Regulamentação da profissão de Marketing pode ter primeira aprovação nesta semana

Publicado hoje ontem no Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br):

“Está marcada para esta quarta-feira, 28 de maio, a votação do projeto de lei que regulamenta o exercício do profissional de Marketing. Se aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, o PL 1944/2007 de autoria do Deputado Federal Felipe Bornier (PHS-RJ) ainda terá que passar por pelo menos mais duas comissões na Câmara, seguir para discussão no Senado e, em seguida, ser sancionado pelo Presidente da República.

Esta é a terceira tentativa consecutiva de votação neste mês. Na primeira não houve quorum suficiente de Deputados e, na última, a sessão foi encerrada sem que antes tenha chegado à vez de discutir o projeto de lei. Segundo um assessor do relator do projeto, Deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), há um grande número de parlamentares contra a aprovação.

 

Histórico

Há três anos Brasília vê movimentos isolados em busca da regulamentação da profissão de Marketing. Em 2005, o então Deputado Eduardo Paes (PSDB-RJ) apresentou um projeto que gerou polêmica por igualar o profissional de Marketing ao publicitário. Sem receber nenhuma emenda, o PL chegou a ter votação pela aprovação, mas foi arquivado ao fim da legislatura de 2006.

Em 2007, o Deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO) apresentou o mesmo texto novamente. Pouco tempo depois, o Deputado Wellington Roberto (PR-PB) fez um requerimento pedindo o desarquivamento do projeto de lei de Eduardo Paes, deixando assim, dois textos iguais a serem apreciados pela Câmara.

Após tomarem conhecimento por meio do Mundo do Marketing, a mesa diretora da Câmara não encaminhou o PL a nenhuma comissão. Ficou valendo o antigo projeto que em outubro de 2007 recebeu parecer pela substituição pelo texto que está em votação nesta semana.”

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Não podemos esquecer a criança que sempres existiu em nós

Abaixo, segue a letra da canção “Bola de Meia, Bola de Gude”, de Milton Nascimento e Fernando Brant. A música fala da criança que sempre existiu em nós e da qual nunca devemos nos esquecer.

“Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão
Há um passado
No meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito, caráter,
Bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero
Viver como toda essa gente insiste
em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia
Bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão
Há um menino
Há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto fraqueja
Ele vem prá me dar a mão”

O que o mercado quer de nós, afinal?

Tenho refletido muito, afinal, sobre o que o mercado espera de nós e cheguei a conclusão de que, para prosperidade da cadeia produtiva e felicidade geral da nação empresarial, o que o mercado deseja é que cada ser humano more sozinho, para que, assim, necessite de todos os produtos necessários à sua morada, de cosméticos a computador pessoal. Esse seria o melhor dos mundos para as indústrias. Todo mundo necessitando comprar tudo e todos comprando muuuuuuuito! Enquanto este futuro distante não chega, as empresas nos disputam com todo tipo de canto de sereia. Gosto muito de marketing, mas de vez em quando gostaria de estar a centenas de quilômetros da civilização, apenas para praticar uma desintoxicação mercadológica. Faria bom para a alma e para o bolso!

Paco Underhill e o comportamento do consumidor

Sempre que ministro a disciplina Comportamento do Consumidor, refiro-me a figura do Paco Underhill como símbolo de estudioso da área.

Dono da agência de pesquisa Envirosell, Paco estuda os padrões de comportamento de consumidores do varejo a partir da observação e registro de movimentos humanos no ponto-de-venda, observando, anotando e gravando a circulação do cliente. Os padrões de maior incidência proporcionam informações importantes para as decisões de marketing.

Quer saber como ele faz? Assista ao vídeo abaixo.

Consumidor de baixa-renda não sabe a taxa de juros de financiamentos

Do site mundo do marketing:

“O consumidor de baixa-renda não sabe qual é a taxa de juros aplicada nas operações de crédito. Essa é a realidade para os 81,7% das pessoas ouvidas pela pesquisa Painel Financeiro da Indústria de 2007, realizada pelo Instituto de Pesquisa Fractal .

Participaram da pesquisa 3.264 consumidores com média salarial acima de R$ 250,00 e idade a partir de 20 anos, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Salvador, Curitiba, Campinas e Ribeirão Preto. Para Celso Grisi, diretor-presidente do instituto, apesar do estudo não eliminar a importância da taxa de juros como fator de decisão de compra, ele mostra que o mais importante é se o valor final de cada prestação é adequado a sua renda, por mais que com a soma das prestações o valor do produto seja superior ao preço à vista”.

Senado abrirá 37 vagas para Comunicação Social

A mesa diretora do Senado definiu a distribuição das 150 vagas para os novos servidores. Para a Comunicação, serão 37 vagas, distribuídas em 14 especialidades, incluindo publicidade e propaganda e marketing. O concurso é uma ótima oportunidade, principalmente em função do ótimo salário – R$ 8,5 mil. O edital não data para ser publicado. Mas a hora de começar a estudar é agora!

A sabedoria de Nizan Guanaes na formatura da FAAP-SP

‘Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja aqui vão alguns, que julgo valiosos.

Meu primeiro conselho : Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar.E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma.

A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:- ‘Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.’E ela respondeu: -‘Eu também não faço, meu filho. ‘Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensar em fortuna. Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.

Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: ‘Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito’. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro.

Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.

Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: ‘eu não disse!’, ‘eu sabia!’. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.

O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito o que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão.

E isso se chama SUCESSO.

Nizan Guanaes

Ontem foi Dia do Profissional de Marketing

8 de abril é o Dia do Profissional de Marketing. A profissão ainda está em processo de regulamentação, mas já é uma das mais promissoras do mercado. Tenho presenciado isto a partir do interesse de meus alunos. Já estou convivendo com ex-alunos que atuam no mercado. Um bom exemplo é Cláudio, ex-aluno da pós-graduação da UPIS, o qual está me sucedendo na gerência de marketing do Grupo HC. Há oportunidades para todos, ou melhor, sempre há para os mais competentes. Portanto, preparai-vos, aspiras!

Como ser um campeão

É do esporte, mas vale para a vida. Torço para o Internacional de Porto Alegre desde meus 9 anos de idade. Sempre gostei de “ser diferente” e no futebol também tinha de sê-lo. Nos últimos anos, tenho ficado muito alegre com as conquistas de meu time, não só pelos jogos em si, mas pelas lições de superação, principalmente na busca de títulos nunca antes alcançados.

Em 2006, a equipe ganhou a Libertadores e o Campeonato Mundial de Clubes, em cima do poderoso Barcelona. Em 2007, ganhou a Recopa Sul-Americana, conquistando, assim, a tríplice coroa. Neste ano, bateu a Internazionale de Milão e ganhou o Torneio de Dubai. Ontem, o time conquistou o campeonato gaúcho, um título menor, mas que encerra uma lição de superação. Antes da partida de ontem, o Inter ganhara, no decorrer do certame,  15 partidas, empatando 2 e perdendo 3, exatamente para o Juventude, velho algoz dos colorados.

Pois bem. Ontem, a equipe devolveu as derrotas para o Juventude, sacramentando um placar de 8 a 1. Isto mesmo! oito gols, com direito a um de falta, um contra e um do próprio goleiro, batendo pênalti. Assiti esta façanha ontem o bar Amarelinho, junto a outros 230 colorados, integrantes da comunidade “Colorados em Brasília”, no Orkut. Mais que a alegria, fica o exemplo de superação na base da união e da persistência. Perseverar vale a pena e nos transforma em campeões, tanto no esporte, quanto na vida.