Google+ é a segunda maior rede social do mundo

Se alguém tinha dúvida do sucesso da rede social Google+, as estatísticas oficiais agora comprovam o crescimento de uma das mais recentes ferramentas da empresa que se notabilizou pelo mecanismo de busca.

Uma pesquisa empreendida pela Global Web Index mostra que o Google+ superou o Twitter e assumiu a segunda posição entre as redes sociais no mundo. A pesquisa envolveu 31 países e registrou um aumento de 27% do uso da rede social do Google neste mercado. O Facebook continua na liderança, com cerca de 1 bilhão de usuários, tendo aumentado em 33% a sua base.

O estudo destacou que a rede social do Google possui, atualmente, cerca de 343 milhões de usuários ativos, enquanto o Twitter soma pouco mais de 300 milhões – número semelhante ao do YouTube, que divide a terceira posição do ranking.

Segundo o Global Web Index, 51% dos internautas têm conta no Facebook, enquanto 25% possuem perfis no Google+ e 21% usam o Twitter.

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Boate Kiss, nunca mais!

O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria-RS, vitimou, oficialmente, 234 pessoas, além de mais de uma centena de feridos ainda internados em estado grave.

Esta tragédia ocorreu em apenas 5 minutos e mobiliza todos os segmentos da sociedade que se preocupam com a segurança nos estabelecimentos de lazer

O crescimento do setor de entretenimento brasileiro, mais cedo ou mais tarde, revelaria o descaso com que muitos empresários tratam seu negócio e seu público. Nos últimos dias, muito se tem discutido sobre os procedimentos de segurança que as casas noturnas deveriam praticar para assegurar a correta prevenção contra sinistros ou a imediata evacuação em caso de eventos incontroláveis.

As autoridades de cada município brasileiro certamente tomarão atitudes nesta semana para demonstrar preocupação com seus cidadãos, mas isto será pouco. Será necessário tolerância zero aos empresários que sempre procuram protelar as providências necessárias para se conformar as regras estabelecidas pelo corpo de bombeiros e pela defesa civil.

Como professor universitário e pai, fiquei sensibilizada com a perda de tantos jovens estudantes que certamente teriam um futuro brilhante. Uma vida interrompida pelo descaso de empresários gananciosos que mais se preocupam em controle burocrático do que com a segurança de seus freqüentadores.

O que é um marketeiro?

A expressão “marketeiro” pode ser compreendida como um simples aportuguesamento da expressão marketeer, destinada a identificar o profissional de marketing, normalmente o gestor. No ambiente eleitoral, este termo é utilizado para qualificar o profissional de publicidade que está por trás das estratégias de campanha de um determinado candidato.

Há quem utilize de forma pejorativa: (“Esse cara é marketeiro!”), para qualificar negativamente o profissional. Mas há muitos que a utilizam para simplesmente identificar o profissional de marketing. Pessoalmente, prefiro as expressões “gestor de marketing”, “gerente de marketing” ou “estrategista de marketing”. E você?

Faber Castell inova com caneta vai e vem

Atuando no segmento premium de produtos para papelaria, a Faber Castell, de olho na força excessiva que alguns usuários fazem sobre a caneta hidrocor, resolveu criar uma linha de produtos com a tecnologia vai e vem. Ao invés do usuário quebrar a ponta, esta se retrai sempre que é pressionada com maior força. O resultado é um produto com inovação simples, mas eficiente. Que tal?

Latas de Coca-Cola virão com destinos turísticos

Em 2012, a estratégia vencedora da Coca-Cola zero foi a produção de latinhas de refrigerante com os nomes mais utilizados, virando verdadeira febre a procura das mesmas pelos titulares dos nomes. Somente no aplicativo da marca, foram mais de 7 milhões de latas virtuais criadas. 

