Estamos na era do Stakeholding?

Segundo o autor Pedro Henrique Souza, não estamos mais na era do marketing, e sim, na época do Stakeholding. Isto porque ele defende que as empresas precisam entender mais as pessoas, seus interesses e necessidades.

Se negócios são feitos por pessoas e para pessoas, é dentro delas que está o segredo para criar relações imbatíveis, como as estabelecidas com a Apple com seu mercado ou o Google com seus funcionários.

O vídeo abaixo apresenta a proposta da obra que, por sinal parece interessante. Vou conferir e postarei minhas impressões futuramente. Fica a dica.

Uma análise sobre os 10 livros de marketing mais vendidos

Um levantamento nas principais livrarias do país aponta as 10 principais obras sobre Marketing. É fácil notar a busca cada vez mais intensa por bibliografias relacionadas ao marketing digital. A seguir, analiso uma a uma, procurando orientar os prezados leitores em sua escolha:
1º) Marketing 3.0 – As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano – Pelo quinto ano consecutivo, Philip Kotler encabeça a lista, com uma obra que consolida a percepção acadêmica sobre os novos paradigmas do marketing, especialmente no ambiente digital.
2º) Administração de Marketing – Este clássico de Philip Kotler mantém-se em um patamar de vendas condizente com seu conteúdo. Indicado para o estudo inicial da disciplina.
3º) A Bíblia do Marketing Digital – Esta obra de Cláudio Torres é uma das mais completas em se tratando de Marketing Digital, juntamente com o quarto colocado.
4º) Os 8 Ps do Marketing Digital – O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital – Editado inicialmente no final da década passada, este livro de Conrado Adolpho Vaz é obrigatório na estante de quem deseja entender a evolução e as ferramentas do marketing digital, o que o autor denomina Google Marketing.
5º) Marketing Na Era Digital – Conceitos, Plataformas e Estratégias – Este é o nome da escritora, professora e palestrante Martha Gabriel, indicado para quem deseja se aprofundar no marketing moderno.
6º) A Lógica do Consumo – O especialista em neuromarketing Martin Lindstrom desvenda o comportamento do consumidor nesta obra oportuna e polêmica.
7º) Princípios de Marketing – Um dos livros mais acessíveis de Philip Kotler para entender o marketing.
8º) Nos bastidores do Google – Tudo o que sei sobre Marketing aprendi com o Google – Neste livro, Aaron Goldman revela sua experiência com as ferramentas do mais famoso buscador.
ente.
9º) Marketing de A a Z – 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Saber 
– De forma didática, Kotler apresenta conceitos básicos para entender o jargão e as técnicas do marketing.
10º) Marketing de Atitude – O mestre do planejamento Júlio Ribeiro, consagrado por seu desempenho à frente da Talent, uma das mais criativas agências do país, apresenta seu conceito, antenado com as modernas tendências do marketing.

Uma flor selvagem (por Lya Luft)

O amor é uma escultura que se faz sozinha. É uma flor inesperada sem estação do ano para surgir nem para morrer. Vai sendo esboçada assim ao léo: aqui a sobrancelha se arqueia, ali desce a curva do pescoço, a mão toca a ponta de um pé, no meio estende-se a floresta das mil seduções. Imponderável como a obra de arte, o amor nem se define nem se enquadra: é cada vez outro, e novo, embora tão velho. Intemporal.

Planta selvagem, precisa de ar para desabrochar mas também se move nos vãos mais escuros, em ambientes sufocantes onde rebrilham os olhos malignos da traição ou da indiferença, e a culpa o pode matar.

O convívio é o exercito do amor na corda bamba. Os corpos se acomodam, as almas se espreitam, até se complementam. Mas pode-se cair no tédio – sem rede –, e bocejar olhando pela janela. Inventamos receitas para que o amor melhore, perdure, se incendeie e renove… nem murche nem morra. Nenhuma funciona: ele foge de qualquer sensatez, como o perfume das maçãs escapa num cesto de vime tampado. Se fossemos sensatos haveríamos de procurar nem amar, amar pouco, amar menos, amar com hora marcada e limites.

Mas o amor, que nunca tem juízo, nos prega peças quando e onde menos esperamos. Nunca nos sentimos tão inteiros como nesses primeiros tempos em que estamos fragmentados: tirados de nós mesmos e esvaziados de tudo o mais, plenos só do outro em nós. Nos sentimos melhore, mais bonitos, andamos com mais elegância, amamos mais os amigos, todo mundo foi perdoados, nosso coração é um barco para o qual até naufragar seria glorioso (ah, que naufrágios…). Mais que isso, nesse castelo – como em qualquer castelo – não pode haver dois reis. Quem então cederá seu lugar, quem será sábio, quem se fará gueixa submissa ou servo feliz, para que o outro tome o lugar e se entronize e… reine?

A palavra “liberdade” teria de ser mais presente, porém é mais convidada a discretamente afastar-se e permitir que em seu lugar assuma o comando alguma subalterna: tolerância, resignação, doação, adaptação. Rondando o fosso do castelo, a vilã de todas a culpa. Quem deixou sobre minha mesa o bilhete dizendo “se você ama alguém, deixe-o livre” sabia das coisas, portanto sabia também o desafio que me lançava. No mundo das palavras há tantos artifícios quantas são as nossas contradições.

Por isso, conviver é tramar, trançar, largar, pegar, perder. E nunca definitivamente entender o que – se fossemos um pouco sábios – deveríamos fazer. Farsa, tragédia grega, outras soneto perfeito: o amor, com as palavras, se disfarça em doces armadilhas ou lâminas.

