Adrian Macdonald e a pureza da infância

Morador de uma área rural da Jamaica, Adrian McDonald tem paixão em fotografar plantas e animais.
Em uma dessas sessões, nosso artista se encantou com a inocência e a simplicidade de diversas crianças brincando perto de sua casa.
Com autorização dos pais, Adrian decidiu não perder um minuto de cada momento inesquecível dos pequenos. O resultado se transformou em um maravilhoso trabalho que você confere clicando na foto abaixo!

AdrianMacdonald

 

Anúncios

11 direitos que o consumidor pensa que tem mas não tem

Veja algumas situações em que o consumidor acredita ter direitos, mas a legislação diz o contrário:

1. A troca de produtos não vale para qualquer situação, mas apenas quando há defeito. Por isso, se vai presentear alguém, é sempre bom negociar com o lojista para garantir troca caso a cor não agrade ou o tamanho seja inadequado.

2. A troca não é imediata em caso de defeito. Depois que o produto saiu da loja, em caso de defeito, o Código de Defesa do Consumidor estabelece prazo de 30 dias para reparo. Só depois disso, se o prazo de conserto não for cumprido ou o defeito persistir, é possível trocar por um novo produto ou pedir o dinheiro de volta. Algumas lojas, por liberalidade, fixam um prazo para troca no próprio estabelecimento, em caso de problemas.

3. O prazo de arrependimento da compra, de sete dias, não vale em qualquer situação. Só é válido para compra feita fora do estabelecimento, ou seja, pela internet, a domicílio ou pelo telefone, quando não é possível ver o produto de perto.

4. O comércio não é obrigado a aceitar cheque ou cartão, mas essa informação deve constar em destaque no estabelecimento.

5. Atenção ao comprar produtos de pessoa física, pois nesse caso não há as garantias do Código: a relação de consumo só é estabelecida entre o consumidor e uma pessoa jurídica. Em caso de problemas, será difícil solucioná-los.

6. A devolução em dobro quando há cobrança indevida não é em relação ao valor total pago, mas sim em relação à diferença paga a mais.

7. Quando há dois preços no mesmo produto, vale o menor. Mas quando é claro que houve falha na exposição do valor e não má fé, o consumidor pode não ter direito de adquirir uma TV por R$ 5,00, por exemplo.

8. Há quem ache que a dívida expirou por ser antiga e que o nome não irá aparecer mais no Serasa ou SPC. A dívida pode constar no cadastro de inadimplentes por cinco anos, mas o débito pode ser cobrado normalmente.

9. Por ter plano de saúde, há consumidor que acha ter direito a todo tipo de tratamento, mas é preciso ver a cobertura do contrato e o rol de procedimentos obrigatórios fixado pela Agência Nacional de Saúde.

10. Em caso de sinistro, o segurado precisa acionar o seguro imediatamente e seguir todos os trâmites da empresa. Não vale chamar qualquer guincho para tomar as primeiras providências.

11. Quando há danos a eletrodomésticos por oscilação da energia em decorrência de temporais, não adianta mandar consertar os equipamentos e achar que depois terá ressarcimento da empresa de energia. Para garantir o direito é preciso fazer vários orçamentos e aguardar a aprovação da concessionária de energia após formalizar o pedido de ressarcimento. Ou seja, é preciso tempo e paciência.

Fonte: O Estado de São Paulo

Inbound marketing como alternativa para superar a crise

Inbound

Por Vinicius Ghise

O desenvolvimento de uma sólida estratégia de inbound marketing pode, sim, contribuir para sua empresa superar a crise. Não quer dizer que seja algo simples de ser realizado, mas, com certeza, é um esforço que, comparado a outras estratégias, requer investimento relativamente baixo e que vai gerar não apenas resultados pontuais, mas principalmente um legado de oportunidades que serão colhidas em médio e longo prazo (essa é a parte em que você pensa em abandonar o meu artigo).

