Como vender um carro usado II

Tempos atrás, publiquei uma dica para vender carros usados.

Hoje, gostaria de falar da estratégia de Luke Aker, cineasta americano, que usou seu talento a serviço de sua necessidade pessoal. Seu veículo, um idoso Nissan Maxima de 1996, não estava tão conservado,  mas Aker decidiu produzir um comercial para apregoar as virtudes de seu veículo, com o devido cuidado de produção.

Aker fez questão de dizer toda a verdade, desde os bancos de couro rasgados ao capô preso por uma cinta, em um comercial com ares de filme épico, em que o carro é tratado como a última maravilha do mercado automóvel. Uma produção dramática e impressionante, ao som de Vivaldi e recorrendo ao humor – “um veículo que vai te levar do ponto A ao ponto B. Na maioria das vezes” – que levou a própria montadora a procurar o autor no Twitter pra lhe fazer uma oferta.
Veja o comercial abaixo e descubra porque a idéia deste cineasta viralizou nas redes sociais.

 

Garoto de 12 anos prospera vendendo bolinhas de gude em e-commerce

MarbleKing

Harli Jordean ainda é apenas um garoto, mas já está com a vida ganha e nem precisa pensar em encher o cofrinho com moedas.  Hoje com 12 anos, o menino inglês descobriu há quatro anos uma maneira de fazer dinheiro com uma brincadeira que ele e muitas outras crianças adoram: o jogo de bolinha de gude.

Quando tinha oito anos, Harli teve a ideia de criar um site de e-commerce depois que colegas mais velhos roubaram sua coleção de bolinhas de gude.  Ele pediu para mãe comprar na internet novas peças, mas ela não encontrou nenhum site que as vendesse.

O precoce empreendedor teve então a ideia de criar um site só para vender as esferas coloridas de vidro, o Marble King (rei das bolinhas de gude em inglês).  Para surpresa dele e da família, a brincadeira virou um negócio altamente lucrativo, com clientes em todo o mundo.  Atualmente, a mãe e os irmãos dele trabalham para Harli.

Com o sucesso no mundo dos negócios, Harli virou notícia em jornais do Reino Unido, como Daily Mail, The Sun e Daily Mirror. Todos veículos ressaltam o espirito empreendedor do jovem britânico.

“Meus amigos amam [o fato] de eu ter o meu próprio negócio. No começo,  alguns deles não acreditavam em mim, mas agora acreditam. Eles são inclusive alguns dos meus melhores clientes”, disse Harl em entrevista ao Daily Mail.

O garoto se sente à vontade em comandar um negócio. “Eu gosto de ser o chefe, mas  eu também gosto que outros façam parte do trabalho, porque se algo dá algo dá errado eu não levo toda a culpa”, declarou  Harli ao mesmo jornal, demonstrando que ainda não perdeu a inocência de criança.

De acordo com a mãe do menino, Harli é obcecado por bolinhas de gude desde os seis anos. “Ele costuma dormir com elas debaixo do travesseiro. Elas são o assunto que ele fala antes de dormir e também ao acordar. A obsessão ficou tão grande que o apelidamos de Marble King”, contou ela ao Daily Mail.

Fonte: Ig

Intenção de empreender do brasileiro aumenta 22%

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O baixo crescimento do salário em relação às contas impulsiona a vontade do brasileiro de ser o dono do próprio negócio. O desejo de empreender da população brasileira cresceu 22% em dois anos, tendo como motivações a possibilidade de ganhar mais dinheiro e não ter um chefe. Segundo pesquisa Data Popular, crescer profissionalmente também atrai os profissionais. O levantamento aponta que 78% das pessoas que quererem empreender já estão tomando algumas iniciativas como forma de se preparar para abrir a própria empresa.

Mesmo com atual cenário econômico sem grandes estímulos, 38% estão pesquisando a área em que desejam atuar, 28% estão guardando dinheiro para investir e 12% estão se aperfeiçoando com cursos e estudos. A região Norte é a que concentra o maior percentual de pessoas com desejo de ser o patrão (55%), seguida do Nordeste, com 33%, Sul, com 26%, Centro-Oeste, com 24% e Sudeste, com 24%.

O estudo traçou um perfil desse futuro empreendedor e verificou que 53% são homens e 47% são mulheres. Sendo, 50% da classe média, 28% da classe alta e 22% da classe baixa. Em relação à faixa etária, 54% possuem entre 18 e 35 anos, 19% têm entre 36 e 45 anos e 27% têm mais de 46 anos. Já no ensino, 50% possuem ensino fundamental, 37% têm ensino médio e 13% têm superior.

 

Fonte: Mundo do Marketing