O que é marketing esportivo?

MarketingEsportivo

Marketing esportivo é o processo de elaborar e implementar atividades de produção, formação de preço, promoção e distribuição de um produto esportivo para satisfazer as necessidades ou desejos de consumidores e realizar os objetivos da empresa (Pitts & Stolar).

Desdobramento natural do patrocínio, o marketing esportivo representa a associação da marca de uma empresa a uma agremiação, de forma a alavancar os negócios e posicionar a imagem do patrocinador. Um bom exemplo de como esta filosofia é praticada está na equipe de basquete do Uniceub, em Brasília, que patrocina a equipe do Instituto Viver Basquetebol (IVB). Este time originalmente chamava-se Universo e constituía-se em estratégia de entrada da Universidade Salgado de Oliveira na Capital Federal. Embora a estratégia tenha sido vitoriosa para a Universo, a instituição de ensino superior desistiu de abrir unidades do Distrito Federal. O legado da equipe criada em 2000 foi absorvido pelo Centro Universitário de Brasília, rebatizando a equipe para Uniceub/BRB/Brasília.

A estratégia do Uniceub foi acertada, pois a equipe conquistou o tricampeonato do Novo Basquete Brasil (NBB),  a quarta conquista do IVB em seis finais consecutivas, conquista a hegemonia nacional na modalidade. Os ganhos de imagem para a universidade foram inúmeros, tanto em mídia quanto em posicionamento de imagem, sem falar na influência indireta no aumento de matrículas da instituição. Cabe lembrar que a boa gestão empresarial e de marketing do Uniceub contribui sobremaneira para a sinergia de esforços em prol dos resultados esperados.

 

 

 

Red Bull investe em equipe de futebol

RB

Após investir em uma escuderia novata e dominar a Fórmula 1 por algumas temporadas, a Red Bull agora investe em uma equipe de futebol. Fundado em 2007, o Red Bull Brasil estreia no Paulista em 1º de fevereiro, contra o Capivariano, outro time que veio da Série A-2 do Paulista. Assim, o time de Campinas celebra a conquista da primeira etapa de seu projeto esportivo no país, que almeja a elite em âmbito nacional e atrair torcedores com um novo conceito de espetáculo. E nesse projeto, o êxito da marca na F1 representa uma inspiração assumida.

No futebol brasileiro, o grande desafio é atrair um novo tipo de torcedor, com a oferta de um espetáculo mais caprichado em relação aos padrões convencionais dos estádios do país.

O clube novato firmou parceria com a Ponte Preta para usar o estádio Moisés Lucarelli como casa até 2017. No entanto, em caso de confronto entre os clubes, a centenária equipe de Campinas mantém o vestiário número 1 e não mexe no lugar de seus torcedores na arquibancada.

No elenco que trabalha para o Campeonato Paulista, o nome mais conhecido é o do zagueiro Fabiano Eller, ex-Inter e Santos. O grupo também conta com o atacante Gabriel Barcos, uma espécie de “pirata genérico”, em menção ao argentino do Grêmio.

A participação de estreia do time na elite paulista está nas mãos de Maurício Barbieri, jovem técnico de apenas 33 anos, com passagem pelo Audax do Rio. O treinador está no clube desde 2013 e foi o responsável pelo acesso do “Toro Loko”.  O primeiro desafio contra um grande do Estado acontecerá na 3ª rodada, diante do Santos, na Vila Belmiro. A tabela da primeira fase também prevê que o Red Bull receba o Palmeiras no Moisés Lucarelli.

A nova investida marca uma série de estratégias ousadas e ambiciosas para a marca manter a participação de 44% no mercado brasileiro de energéticos, uma categoria praticamente criada pela Red Bull. Mais um ponto para a marque “que te dá asas”!

D’alessandro, liderança e o ambiente corporativo

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Sempre dou uma pausa neste blog para comentar conquistas coloradas, pois ninguém é de ferro e merece comemorar uma grande conquista de seu time. Mas hoje não tratarei apenas do futebol praticado pelo tetracampeão gaúcho Internacional. Falarei sobre liderança.

