Sua empresa está sofrendo de Atendinite?

O bom atendimento é o paradigma moderno para a qualidade das relações comerciais de uma empresa. Atuando na linha de frente, os funcionários necessitam estar alinhados aos objetivo s comerciais da organização, mas também principalmente em relação às expectativas dos clientes.

Como atender melhor o cliente? Como fazer com que colaboradores se empenhem melhor na satisfação das necessidades do consumidor?

Neste vídeo, sem roteiro e com muita sinceridade, apresento o conceito de Atendinite, um distúrbio organizacional causado pela desarticulação entre as áreas de administração, vendas e atendimento, que tem como efeito imediato a insatisfação do cliente e até abandono da empresa.  Assista e saiba como curar a Atendinite.

E a sua empresa, está sofrendo deste distúrbio também?

Assista ao vídeo e melhor o atendimento na sua empresa!

O elevador e o Coronavírus

O isolamento social tem sido uma das medidas adotadas para combater a proliferação da Covid-19.

Apesar de ser uma alternativa segura para evitar o alastramento da pandemia, o período de quarentena pode ser desconfortável para algumas pessoas. O afastamento de entes queridos, a restrição do direito de ir e vir e as incertezas acerca do novo coronavírus são questões que precisam ser encaradas e podem trazer impactos na saúde mental da população.

Neste vídeo, comparo uma situação recente em minha vida profissional ao período de pandemia ocorrido em 2020, por ocasião do Coronavírus e a disseminação da Covid-19.

Convido você a refletir e comentá-lo!

A importância do endomarketing nas organizações

Em 18 de agosto de 2006, proferi a palestra “A importância do Endomarketing para as organizações”, na Escola da Advocacia-Geral da União, em Brasília-DF.

Neste evento, apresetei o conceito de Endomarketing e sua evolução como fator estratégico para o sucesso das organizações públicas e privadas.

O endomarketing hoje desdobrou-se em diversas vertentes, entre elas o branding interno e employer branding, constituindo-se em estratégia crucial para o engajamento de colaboradores.

Assista o vídeo e conheça melhor esta importante ferramenta para envolver os colaboradores nos valores e objetivos comerciais da empresa.

Seja bem-vindo à Era do Zelo

Em um cenário onde não é possível criar mercados e a própria preservação deles está em jogo, as organizações passam a criar facilidades para seus clientes em dificuldades financeiras.

É isto que está acontecendo durante o período da pandemia do Coronavírus e que exponho neste vídeo, demarcando um novo período de relacionamento entre empresas e clientes.

Bem-vindo à Era do Zelo!

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Como você combate o esquecimento global?

A sobrevivência de um negócio depende da qualidade de sua gestão, principalmente no que se refere à comunicação.

Se uma empresa não está estabelecida em um ponto movimentado ou não possui estratégia frequente e consistente de comunicação com seu público, é muito provável que seja menos lembrada que sua concorrência.

Neste vídeo, abordo a importância de se evitar o que denomino Esquecimento Global, processo que acomete empresas que não possuem estratégia eficaz de posicionamento.

Desde a concepção de um negócio, o gestor necessita planejar adequadamente onde, como e com que frequência oferecerá seus serviços e produtos.

E você, como combate o Esquecimento Global?

O lugar certo valoriza você da forma certa

 

Um pai disse ao filho: Você se formou de forma honrada, aqui está um carro que eu comprei há muitos anos … Está guardado faz tempo.. Mas antes que eu o entregue, leve-o ao estacionamento de carros usados ​​no centro da cidade e diga a eles que quero vendê-lo e veja quanto eles oferecem a você.

O filho foi ao estacionamento de carros usados, voltou para o pai e disse: “Eles me ofereceram US $ 1.000, porque parece muito desgastado”. O pai disse: “Leve-o à loja de penhores”.

O filho foi à loja de penhores, voltou para o pai e disse: “A loja de penhores oferecia US $ 100 porque era um carro muito antigo”. O pai pediu ao filho para ir a um clube de carros e mostrar-lhes o carro. O filho levou o carro ao clube, voltou e disse ao pai: “Algumas pessoas no clube ofereceram mais de US $ 100.000 por ele, já que é um Nissan Skyline R34, carro icônico e desejado por muitos.

O pai disse ao filho: “Eu queria que você soubesse que o lugar certo valoriza você da maneira certa…” Se você não é valorizado, não fique com raiva, isso significa que você está no lugar errado. Quem conhece o seu valor é quem o aprecia e nunca fique em um lugar onde ninguém vê o seu valor e potencial.

