Sobre o Elias

Publicidade é minha praia, Marketing é minha cidade, Gestão é o meu país. Mas Amizade é meu continente e Família é meu mundo.

Aspirante a publicitário desde a época do comercial dos cobertores Parahyba, sempre desejei fazer algo parecido àquelas peças publicitárias encantadoras.

1977: O começo de tudo

Meu primeiro trabalho foi aos 11 anos como office-boy em uma empresa de serviços gráficos de meu irmão, Teodoro, com o qual trabalhei até 1985. Na Formato, convivi indiretamente com o trabalho de algumas empresas que fizeram história na publicidade brasiliense: Atual Propaganda, Oficina de Comunicação, Grupo Jovem, GBP, MPM, Know-How e Graphos, entre outras. Trabalhando como digitador de textos publicitários nos últimos três anos. A produtividade era grande, graças aos 400 toques por minuto na Composer IBM. Mas eu não queria apenas digitar, mas sim, de fato, escrever peças publicitárias.

1984: aluno de curso de Publicidade no Ceub

Neste ano, passei no vestibular do Ceub – Centro de Ensino Unificado de Brasília, tendo convivido com professores que me despertaram também para uma área nova área chamada marketing.

1985: as primeiras peças, os primeiros resultados

No quarto semestre do curso, conheci Roberto Bonfim, o qual me convidou para trabalhar como publicitário na Bonfim Consultoria, que atendia a Rede Projeção de Ensino, o que me permitiu criar as primeiras peças. Ajudei a empresa a rede de ensino a vivenciar um crescimento de 20% em suas matrículas no período de 2 anos.

1990: primeira experiência de liderança

Em 1990, exerci a Chefia de Divulgação da Asbac Regional, liderando equipe com 3 funcionários em um trabalho permanente de comunicação com 4.000 associados. Além de coordenar a equipe, também criava todas as peças publicitárias e ajudava a organizar os eventos do Clube.

1992: o primeiro desafio em uma agência de propaganda

Em 1992, tive a oportunidade de conhecer Ludovico Ribondi, criativo renomado da Atual Propaganda, o qual assumia a direção da filial da Stylus Comunicação, responsável por contas do Governo do Distrito Federal.

Na ocasião, o dirigente me propôs um desafio: se eu redigisse em um final de semana um documentário para a Secretaria de Desenvolvimento Social, ele me contrataria como Diretor de Criação da Agência. Venci o desafio e vivenciei uma experiência bem-sucedida, concebendo peças para clientes importantes à época.

Em 1993, Ribondi foi convidado a trabalhar no Grupo Apoio de Comunicação, convidando-me a compor a equipe. Atuei por aquela empresa por pouco tempo, graças à sua dica para participar da seleção ao cargo de Gerente de Marketing do Grupo HC, holding do conglomerado formado pela rede HC Pneus, pelo atacadista HC Peças, pela HC Agropecuária e pela recém-nascida HC Construtora. Após quatro entrevistas, fui contratado.

1993: despertando o Gerente de Marketing

Em 1993, assumi a gerência de marketing do Grupo HC, especialmente junto aos autocentros HC Pneus e à HC Construtora, onde sempre estabeleci uma relação muito próxima às equipes de vendas, analisando as necessidades comerciais, elaborando campanhas de propaganda e de incentivo e produzindo material de merchandising para as lojas, em um processo de interação permanente com a força de vendas.

As ações planejadas renderam bons frutos, pois a rede de autocentros ampliou-se e a empresa de construção civil consolidou-se no mercado, tendo alguns empreendimentos sido vendidos em prazo recorde.

Tão importante quanto os resultados foram as amizades, destacando-se as pessoas de Sebastião de Carvalho Neto, Aluízio Crispim de Carvalho e Hilton Crispim de Carvalho, filhos do pioneiro Hilton Carvalho, que, em 1964, investiu em uma rede de autocentros para atender a Capital Federal.

1999: investindo em um bom curso de especialização

Em 1999, cursei um MBA em Marketing Estratégico na Fundação Getúlio Vargas, o que aperfeiçoou minha visão gerencial, tendo convivido com bons professores e alunos que me proporcionaram um ótimo network, a maioria profissionais em gestão de vendas.

2000: breve e intensa vivência em shopping center

Em outubro deste ano, desliguei-me do grupo HC buscando novas experiências. No mês seguinte, fui convidado pelo gerente de marketing Ênio Queijada a trabalhar como assistente no recém-inaugurado Taguatinga Shopping. Foram cinco meses que se revelaram uma verdadeira escola de varejo, pela convivência diária que tinha com noventa lojistas e gerentes de marketing de outros shoppings.

