Projeto PEIEX: Missão cumprida

No dia 30 de setembro, desliguei-me do Projeto de Extensão Industrial Exportador – PEIEX, uma iniciativa da Apex-Brasil da qual tive o prazer de participar como consultor por um período de dois frutíferos anos.

Nestes 24 meses atendendo a clientes, tive a oportunidade de conviver com empresários de portes diferentes, com idéias diferentes e inovadoras. Também pude contar com uma equipe fantástica de colegas consultores, como Marcelo De Lucca, Sylvio Rego, Jocelita Palhano e Ulisses Medeiros, amigos com grande experiência em consultoria e soluções de negócios. Foram 2 anos de intenso trabalho, 1.200 documentos produzidos  e mais de 160 melhorias propostas para os empresários que atendi. Multiplique estes números por 4 e tenha a dimensão do trabalho desempenhado por nossa equipe!

Nos próximos posts, abordarei algumas destas experiências e soluções propostas para alguns dos 52 empresários atendidos. Espero que as histórias contribuam para muitos de meus leitores colocarem em prática soluções que podem alavancar muito os seus negócios. Por questões éticas, limitar-me-ei à essência dos problemas, sem citar nomes ou números que identifiquem a empresa atendida.

Caso desejem conversar pessoalmente sobre as soluções que proponho, estarei à disposição pelos meus contatos que se encontram na coluna ao lado. Fique à vontade para conversarmos, caro leitor!

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Exportar é solução para produtos sazonais

roller

Um dos principais problemas de quem fabrica produtos de uso sazonal é como manter seu nível de vendas durante o período de baixo consumo. Isto porque nem sempre esforços maiores de comunicação e marketing são capazes de reverter a curva descendente da comercialização. O que fazer, então?

A solução mais saudável é prospectar exportações para mercados onde a sazonalidade do consumo é inversa à verificada no Brasil.

Um dos mercados que mais pode se beneficiar desta estratégia é o de produtos congelados, como comidas prontas, massas e sorvetes.

Recentemente, o diretor de um dos melhores fabricantes de pão de queijo de Brasília manifestou-me sua intenção de exportar seus produtos. No caso dele, que já está razoavelmente estruturado em termos de gestão e produção, o dever de casa para exportar já foi cumprido pela metade. Recomendei-lhe, então, buscar informações iniciais em sites governamentais como Aprendendo a Exportar, Brasil Export, Aliceweb e Radar Comercial.

Após se informar sobre o processo de exportação, o empresário deve participar de missões comerciais para conhecer o mercado de destino e potenciais compradores para seu produto. O processo de venda externa exige maior esforço e investimento que a venda no mercado interno, mas em alguns casos pode representar única alternativa para segmentos afetados pela sazonalidade vendas.

E sua empresa, já pensou em exportar?

 

Missão comercial é opção estratégica para negócios internacionais

A participação de um representante da empresa em missões técnicas ou comerciais, dirigidas a potenciais países importadores, é cada vez mais uma opção estratégica para quem deseja expandir seus negócios em nível internacional.

Em geral, as missões técnicas e comerciais servem para:

  • Verificar as possibilidades de exportação;
  • Analisar a estrutura política, econômica e social do mercado alvo e coletar informações;
  • Observar a concorrência e legislação comercial do país (patentes, barreiras técnicas, entre outras);
  • Conhecer e estabelecer contato com importadores ou seus representantes comerciais;
  • Viabilizar acordos e parcerias comerciais.

O maior benefício de uma missão em relação a uma viagem individual consiste nos contatos realizados. Valendo-se da experiência das entidades de apoio, é possível aos participantes marcar encontros com importadores considerados inacessíveis. As missões comerciais permitem ainda: divulgar o setor, divulgar as empresas, observar a realidade do mercado visitado, obter informações técnico-comerciais, visitar centros tecnológicos e empresas de ponta do setor, contatar entidades que promovam o comércio exterior. Enfim, possibilita conhecimentos e contatos que dificilmente seriam possíveis em viagens individuais.