Como ganhar dinheiro com barquinhos de papel

No início de 2014, fui procurado por um empresário, chamado William, na sede do IBTI, interessado em contar com o apoio do Projeto de Extensão Industrial Exportadora – PEIEX em seu negócio.

Por mais de uma hora, William explicou a natureza de seu negócio, que consistia na miniaturização de barcos a partir de corte laser em papel prensado. O empresário me convenceu, por A mais B, que seu negócio era viável e lucrativo. Explicou-me que seu empreendimento estava, literalmente, indo de vento em popa, deixando-me maravilhado com a perspectiva de conviver, enfim, com um negócio ao mesmo tempo, ecologicamente correto, lucrativo e com base tecnológica.

O compartilhamento de um sonho

A argumentação de William encantou não só a mim, como os aos demais consultores do projeto, que demonstraram interesse em conhecer pessoalmente sua indústria.

Baseando-se em cálculos trigonométricos, William determinava a escala de miniaturização de qualquer modelo de barco existente no mercado e, mediante desenho no aplicativo CAD, reproduzia cada parte da embarcação em papel prensado, recortado em máquinas de corte a laser.

Inicialmente, os grafismos e cores eram de cada peça eram impressas em papel, sendo em seguida sobreposto a outras folhas, constituindo-se em papel prensado, o que dava resistência à peça. Em seguida, o corte a laser definia o contorno da peça, que era então incorporada às demais, formando o conjunto da miniatura.

Uma empresa promissora

Segundo ele, mais de 70 profissionais eram empregados em sua empresa, em uma linha de montagem que produzia as miniaturas a um custo de 10 reais e valor de revenda em torno de 60 reais.

Em seu relato entusiasmado, ele contou que possuía bons clientes como Banco do Brasil, Petrobrás e Nannai Resort, destacando que o processo de miniaturização era aplicável a qualquer veículo, com grande leque de empresas a prospectar no âmbito comercial.

A desilusão

Passados mais de 6 anos, até hoje não encontrei sinais consistentes da existência da empresa de William, o qual, sempre que pressionado a nos mostrar as instalações da indústria, desaparecia do circuito, reaparecendo apenas alguns meses depois, com a mesma conversa de outrora e a promessa de um dia conhecermos seu misterioso negócio in loco.

Não sei se posso julgar o “empresário” como cauteloso ou lunático, mas o modelo de negócio é factível e está à disposição de quem queira se aventurar nesta ideia sustentável, tecnológica e potencialmente lucrativa.

Alguém se aventura?

Como me apaixonei por uma senhora de 74 anos

30 anos de uma paixão reprimida. Será que agora dá match?

O ano era 1990. Um amigo me apresentou a ela. Achei-a interessante, com bom conteúdo, até mesmo avançada para seu tempo. Na época, eu tinha 24 anos, ela 44.

Com o passar dos anos, passei a observá-la melhor e descobri que tinha tido problemas em seus relacionamentos. Contaram-me que, apesar de alguns insucessos, ela acabou desenvolvendo um jeito próprio de encarar a vida, o que a fez ser conhecida como inovadora e disposta a enfrentar os desafios com criatividade e perseverança. Muitos a admiravam por isso.

O tempo passou. Casei-me. Tive filhas e desenvolvi minha família. Trabalhei muito, fiz muitos amigos e colegas, colecionei sucessos e insucessos. Mas ela continuava lá e eu à distância, namorando-a, sem que esta senhora sequer imaginasse minha paixão reprimida.

Acabei a revendo pessoalmente quando era professor universitário. Foi durante uma palestra. Lá estava ela, elegante, mostrando-se cada vez mais antenada com a modernidade. Fiquei imaginando até se mais alguém na plateia poderia estar também nutrindo algum sentimento maior por aquela já sexagenária senhora.

Ela parecia vinho. Incrível como os anos a tornaram cada vez melhor!

Em 2020, quando se completaram 30 anos de nosso primeiro contato, decidi revelar essa paixão que tenho por ela. Não consigo mais segurar esta vontade de estar com ela, vivenciar tudo que já poderíamos ter vivido juntos, fazê-la feliz, enfim. Afinal, sei que posso acrescentar muito a sua vida: atenção, dedicação, cuidado, criatividade, amor e alegria.

Sei que minha esposa e filhas entenderão, até porque elas também estão à frente de seu tempo e, no fundo, no fundo, querem minha felicidade. Incrível como as mulheres são tão maduras e nos surpreendem!

Acho que este é o momento certo, pois estou mais experiente e até conheci algumas pessoas que a conhecem intimamente. Pode estar aí uma ponte para nos aproximar, não acham?