Ok. Entendo as suas dúvidas. Todo ano um novo termo chega ao mercado digital e é tão anunciado como a salvação (ou a destruição) da lavoura que cansa. Talvez você precise dar dois passos para trás e observar o inbound marketing com alguma distância para então depois mergulhar de cabeça na metodologia e entender que deveria estar fazendo isso há pelo menos dois anos.

Antes de realmente agir, existe uma série de pontos a serem observados e, dependendo do nível em que sua empresa estiver em relação a isso, pode ser menos ou mais complexo implantar uma estratégia de conteúdo, com um braço de marketing de conteúdo orientado à metodologia de inbound marketing. Vamos a eles:

Com quem sua marca conversa?

O primeiro ponto a ser observado, com muita atenção (pode alavancar ou afundar sua estratégia), é a revisão ou criação do direcionamento da comunicação. Faça o seguinte exercício: abandone a definição ampla de públicos alvo e passe a lidar com personas. Aperfeiçoe a descrição das personas e seja incansável na descoberta dos problemas que essas personas (que podem comprar seus serviços) enfrentam. Organize uma lista tão extensa quanto for possível, e ao lado relacione as soluções que sua empresa pode oferecer.

A jornada de compra deve guiar sua estratégia 

Aprendizado e descoberta. Reconhecimento do problema. Consideração da solução. Decisão de compra. Todo consumidor passa por essas etapas quando busca a solução para um problema que já é de seu conhecimento ou de outros que tem e ainda nem sabe. Tente organizar sua comunicação com base nesses momentos e sua marca será mais efetiva na tentativa de engajar a audiência.

Ao planejar conteúdo, fale sobre os problemas da audiência

Após aperfeiçoar o direcionamento da comunicação por personas, entenda que boa parte da sua pauta de conteúdo deve falar sobre os problemas das personas, sejam conhecidos ou ainda desconhecidos por essas personas. Resumindo: pare de simplesmente oferecer soluções e passe a debater sobre os problemas da audiência. Mantenha seus produtos em anúncios institucionais e fale sobre eles como uma solução aos problemas que estão sendo debatidos. Quando for a hora certa, sua solução será considerada.

Defina quem são os porta-vozes da sua marca

Além de personificar os públicos alvo, debater seus problemas e o oferecer soluções. É muito importante deixar bem claro quem são os porta-vozes da sua marca, pois cedo ou tarde isso vai fazer a diferença. Eles serão os responsáveis por assinar os comunicados (e-mails e posts no blog, por exemplo) para que seja construído um elo de confiança com a audiência. Como definir os porta-vozes? Sua relevância é determinada pela capacidade de falar com propriedade sobre algo ou ainda seu nível de compromisso com a entrega da solução apresentada.

Se todos produzem conteúdo, qual o seu diferencial?

A estratégia de inbound marketing é movida por conteúdo, mas nunca vai funcionar de forma isolada. Retomando, todos os conteúdos oferecidos devem versar sobre a jornada de compra das personas estabelecidas. Além disso, pense em uma maneira de se diferenciar entre as diversas “ofertas” de conteúdo que suas personas recebem diariamente. O entendimento dos problemas da sua audiência vai dar pistas de como se diferenciar.

Isso (não) serve para minha empresa! 

Se você ainda não consegue visualizar como o marketing de conteúdo com orientação inbound pode lhe ajudar sendo uma alternativa para superar a crise, acredite, muitas empresas já o fazem. O fato é que não apenas empresas mega conectadas podem se beneficiar com um esforço de marketing como este. Instituições de ensino, empresas jornalísticas, e-commerce de nicho, hospitais e clínicas, construtoras e imobiliárias, startups e mesmo empresas familiares têm um grande potencial.

Endendi. Quais são os próximos passos?

