realidade. Na publicidade, a verdade varia na medida em que as intenções e as expectativas são distintas. A publicidade tem 30 segundos e não 30 minutos; ela tem 5 ou 6 linhas de texto e não 5 ou 6 mil caracteres para fazer o seu ponto”, afirma Adriano. Quer saber mais? Acesse a crônica e reflita