Por tudo isso, gostaria que soubessem que há 30 anos estou perdidamente e profissionalmente apaixonado por esta senhora de 74 anos chamada 3M. Sim, ela é minha crush! Não me importa se outras que estiverem lendo esta confissão se decepcionem. É ela que sempre admirei e que sempre me atraiu.

Será que você também a conhece e poderia ajudar nossa aproximação? Ou pelo menos conhece alguém próximo a ela?

Não hesite em ser o cupido desta história. Tenho certeza de que nosso contato pode dar match!

Ou será que, aos 54 anos, ainda devo ser considerado novo para alguém tão experiente e sábia quando ela?

O poder dos sonhos

Em 2013, a agência Wieden+Kennedy, de Londres, criou uma campanha para a Honda, onde mostra que através de uma simples porca, foi possível transformar uma série de inovações ao longo de história da marca. A campanha “The power of dreams” (O poder dos sonhos) surgiu inspirada em seu fundador, Soichiro Honda, que foi um jovem sonhador visionário.

Para celebrar os 65 anos de curiosidade dos engenheiros da Honda, a montadora japonesa criou o comercial “Hands”, que de forma simples e criativa, descreve a história de lançamentos da marca através de uma porca.

Para a Honda, os sonhos não têm limite. E para você?

Qual é o segredo de uma boa negociação?

Sempre considerei o processo de negociação um ato de boa vontade de ambas as partes. Comprador e vendedor, normalmente, sentam-se à mesa dispostos a fecharem negócio.

Por um lado, o vendedor quer fechar a venda para bater suas metas e provar seu valor profissional. Por seu lado, o comprador quer obter o melhor que puder comprar com o dinheiro que dispõe. Interessados na negociação, ambos esforçam-se até esgotarem-se os argumentos e as concessões.

O segredo para um final feliz é estarem claros, ao final da conversa, os valores intrínsecos e agregados que o processo trará para cada uma das partes. Claro que o processo pode se assemelhar mais a uma disputa de cabo-de-guerra, mas o que se perde hoje em uma negociação pode se ganhar em um futuro encontro.

A sabedoria em se perceber ganhos atuais e futuros é o segredo de criar parcerias duradouras, lucrativas e duradouras entre os negociantes.

Pegou a visão?

A negociação precisa ser boa para ambas as partes

Adotar ou não o formato EPUB em substituição ao PDF?

Criado em 1993, o formato  PDF (Portable Document File) consolidou-se como padrão de arquivo destinado ao compartilhamento de documentos e conhecimento.

Este tipo de arquivo democratizou o conhecimento e permitiu baixar documentos de diversos websites públicos e privados, pois além de compartilhá-los ainda permite a impressão prática em folhas tanto no formato ofício quanto A4.

O tempo passou e surgiram outros formatos para atender à realidade dos smartphones, uma vez que seus usuários clamavam por uma forma mais prática de leitura. Desta forma, o formato EPUB, criado pelas empresas Adobe, Hewleth-Packard e Sony, entre outras, surge como a melhor alternativa para a leitura de documentos, especialmente e-books.

Não é apenas a portabilidade, ou seja, a facilidade de acesso a conteúdos em diversos aparelhos, que marca as vantagens desta tecnologia. O ePub ainda possibilita o aumento do tamanho da fonte e o ajuste da dimensão das páginas de acordo com o dispositivo utilizado para leitura, adequando o e-book às necessidades do usuário. Características que dificilmente são vistas, com qualidade, em outros formatos.

Em um tempo em que se investe muito na usabilidade de websites, com a tecnologia responsiva, por exemplo, parece um contrassenso insistir no formato PDF para estratégias como inbound marketing, por exemplo. O uso do formato EPUB, embora seja mais adequado, ainda carece de uma simplificação em seu software de leitura que o equipare à facilidade de uso do PDF.

Uma boa alternativa para mudar este quadro seria a oferta de arquivos em ambos os formatos ao público. Embora mais complexa, seria a alternativa mais respeitosa e ergonômica, uma vez que deixaria para o usuário a escolha do que é melhor para sua leitura.

E você, ainda vai ficar apenas na oferta do PDF como formato ao seu target?

A essência do processo de comunicação

A habilidade de comunicar é uma das principais soft skills. Para mim, é a principal.

Quanto mais nos relacionamos com as pessoas, mais nos convencemos de que, no processo de comunicação, o mais importante não é o que você quer dizer, mas sim como o receptor compreende sua mensagem.

Quantas oportunidades perdemos e quantos mal-entendidos vivenciamos quando não conseguimos expressar corretamente o que pensamos, não é mesmo?