Desta vez, a empresa anunciou sua nova campanha que traz o conceito “Quanto Mais Viagens Melhor”. Para estampar as embalagens da marca foram escolhidos os 100 destinos mais desejados pelos brasileiros, sendo 80 nacionais e 20 internacionais, que se somam a 50 novos nomes. Há destinos para todos os gostos: cidades cosmopolitas, praias paradisíacas, lugares montanhosos e exóticos. Entre eles estão: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Floripa, Milagres, Torres, Maraú, Jalapão, Londres e Dubai.

A campanha contempla também filme para TV e conteúdos em mídias sociais. Na fanpage da marca, o usuário encontrará dicas sobre os destinos e um aplicativo criado especialmente para a campanha, onde os usuários poderão compartilhar fotos das suas viagens inesquecíveis e customizar latinhas. A campanha inclui ainda uma parceria com a Azul Linhas Aéreas.

6 tendências para o Agora

As empresas que desejam garantir sua sobrevivência no futuro precisam olhar as transformações sociais, entender o meio onde estão inseridas e reparar em como o relacionamento com seus consumidores está evoluindo.

É o que conclui o estudo “6 Tendências para o Agora” desenvolvido pela Tátil Design de Ideias. Eis a lista apontada pela empresa especializada em design e branding:

1 – Poder para Todos
Muitas indústrias trabalham com patentes e a sociedade está acostumada a lidar com restrições, bloqueios e rótulos. Mas as gerações mais jovens nasceram com uma perspectiva diferente sobre o assunto e se acostumaram a não pagar por informação, música, entre outros. Surge, assim, um movimento que se fortalece a cada dia baseado nos conceitos de informação livre, criação compartilhada e descentralização dos pólos produtores de conteúdo.

2 – Monitoramento
Colher dados sobre como as pessoas se comportam, consomem e vivem é uma iniciativa cada vez mais comum por parte das organizações. O mais importante, no entanto, é analisar os números e gráficos e entender o que está por trás desses indicativos para poder usá-los em planejamento estratégico e na criação de ferramentas realmente úteis e eficientes para seus públicos.

3 – Declínio da Propriedade
Os bens materiais têm atributos que agregam valores aos seus usuários e são considerados uma forma de identificar alguém como pertencente ou não a um determinado grupo ou clã. As marcas têm usado isso a seu favor, mas agora a noção de posse se apresenta de maneira diferente. As pessoas começam a questionar qual a real ligação dos produtos com a maneira e possibilidades de se desfrutar a vida. A percepção de que os produtos não trazem necessariamente felicidade têm feito alguns itens como casa e carro próprios serem substituídos por serviços alternativos à compra. É o caso do aluguel de bicicleta e filmes virtuais.

4 – Hackathon
O termo Hackathon une os conceitos de programação (Hack) e maratona (marathon) e tem sido usado pelas empresas para testar a eficiência de novas ideias de forma rápida. Por botar quase instantaneamente em prática o que antes só estava no papel, essa forma de buscar novos projetos tem ganhado vantagem em cima do brainstorm. A possibilidade de testar o que dá ou não certo e apostar em desenvolvimento contínuo tem feito muitas incubadoras e aceleradoras a enxergarem as startups como as empresas do futuro.

5 – Eu Amo Minha Cidade
Constata-se um resgate à valorização dos traços individuais e da disseminação de conversas e debates por parte das pessoas sobre a cidade, a cultura e o país onde vivem. Os grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas em 2016, colocam as cidades sede em uma posição de evidência diante do mundo e influenciam o povo de cada uma a perceber seus territórios de forma mais atenta. Com isso, é possível olhar para dentro, reparar mais nos problemas e fazer algo para mudá-los. Para aproveitar a euforia nacional, é cada vez mais comum que as empresas desenvolvam ações que dialogam com a paixão de ser brasileiro ou pertencer a determinado Estado.