A programação de uma missão empresarial é estruturada de acordo com os objetivos específicos do grupo, que podem ser a promoção de negócios, a realização de parcerias ou o contato com novos mercados ou técnicas. A agenda da viagem pode incluir a visita ou a participação em programas comerciais, políticos e técnicos.

Normalmente, esses eventos são promovidos ou apoiados por uma ou mais associações, organizações ou pelo próprio governo.

Ficou interessado? Acesse o site da Apex-Brasil e conheça as missões comerciais programadas para os próximos meses.

 

Promoção comercial é o desafio do empresário brasileiro no exterior

No período de 2001 a 2007 atuei como Gerente do Portal do Exportador, principal portal brasileiro de Comércio Exterior. Através de um serviço denominado Fala o Exportador, cuja equipe já respondeu mais de 20.000 questões sobre vendas externas, pude acompanhar as necessidades da comunidade exportadora. A principal delas era como promover o produto no exterior. De fato, a promoção comercial é um dos desafios para os empresários e para o Governo brasileiro. A maioria dos exportadores, normalmente, empreende uma viagem para o mercado de interesse e procura estabelecer parcerias com revendedores que o ajudem a ofertar seu produto. Empresas de grande porte, normalmente, possuem profissionais de marketing e comércio exterior que viabilizam sua promoção. Porém, para os empreendedores de pequeno e médio porte, os custos tornam-se inviáveis, pois a promoção ideal exige ações de propaganda, merchandising no ponto-de-venda, e-commerce e participação em eventos de seu segmento. No âmbio do Governo Federal, os primeiros passos dados foram a implantação dos sites BrazilTradeNet, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), e Portal do Exportador, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). As ferramentas disponibilizadas oferecem alternativas para promoção on-line. Com certeza, um bom auxílio inicial para alavancar as vendas externas da comunidade exportadora.

Educação: o futuro das exportações

Cartilha A Nossa Ilha

Cartilha A Nossa Ilha

Quando criança, vivenciei um programa do Governo Federal intitulada “Contribuinte do Futuro”, um projeto de educação fiscal da Receita Federal que buscava sensibilizar o público infantil para a importância do pagamento de impostos como elemento de cidadania e crescimento do país.

De 1971 a 1980, o programa atingiu 40 milhões de livros distribuídos e 50 mil escolas e contava com amplo apoio do Ministério da Educação. Como parte do programa, eram distribuídas cartilhas educativas e promovido um concurso de redação com boa premiação para os melhores autores. Lembro-me de que, na sétima série do ensino fundamental, elaborei uma entusiasmada redação, mas que infelizmente não foi selecionada pela comissão julgadora.

Sempre fui um entusiasta daquele projeto, que não tem mais o mesmo nome, mas ainda continua sendo executado em outro formato, intitulado Turma do Leãozinho, com personagens de histórias em quadrinhos própria e website de grande interatividade. Acredito no poder deste tipo de educação para a geração de resultados a longo prazo, embora as atuais políticas governamentais privilegiem aquelas que geram resultados e curto e médio prazos.

Na minha concepção, acredito que um programa semelhante poderia ser desenvolvido por alguma das entidades envolvidas no comércio exterior – MDIC, Apex-Brasil, ABDI, AEB, entre outros -, seja por iniciativa individual ou coordenada entre aquelas e o Ministério da Educação. Tal como a Turma do Leãozinho, poderia ser criado um personagem que criasse empatia das crianças com a internacionalização e exportação de produtos, de forma a demonstrar a importância de tais processos para o crescimento do país, para a geração de empregos e até para a promoção do Brasil.Palestras poderia ser ministradas em todo país por agentes daqueles órgãos, bem como poderiam ser promovidos concursos de redação e vídeos para estimular a reflexão e o engajamento do público infantil à causa exportadora.

