Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Segurança Pública é curso inédito da UCB no Brasil

Era evidente, ontem, a alegria do coordenador do curso de tecnológo em segurança pública – Tecsop, prof. Nelson Gonçalves, sobre a boa nova oferecida pelo Ministério da Educação e Cultura – MEC.

A Universidade Católica de Brasília será a primeira instituição do Brasil a oferecer o Curso Superior de Tecnologia em Sistemas de Segurança Pública. Inicialmente, a entidade ofertará o curso pela Católica Virtual, a partir da experiência de 3 anos adquirida no Tecsop, que formou 3.500 policiais militares.

A diferença do novo curso para o Tecsop é que ele terá uma abordagem no estilo ONG, com temas que atrairão todas as pessoas interessadas no tema segurança pública, e não somente militares. “Será um curso sintonizado com os novos tempo”, afirma, entusiasmado, Nelson Gonçalves.

O vestibular para o novo curso está previsto para o final de janeiro.

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UCB realiza oitava e maior edição do Cinemarketing em oito anos

Concebido inicialmente como exercício das turmas do professor Elias Rodrigues de Sousa, o Cinemarketing registrou, ontem, o maior número de expositores em oito edições. Foram 82 alunos apresentando, em 20 estandes, serviços de empresas figurantes em filmes de película.

“As edições iniciais tinham, no máximo, 40 alunos. Eram muito precárias”, lembra, com carinho, o professor organizador.

Pela segunda vez, o evento foi temático. Ao contrário do evento realizado no semestre passado, que abordava alimentação, desta vez os alunos tiveram que focar as empresas na área de Serviços. Nada de vender comida, mas sim prestar serviços. Este era o mote do evento.

Entre os serviços oferecidos estavam clínica veterinária, salão de beleza, academia de dança, estúdio de pilates, consultoria financeira, correio elegante, estúdio fotográfico e cabine de fotos, entre outros.

O espaço do evento também era novo. Pela primeira vez, o anfiteatro do bloco K sediou a feira, possibilitando acondicionar mais empresas do que as edições anteriores, restritas ao hall coberto na entrada do edifício.

As avaliações foram extremamente positivas, estimulando a organização a planejar aumentar o número de alunos participantes. Nos próximos dias, estaremos apresentando o vídeo oficial do evento.

Centros clínicos tornam-se a “bola da vez” no mercado imobiliário

O mercado imobiliário vem experimentando uma grande expansão com o auxílio do programa “Minha casa, minha vida”. Por enquanto, o auxílio governamental, com subsídios, tem sido suficiente para quem deseja adquirir a casa própria, aumentando a demanda por imóveis e aquecendo o mercado.

Do lado dos investidores em imóveis, por sua vez, o momento é de muita cautela nos investimentos, especialmente em Brasília. Uma grande oferta de imóveis irá, simultaneamente com a redução do financiamento, provocar uma redução nos preços. Até o investimento em salas comerciais parece preocupar os investidores.

Neste cenário, investir em salas em centros clínicos pode ser um oásis neste deserto de incertezas. Como os empreendimentos em saúde tendem a se expandir com o aumento da população e com o ingresso crescente de médicos no mercado de trabalho, estes verdadeiros “shoppings da saúde”, com sua boa infraestrutura, representarão boas oportunidades de investimento.

Como saber se o preço de uma máquina de lavar é justo?

Analisar os preços praticados no mercado é, atualmente, uma das atividades a qual tenho dedico ultimamente, especialmente máquinas de lavar, um item que ainda comprarei este ano. Folheando encartes e visitando lojas, tenho percebido que o comércio tem praticado um preço padronizado a partir de um referencial que, acredito, poucos percebem. É que, aparentemente, a cada quilo de capacidade de lavagem da máquina corresponde o valor de R$ 100,00 (esta referência não vale para tanquinhos!). Duvida? Confira os anúncios e você verificará que uma máquina com capacidade para lavar 10 kg da Brastemp custa em torno de R$ 1.000,00, enquanto uma de 15 kg vale aproximadamente R$ 1.500,00. Já uma lavadora de 7 kg, como da marca Electrolux, está precificada em R$ 700,00. Naturalmente, há uma variação de preços de até R$ 100,00 para cada concorrente, até porque os produtos possuem recursos que influenciam os preços de forma diversa. Portanto, se ao fazer um simples cálculo de divisão entre o preço cobrado e a capacidade de lavagem o resultado for inferior a R$ 100,00, pode comprar que vale a pena. Leve em conta este referencial antes de comprar a sua.

Aviso aos leitores do blog

Prezado leitor, ontem o WordPress sofreu ataque de hackers, os quais obtiveram acesso total ao ambiente de administração dos milhões de blogs instalados no servidor da empresa. O Blog do Elias poderá ficar temporariamente fora do ar. Peço desculpas caso isto aconteça, pois, embora os gestores do WordPress estejam envidando esforços para normalizar as contas, os mesmos hackers podem fazer alguma alteração neste espaço, inclusive mudando minha senha de acesso ao publicador. Caso isto aconteça, meu e-mail de contato é eliasr@ucb.br .

Os domingos precisam de feriados

Gostaria de compartilhar com os queridos leitores um texto intitulado “Os domingos precisam de feriados”, de autoria do Rabino Nilton Bonder, que me foi enviado pela ex-aluna da UCB Shirley Rezende, a quem agradeço. 

