Truques de marketing dos supermercados

Você sabe quais são os truques dos supermercados para seduzir o consumidor no ponto de venda? O vídeo acima, apresentado pelo professor Ricardo Pastore, do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, apresenta algumas das táticas do varejo para vender mais. O arsenal é grande e vale a pena conhecer as armas utilizadas pelos gigantes do varejo de alimentos.

McDonald’s oferece café da manhã gratuito para clientes de pijama

Mccafé

Isso que você leu no título não está errado. o McDonal’s vai oferecer um dos seus mais populares pratos, o cappuccino e o croissant, de forma gratuita para consumidores na Itália.

Segundo o Mcdonalds.it, a única exigência é que o cliente se apresente ao estabelecimento vestido de pijama, entre o horário das 7h30 às 10h30, em qualquer uma das mais de 500 lojas do McDonald’s da Itália.

Vale salientar que os clientes poderão ainda tomar o café da manhã de forma gratuita por mais 24 manhãs sucessivas.

Ah, a ação não acaba por aqui. Em alguma das lojas os clientes poderão ainda repousar em uma cama de casal, disponibilizada dentro do estabelecimento, que, segundo a empresa, servirá como set fotográfico para selfies e fotos de recordação.

Vamos torcer para que o McDonald’s adote a mesma ação aqui no Brasil. Já imaginou ganhar café da manhã gratuitamente e vestido confortavelmente de pijama?

Fonte: Administradores

Rede varejista americana a caminho do Brasil

Stitched Panorama

Um dos gigantes do varejo mundial está prestes a pisar no Brasil. E deve desembarcar pelo Aeroporto de Viracopos. A norte-americana Costco está negociando a compra de um terreno nas cercanias de Campinas, onde pretende instalar sua primeira loja no país. A próxima parada deve ser no Rio de Janeiro, mais precisamente na Baixada Fluminense, por onde executivos da companhia também circularam recentemente em busca de uma propriedade.

(Fonte: Relatório Reservado)

Propaganda cooperada: auxílio estratégico ou simples fonte de renda para o varejo?

Propaganda cooperada é aquela cujos custos de criação, produção e veiculação são rateados por duas ou mais empresas que possuem interesse complementar na venda de determinado produto ou serviço. Exemplo: uma indústria ajusta com uma revendedora de seus produtos uma peça ou campanha publicitária, divulgando mensagens como “produto X você só encontra na revendedora Y”.

A viabilização deste tipo de propaganda é salutar para a relação da indústria, que tem interesse em ampliar o posicionamento de seu produto em determinado mercado, e para o varejo, que permanentemente necessita divulgar suas ofertas e escoar os produtos que revende. Normalmente, a empresa varejista executa a campanha e encaminha os comprovantes de despesas e de veiculação à indústria, para reembolso em dinheiro ou bonificação/desconto em produtos. O sistema seria perfeito não fosse o interesse exagerado dos varejistas em gerar receita. Ao perceber seu poder de barganha com a indústria, muitos varejistas estão negociando ao extremo a contribuição daquela nos custos a níveis absurdos.

Alguns casos extremos são emblemáticos. Recentemente, uma profissional de propaganda me revelou que encomendara panfletos a uma gráfica para ação de panfletagem nas ruas. A ideia de seu cliente, uma rede revendedora de tintas, seria custear a impressão em regime de propaganda cooperada com uma indústria. Apesar de alertado, o varejista insistiu na produção dos impressos sem qualquer menção a produtos do fabricante parceiro. Resultado: o cooperado não aceitou dividir os custos com o varejista e uma nova impressão teve de ser refeita, desta vez seguindo as diretrizes de marketing do fabricante.

Assim como esse varejista, muitos estão procurando “sugar” ao máximo verbas dos fabricantes. A adesão das indústrias à propaganda cooperada, na verdade, é uma questão de conveniência. De acordo com cada mercado onde atua, a indústria destina mais ou menos verbas para seus parceiros locais.

Os departamentos de marketing dos fabricantes estão atentos às suas necessidades locais, mas também sabem que alguns varejistas tem exagerado na prestação de contas, alguns deles inclusive com notas frias e superfaturadas. Será, então, que as indústrias não estão repassando estes custos para seus produtos?