2001: desafios no serviço público

Em novembro deste ano, em um trabalho free-lancer, fui convidado por William França a integrar as equipes que desenvolviam o site Portal do Exportador, do MDIC, a tempo de o então ministro Sérgio Amaral lançá-lo no Encontro Nacional dos Exportadores, no Hotel Glória, no Rio de Janeiro.

A missão foi cumprida e fui convidado pelo Assessor de Comunicação a exercer a Gestão Técnica do website, consolidando-o, nos 6 anos seguintes, como referência em comércio exterior e gerenciando uma equipe que respondeu aproximadamente 20.000 consultas da comunidade exportadora, além de gerenciar contratos governamentais. Também pelo MDIC, proferi cinco palestras em encontros de Comércio Exterior em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Paraná e em Santa Catarina.

Esta experiência aguçou meu senso de prestação de serviço e me aproximou da área de tecnologia da informação, pois muitas foram as interfaces realizadas com empresas de webdesign e hospedagem. 

Abraçando a carreira de professor universitário

Também em 2001, passei a exercer a função de professor universitário, ministrando disciplinas relacionadas à gestão, incluindo vendas, na UCB e em outras IES, bem como tutoria em educação à distância (UCB Virtual).

Nesta atividade, pesquisei e vivenciei as principais questões enfrentadas pelas empresas do DF no seu desempenho comercial. Com a experiência docente exercida até 2012, desenvolvi minha habilidade em educação e treinamento.

2008: Primeiro conteúdo próprio na Internet

Em 2008, passei a editar o Blog do Elias, com a intenção de produzir, diariamente, conteúdo sobre comunicação, marketing e negócios, especialmente vendas, bem como interagir com os internautas. Em 8 anos, registramos 238 mil acessos orgânicos a 1.310 posts que geraram 422 comentários,  adquirindo relevância no mecanismo de busca do Google em diversos temas.

2012: servindo à indústria brasiliense

Em 2012, fui aprovado em processo seletivo e passei a integrar o Projeto de Extensão Industrial Exportadora, da Apex Brasil, no IBTI, com metas ambiciosas de atendimento a indústrias brasilienses nos próximos 2 anos, visando aumentar sua competitividade e realizarem vendas externas.

No dia a dia como técnico extensionista, convivi diretamente com os desafios de gestão e de vendas de empresários de micro, pequenas e médias empresas do Distrito Federal, exercendo acompanhamento gerencial e capacitação que possibilitaram a implementação de 170 melhorias em 52 indústrias.

2014: investindo no marketing público!

Um novo desafio surgiu no final de 2014: desenvolver o marketing público em uma nova empresa no segmento de transporte público de passageiros.

Como ser aceitar desafios e desenvolver inovações está em meu DNA, passei a coordenar a área de Comunicação da Auto Viação Marechal Brasília, responsável pelo atendimento a cidades estratégicas do DF. Hoje o faturamento da companhia está, em média, 20% superior ao verificado em 2014.

Entre as inovações lançadas em 2015 estão o serviço gratuito de wi-fi em todos os 460 ônibus da empresa, o ônibus rosa em apoio ao movimento de combate ao câncer de mama, o desenvolvimento das mídias digitais da empresa e, principalmente, o lançamento e manutenção do Serviço de Relacionamento e Interação com o Usuário, que já atendeu 1.282 manifestações, tornando-se exemplo de atendimento ao usuário de transporte coletivo no DF.

7 comentários sobre “Sobre o Elias

  1. Caro Elias,
    Acho o Antônio Celso um ícone do rádio brasileiro, que embalou muitos e muitos jovens da década de 80 com rara habilidade no meio rádio.
    “A Máquina do Som” marcou uma época deliciosa para muitos e a voz de Antônio Celso, foi uma griffe lembrada até hoje. Em 2008 ousou ao levar a “Máquina” para Webradio, mas não auentou além de Outubro/2009.
    Pelo que consegui de informações até aqui, a falta de patrocínio aliada a um grande problema de cunho familiar, impossibilitou a continuidade do projeto.
    Estou prestes a encontrá-lo para tentarmos viabilizar a retomada do mesmo, caso ele ainda se disponha.
    Não me conformo em uma parte tão importante da rádio brasileira, e um profissional tão competente e visionário como Antônio Celso, simplesmente desaparecerem desta forma.

    Um abraço,

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