110 anos de Carlos Drumond de Andrade

Se vivo, meu conterrâneo Carlos Drumond de Andrade estaria completando 110 anos de idade. Eis algumas de suas poéticas frases:

“Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade.”

“Só é lutador quem sabe lutar consigo mesmo.”

“Há muitas razões para duvidar e apenas uma para crer.”

“No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.”

Que tal tomar vinho na caixinha?

Imagine a cena: o estádio lotado; na torcida, em vez de cerveja, todo mundo tomando vinho – e em caixinha tipo longa-vida. É isso o que querem a Tetra Pak e o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), que se uniram para promover uma nova forma de vender a bebida. Já houve antes tentativas de colocar o vinho em caixinha no mercado, nos anos 90. Mas, naquela época, o consumidor não aceitou a ideia. “Agora, ele está mais aberto a coisas novas”, diz Eduardo Eisler, vice presidente de estratégia de negócios da Tetra Pak.

A ideia é promover a popularização do vinho, para aumentar o consumo. A caixinha pode, por exemplo, ampliar as ocasiões de consumo da bebida. “Com ela, o vinho pode ser vendido em estádios de futebol, onde não entra garrafa devidro”, diz Eisler. Para o produtor, segundo ele, a embalagem acartonada reduz os custos em até 50%. Essa diferença, diz ele, deverá ser repassada ao consumidor.

Amanhã, o Ibravin e a Escola de Samba Vai-Vai realizam uma degustação para decidir quais os três vinhos que serão a bebida oficial do desfile do Carnaval 2013, em São Paulo. “O tema da Vai-Vai será o vinho e, enquanto a escola estiver desfilando, vinho em caixinha de 180 ml será distribuído para o público na arquibancada”, diz Alceu Salle Molle, presidente do conselho deliberativo do instituto.

Na semana passada, os produtores retiraram do Ministério do Desenvolvimento o pedido de salvaguarda para o vinho brasileiro. A popularização é a saída para melhorar as vendas da bebida nacional. E a maneira de fazê-la acontecer, conforme o Ibravin e a Tetra Pak, é por meio da caixinha, que deverá chegar ao mercado somente em 2013.

Em 2011, segundo a Nielsen, que mede a venda de vinhos nacionais e uma parcela da de importados, o mercado movimentou 148 milhões de litros, 47% mais que em 2010. No Nordeste, a alta foi de 56%. Só perdeu para o Sul, onde o crescimento foi de 65%, e para a região da Grande Rio, com evolução de 72%. Este ano, o consumo continua aumentando. De janeiro a abril, as vendas cresceram 36% em litros. Da mesma maneira, aumenta a importação de vinhos chilenos (os mais representativos entre os importados). A alta foi de 29% de janeiro a julho.

“O brasileiro está bebendo mais vinho, mas a estratégia da caixinha é um desafio”, diz Daniel Asp Souza, gerente de atendimento da Nielsen. “Mesmo classes mais baixas têm como aspiração as marcas mais caras”, diz ele, para quem a caixinha pode acabar tirando o “status” que o vinho tem. (Lílian Cunha – Apex-Brasil)

Cuidados ao realizar propaganda cooperada

Em postagens anteriores sobre propaganda cooperada, creio ter despertado muitos leitores sobre o tema, pois ao pesquisar hoje no Google notei que os dois textos que produzi há algum tempo estão no top daquele buscador. Resolvi, então, ampliar um pouco a discussão sobre o assunto, abordando alguns cuidados que se fazem necessário ao planejar ações que envolvam parceiros no custeio da mesma.

Como o nome sugere, a propaganda é cooperativa, ou seja, em uma mesma ação parceiros comerciais juntam seus esforços para reduzir a um custo menor para cada um e maximizar os ganhos para todos. Ao se planejar as ações, deve-se ter em mente que os parceiros normalmente concordam em participar com quantias ponderadas e coerentes com a exclusividade que o executor da ação  lhe oferece. Exemplificando: ao veicular uma propaganda, um varejista de tintas aborda somente o seu nome e o da indústria cujos produtos revende na região, com mensagem do tipo “Produto X você só encontra no varejista Y”. Neste contexto, a natural que a indústria aceite custear 50% da publicidade que divide com o varejista. Caso, porém, o varejista veicule uma publicidade com 4 ofertas de parceiros comerciais diferentes, também será razoável que uma indústria se sinta obrigada a custear apenas um percentual relativo ao rateio com as outras marcas que aparecem na peça publicitária.

