Existe beleza na correria do dia a dia?

Um homem sentou-se numa estação de metrô de Washington e começou a tocar violino, ele tocou durante 45 min. Durante esse tempo 1,100 pessoas passaram por ele. Depois de 3 minutos um homem parou um pouco e continuou o trajeto. Depois uma mulher lhe deu o primeiro dólar, mal parou e continuou andando.

Alguns minutos depois, alguém se encostou à parede para o ouvir, mas ao ver o relógio retomou a andar. Quem prestou maior atenção foi um menino de 3 anos A mãe trazia-o pela mão mas a criança parou para olhar. Ela o puxou com mais força e o menino continuou a andar. Esta ação foi repetida por várias crianças.

Enfim ele parou de tocar, o silencio veio e ninguém se deu conta. Ninguém aplaudiu.

Ninguém sabia que este violinista era Joshua Bell, um dos maiores músicos do mundo.

Ele tocou algumas das peças mais elaboradas escritas num violino de 3,5 milhões de dólares. Dois dias antes de tocar no metrô, Joshua esgotou um teatro em Boston, cada lugar custou 100 dólares.

Esta é uma história real, Joshua tocou na estação de metrô em evento que fazia parte de uma experiência social sobre percepção, gostos e prioridades.

A questão era: num lugar comum, numa hora inapropriada somos capazes de perceber a beleza? Paramos para apreciá-la? Reconhecemos o talento num contexto inesperado?

Deborah cresceu e virou cantora e fotógrafa

Deborah Anderson

A filha de Jon Anderson com seu livro de fotografias

Ontem falei sobre uma das mais belas músicas que ouvi, Deborah, de Jon Anderson com arranjos de Vangelis.

A música foi composta para homenagear a filha de Jon Anderson, cantor da banda de rock Yes e parceiro do arranjador Vangelis nos anos 80 em diversos álbuns.

Pois não é que o tempo passou e Deborah Anderson cresceu? Hoje ela é cantora e fotógrafa.

Recentemente, Deborah dirigiu este vídeo da nova música de seu pai, intitulada “Makes Me Happy”.

Assista e encante-se!

Pat Metheny, muito prazer musical!

Você já ouviu trechos de suas músicas em comerciais ou em reportagens de TV.

Seu nome é Patrick Bruce Metheny, músico natural de Lee’s Summit, Estado do Missouri, Estados Unidos, nascido em 1954 e que aos 8 anos se iniciava ao trompete, trocando-o pela guitarra aos 12.  Sou fã confesso deste guitarrista de jazz-fusion desde meus 15 anos.

O que tenho de idade Metheny tem de carreira. O músico possui um estilo próprio de executar seu instrumento, do qual tira improvisos com virtuose e melodia. É impossível não gostar de suas músicas, pois seus acordes soam familiares e agradáveis aos ouvidos até de quem não aprecia jazz.

Idolatrado por músicos de jazz e rock, o guitarrista e violonista já gravou dezenas de álbuns tanto em versão solo quanto com sua banda, o Pat Metheny Group, onde, ao lado do tecladista Lyle Mays, provocam uma miríade de timbres que nos deixa em dúvida se determinado som é de guitarra, de teclado ou de trompete.

No vídeo abaixo, o músico interpreta “And I Love Her”, dos Beatles, com seu estilo inconfundível.

Ouça o som de Pat Metheny e aprecie sem moderação!.

 

Ainda há espaço para o vinil?

Dias atrás, estive na Livraria Cultura e, surpreendentemente, deparei-me com versões em vinil de discos como o remasterizado Triller, de Michael Jackson, que completou 25 anos em 2008, e um atualíssimo álbum da cantora Amy Winehouse. Lá estavam eles, há 56 reais de minhas mãos. Não os levei, mas fiquei contente em ver que a indústria fonográfica ainda oferece este formato, pois meu toca-discos continua em pleno uso em minha residência, embora utilize bastante os CDs e arquivos MP3.

Acredito que ainda há espaço para o vinil, até porque é uma mídia de certa forma exclusiva e não pirateável fisicamente. No Brasil, a prensagem de discos já foi aposentada, mas no Exterior ainda há um bom número de títulos disponíveis no mercado.

A foto abaixo mostra um modelo de toca-discos que contém player de Cd acoplado, como adaptação aos novos tempos. A verdade é que o vinil ainda tem vez, porém de forma cada vez mais nostálgica!

E você, ainda gosta de ouvir músicas em vinil?

toca-discos

Músicas que a propaganda consagrou – Classic Rock

Antes da internet, uma das formas eficazes de disseminar uma música era a publicidade, especialmente a dos cigarros Hollywood. Como o investimento em videoclipes eram mínimos, os publicitários encontravam na produção sofisticada dos comerciais uma forma de ilustrar canções vibrantes com uma atmosfera de esporte, saúde e diversão. Normalmente eram superproduções caracterizadas por locações longínquas, belas e alegres. Obviamente que não vejo associação entre este visual e um objeto de vício como o cigarro. Apesar deste vínculo forçado pelos comerciais, as músicas são belas. Hoje falaremos sobre canções do Classic Rock, cuja característica é  intenso uso das guitarras com apoio de teclados. A seguir a lista das canções que ilustravam os comerciais de cigarros:

– Jump – Van Halen;

– Europe – The Final Countdown;

– Fenomena – Did it all for love;

– Bon Jovi – You give love a bad name;

– Asia – Only Time Will Tell;

– Journey – Don’t Stop Believin’  e Separate Ways;

– Joe Linn – (ex-Deep Purple) – Hollywood Way;

– Outfield – Your Love;

– White Snake – Love ain’t no stranger;

–  Ultra-leve – Peter Frampton – Breaking all the rules;

– Kansas –  Play the Game tonight;

– Iron Eagle – King Cobra;

– Steppenwolf – Born to be Wild;

– Live – Pain Lies on the Riverside;

– Boston – More than a feeling;

– Survivor – Burning Heart e Eye of the Tiger;

– Winger – Miles Away;

– Heart – If looks coul kill;

Trilha sonora mais matadora, impossível!