Após observar cuidadosamente os pontos levantados, a dica é arrumar a casa e então avaliar se há condições de contratar um parceiro para implantação da estratégia ou internalização da demanda. O aspecto positivo de centralizar a estratégia com uma empresa de marketing digital é que o direcionamento de inbound marketing não funciona de forma isolada. Deve estar conectado a todos os esforços de marketing, incluindo a estratégia de mídia, e deve ser operado com ajuda de ferramentas direcionadas ao inbound marketing.

E a crise? Preciso vender mais!

Assim que a estratégia de inbound marketing estiver em funcionamento, você conseguirá entender muito melhor o comportamento dos seus (futuros) clientes, passado a agir de forma muito mais assertiva na operação e segmentação de mídia, por exemplo. A base de e-mails vai finalmente ganhar status estratégico em seus esforços de comunicação e as redes sociais vão, sim, ser portas de entrada para futuras vendas. Tudo isso será visualizado e mensurado por meio do já conhecido método do funil de conversão, e você conseguirá, inclusive, prever a receita gerada com a estratégia de inbound para os próximos meses. Com esse novo direcionamento, sua empresa não apenas descobrirá uma nova fonte de negócios como garantirá resultados muito além da crise.

Fonte: www.viniciusghise.com.br/

Capacidade de performance no Facebook ainda não é totalmente explorada

performance

O Facebook alcançou recentemente a marca de 1,4 bilhão de usuários ativos, demonstrando o sucesso de adesão da rede. Esse número é representa um quinto da população mundial, dos quais 64% acessam a rede social diariamente. Por outro lado, se, na frente voltada ao consumidor, o Facebook apresenta sucesso e eficiência inquestionáveis, ainda não se pode dizer o mesmo sobre o principal produto que oferece para as empresas: publicidade paga.

Mas, como uma rede social que agrega 20% da população mundial pode ter sua eficiência em publicidade questionada? Parece absurdo, mas a resposta está em uma única palavra: performance. Talvez um anunciante acostumado com a publicidade off-line, desde o carro de som ao anúncio televisivo em horário nobre, veja na possibilidade de anunciar no Facebook e suas incontáveis opções de formatos e segmentações um oceano azul a ser explorado. E, nessa perspectiva, tem razão.

Por outro lado, o anunciante acostumado com a precisão do marketing digital, com o acompanhamento de métricas como retorno sobre o investimento (ROI), custo por aquisição e taxa de conversão, com certeza ainda tem uma grande dúvida: afinal, o Facebook é apenas uma mídia social para ser usada como canal de contato com o consumidor e construção de marca ou é também uma mídia de performance e resultados concretos? Mas a pergunta certa a se fazer é: o Facebook é uma mídia de performance para o meu negócio? Essa pergunta só será respondida na prática.

O segredo é explorar as possibilidades aos poucos. Reserve uma pequena fatia do seu orçamento e veja qual retorno isso te dá. Tenha paciência e otimize. O seu público-alvo com certeza está no Facebook. Você só precisa descobrir como achá-lo e isso pode demorar. Estude as ferramentas, teste diferentes segmentações: públicos personalizados e similares, remarketing, gênero, idade, ocupação. As possibilidades são muitas. Também é necessária uma atenção especial a modelos de atribuição. Suas campanhas podem não apresentar o ROI dos sonhos, mas podem trazer clientes valiosos, que, mesmo sendo inicialmente mais caros, não seriam impactados por outras mídias. Um bom modelo de atribuição dirá se isso está ou não acontecendo.

O que pode ser dito com certeza é que o Facebook está amadurecendo como uma mídia de performance a passos largos. Foram muitos os avanços de um ano para cá: anúncios carrossel, dynamic product ads (anúncios gerados a partir de um feed de produtos), anúncios da coluna direita mais atrativos, audience insights, mais opções de segmentação, otimização das ferramentas de gestão, dentre muitos outros. O fato é que o Facebook continuará evoluindo até se tornar tão incontestável como mídia quanto como rede social. A pergunta que fica é: quão maduras estarão as suas estratégias em Facebook Ads quando essa hora chegar?

Fonte: Proxxima

 

 

Esse motorista corre!