Ao se planejar uma propaganda cooperada, é necessário ter o bom senso e ética para não só atingir os objetivos de vendas como também preservar as parcerias comerciais que sempre estarão bem dispostas a colaborar com seu canal de vendas.

Startup ajuda noivos a organizar o casamento

O Emotion.me é um site que ajuda noivos na organização do casamento. A startup é fruto da união de outras três empresas e surgiu depois que a empreendedora Bruna Bittencourt encontrou dificuldades em organizar o “grande dia”. O site oferece planilha de custos, contato com prestadores de serviços, blog personalizado e lista de presentes. Com cinco sócios, a empresa já recebeu um aporte e usa a metodologia do learn startup para desenvolver novas ferramentas. O objetivo, segundo a criadora, é ser uma espécie de planejador de casamento, papel desempenhado muitas vezes por consultorias. O site tem 2500 usuários e sete pessoas trabalhando. A receita da empresa vem basicamente da venda de blogs personalizados aos noivos e no acesso ao planejamento detalhado.

Existe marketing sem verba?

A cena não é incomum. O diretor de uma empresa decide contratar um profissional de marketing para resolver seu problema de posicionamento de marca e relacionamento com o mercado. Contratado, o novo profissional questiona faz a pergunta clássica: “Qual é a verba destinada para marketing?” O diretor faz uma pequena introdução sobre a realidade da empresa e informa que muito pouca verba foi destinada efetivamente para a área, mas que espera do contratado “muita criatividade” no planejamento que fará para a empresa.

Em tempos competitivos, esperar que um profissional de marketing “tire leite de pedra” para obter resultados em vendas para a empresa é uma atitude insensata por parte da direção de uma empresa. É necessário que a alta administração destine um percentual anual de seu faturamento para a área de marketing, para que realmente possa ocorrer o posicionamento da marca e os resultados esperados. Muitos empresários alegam que não é possível separar um valor do seu caixa para “engessá-lo” nas ações de marketing, mas cabe aqui uma reflexão.

Para se obter um resultado é necessário sempre um investimento mínimo. Em marketing não é diferente. Imaginemos que uma empresa não pode destinar 3% de seu faturamento anual, mas sim 0,5%. Este não é o percentual ideal, mas seria um ponto de partida para que o profissional de marketing estude ações compatíveis com a verba disponível. O bom senso e a criatividade do profissional certamente produzirão alternativas válidas e econômicas. Os resultados poderão ser tímidos, a princípio, mas a continuidade ao longo dos anos poderá gerar o desejado posicionamento de marca e um aumento nas vendas será apenas conseqüência disto. Entusiasmada, a direção da empresa poderá aumentar a verba e, assim, iniciar um círculo virtuoso.

O que se espera da alta administração não são verbas suntuosas, o que é raro nos dias de hoje, mas um mínimo de investimento para que o profissional de marketing mostre a que veio. Sem verba não existe marketing, nem os resultados esperados. Como diriam os americanos, “no pain, no gain”.

Uma flor selvagem (por Lya Luft)

O amor é uma escultura que se faz sozinha. É uma flor inesperada sem estação do ano para surgir nem para morrer. Vai sendo esboçada assim ao léo: aqui a sobrancelha se arqueia, ali desce a curva do pescoço, a mão toca a ponta de um pé, no meio estende-se a floresta das mil seduções. Imponderável como a obra de arte, o amor nem se define nem se enquadra: é cada vez outro, e novo, embora tão velho. Intemporal.

Planta selvagem, precisa de ar para desabrochar mas também se move nos vãos mais escuros, em ambientes sufocantes onde rebrilham os olhos malignos da traição ou da indiferença, e a culpa o pode matar.