Esta modalidade de educação comercial poderá contribuir consideravelmente para a evolução da cultura empreendedora de nosso povo, que já é ativo em negócios no mercado externo mas pode ser mais ainda no mercado internacional. Como afirma Cecília Lopes da Rocha Bastos, “é na mente da criança que se pode plantar o futuro”.

Exportação: opção vantajosa para hoje ou para amanhã?

comercio exterior

O crescimento econômico verificado nos últimos anos no cenário brasileiro proporcionou às empresas nacionais uma expansão em seus negócios que parecia não mais ter fim. A crise européia e o freio no PIB chinês, porém, provocaram reflexos nas vendas e obrigou gestores tupiniquins a reverem seus planos. Neste contexto, qual a solução? Estimular o mercado interno ou incrementar as prospecções internacionais?

A meu ver, exportar nunca deixou de ser um bom negócio. O ambiente internacional, na verdade, apresenta dinâmicas semelhantes às que ocorrem no cenário interno. A complexidade só aumenta devido a diferenças lingüísticas e culturais. Adaptar-se ao ambiente globalizado é dispendioso, mas pode render bons frutos a quem persevera.

Crises econômicas são cíclicas e antevejo que o atual cenário irá melhorar com a gradual recuperação das economias européias, cujos governantes, mais cedo ou mais tarde, terão que fazer o dever de casa nos ambientes micro e macroeconômicos.

Os empresários brasileiros devem estar atentos aos movimentos econômicos e as oportunidades de negócio. Afinal, sempre haverá consumidores necessitando de produtos que podem ser atendidos por “players” nacionais.

Para aproveitar estas possibilidades, os gestores deverão fazer o que os gurus do marketing sempre apregoaram: conceber um bom produto, oferecer boas alternativas de distribuição, praticar um preço competitivo e divulgar adequadamente o que produz.

Vídeo da Apex-Brasil destaca valorização do Brasil

“Todos nós temos lembranças dos tempos de criança. Quando você era pequeno, com certeza alguém te perguntou: “O que você quer ser quando crescer?”.

Agora, com o crescimento do nosso País, o mundo inteiro quer aquilo que você já tem: o Brasil. Nós estamos crescendo com o Brasil e analisando as nossas lembranças, dá pra ver o quanto estamos grandes. O Brasil está cheio de oportunidades. E a hora de investir é agora.”

Este é o novo vídeo de divulgação dos serviços da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil. Que tal?

Novo diretor da OMC é brasileiro

RAzevedo

O assunto de hoje não poderia ser outro senão a escolha do novo diretor da Organização Mundial do Comércio, Roberto Azevedo. Desde 2011 acompanho a política de comércio exterior brasileiro e vejo neste novo fato uma dimensão simbólica que aponta para uma mudança na ordem econômica mundial.

Aos 55 anos, este profissional ganhou a reputação de negociador terá como um dos gandes desafios grandes desafios será reativar as negociações da Rodada Doha para a liberalização do comércio mundial, iniciadas em 2001 e estagnadas há anos por profundas diferenças entre os países do norte e os do sul.

Azevêdo nasceu em Salvador, estudou engenharia na Universidade de Brasília e logo entrou para a carreira diplomática. Na OMC, liderou os contenciosos históricos vencidos pelo Brasil contra os subsídios ao algodão nos Estados Unidos e contra os subsídios à exportação de açúcar da União Europeia.

Integrante do serviço diplomático brasileiro desde 1984, casado com uma diplomata e pai de duas filhas, Azevêdo ajudou a criar, em 2001, a divisão de Contenciosos do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e foi seu primeiro chefe.

Também desde esse ano, e com cargos diversos, participou em quase todas as conferências ministeriais desde o lançamento da Rodada Doha para a abertura do comércio mundial em 2001.

Azevêdo passou a dirigir o departamento econômico do Ministério e, entre 2006 e 2008, foi subsecretário geral de Assuntos Econômicos.