Informar Julho15

 

Nesta semana saiu nossa quinta edição do jornal Informar+, órgão oficial de comunicação da Viação Marechal Brasília.

A edição, traz entre outros destaques, a história do motorista Eustáquio Mariano, que treina cerca de 40 km por semana e já disputou certames importantes, entre elas a Corrida de São Silvestre.

Este número do Informar+ também apresenta a novidade do aplicativo Moovit, que agora conta com o trajeto dos veículos da empresa em tempo real.

Acesse o link abaixo e conheça o jornal Informar+

Informar Julho15

A uma porta do seu destino

A rede ferroviária da França, SNCF (Société Nationale des Chemins de fer Français), opera uma das melhores redes de comboios do mundo  e quis provar que chega  a muitos lugares. Para isso, em parceria com a TBWA Paris, criou uma ação que tenta mostrar que qualquer uma das principais cidades europeias está ao alcance do “abrir uma porta”.

Em algumas ruas da cidade de Paris foram colocadas misteriosas portas ligadas a praças de diversas capitais da Europa. Abrindo cada uma dessas portas, fica-se de frente a uma tela onde se pode ver, em tempo real, o que está acontecendo naquela cidade específica. Pode-se jogar com um mímico em Milão, ter seus retratos desenhados em Bruxelas, dançar com um grupo de hip-hop em Barcelona, compartilhar um romântico passeio de barco no Lago de Genebra, ou mesmo participar de um grupo de jovens alemães em um passeio de bicicleta em Stuttgart, na Alemanha.

Essas experiências interativas e divertidas procuram mostrar a todos que a Europa toda está logo ali, atrás da porta! Não é legal?!!!

7 Mitos da área comercial que impactam as vendas

vendasUm interessante artigo do Eyes on Sales apresenta “7 Mitos” que impactam as vendas de uma organização. São eles:

1) Preço – O que importa para o consumidor não é o preço mais baixo, mas sim obter o melhor produto com o dinheiro que dispõe;

2) Qualquer um pode trabalhar com vendas: o vendedor talentoso é inato e não são muitas as pessoas que podem aprender a vender – apenas as persistentes;

3) Bons vendedores serão bons gerentes – o bom vendedor sente-se mais à vontade no campo, auto-gerenciando o seu trabalho. A promoção para um cargo gerencial pode matar o bom vendedor e não necessariamente gerar um bom administrador.

4) Vendas = motivação: um vendedor técnico, com um longo ciclo de vendas, vai precisar de técnicas de vendas muito diferentes de um vendedor de varejo;

5) É obrigatório usar CRM: a tecnologia do CRM serve para ajudar o vendedor, não para obriga-lo a mudar o que faz. Além disso, quem constrói relacionamentos são as pessoas, e não o CRM.

6) A Internet aumenta a eficácia comercial: como o CRM, a Internet é uma ferramenta e não um fim em si mesma;

7) O vendedor tem que fechar novos negócios constantemente: mais que ficar atrás de novos clientes incessantemente, o vendedor tem que focar no crescimento de negócios com os clientes atuais, através  do aumento de relacionamento

Promoção de vendas constrói marcas?

promo

A discussão é antiga: promoção de vendas constrói marcas?

Na minha opinião, creio que a resposta é “depende”.  Depende da agressividade da estratégia de promoção de vendas escolhida e da freqüência com que se utiliza esta ferramenta. Ao longo do planejamento de marketing, utilizar ações de promoção de vendas é até salutar. Mas utilizada em excesso, pode chegar a afetar a própria credibilidade da empresa.

Lembro-me que, na minha infância, assistia freqüentemente a comerciais de uma loja de varejo de Taguatinga, denominada Lojas Map, que tinha como símbolo um leão. Toda semana, veiculavam a informação de que estavam em promoção. De tanto anunciarem suas promoções, as Lojas Map perderam a credibilidade e viraram motivo de piadas. As Lojas Map, hoje, estão apenas na memória de quem viveu esta época.