O convívio é o exercito do amor na corda bamba. Os corpos se acomodam, as almas se espreitam, até se complementam. Mas pode-se cair no tédio – sem rede –, e bocejar olhando pela janela. Inventamos receitas para que o amor melhore, perdure, se incendeie e renove… nem murche nem morra. Nenhuma funciona: ele foge de qualquer sensatez, como o perfume das maçãs escapa num cesto de vime tampado. Se fossemos sensatos haveríamos de procurar nem amar, amar pouco, amar menos, amar com hora marcada e limites.

Mas o amor, que nunca tem juízo, nos prega peças quando e onde menos esperamos. Nunca nos sentimos tão inteiros como nesses primeiros tempos em que estamos fragmentados: tirados de nós mesmos e esvaziados de tudo o mais, plenos só do outro em nós. Nos sentimos melhore, mais bonitos, andamos com mais elegância, amamos mais os amigos, todo mundo foi perdoados, nosso coração é um barco para o qual até naufragar seria glorioso (ah, que naufrágios…). Mais que isso, nesse castelo – como em qualquer castelo – não pode haver dois reis. Quem então cederá seu lugar, quem será sábio, quem se fará gueixa submissa ou servo feliz, para que o outro tome o lugar e se entronize e… reine?

A palavra “liberdade” teria de ser mais presente, porém é mais convidada a discretamente afastar-se e permitir que em seu lugar assuma o comando alguma subalterna: tolerância, resignação, doação, adaptação. Rondando o fosso do castelo, a vilã de todas a culpa. Quem deixou sobre minha mesa o bilhete dizendo “se você ama alguém, deixe-o livre” sabia das coisas, portanto sabia também o desafio que me lançava. No mundo das palavras há tantos artifícios quantas são as nossas contradições.

Por isso, conviver é tramar, trançar, largar, pegar, perder. E nunca definitivamente entender o que – se fossemos um pouco sábios – deveríamos fazer. Farsa, tragédia grega, outras soneto perfeito: o amor, com as palavras, se disfarça em doces armadilhas ou lâminas.

Novas tendências do varejo brasileiro atraem grandes players mundiais

O varejo brasileiro vivencia um acelerado processo de mudança, abrindo boas oportunidades de negócio, mas apenas às empresas e grupos que se movimentarem rápido e que estão preparados para as peculiaridades de nosso mercado.

Com a realização dos grandes eventos esportivos em 2014 e 2016, aumentou a procura por cursos de espanhol, inglês e outros idiomas, mobilizando os ofertantes do mercado a uma capacitação fundamental para sua força produtiva atender as demandas que aquecerão a economia brasileira.

Estima-se que 35 milhões de pessoas vão ascender à classe média brasileira até 2014, somando-se aos 32 milhões já enquadrados nesse grupo social na última década. Esses novos consumidores têm amplo acesso a crédito barato e já demonstraram gostar de comprar.

A valorização do real em relação às demais moedas estrangeiras, especialmente o dólar, reduziu os preços de tablets, PCs, TVs e outros produtos. O PIB avançou 7,5% em 2010 e, embora o crescimento da economia tenha desacelerado ao longo de 2011, não há dúvidas de que o Brasil conquistou um lugar na mesa de negociações de alto nível da economia global.

As empresas do segmento de consumo, especialmente as varejistas do setor de alimentação, também se beneficiaram desse crescimento. As redes varejistas Casino, Carrefour e Walmart formam o grupo no país conhecido como “big three”, consolidando neste setor tem sido rápida.  Ainda existem oportunidades disponíveis, principalmente em setores não-alimentícios. Algumas redes norte-americanas e europeias, desde a Target até a Tesco, devem marcar presença no País, e certos players indicam que esses grupos podem já estar por aqui “reconhecendo o terreno”.

Mas que estas novas empresas não se iludam. O mercado consumidor brasileiro é generoso, porém difícil de ser conquistado. A tributação é punitiva. Aspectos logísticos estão melhorando, graças, em parte, aos preparativos para os grandes eventos esportivos. Todavia, os custos logísticos são equivalentes a aproximadamente 10% do PIB, e o transporte de bens até zonas rurais continua sendo uma tarefa árdua.

