Pat Metheny, muito prazer musical!

Você já ouviu trechos de suas músicas em comerciais ou em reportagens de TV.

Seu nome é Patrick Bruce Metheny, músico natural de Lee’s Summit, Estado do Missouri, Estados Unidos, nascido em 1954 e que aos 8 anos se iniciava ao trompete, trocando-o pela guitarra aos 12.  Sou fã confesso deste guitarrista de jazz-fusion desde meus 15 anos.

O que tenho de idade Metheny tem de carreira. O músico possui um estilo próprio de executar seu instrumento, do qual tira improvisos com virtuose e melodia. É impossível não gostar de suas músicas, pois seus acordes soam familiares e agradáveis aos ouvidos até de quem não aprecia jazz.

Idolatrado por músicos de jazz e rock, o guitarrista e violonista já gravou dezenas de álbuns tanto em versão solo quanto com sua banda, o Pat Metheny Group, onde, ao lado do tecladista Lyle Mays, provocam uma miríade de timbres que nos deixa em dúvida se determinado som é de guitarra, de teclado ou de trompete.

No vídeo abaixo, o músico interpreta “And I Love Her”, dos Beatles, com seu estilo inconfundível.

Ouça o som de Pat Metheny e aprecie sem moderação!.

 

Ainda há espaço para o vinil?

Dias atrás, estive na Livraria Cultura e, surpreendentemente, deparei-me com versões em vinil de discos como o remasterizado Triller, de Michael Jackson, que completou 25 anos em 2008, e um atualíssimo álbum da cantora Amy Winehouse. Lá estavam eles, há 56 reais de minhas mãos. Não os levei, mas fiquei contente em ver que a indústria fonográfica ainda oferece este formato, pois meu toca-discos continua em pleno uso em minha residência, embora utilize bastante os CDs e arquivos MP3.

Acredito que ainda há espaço para o vinil, até porque é uma mídia de certa forma exclusiva e não pirateável fisicamente. No Brasil, a prensagem de discos já foi aposentada, mas no Exterior ainda há um bom número de títulos disponíveis no mercado.

A foto abaixo mostra um modelo de toca-discos que contém player de Cd acoplado, como adaptação aos novos tempos. A verdade é que o vinil ainda tem vez, porém de forma cada vez mais nostálgica!

E você, ainda gosta de ouvir músicas em vinil?

toca-discos

Músicas que a propaganda consagrou – Classic Rock

Antes da internet, uma das formas eficazes de disseminar uma música era a publicidade, especialmente a dos cigarros Hollywood. Como o investimento em videoclipes eram mínimos, os publicitários encontravam na produção sofisticada dos comerciais uma forma de ilustrar canções vibrantes com uma atmosfera de esporte, saúde e diversão. Normalmente eram superproduções caracterizadas por locações longínquas, belas e alegres. Obviamente que não vejo associação entre este visual e um objeto de vício como o cigarro. Apesar deste vínculo forçado pelos comerciais, as músicas são belas. Hoje falaremos sobre canções do Classic Rock, cuja característica é  intenso uso das guitarras com apoio de teclados. A seguir a lista das canções que ilustravam os comerciais de cigarros:

– Jump – Van Halen;

– Europe – The Final Countdown;

– Fenomena – Did it all for love;

– Bon Jovi – You give love a bad name;

– Asia – Only Time Will Tell;

– Journey – Don’t Stop Believin’  e Separate Ways;

– Joe Linn – (ex-Deep Purple) – Hollywood Way;

– Outfield – Your Love;

– White Snake – Love ain’t no stranger;

–  Ultra-leve – Peter Frampton – Breaking all the rules;

– Kansas –  Play the Game tonight;

– Iron Eagle – King Cobra;

– Steppenwolf – Born to be Wild;

– Live – Pain Lies on the Riverside;

– Boston – More than a feeling;

– Survivor – Burning Heart e Eye of the Tiger;

– Winger – Miles Away;

– Heart – If looks coul kill;

Trilha sonora mais matadora, impossível!