” Toda sexta-feira à noite começa o Shabat para a tradição judaica.   Shabat é o conceito que propõe descanso ao final do ciclo semanal de produção, inspirado no descanso divino no sétimo dia da Criação. 
Muito além de uma proposta trabalhista, entendemos a pausa como fundamental para a saúde de tudo o que é vivo. 
A noite é pausa, o inverno é pausa, mesmo a morte é pausa. Onde não há pausa, a vida lentamente se extingue. 
Para um mundo no qual funcionar 24 horas por dia parece não ser suficiente, onde o meio ambiente e a terra imploram por uma folga, onde nós mesmos não suportamos mais a falta de tempo, descansar se torna uma necessidade do planeta. 
Hoje, o tempo de “pausa” é preenchido por diversão e alienação. 
Lazer não é feito de descanso, mas de ocupações para não nos ocuparmos. A própria palavra entretenimento indica o desejo de não parar. E a incapacidade de parar é uma forma de depressão. O mundo está deprimido e a indústria do entretenimento cresce nessas condições. 
Nossas cidades se parecem cada vez mais com a Disneylândia. Longas filas para aproveitar experiências pouco interativas. Fim de dia com gosto de vazio. Um divertido que não é nem bom nem ruim. Dia pronto para ser esquecido, não fossem as fotos e a memória de uma expectativa frustrada que ninguém revela para não dar o gostinho ao próximo… 
Entramos no milênio num mundo que é um grande shopping. A internet e a televisão não dormem. Não há mais insônia solitária; solitário é quem dorme. As bolsas do Ocidente e do Oriente se revezam fazendo do ganhar e perder, das informações e dos rumores, atividade incessante. A CNN inventou um tempo linear que só pode parar no fim. 
Mas as paradas estão por toda a caminhada e por todo o processo. Sem acostamento, a vida parece fluir mais rápida e eficiente, mas ao custo fóbico de uma paisagem que passa. O futuro é tão rápido que se confunde com o presente. 
As montanhas estão com olheiras, os rios precisam de um bom banho, as cidades de uma cochilada, o mar de umas férias, o domingo de um feriado… 
Nossos namorados querem “ficar”, trocando o “ser” pelo “estar”. 
Saímos da escravidão do século XIX para o leasing do século XXI – um dia seremos nossos? 
Quem tem tempo não é sério, quem não tem tempo é importante. 
Nunca fizemos tanto e realizamos tão pouco. Nunca tantos fizeram tanto por tão poucos… 
Parar não é interromper. Muitas vezes continuar é que é uma interrupção. O dia de não trabalhar não é o dia de se distrair literalmente, ficar desatento. É um dia de atenção, de ser atencioso consigo e com sua vida. 
A pergunta que as pessoas se fazem no descanso é: o que vamos fazer hoje? Já marcada pela ansiedade. E sonhamos com uma longevidade de 120 anos, quando não sabemos o que fazer numa tarde de domingo. 
Quem ganha tempo, por definição, perde. Quem mata tempo, fere-se mortalmente. É este o grande “radical livre” que envelhece nossa alegria – o sonho de fazer do tempo uma mercadoria. 
Em tempos de novo milênio, vamos resgatar coisas que são milenares. A pausa é que traz a surpresa e não o que vem depois. A pausa é que dá sentido à caminhada. A prática espiritual deste milênio será viver as pausas. Não haverá maior sábio do que aquele que souber quando algo terminou e quando algo vai começar. 
Afinal, por que o Criador descansou? Talvez porque, mais difícil do que iniciar um processo do nada seja dá-lo como concluído. “

Felicidade, por Fernando Pessoa

Não se acostume com o que não o faz feliz,

revolte-se quando julgar necessário.

Alague seu coração de esperanças,

mas não deixe que ele se afogue nelas.

Se achar que precisa voltar, volte!

Se perceber que precisa seguir, siga!

Se estiver tudo errado, comece novamente.

Se estiver tudo certo, continue.

Se sentir saudades, mate-a.

Se perder um amor, não se perca!

Se o achar, segure-o!

O sonho, por Clarice Lispector

Sonhe com aquilo que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passaram por suas vidas. (Clarice Lispector)

Volks lança Vento com ação de guerrilha

A Volkswagen apresentou nesta terça-feira (6), na Índia, o novo Vento. “É o primeiro carro desenhado e fabricado para a Índia”, diz Christian Klingler, diretor da montadora. Para o lançamento, a montadora pendurou o veículo na fachada de um prédio em Nova Délhi. O carro será vendido com motor 1.6, em versões a diesel e a gasolina, e com câmbio automático ou manual. O objetivo da Volks é alcançar de 8% a 10% dos consumidores locais de carros de passeio, um mercado que deve chegar aos três milhões de veículos em cinco anos. A montadora acenou ainda com a possibilidade de iniciar a produção de motores no país, conforme o crescimento da demanda. O Vento chegará às lojas no último trimestre deste ano e é o sétimo carro da Volks a ser comercializado na Índia. A empresa já vende o Beetle e o Polo, entre os compactos, os sedãs Phaeton, Passat e Jetta e o utilitário Touareg.