Mídia on-line: oportunidade ou ameaça para as agências de propaganda?

Ontem assisti ao depoimento de um gerente de marketing afirmando que as agências de propaganda não querem trabalhar com mídia online. Segundo ele, as complexas métricas envolvidas nas análises de campanhas on-line estão desestimulando as agências a trabalhar com uma mídia que, na realidade, não substitui, mas complementa o planejamento de publicidade.

Na atualidade, é impensável para uma empresa que deseja posicionar sua marca investir apenas em mídias tradicionais. Se por um lado é mais cômodo os principais aportes nestas, por outro o novo comportamento do consumidor está obrigando os profissionais de comunicação a ampliarem seus conhecimentos e assegurar maior eficácia ao cliente através do trabalho integrado de planejamento entre as mídias on-line e off-line.

Acredito que o que incomoda as agências de propaganda é lidar com um modelo de remuneração diferente em um ambiente dominado por empresas como Google e Facebook. Como sabemos, monopólios em comunicação não oferecem boas negociações para quem vive de publicidade. Quanto mais monopolista uma empresa, menor margem de negociação dos descontos-padrão para as agências e menos descontos para os anunciantes.

Gostando ou não, os empresários da publicidade brasileira deverão se adaptar ao novo modelo, equilibrando suas receitas entre boas e eficazes ações em mídias tradicionais e inovadoras táticas on-line. É desse equilíbrio que dependerá o crescimento do mercado publicitário brasileiro. É um caminho sem volta e aos empresários nacionais caberá o papel de ajudar a construir um modelo rentável para o negócio da comunicação.

Startup monitora comentários sobre TV no Twitter

O Twiitter está sendo, cada vez mais, utilizado pelos usuários para comentar programas de TV. Uma nova ferramenta no Brasil começa a atuar no mercado para monitorar os comentários e subsidiar executivos de TV em suas decisões de programação. É o TTV, um serviço de TV social da empresa Tuilux (especializada em computação, estatística e inteligência artificial). Para isso, os engenheiros e especialistas que integram o time utilizam um algoritmo que identifica os posts relativos às atrações. São analisados mais de 15 mil programas de 95 canais. Ao todo, a ferramenta capta mais de seis milhões de posts por mês. E faz avaliação de “sentimento” (positivo ou negativo) dos usuários da rede. A Tuilux é uma startup que contou com recursos da Aestella investimentos.

Como exemplo de seu trabalho, o TTV mediu o comportamento dos usuários do Twitter na semana passada e apontou os programas mais comentados da TV social. O resultado só podia ser um: vitória absoluta da novela Avenida Brasil, que estava em seus capítulos finais. Confira os demais resultados.

Semana: 14 a 21 de outubro

TV aberta
1. Avenida Brasil – Globo
2. The Voice Brasil – Globo
3. TV Xuxa – Globo
4. TV Fama – Rede TV
5. Programa da Tarde – Record
6. O Melhor do Brasil – Record
7. Pânico na Band – Band
8. UFC 153: Silva x Bonnar – Globo
9. Fantástico – Globo
10. Eliana – SBT

TV paga
1. The Walking Dead – Fox
2. The X Factor – Sony
3. The Glee Project – Fox
4. Simple Plan – Multishow
5. UFC 153: Silva x Bonnar – SporTV
6. Dexter – Liv
7. Atividade Paranormal 3 – Telecine Premium
8. Gossip Girl – Glitz
9. TVZ – Multishow
10. Once Upon a Time – Sony

A diferença entre Minas e São Paulo

“Em cada cidade de Minas tem uma igreja. Já em São Paulo, cada município possui uma indústria”. Esta é uma das frases preferidas do meu saudoso sogro, Gonçalo Benjamin da Silva, nas conversas que mantínhamos. Na experiência dos seus 70 anos, Gonçalo mostrava-se indignado, como mineiro, por seu estado não ser mais desenvolvido que São Paulo. Estaria resumida na sua frase a diferença entre ambos os estados?