Estou me referindo a Andrés D’Alessandro, armador e cérebro do time, que possui características que podemos comparar como virtudes necessárias a qualquer líder empresarial.

Para começar, o argentino está no time há 6 anos e já colecionou muitas taças, graças à sua principal virtude: determinação. Ele é, de longe, o mais determinado dos jogadores colorados, com espírito combativo e buscando sempre o melhor resultado.

A segunda virtude é a lealdade. Por diversas vezes, o meia disse não a propostas de outros clubes, por acreditar no projeto de seu time. A aposta deu certo, pois ele foi campeão gaúcho por 4 ocasiões e ainda colocou em sua conta uma Libertadores da América e uma copa sulamericana, além de torneios menores.

A terceira qualidade do líder colorado é a liderança. Antes indisciplinado, ao receber a braçadeira de capitão da equipe D’Alessandro transformou-se e passou a ser exemplo de caráter nos treinamentos e nos jogos, onde não raro é visto apartando brigas, mas defendendo com energia seus companheiros perante os adversários.

Por fim, o craque colorado demonstra muito comprometimento com sua torcida, sempre se responsabilizando por resultados que esta deseja. Em uma analogia com o ambiente corporativo, isto pode ser comparado a orientação para o cliente, uma filosofia que deveria ser seguida por todas as empresas que desejam sucesso.

Andrés D’Alessandro, enfim, incorpora diversas características que fazem um líder ser admirado, respeitado e seguido. No caso do futebol, essas características levam um jogador a ser referência na história do clube, como o craque argentino já é.

Atlético-MG: mais uma bela história de superação

Um craque desacreditado. Um artilheiro desacreditado. Um técnico que nunca ganhou um título além dos campeonatos regionais. Torcedores que sempre acompanham seu time jogar partidas finais de campeonatos importantes mas nunca conquistá-los.

Este é o ingrediente de uma história que terminou com final feliz nesta quarta-feira, em Belo Horizonte, tendo como platéia o mundo inteiro.

Após 41 anos, o Clube Atlético Mineiro conquistou a Taça Libertadores na situação mais adversa possível. Necessitando ganhar por 3 a 0 para conquistar o torneio, venceu por 2 a 0 no tempo normal e venceu nos pênaltis a resistente equipe do Olímpia, do Paraguai.

Após partidas emocionantes com finais quase impossíveis, o Atlético Mineiro conquistou a cobiçada taça com mérito e muita superação, sob o mantra “Eu acredito”.

Uma bela história daquelas que guardam uma bela lição também para o mundo corporativo: sua empresa pode estar desacreditada, mas com o apoio de seus colaboradores, é possível devolvê-la ao Olimpo, com muito trabalho e fé, por mais impossível que pareça a vitória.

 

Sucesso no Mundial de Clubes desafia o marketing do Corinthians

A ilustração acima apresenta a evolução da marca do S.C. Corinthians ao longo do século XX.

A conquista do Bicampeonato Mundial de Clubes pelo Sport Clube Corinthians é inquestionável. A invasão de seus torcedores nas cidades e estádios do Japão impressionou, demonstrando a força de sua marca, representada pela maior torcida do país, já superando a do Flamengo. Não sou corinthiano, mas reconheço que o clube-empresa tem feito bem o seu dever de casa. Quem dera outros clubes fossem assim…

Sucesso nos campos e na gestão, o Corinthians agora se vê diante de um belo desafio: consolidar sua marca no plano internacional. Fatores positivos para esta empreitada não faltam: boa gestão, criatividade, grande torcida e um nome fácil de ser falado em qualquer idioma, graças à sua origem inglesa.

Está nas mãos do departamento de marketing do clube, com apoio da diretoria, a missão de capitalizar esta fama internacional para angariar mais associados tanto no Brasil quanto no exterior. A marca Corinthians possui muita força e, se os profissionais da área souberem lançar mão das mesmas ferramentas utilizadas por Barcelona, Chelsea e Real Madrid, a internacionalização do clube será uma realidade, junto com um maior faturamento.

