A Turma da Mônica cresceu

A partir do próximo mês, Mônica, Magali, Cebolinha e Cascão irão se aventurar em um novo terreno: a adolescência. O Cebolinha, agora, só troca os erres pelos eles quando fica nervoso, o Cascão toma banho de vez em quando, a Mônica cresceu, ficou bonitinha, mas continua dentuça.

Este é o novo projeto de Maurício de Sousa. A revista em quadrinhos terá formato de mangá (gibi japonês) e abordará temas da adolescência, como namoros, sexo e até drogas, de uma “maneira estudada”, como afirma Maurício.

Em 2002, tive um breve contato com o autor em uma de suas visitas ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na ocasião, após uma reunião com o Ministro Sérgio Amaral, Maurício pacientemente atendeu todos os que o procuraram para pedir autógrafo. Para alguns, como eu, ele fez um desenho da Mônica mandando um beijão para minha esposa e filhas. Adorei e virei mais fã ainda dele.

O que podemos desejar a ele senão sucesso nessa nova empreitada?

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Entrevista ao SBT

Na terça-feira passada, fui procurado, ao final da tarde, pela produta Bianca Fragoso, do SBT, para dar uma entrevista sobre a criação da Frente Parlamentar da Comunicação, resultado do 4º Congresso Brasileiro de Publicidade, realizado no início do mês, em São Paulo. Às 21 h, uma equipe de reportagem esteve em minha casa e pude dar minha opinião sobre o tema. A entrevista foi ao ar no horário ingrato das 1h30 de quarta-feira. Após 7 anos ministrando disciplinas diversas, entre elas Legislação da Comunicação, fiquei contente com a criação da Frente, uma vez que diversos segmentos da economia encontram-se devidamente representados no Congresso Nacional e faltava a Comunicação marcar sua presença. Hoje, este segmento movimenta R$ 58 bilhões de reais na economia nacional. Sempre se auto-organizando, a Comunicação vem se profissionalizando e defendendo a liberdade de expressão, sua maior bandeira. Sou a favor da criação da Frente e acho que deveria ter vindo já no início dos anos 90, quando já tinha participação expressiva na economia.

Tecnologia permite imprimir na água

Pesquisadores japoneses estão trabalhando em uma tecnologia para escrever e desenhar na água. Por enquanto, eles conseguiram obter caracteres básicos por meio de um dispositivo composto por 50 pequenos geradores de ondas instalados em um tanque.

O estudo está sendo coordenado pelos laboratórios Akishima e pelo professor Shigeru Naito, da Universidade de Osaka. O dispositivo, chamado de AMOEBA (Advanced Multiple Organized Experimental Basin), é composto pelos geradores dispostos em círculo no total de 1,6 metros de diâmetro e 30 centímetros de profundidade.

Por meio de um sistema de controle, os geradores formam ondas circulares que agem como pixels de 10 centímetros de diâmetro e quatro de altura, e que combinados, formam linhas e figuras. O AMOEBA já é capaz de mostrar todo o alfabeto romano, assim como alguns caracteres kanji, de origem chinesa e adotados no Japão. Cada imagem fica visível por até três segundos.

Agora, os cientistas trabalham para aprimorar os métodos de cálculos para controle dos geradores de ondas, baseado em fórmulas conhecidas como “funções de Bessel”. Eles também querem deixar as letras e desenhos visíveis por mais tempo na água.

A “descomoditização” do relógio

relógio

Houve um tempo em que ostentar um relógio de marca era símbolo de status. Porém, na década de 80, começaram a surgir as cópias chinesas de relógios de marca. De relógios digitais de plástico, baratinhos, a cópia dos renomados Rolex e Bulgary, milhões de aparelhos foram vendidos, vulgarizando-os.

Agora, surge uma nova realidade.

Uma vez incorporado aos celulares, o relógio deixa de ser usado pelo público de massa, por questão de praticidade. Afinal, é mais prático ter tudo no celular do que transportar componentes separados. Já reparou se seus amigos, principalmente do sexo masculino, ainda usam relógios? Pois é. Eu mesmo não utilizo. Sempre que preciso, consulto o telefone celular.

Esta nova circunstância recria a oportunidade de a indústria relojoeira produzir aparelhos de qualidade, com atributos de design e qualidade aperfeiçoados, podendo voltar a cobrar maior valor pelo produto e reinstalando a atmosfera de charme em usar o aparato.

Usar um relógio voltará a ter o seu charme, por questão de moda.