Hoje atuando como consultor e professor, deparo-me com a diferença de postura empreendedora de mineiros e paulistas. Naturalmente, o Brasil não se resume a estes estados, mas os comparo pela vivência que tenho com ambos. Sem querer generalizar, percebo uma diferença de cultura desenvolvimentista entre aquelas unidades da federação. A tradição mineira nos remete à valorização da família e, especialmente, à vocação religiosa do estado. São inúmeras as festas de cunho religioso que ocorrem pelos 725 municípios mineiros. A conexão do povo mineiro com a religião é, sem dúvida, forte, graças à atmosfera interiorana e o culto aos valores tradicionais. O desenvolvimento industrial, infelizmente, não cresceu na mesma medida do fervor religioso dos mineiros. Embora a Federação das Indústrias de Minas Gerais seja atuante, a verdade é que Minas são muitas, e uma parte do estado reluta em se desenvolver, como o Norte do estado, por exemplo.

Já o comportamento dos paulistas é mais focado em trabalho. Eles também valorizam família e religião, mas percebe-se uma unidade de postura de paulistas do interior e da capital no sentido de desenvolverem suas cidades não só a partir do turismo, que não é tão forte como em Minas, mas principalmente a partir do fomento à atividade industrial. De fato, em cada cidade daquele estado existe uma indústria a movimentá-la.

A diferença de postura de ambos os estados é apenas um microcosmo da postura dos governantes e dos habitantes dos demais estados, que dividem-se entre se desenvolver e permanecer no passado. Até quando?

 

Guarda Fila promete revolucionar o momento de espera

guarda fila

A espera obrigatória em filas de órgãos públicos ou privados, sem dúvida, irrita muita gente. Foi por isso que a empresa Guarda Fila criou o Sistema de Gestão do Tempo (SGT). A solução organiza, gerencia e também respeita a prioridade dos atendimentos. Outra vantagem é a flexibilidade, pois permite que os usuários se ausentem com segurança do estabelecimento durante a espera. Entre os clientes da empresa estão shopping centers como Iguatemi, da capital catarinense. Em algumas datas promocionais, como Dia das Mães e Dia dos Namorados, o shopping apostou em ações que além dos descontos garante o sorteio de brindes como apartamentos, carros ou joias. Nesse momento, entra o SGT para a organização da troca de cupons. Para o gerente do Iguatemi, Rafael Fielder, o serviço da empresa superou as expectativas.

O SGT permite que as pessoas retirem uma senha, cadastrem seu número de celular no terminal, para, em seguida, sair tranquilamente para passear, lanchar ou resolver pendências. Quando o atendimento se aproximar, os clientes recebem uma ligação via celular para seguir ao guichê. A Guarda Fila é incubada no MDI Tecnológico, em Florianópolis, incubadora mantida pelo Sebrae em Santa Catarina e gerenciada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE).

Um bom exemplo de inovação, você não acha?

Projeto Peiex volta a atender empresários brasilienses

O PEIEX – Projeto Extensão Industrial Exportadora,  foi criado  em 2009 pela Apex-Brasil, o PEIEX é um projeto de capacitação para empresas com potencial de exportação. O objetivo do projeto é incrementar a competitividade e promover a cultura exportadora nas empresas de micro, pequeno e médio porte, qualificando e ampliando os mercados das indústrias iniciantes em comércio exterior, mediante soluções para problemas técnico-gerenciais e tecnológicos dessas empresas.

O PEIEX funciona por meio de técnicos extensionistas lotados em 27 núcleos operacionais, localizados em 12 estados brasileiros, que atendem diversas empresas, oferecendo soluções e auxílio nas áreas de administração estratégica, capital humano, finanças e custos, vendas e marketing, produto, manufatura e comércio exterior, o que ajuda a tornar a empresa mais forte e mais competitiva em um mercado cada vez mais acirrado. Em 2011, o PEIEX atendeu 3500 empresas, tendo acumulado, desde sua criação, um atendimento a mais de 10 mil organizações.

Com o conhecimento transmitido pelos técnicos e a implantação das melhorias indicadas após o trabalho de análise, a empresa só tem a ganhar, tornando-se apta para encarar novos desafios de mercado, como a exportação.