O que o clube deve fazer? Minha sugestão é contratar atletas com nomes de impacto, agilizar a construção de seu estádio, fazer excursões no exterior e licenciar sua marca para um número maior de indústrias no País e no exterior.

O Corinthians tem tudo para ser uma marca consolidada, desde que faça o dever de casa que o Flamengo, por exemplo, não fez. Aposto na capacidade dos dirigentes alvi-negros.

O que está por trás da renovação de contrato de Felipe Massa

A renovação do contrato da Ferrari com Felipe Massa, por mais um ano, é muito mais do que uma relação trabalhista bem-sucedida. Uma grande escuderia ter um piloto brasileiro em seus quadros é uma estratégia garantida de retorno em mídia e marketing, principalmente se sua parceira for uma indústria automobilística. Sabe-se que a Ferraria faz parte do mesmo grupo da Fiat, primeiro lugar em vendas no Brasil. A conexão emocional desta marca com Felipe Massa é uma tática adequada à imagem daquela indústria automobilística. A marca Ferrari também se beneficia, pois torna-se ainda mais simpática aos não poucos brasileiros endinheirados que podem comprar uma de suas “jóias”.

A primeira vez que uma indústria automobilística associou seu nome ao de um piloto brasileiro foi com Nelson Piquet, nos anos 80. Na época, a escuderia do piloto recebia o aporte tecnológic dos motores da Honda, então dedicada a motocicletas e iniciante na produção de carros de passeio. Por vários anos a parceria Honda-Piquet rendeu boa imagem à indústria japonesa, que pode iniciar suas vendas de automóveis no Brasil nos anos 80 com uma marca consolidada à qualidade. Não foi à toa que nas últimas décadas a marca Honda foi uma das de maior valor de revenda no País, juntamente com a Toyota.

No final dos anos 80 e início dos anos 90, Ayton Senna também alavancou aquela marca de veículos, bem como Rubens Barrichello. Agora, Felipe Massa é a bola mercadológica da vez.

Lionel Messi: de autista anão a melhor jogador do mundo

Entre as lições que o mundo nos oferece, gostaria de falar hoje sobre Lionel Messi, cujo esforço da família foi decisivo para que se tornasse o maior jogador da atualidade.

O craque argentino foi diagnosticado autista aos 8 anos. Aos 13 era anão, com 1,10 m de altura. Tratado com hormônios, cresceu 59 centímetros e hoje encanta o mundo do futebol, com um jeito singular de conduzir a bola colada ao genial pé esquerdo. O mundo se rende ao talento de “La Pulga”.

O miúdo de 16 anos que vestiu pela primeira vez a camisa da equipe principal do Barcelona num jogo com o F. C. Porto, em 16 de Novembro de 2003, na inauguração do Estádio do Dragão, agora caminha sobre a água, é ainda o mesmo menino que sobrevoou o Atlântico, em 2000, para se curar de uma patologia hormonal. Em Rosário, Argentina, os prognósticos médicos eram desanimadores: sem tratamento eficaz contra o nanismo, Lionel chegaria à idade adulta com 1,50 metros, no máximo.

Os diagnósticos alarmaram os Messi. O custo do tratamento também: mil euros mensais, ou seja, quatro meses de rendimentos da família de La Heras, um bairro pobre de Rosário. Mas o pai de Lionel não se resignou. Sabia que o filho, pequeno no corpo, era gigante no talento. E não aceitou a fatalidade.

Nessa altura, o prodígio de dez anos despontava no Newells Boys, driblando garotos com o dobro do tamanho e marcando um gol atrás do outro. O pai sugeriu ao clube que pagasse os tratamentos de Lionel. A resposta foi negativa. E o mesmo sucedeu quando os Messi foram bater à porta do grande River Plate.