A diferença entre Minas e São Paulo

“Em cada cidade de Minas tem uma igreja. Já em São Paulo, cada município possui uma indústria”. Esta é uma das frases preferidas do meu saudoso sogro, Gonçalo Benjamin da Silva, nas conversas que mantínhamos. Na experiência dos seus 70 anos, Gonçalo mostrava-se indignado, como mineiro, por seu estado não ser mais desenvolvido que São Paulo. Estaria resumida na sua frase a diferença entre ambos os estados?

Hoje atuando como consultor e professor, deparo-me com a diferença de postura empreendedora de mineiros e paulistas. Naturalmente, o Brasil não se resume a estes estados, mas os comparo pela vivência que tenho com ambos. Sem querer generalizar, percebo uma diferença de cultura desenvolvimentista entre aquelas unidades da federação. A tradição mineira nos remete à valorização da família e, especialmente, à vocação religiosa do estado. São inúmeras as festas de cunho religioso que ocorrem pelos 725 municípios mineiros. A conexão do povo mineiro com a religião é, sem dúvida, forte, graças à atmosfera interiorana e o culto aos valores tradicionais. O desenvolvimento industrial, infelizmente, não cresceu na mesma medida do fervor religioso dos mineiros. Embora a Federação das Indústrias de Minas Gerais seja atuante, a verdade é que Minas são muitas, e uma parte do estado reluta em se desenvolver, como o Norte do estado, por exemplo.

Já o comportamento dos paulistas é mais focado em trabalho. Eles também valorizam família e religião, mas percebe-se uma unidade de postura de paulistas do interior e da capital no sentido de desenvolverem suas cidades não só a partir do turismo, que não é tão forte como em Minas, mas principalmente a partir do fomento à atividade industrial. De fato, em cada cidade daquele estado existe uma indústria a movimentá-la.

A diferença de postura de ambos os estados é apenas um microcosmo da postura dos governantes e dos habitantes dos demais estados, que dividem-se entre se desenvolver e permanecer no passado. Até quando?

 

Projeto Peiex volta a atender empresários brasilienses

O PEIEX – Projeto Extensão Industrial Exportadora,  foi criado  em 2009 pela Apex-Brasil, o PEIEX é um projeto de capacitação para empresas com potencial de exportação. O objetivo do projeto é incrementar a competitividade e promover a cultura exportadora nas empresas de micro, pequeno e médio porte, qualificando e ampliando os mercados das indústrias iniciantes em comércio exterior, mediante soluções para problemas técnico-gerenciais e tecnológicos dessas empresas.

O PEIEX funciona por meio de técnicos extensionistas lotados em 27 núcleos operacionais, localizados em 12 estados brasileiros, que atendem diversas empresas, oferecendo soluções e auxílio nas áreas de administração estratégica, capital humano, finanças e custos, vendas e marketing, produto, manufatura e comércio exterior, o que ajuda a tornar a empresa mais forte e mais competitiva em um mercado cada vez mais acirrado. Em 2011, o PEIEX atendeu 3500 empresas, tendo acumulado, desde sua criação, um atendimento a mais de 10 mil organizações.

Com o conhecimento transmitido pelos técnicos e a implantação das melhorias indicadas após o trabalho de análise, a empresa só tem a ganhar, tornando-se apta para encarar novos desafios de mercado, como a exportação.

Nos próximos meses, o Projeto estará sendo lançado pela Apex Brasil, juntamente com a Federação das Indústrias do Distrito Federal. Oportunamente, informaremos neste blog. Fique atento.

