Marketing do Inter lança camisa de seu ataque 3D

O anúncio oficial da permanência de D’Alessandro como atleta do Sport Club Internacional, feito no último domingo (29/01), deixou a nação colorada ainda mais empolgada para a temporada 2012. Além de comemorarem o “fico” do habilidoso argentino, os torcedores poderão vê-lo em campo ao lado de Dagoberto e Damião. E o novo trio ofensivo do Campeão de Tudo já tem até apelido: Ataque 3D.

No embalo da animação dos colorados com o time, a diretoria executiva de marketing do Inter promove nesta semana o lançamento de uma camiseta personalizada do novo trio de atacantes. A peça estampa uma caricatura conjunta de D’Alessandro, Dagoberto e Damião e traz a inscrição “Ataque 3D: Estreia 2012, nos melhores estádios do Brasil”.

A novidade custará R$ 49,90 e estará disponível a partir deste sábado (04/02), na loja oficial do Clube na internet (www.lojadointer.com.br), nas licenciadas Inter Sport e nos principais estabelecimentos de artigos esportivos do País. O autor da caricatura é o artista argentino Gonza Rodriguez.

Para Jorge André Avancini, diretor executivo de marketing do Internacional, o lançamento deverá ser um grande sucesso entre os colorados. “O Ataque 3D será uma das sensações do futebol brasileiro em 2012, o que certamente impulsionará a venda das camisetas”, opina.

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Pela adoção do “copyflex”

Ontem falei em minha proposta para a flexibilização dos direitos autorais. A idéia é simples e passa por duas situações.

Primeiro princípio: quem utiliza a obra de terceiros para qualquer fim do qual se beneficie financeira ou materialmente, deve pagar direitos autorais.

Segundo princípio: quem utiliza a obra de terceiros para fins experimentais ou sem fins lucrativos, estaria isento do pagamento de copyright.

A simples autocrítica de quem utiliza obra de terceiros observando os dois princípios já resolveria a maioria dos casos. Pode parecer muito simplista, mas funciona. Mas o caro leitor desejas que eu complique para provar minha tese?

Imagine um internauta que posta um vídeo utilizando uma música ou vídeo no YouTube e vira sucesso na web. Se com este êxito apenas traz alguma fama, sem conseqüências materiais benéficas ele, o mesmo estaria isento do pagamento de direitos autorais. Mas se a fama alcançada lhe trouxesse contratos com benefício material, aí sim ele teria que pagar por isto.

Há que se observar, entretanto, se o internauta não estaria utilizando a obra de terceiro para distorcer a mensagem original do autor. Neste caso, mesmo com a experiência não trazendo vantagens materiais para o internauta, este deve responder pela utilização maldosa da obra de terceiros.

Esta é a minha contribuição para o debate. E você, caro leitor, qual sua opinião sobre o tema?

 

Protesto contra projeto de lei americano defende liberdade na web.

Nesta semana a grande discussão na web foi um projeto de lei americano que propõe restrições no uso de obras de terceiros, principalmente na internet.

Diversos portais protestaram contra o projeto, vendo nele uma tentativa de controlar a internet que, por natureza, é livre.

O que está em discussão é a liberdade de expressão. Por um lado, os principais players da web auferem movimentam seus negócios com a participação de internatuas e, não raro, com obras de terceiros, como músicas e vídeos, a partir de um princípio “subversivo” denominado copyleft.  Por outro lado, a indústria cultural requer dos legisladores mecanismos de controle da utilização indevida de obras de sua propriedade, a partir do princípio do “copyright”.

Quem está certo e quem está errado nesta história? Estou convencido de que não esta a questão, mas sim, de quem vai ganhar esta batalha.

Acredito que é hora da sociedade do conhecimento discutir a questão dos direitos autorais com a maturidade de quem deve reconhecer o direito do autor mas, também, com a humildade de quem reconhece o valor do compartilhamento cultural e livre acesso a todas as camadas da sociedade, evitando a elitização da cultura.

Particulamente, nem defendo ferrenhamente o copyrigh nem sou ativista do copyleft. Acredito, sim, em um “copyflex”, ou seja, um direito autoral que deve ser cobrado de quem ganha dinheiro com o uso da obra de terceiros e a liberação da cobrança a quem utilizar a obra apenas para disseminá-la, reforçar sua expressão ou para fins didáticos.

Gostaria que o prezado leitor se manifestasse. O espaço é de vocês. Sem censura.

Leilão virtual Lances de Vantagens, da Ipiranga, gera desconfianças nos usuários

Como novo produto de fidelização da rede de postos Ipiranga, o leilão virtual “Lances de Vantagens” vem gerando dúvidas nos usuários. Isto porque o site tem registrado inúmeros casos de lances com valores muito superiores ao valor real do produto leiloado.

Um bom é exemplo desta situação é o crédito em combustível no valor de R$ 500,00 arrematado pelo valor de R$ 824,00, enquanto o custo para a rede é de R$ 450,00. Desonestidade do site? Acredito que não, pois a rede vende o produto, no máximo, pelo valor de face a ele atribuído, no caso da gasolina, R$ 500,00.

O que provavelmente vem ocorrendo é a utilização de programas-robô por usuários. O uso destes softwares faz com que o usuário que o adota sempre seja o último a dar o lance nos 20 segundos, vencendo a disputa. Acredito que isto ocorra nos produtos mais atraentes, como o crédito de gasolina e aparelhos eletrônicos modernos. Imagino que não devam ser poucos os “rackers” que façam isto.

É bom que os gestores do site combatam este problema, pois ele afeta a imagem da rede de postos, que vem incrementando cada vez mais seu programa de fidelização de forma criativa. Eu, particularmente, desisti de dar lances no leilão virtual da rede. Pena!

Depois do analfabetismo funcional, o “analfabetismo digital”

A expressão “analfabetismo digital” é uma expressão proposta pelo colunista Gilberto Dimenstein e propõe uma reflexão não sobre a falta de acesso à informática, mas sim a decisão de não aderir a ela ou de não explorar todo potencial positivo que ela pode oferecer às nossas vidas.

A grande proliferação de equipamentos e softwares, muitas vezes, confunde as pessoas sobre o que é necessário para suas vidas digitais. Em alguns casos, adere-se ao supérfluo, em outras subutilizam-se recursos.

É preciso ter um bom senso para definir quais recursos podemos nos valer da informática para nossas vidas. E você, o que acha?

Quase sem querer (Renato Russo)

Se o início do ano é uma época para refletir, que tal esta música de Renato Russo?

QUASE SEM QUERER

Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Sou tão tranqüilo e tão contente.

Quantas chances desperdicei,
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém.

Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia.
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira,
Mas não sou mais
Tão criança a ponto de saber tudo.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você.

Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos!
Sei que, às vezes, uso
Palavras repetidas,
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto.

Já não me preocupo se eu não sei por que.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu quero o mesmo que você.