Na adversidade, a família Messi teve mais força, com a ajuda de uma tia de Lionel, emigrada na Catalunha. E foi assim, em 2000, ainda antes de completar 13 anos, que Lionel e os pais viajaram até Lérida. Dias depois, o pequeno prodígio foi fazer testes ao Barcelona… E com a bola quase a dar-lhe pelos joelhos, aquela habilidade enorme logo maravilhou os treinadores do clube catalão.

Carles Rexach, diretor do centro de formação do Barcelona, ficou maravilhado com o prodigiozinho argentino. Após dois treinos, não hesitou e logo tratou de arranjar contrato. E ficou espantado com a proposta do pai do craque: o Barça só tinha de lhe pagar os tratamentos que os médicos argentinos sugeriam. Dito e feito.

Durante 42 meses, Lionel levou, todos os dias, injeções de somatropina, hormônio de crescimento integrante da tabela de produtos proibidos pela Agência Mundial Antidoping e só autorizada para fins terapêuticos. Em 2003, o milagroso hormônio fez de Lionel o que ele é hoje, um jovem 1,69 metros!

No Verão de 2004, prestes a fazer 17 anos, e já com contrato profissional, entrou para a equipe B do Barcelona. Mas fez só cinco jogos, pois seu talento não cabia no “Miniestadi”. Reclamava palcos maiores. Rapidamente, começou a jogar no Camp Nou, na equipe principal. Em 16 de Outubro de 2004, o prodígio fez a grande estreia na liga espanhola, contra a equipe do Espanhol. Em 1º. de Maio de 2005, entrou para a história do Barça: marcou um tento contra o Albacete e tornou-se no mais jovem jogador a marcar um gol pelo Barcelona. Aos 17 anos, dez meses e sete dias, começou a lenda.

Cinco anos depois, Messi teve a consagração absoluta. Foi eleito Melhor Jogador do Mundo de 2009, após uma época de sonho, concluída com um feito inédito do Barça “de las seis copas”: campeão de Espanha, da Taça do Rei, da Supertaça Espanhola, da Supertça Europeia, da Liga dos Campeões, do Mundial de Clubes.

O craque que o Barça contratou pelo custo da terapia de crescimento é, hoje, a maior jóia do futebol mundial, segurada por uma cláusula de rescisão de… 250 milhões de euros!!! E é, também, o mais bem pago de todos: o menino pobre do bairro de la Heras é, agora, multimilionário, vencendo qualquer coisa como… 33 milhões de euros anuais em salários e publicidade.

Nestas horas, fica evidente o apoio da família e a persistência em superar patologias aparentemente insanáveis. Uma bela história de superação, não?

O vídeo de motivação do ano

O vídeo acima é a prova de que tudo é possível para quem está determinado a atingir seus objetivos. Ontem, domingo, durante a prova de 200 m masculina, o brasileiro Alan Oliveira superou de forma fantástica o favorito Oscar Pistorius, da África do Sul. Em uma recuperação digna de filmes de hollywood, Alan, em poucos segundos, saiu da quarta posição para a primeira, alcançando uma merecida medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O torneio, aliás, já é uma prova de superação para quem lida diariamente com limitações físicas. A lembrança do exemplo de Alan Oliveira deveria nos motivar em cada dia de nossas vidas!

Uniceub/BRB conquista tricampeonato de Basquete

Não importa se a mídia chamem a equipe de Uniceub/BRB, Ceub ou simplesmente Brasília (como faz a Rede Globo). A verdade é que o time de Alex, Giovannoni & Cia confirmou o favoritismo ao vencer a equipe do São José por 78 a 62.

Mais uma vez, o Uniceub (Centro Universitário de Brasília) e o BRB (Banco de Brasília) apostaram em investir na equipe bicampeã brasileira e colheram mais dividendos mercadológicos com a comunidade de Brasília e seus targets. Neste ano, o centro universitário, por exemplo, modificou a inscrição nos uniformes, saindo a expressão “Uniceub” para dar lugar ao tradicional nome da instituição: “Ceub”, com maior visibilidade e facilidade de pronúncia.