6 – Valor Compartilhado
O lucro é a principal preocupação de qualquer companhia, mas o retorno financeiro não é o único parâmetro que deve ser levado em consideração e avaliado em um negócio. Outros capitais como o humano, o cultural e o social ganham importância e influenciam a relação entre marcas e consumidores. As empresas entendem, cada vez mais, que precisam ser relevantes para as pessoas em situações e contextos mais amplos e não apenas na hora do consumo. Com isso, cresce o número daquelas preocupadas em agir na vizinhança dos locais onde estão instaladas suas fábricas e sedes e atingir positivamente todo o público envolvido em suas cadeias de processos.

Definição de Marketing Promocional

Eis a nova definição de marketing promocional, segundo a associação que representa a categoria, a AMPRO: “Marketing Promocional é comunicação de marca com objetivo de incrementar a percepção de seu valor por meio de técnicas promocionais e pontos de contato que ativem a compra, o uso, a fidelização ou a experiência de produtos e serviços”.

Shopping paulista quer exclusividade na expressão “Bota Fora”

Shopping quer exclusividade no uso da expressão

Shopping quer exclusividade no uso da expressão

O Shopping D&D, de São Paulo, está notificando lojas de decoração concorrentes que usam o termo “bota fora”. O shopping registrou a expressão como marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) em abril de 2007, de acordo com informações do jornal Valor Econômico publicadas nesta segunda-feira.

O D&D notificou empresas e já entrou com duas ações contra o uso da expressão, de acordo com o jornal. A loja de móveis Sylvia Design chegou a entrar com um pedido de nulidade da marca na Justiça, por considerar que a expressão é de uso comum em liquidações, mas o pedido foi negado pela 10ª Vara Cível de São Paulo, conforme a publicação.

Registrar expressões comuns em linquidações não é exclusividade daquele centro comercial. Tempos atrás, as Casas Bahia registraram a expressão “Só amanhã” também no INPI.

Acredito que o órgão governamental está se prestando ao registro inócuo de expressões que devem ser de livre utilização pelo varejo. Registrar expressões comerciais comuns me parece um grande oportunismo de empresas que deveriam se preocupar em registrara apenas suas marcas e buscar variar semanalmente o seu discurso, no que os publicitários podem auxiliar com maestria.

Artistas homenageiam rádio em campanha da ABERT

Com vozes de músicos como Chitãozinho e Xororó, Zezé de Camargo e Luciano, Elba Ramalho, Paula Fernandes, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Michel Teló, Fagner, Sandra de Sá, Preta Gil, Lulu Santos, e muitos outros, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) ressalta o valor da comunicação radiofônica e televisiva em campanha divulgada recentemente. No vídeo, os artistas cantam o jingle criado por Sergio Valente da agência DM9, que fala da importância que o rádio e a TV representam no Brasil ao levar informação, entretenimento, cultura e educação aos quase 200 milhões de brasileiros.
A direção artística do vídeo é de João Daniel Tikhomiroff, da agência Mixer.“Fazemos isso com qualidade, tecnologia e talento. Por isso, a radiodifusão brasileira é referência internacional”, afirma o presidente da ABERT, Emanuel Soares Carneiro.

Nova mídia nos ônibus brasilienses

Hoje tive contato com uma nova mídia que está sendo utilizada nos ônibus do Distrito Federal. Com o nome popular de “Tá na Mão”, este suporte constitui uma mídia funcional, pois além de  permitir que o usuário se apóie para se proteger dos solavancos do veículo, ainda oferece espaço para a inserção de mensagens publicitárias dos mais diversos anunciantes.

Desde que disponíveis em roteiros variados da cidade, poderá se tornar um complemento importante em campanhas publicitárias. O curioso é que hoje utilizei o transporte coletivo e percebi que nenhum passageiro utilizou o suporte, preferindo se apoiar nas tradicionais barras metálicas. O hábito será uma questão de tempo, mas dependerá da segurança do equipamento.

O desafio de adaptar um empreendimento às adversidades

Hoje estive com um empresário na área de metal-mecânica que me fez refletir sobre os desafios de adaptar a empresa a um longo período de perspectivas negativas. A situação enfrentada por ele há anos o faz considerar a hipótese de vender seu negócio.