Nos próximos meses, o Projeto estará sendo lançado pela Apex Brasil, juntamente com a Federação das Indústrias do Distrito Federal. Oportunamente, informaremos neste blog. Fique atento.

O que está por trás da renovação de contrato de Felipe Massa

A renovação do contrato da Ferrari com Felipe Massa, por mais um ano, é muito mais do que uma relação trabalhista bem-sucedida. Uma grande escuderia ter um piloto brasileiro em seus quadros é uma estratégia garantida de retorno em mídia e marketing, principalmente se sua parceira for uma indústria automobilística. Sabe-se que a Ferraria faz parte do mesmo grupo da Fiat, primeiro lugar em vendas no Brasil. A conexão emocional desta marca com Felipe Massa é uma tática adequada à imagem daquela indústria automobilística. A marca Ferrari também se beneficia, pois torna-se ainda mais simpática aos não poucos brasileiros endinheirados que podem comprar uma de suas “jóias”.

A primeira vez que uma indústria automobilística associou seu nome ao de um piloto brasileiro foi com Nelson Piquet, nos anos 80. Na época, a escuderia do piloto recebia o aporte tecnológic dos motores da Honda, então dedicada a motocicletas e iniciante na produção de carros de passeio. Por vários anos a parceria Honda-Piquet rendeu boa imagem à indústria japonesa, que pode iniciar suas vendas de automóveis no Brasil nos anos 80 com uma marca consolidada à qualidade. Não foi à toa que nas últimas décadas a marca Honda foi uma das de maior valor de revenda no País, juntamente com a Toyota.

No final dos anos 80 e início dos anos 90, Ayton Senna também alavancou aquela marca de veículos, bem como Rubens Barrichello. Agora, Felipe Massa é a bola mercadológica da vez.

X Factor estréia com uma diva de 13 anos de idade

A nova temporada do reality show X Factor já está sendo exibida na TV a cabo brasileira, através do canal Sony. Desta vez, o talento escolhido por Simon Cowell, Demi Lovatto, Britney Spears e L.A. Reid, terá direito a contrato com gravadora no valor de US$ 5 milhões de dólares.

O programa é éxibido nas noites de terça e quartas-feira e já trouxe revelações surpreendentes, como a “pequena diva” Carly Rose Sonenclar, que se atraveu, aos 13 anos de idade, a interpretar Felling Good, de Nina Simone. O resultado você confere no vídeo acima.

A letra da música reflete o deseja da cantora mirim e dos outros concorrentes: “E este velho mundo é um novo mundo/E um corajoso mundo/Pra mim.

Satisfação do consumidor: o paradigma do século de serviços

Prestar um bom atendimento e monitorar a qualidade do atendimento é o novo desafio que empresas modernas necessitam enfrentar.

Em pleno século XXI, não deixa de ser expressiva a quantidade de empresas que não aprimoram seus serviços. Se investigarmos as razões deste fato, chegaremos à conclusão de que ora falta vontade, ora falta infra-estrutura tecnológica, ora faltam recursos humanos adequados para executar a política de qualidade da empresa.

O pecado destas empresas não está em deixar isto acontecer, mas, sim, não se movimentarem na direção de alcançar a satisfação do consumidor. Como? Pesquisando junto ao consumidor e buscando executar melhorias baseadas na percepção deste.

Um exemplo do que explano é o fato de necessitar de um atendimento da Claro TV há algumas semanas e, mesmo após sucessivos agendamentos, não ter nenhum posicionamento de qualidade da operadora sobre meu problema. Por quatro vezes a operadora agendou e fiquei esperando em minha residência. A única alternativa oferecida pela companhia e reagendar a visita, sucessivamente. Desisti.

Ao preocuparem-se com os dividendos de suas ações, os acionistas das empresas de serviços deveriam virar-se para o nível de retenção de clientes e verificar que muito precisa ser feito para fidelizar sua carteira e ampliar as vendas.

A satisfação do consumidor é o novo paradigma do século XXI, considerado o promissor século da área de prestação de serviços. Quem se movimentar nesta direção vai ganhar o jogo.