Por isso, certifique-se de usar os termos mais claros e precisos ao se comunicar. Mas claro, sendo sempre objetivo.

Existe beleza na correria do dia a dia?

Um homem sentou-se numa estação de metrô de Washington e começou a tocar violino, ele tocou durante 45 min. Durante esse tempo 1,100 pessoas passaram por ele. Depois de 3 minutos um homem parou um pouco e continuou o trajeto. Depois uma mulher lhe deu o primeiro dólar, mal parou e continuou andando.

Alguns minutos depois, alguém se encostou à parede para o ouvir, mas ao ver o relógio retomou a andar. Quem prestou maior atenção foi um menino de 3 anos A mãe trazia-o pela mão mas a criança parou para olhar. Ela o puxou com mais força e o menino continuou a andar. Esta ação foi repetida por várias crianças.

Enfim ele parou de tocar, o silencio veio e ninguém se deu conta. Ninguém aplaudiu.

Ninguém sabia que este violinista era Joshua Bell, um dos maiores músicos do mundo.

Ele tocou algumas das peças mais elaboradas escritas num violino de 3,5 milhões de dólares. Dois dias antes de tocar no metrô, Joshua esgotou um teatro em Boston, cada lugar custou 100 dólares.

Esta é uma história real, Joshua tocou na estação de metrô em evento que fazia parte de uma experiência social sobre percepção, gostos e prioridades.

A questão era: num lugar comum, numa hora inapropriada somos capazes de perceber a beleza? Paramos para apreciá-la? Reconhecemos o talento num contexto inesperado?

Já pensou em patrocinar um circo?

Marcas podem se beneficiar com patrocínio a esta arte milenar

Recentemente um circo se instalou perto de minha residência e por lá ficou por aproximadamente 30 dias.

Lembrei-me com carinho das atrações que me encantavam: o malabarista, o palhaço, o mágico, o trapezista. O circo tem sua fascinação junto às crianças e, principalmente, aos mais vividos, que o tem em suas memórias de infância com alegria.

Entretanto, percebo que não está sendo fácil a vida de empreendedores e trabalhadores neste segmento, cada vez mais relevado a segundo plano pela geração atual, que prefere megaeventos, de um lado, e o lazer caseiro proporcionado por internet e TV por assinatura.

Propaganda em carro de som, ações nas escolas e distribuição de bônus são táticas promocionais de que os circos sempre se valeram para atrair o público para seus espetáculos. Alguns circos renomados fazem publicidade na TV, em parceria com as emissoras. Manter um circo em um tempo de competição com outras formas de lazer e com a internet é um verdadeiro desafio.

Diferentemente de outros segmentos, porém, os circos são verdadeiro patrimônio cultural da humanidade. É preciso fazer algo para protegê-los. Mais que isso: acredito que os circos podem ser adotados pela iniciativa privada, pois podem oferecer contrapartidas ao investimentos institucional das companhias.

Para começar, uma empresa que patrocine o circo pode utilizá-lo para eventos diferenciados, seja pelo próprio local, seja utilizando suas atrações. Um circo pode ser o local ideal para uma convenção, seminários e tudo mais que as equipes de RH e marketing criarem usando este espaço lúdico para motivação e engajamento de seu público interno.

Para uma empresa que está presente em diversas capitais do país, por exemplo, o circo pode montar tournées tendo como roteiro o local de suas filiais, envolvendo tanto o público interno quanto o externo e, principalmente, a mídia, que possui boa vontade com a arte circense.

Creio que o orçamento milionário de marketing de companhias nacionais e multinacionais possa contemplar este tipo de patrocínio.

Para fomentar esta parceria, instituições como SEBRAE, por exemplo, poderiam atuar como ponte, capacitando gestores da casa de espetáculo a desenvolverem planos de parceria para proporem a empresas investidoras potenciais.

Fica aqui a semente de uma ideia que pode garantir a sobrevivência de uma arte milenar e um maior reconhecimento público a empresas engajadas com causas culturais e em busca de diferenciação de imagem em seus concorridos mercados.

O circo mais do que sobreviver: merece progredir. Viva o circo!

Hutger Hauer em Blade Runner: cena antológica marca um artista que deixa saudade

Rutger Hauer era um dos meus atores preferidos nos anos 80.

Primeiro, por sua atuação em Blade Runner. Depois, sua parceria com Michelle Pfeifer em “O Feitiço de Áquila”.

Mas foi na cena final de Blade Runer que o artista deixa sua marca, em uma cena antológica marcada pela sensibilidade estética.

Eis um artista que vai deixar saudade. Vá com Deus, Hauer, e muito obrigado!