Exclusivo: confirmado concurso com 120 vagas para Analista de Comércio Exterior do MDIC

Fontes exclusivas me asseguraram que será realizado, ainda em 2011, novo concurso para o cargo de Analista de Comércio Exterior no MDIC. Serão oferecidas 120 vagas para um dos melhores cargos do órgão, com salário inicial previsto de R$ 13 mil.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior é o órgão responsável, pela:

  • política de desenvolvimento da indústria, do comércio e dos serviços;
  • propriedade intelectual e transferência de tecnologia;
  • metrologia, normalização e qualidade industrial;
  • políticas de comércio exterior;
  • regulamentação e execução dos programas e atividades relativas ao comércio exterior;
  • aplicação dos mecanismos de defesa comercial participação em negociações internacionais relativas ao comércio exterior;
  • formulação da política de apoio à microempresa, empresa de pequeno porte e artesanato;
  • execução das atividades de registro do comércio.

Novo sistema Aliceweb permite pesquisas de inteligência comercial mais refinadas e de graça

A secretaria de Comércio Exterior lançou ontem a nova versão do Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet – denominado de AliceWeb2.

O sistema público permite a todos os interessados e operadores do comércio exterior realizar pesquisas completas sobre os dados da balança comercial brasileira. Com as melhorias, a meta é dobrar o número atual de usuários, chegando a 400 mil até 2016.

Entre as alterações do novo sistema, são as mais importantes:

• Internacionalização do sistema (idiomas português, inglês e espanhol);
• Inclusão de novas variáveis para pesquisa de produtos (NCM-4 e NCM-6, mantendo a NCM-8 e a NCM-2);
• Possibilidade de até seis períodos simultâneos;
• Inclusão dos módulos de exportação e importação de municípios, combinado com outras variáreis;
• Inclusão de consultas por municípios, combinado com país, bloco econômico, Unidade da Federação, porto e via;
• Inclusão de cesta de produtos;
• Possibilidade de consulta por série histórica mensal de uma ou mais variáveis (todo o período disponível);
• Possibilidade de consulta sobre a metodologia estatística utilizada (conceitos e definições);
• Possibilidade de escolha de opção de tipo de consulta em qualquer página;
• Melhora na configuração dos arquivos gerados;
• Melhora no uso do detalhamento (todos os dados de uma variável);
• Geração de arquivos do módulo balança comercial;
• Geração de arquivos das consultas de total geral;
• Novo layout com visual e padrões tecnológicos modernos;
• Nova interface, prática e intuitiva;
• Compatibilidade com os principais navegadores.

O sistema anterior do Aliceweb funcionará até o dia 31/8 e, a partir de 1º/9, somente ficará disponível a nova versão. A migração dos usuários atuais será automática, mantendo-se os mesmos perfis e utilizando-se as mesmas definições de usuário e senha. (Fonte: MDIC)

O que Obama tem a ver com Divinópolis

A intensa negociação com que o presidente norte-americano Barak Obama tem se envolvido nas últimas semanas pode afetar os mais diversos negócios no Brasil. A batalha pela aprovação por um maior envidividamento pelo congresso americano tem preocupado executivos de todo mundo. Como exemplo, podemos citar uma empresa da cidade mineira de Divinópolis que fabrica uniformes para o exército americano. Já tendo exportado milhares de exemplares da vestimenta, a empresa pode ter seus pedidos reduzidos por futuras medidas de contenção de despesas das forças armadas estadunidenses. Este é apenas um dos impactos possíveis que empresas de todo mundo poderão sofrer com o freio de uma das “locomotivas” da economia moderna. Esperamos que Obama consiga obter a aprovação do congresso, apesar dos esforços do partido conservador em dificultar seu governo, às vésperas das eleições de 2012 naquele país.

“Não importa onde você parou” (Carlos Drummond de Andrade)

Não importa onde você parou… Em que momento da vida você cansou… O que importa é que sempre é possível recomeçar.  Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo… É renovar as esperanças na vida e, o mais importante… Acreditar em você de novo.  Sofreu muito neste período? Foi aprendizado… Chorou muito? Foi limpeza da alma… Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia… Sentiu-se só diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos… Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora… Onde você quer chegar? Ir alto? Sonhe alto… Queira o melhor do melhor… Se pensarmos pequeno… Coisas pequenas teremos… Mas se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor… O melhor vai se instalar em nossa vida. Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.