A identificação da população brasiliense com o basquete vem aumentando a auto-estima candanga. Prova disso foi a caravana de torcedores presentes ao Ginásio de Mogi das Cruzes, em São Paulo.

Torcedores criativos criam seta indicativa para o gol

Torcedores de um time de futebol alemão em crise resolveram usar a criatividade para ajudar a por fim no momento ruim da equipe. Depois de verem o Magdeburg, time da 4ª divisão, ficar semanas sem marcar um único gol, seus torcedores resolveram levar setas ao estádio para indicar onde o time deveria marcar. Deu certo, em parte. A equipe marcou, mas perdeu a partida por 2 a 1. Mais semiótico, impossível, não?

Marketing do Inter lança camisa de seu ataque 3D

O anúncio oficial da permanência de D’Alessandro como atleta do Sport Club Internacional, feito no último domingo (29/01), deixou a nação colorada ainda mais empolgada para a temporada 2012. Além de comemorarem o “fico” do habilidoso argentino, os torcedores poderão vê-lo em campo ao lado de Dagoberto e Damião. E o novo trio ofensivo do Campeão de Tudo já tem até apelido: Ataque 3D.

No embalo da animação dos colorados com o time, a diretoria executiva de marketing do Inter promove nesta semana o lançamento de uma camiseta personalizada do novo trio de atacantes. A peça estampa uma caricatura conjunta de D’Alessandro, Dagoberto e Damião e traz a inscrição “Ataque 3D: Estreia 2012, nos melhores estádios do Brasil”.

A novidade custará R$ 49,90 e estará disponível a partir deste sábado (04/02), na loja oficial do Clube na internet (www.lojadointer.com.br), nas licenciadas Inter Sport e nos principais estabelecimentos de artigos esportivos do País. O autor da caricatura é o artista argentino Gonza Rodriguez.

Para Jorge André Avancini, diretor executivo de marketing do Internacional, o lançamento deverá ser um grande sucesso entre os colorados. “O Ataque 3D será uma das sensações do futebol brasileiro em 2012, o que certamente impulsionará a venda das camisetas”, opina.

No clima para 2014, relembre o tema de 2002

 

A Copa do Mundo de 2014 vai se tornando cada vez mais próxima. Como este blog ainda não existia quando nossa seleção ganhou a Copa pela última vez, aproveito para relembrar um dos melhores temas já compostos para o certame.

No vídeo acima, você entra em contato como tema de 2002, elaborado pelo maestro grego Vangelis. Abaixo, um clipe com o mesmo tema em versão remixada. Cada uma melhor do que a outra. Aprecie sem moderação!

Fenerbahçe x Manizaspor: Isto é que é mobilização!

O vídeo acima retrata à fidelidade do consumidor a uma marca da Turquia. Punido por sediar uma partida marcada pela violência dos torcedores, a equipe de futebol Fenerbahçe recebeu a proibição da presença de torcedores do sexo masculino em seu jogo com o Manizaspor, nesta teça-feira.

A proibição não foi suficiente para esvaziar o evento. Na hora do jogo, um público avaliado em 41 mil mulheres e crianças estava presente ao estádio Sukru Saracoglu. A partida terminou empatada em 1 a 1, mas foi um belo exemplo de fidelidade à uma marca e também a uma promoção, pois a entrada foi gratuita.

Lindo, não?

Faltam 24 dias para os Jogos Panamericanos de Guadalajara. Você sabia disto?

Faltam 24 dias para o início dos Jogos Panamericanos 2011, a serem sediados na cidade mexicana de Guadalajara.

Apesar da sabotagem da Rede Globo, que perdeu os direitos para a Rede Record, a mídia está começando a mobilizar-se para o evento. Será uma boa oportunidade para aferirmos as possibilidades dos atletas brasileiros que irão concorrer nas Olimpíadas de Londres 2012, que também está sendo ignorada pela Globo por ciúmes da Record.

O vídeo promocional abaixo mostra como a cidade mexicana está preparada para receber os visitantes. Dá-lhe, Brasil!