O fim e o recomeço da Enciclopedia Britannica

O papel almaço está de luto! Nesta semana, a Enciclopédia Britannica anunciou que deixará de imprimir os famosos livros de capas de couro marrom e tarjas vermelhas. Desde 1768 esta companhia traz um número infundado de informações na forma mais dinâmica de compartilhamento: a leitura.

Para os mais modernos, a empresa passará a ser uma geradora de conteúdo nos ambientes digital, mobile e social. Para os antigos, quem nunca utilizou a Enciclopédia Britânica quando criança que atire o primeiro volume!

Livraria de um livro só em Nova York

Insatisfeito com o processo de distribuição e promoção de seus livros, o escritor Andrew Kessler resolveu abrir uma livraria própria. A originalidade do empreendimento é que ele só vende uma única obra: o livro O Verão de Marte, um texto  onde relata sua experiência no projeto da Nasa que enviou uma sonda ao planeta vermelho. Além de original,  a idéia é recheada de bom humor. Isto porque Kessler coloca tabuletas divulgando “produtos em promoção”, “lançamento”, “pechincha”, expressões relacionadas a seu único livro. Uma reportagem publicada ontem no jornal Hoje, da TV Globo, apresenta o empreendimento de Kessler. Assista e divirta-se!

Dica de e-book: IntercomSul 2010

Já está disponível o link do e-book Intercom Sul 2010: perspectivas da pesquisa em comunicação digital, organizado por Maria Clara Aquino (Ulbra), Adriana Amaral (Unisinos) e Sandra Montardo (Feevale). O e-book traz os trabalhos apresentados na Divisão Temática Comunicação Multimídia e no grupo de Comunicação e Multimídia do Intercom Júnior do XI Intercom Sul, que aconteceu em maio do ano passado, na Feevale. O prefácio é de autoria da coordenadora do Grupo de Pesquisa em Cibercultura da Intercom, Profa. Dra. Fátima Regis Oliveira. Acesse e faça seu download!

Escritório de histórias: uma empresa especializada em memória

Escritório

OEscritório de Histórias é uma empresa sediada em Belo Horizonte e com filial em Brasília que se dedica ao mercado editorial, explorando um nicho interessante.

Trata-se da tarefa de produzir a biografia de pessoas comuns e também a história de empresas, onde seus profissionais coletam, fotografam, pesquisam e até entrevistam pessoas buscando informações sobre a pessoa ou corporação. Ontem tive contato com um de seus produtos ao visitar a Gráfica Coronário, que estava produzindo uma luxuosa tiragem para um dos clientes do Escritório de Histórias. O produto final é um livro bem editado e impresso, que impacta pela qualidade.

Taí um mercado para os profissionais de comunicação e – por que não? – historiadores!

Miguel Fontes reforça o papel do marketing social na UCB

Consultoria

Recentemente esteve na UCB Miguel Fontes, ex-aluno do curso de Administração da instituição  e pós-graduado pela Escola de Relações Internacionais e Economia (SAIS) da Universidade John Hopkins. Atualmente, é o diretor da John Snow Brasil Consultoria. Autor de diversas publicações sobre Marketing Social, entre elas o livro “Marketing Social Revisitado – Novos Paradigmas do Mercado Social”, Miguel declarou estar emocionado em voltar à instituição na qualidade de palestrante. Falando para estudantes de administração e de publicidade, Fontes apontu três revoluções que estão acontecendo no país: a demográfica, a ambiental e a epidemiológica. O palestrante associou o marketing social a estas revoluções, indicando que ele é o caminho em busca de ações que promovam a mudança de comportamento frente aos diversos problemas nacionais. Particularmente, gostei muito não só do conteúdo apresentado como o respeito que o autor demonstra pelo conceito de marketing social, do qual é um dos principais expoentes no país. Conheça mais sobre Miguel Fontes em seu blog.

Brasiliana, da USP, digitalizará 40 mil livros para livre acesso na Web

Biblioteca doada por José Mindlin será digitalizada

Uma reportagem de Thais Arbex, veiculada hoje no portal IG, informa que, entre os dias 13 e 15 de outubro, durante o Seminário Mindlin 2010 – O Futuro das Bibliotecas, será lançada a versão 2.0 da Brasiliana Digital. A iniciativa é da Universidade de São Paulo, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e com o Ministério da Cultura. O projeto Por uma Biblioteca Brasiliana Digital digitalizará os 40 mil volumes do acervo do empresário e bibliófilo José Mindlin, doado à USP 2006. Desde o janeiro de 2010, é possível baixar versões em alta-resolução das obras. Mais de mil títulos já estão disponíveis no site, que ainda está em testes mas já conta com 700 mil usuários.

“Não importa onde você parou” (Carlos Drummond de Andrade)

Não importa onde você parou… Em que momento da vida você cansou… O que importa é que sempre é possível recomeçar.  Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo… É renovar as esperanças na vida e, o mais importante… Acreditar em você de novo.  Sofreu muito neste período? Foi aprendizado… Chorou muito? Foi limpeza da alma… Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia… Sentiu-se só diversas vezes? É porque fechaste a porta até para os anjos… Acreditou que tudo estava perdido? Era o início da tua melhora… Onde você quer chegar? Ir alto? Sonhe alto… Queira o melhor do melhor… Se pensarmos pequeno… Coisas pequenas teremos… Mas se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente, lutarmos pelo melhor… O melhor vai se instalar em nossa vida. Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.