O referido empresário me relatou que atua há 30 anos no mercado, possui uma marca que é  referência em sua área, mas cujas vendas não estão decolando por inúmeras adversidades. A primeira é a inércia do governo local em abrir novas concorrências no seu segmento. A segunda são os poucos pedidos que empresas da construção civil estão  demandando. A terceira seria a redução nos pedidos de escolas públicas e privadas. Isto para não falar no custo de impostos, empréstimos e folha de pagamento.

Quando seus principais públicos-alvo não demandam mais pedidos como outrora, torna-se necessário rever o negócio. Estamos falando em rever preços, processos e até a promoção da empresa. Este empresário pode ter feito bem seu dever de casa durante anos, mas pode não estar antenado com os mecanismos atuais de promoção.

Sempre há um caminho a seguir, mesmo quando a situação é como a descrita por este empresário brasiliense. Caso a revisão de processos, produto, gestão e promoção não surta efeito, ainda há um caminho: desativar a indústria e transformar-se em empresa exclusivamente de comércio para marcas de terceiros.

Crowdfunding se consolida como modalidade alternativa de financiamento

Aquela ideia brilhante para um novo negócio pode ser financiada por um monte de pessoas que também acreditem nela. O crowdfunding, prática surgida nos EUA em 2009 e  que decolou em 2010, com o site KickStarter, ainda é uma novidade no Brasil – mas, embora não movimente milhões de dólares como lá, aqui a modalidade já caminha para direções ainda mais inovadoras, com pelo menos três sites relevantes de propostas e “personalidades” próprias.

Em janeiro de 2011, surgiu o Catarse. É o mais parecido com o americano KickStarter e já arrecadou cerca de R$ 86 mil, para 21 projetos aprovados. Para colocar uma ideia no ar, o candidato precisa dizer quanto ela vai custar, em quantos dias ele quer arrecadar a quantia e o que será oferecido como recompensa para quem ajudar. Assim como no modelo dos EUA, a lógica do “tudo ou nada” também vale: se a “vaquinha” não atingir o valor proposto, todo dinheiro é devolvido, para ninguém correr o risco de ajudar projetos que não sairão do papel.

Os pedidos giram em torno de R$ 5 mil – os projetos baratos também são algo típico do KickStarter – e, se as contribuições ultrapassarem o valor, sorte de quem pediu.

Outro modelo inovador de crowdfunding criado no Brasil é o Queremos. O site, além de arrecadar dinheiro para os projetos, também se envolve na produção – normalmente, são shows que não aconteceriam no Brasil caso os fãs não ajudassem a pagar para trazer as bandas para cá. A iniciativa já promoveu apresentações de Mayer Hawthorne, Vampire Weekend e Miike Snow.

Como isto é patrocinado? Primeiro, isso ocorre através de grupos de ‘investidores anjos’, indivíduos dispostos a correr o risco de ajudar um novo negócio, que se reúnem em organizações como YCombinator, Common Angel, Band of Angels e 500Startups. O ponto alto são os ‘demo days’, eventos que parecem o American Idol do financiamento digital. Neles, os donos das ideias têm três minutos para convencer os donos do dinheiro de que aquele site pode ser o próximo Facebook, ou o aplicativo ser um novo Angry Birds. Depois, recebem um rápido feedback sobre a apresentação.

Um dos segredos do site é a forma simples como ele funciona. O criador pede uma determinada quantia (normalmente, em torno de US$ 15 mil), que deve conseguida num certo tempo (por exemplo, 40 dias). Se ao final do período a vaquinha não tiver batido a meta, o dinheiro volta para a mão dos doadores, assim ninguém corre o risco de colocar dólares em algo que jamais irá acontecer. Atualmente, oito projetos são lançados a cada dia e US$ 1 milhão é arrecadado por semana no site.

O crowfunding é uma modalidade de financiamento ideal para empreendedores com boas idéias e nenhum dinheiro. Acesse os sites e se informe melhor. Pode valer a pena!