Como ganhar dinheiro com barquinhos de papel

Embora complexo, escala industrial é possível em miniaturas de papel

No início de 2014, fui procurado por um empresário, chamado William, na sede do IBTI, interessado em contar com o apoio do Projeto de Extensão Industrial Exportadora – PEIEX em seu negócio.

Por mais de uma hora, William explicou a natureza de seu negócio, que consistia na miniaturização de barcos a partir de corte laser em papel prensado. O empresário me convenceu, por A mais B, que seu negócio era viável e lucrativo. Explicou-me que seu empreendimento estava, literalmente, indo de vento em popa, deixando-me maravilhado com a perspectiva de conviver, enfim, com um negócio ao mesmo tempo, ecologicamente correto, lucrativo e com base tecnológica.

A argumentação de William encantou não só a mim, como os aos demais consultores do projeto, que demonstraram interesse em conhecer pessoalmente sua indústria.

Baseando-se em cálculos trigonométricos, William determinava a escala de miniaturização de qualquer modelo de barco existente no mercado e, mediante desenho no aplicativo CAD, reproduzia cada parte da embarcação em papel prensado, recortado em máquinas de corte a laser. Inicialmente, os grafismos e cores eram de cada peça eram impressas em papel, sendo em seguida sobreposto a outras folhas, constituindo-se em papel prensado, o que dava resistência à peça. Em seguida, o corte a laser definia o contorno da peça, que era então incorporada às demais, formando o conjunto da miniatura.

Segundo ele, mais de 70 profissionais eram empregados em sua empresa, em uma linha de montagem que produzia as miniaturas a um custo de 10 reais e valor de revenda em torno de 60 reais.

Em seu relato entusiasmado, ele contou que possuía bons clientes como Banco do Brasil, Petrobrás e Nannai Resort, destacando que o processo de miniaturização era aplicável a qualquer veículo, com grande leque de empresas a prospectar no âmbito comercial.

Passados mais de 5 anos, até hoje não encontrei sinais consistentes da existência da empresa de William, o qual, sempre que pressionado a nos mostrar as instalações da indústria, desaparece do circuito, reaparecendo apenas alguns meses depois, com a mesma conversa de outrora e a promessa de um dia conhecermos seu misterioso negócio in loco.

Não sei se posso julgar o “empresário” como cauteloso ou lunático, mas o modelo de negócio é factível e está à disposição de quem queira se aventurar nesta ideia sustentável, tecnológica e potencialmente lucrativa.

Alguém se aventura?

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Já pensou em patrocinar um circo?

Marcas podem se beneficiar com patrocínio a esta arte milenar

Recentemente um circo se instalou perto de minha residência e por lá ficou por aproximadamente 30 dias.

Lembrei-me com carinho das atrações que me encantavam: o malabarista, o palhaço, o mágico, o trapezista. O circo tem sua fascinação junto às crianças e, principalmente, aos mais vividos, que o tem em suas memórias de infância com alegria.

Entretanto, percebo que não está sendo fácil a vida de empreendedores e trabalhadores neste segmento, cada vez mais relevado a segundo plano pela geração atual, que prefere megaeventos, de um lado, e o lazer caseiro proporcionado por internet e TV por assinatura.

Propaganda em carro de som, ações nas escolas e distribuição de bônus são táticas promocionais de que os circos sempre se valeram para atrair o público para seus espetáculos. Alguns circos renomados fazem publicidade na TV, em parceria com as emissoras. Manter um circo em um tempo de competição com outras formas de lazer e com a internet é um verdadeiro desafio.

Diferentemente de outros segmentos, porém, os circos são verdadeiro patrimônio cultural da humanidade. É preciso fazer algo para protegê-los. Mais que isso: acredito que os circos podem ser adotados pela iniciativa privada, pois podem oferecer contrapartidas ao investimentos institucional das companhias.

Para começar, uma empresa que patrocine o circo pode utilizá-lo para eventos diferenciados, seja pelo próprio local, seja utilizando suas atrações. Um circo pode ser o local ideal para uma convenção, seminários e tudo mais que as equipes de RH e marketing criarem usando este espaço lúdico para motivação e engajamento de seu público interno.

Para uma empresa que está presente em diversas capitais do país, por exemplo, o circo pode montar tournées tendo como roteiro o local de suas filiais, envolvendo tanto o público interno quanto o externo e, principalmente, a mídia, que possui boa vontade com a arte circense.

Creio que o orçamento milionário de marketing de companhias nacionais e multinacionais possa contemplar este tipo de patrocínio.

Para fomentar esta parceria, instituições como SEBRAE, por exemplo, poderiam atuar como ponte, capacitando gestores da casa de espetáculo a desenvolverem planos de parceria para proporem a empresas investidoras potenciais.

Fica aqui a semente de uma ideia que pode garantir a sobrevivência de uma arte milenar e um maior reconhecimento público a empresas engajadas com causas culturais e em busca de diferenciação de imagem em seus concorridos mercados.

O circo mais do que sobreviver: merece progredir. Viva o circo!

Hutger Hauer em Blade Runner: cena antológica marca um artista que deixa saudade

Rutger Hauer era um dos meus atores preferidos nos anos 80.

Primeiro, por sua atuação em Blade Runner. Depois, sua parceria com Michelle Pfeifer em “O Feitiço de Áquila”.

Mas foi na cena final de Blade Runer que o artista deixa sua marca, em uma cena antológica marcada pela sensibilidade estética.

Eis um artista que vai deixar saudade. Vá com Deus, Hauer, e muito obrigado!

 

Por que seu negócio precisa de um website?

Ter um website facilita localização em mecanismos de busca

A Internet transformou a forma como as empresas se apresentam ao mercado e vendem seus produtos.

Atualmente, são inúmeras as possibilidades de divulgação e venda dos produtos na internet, mas tudo ainda começa com um moderno e funcional website.

Mas por que motivo sua empresa necessita criar e manter um website?

Aqui vão as razões definitivas para tomar sua decisão.

1 – Facilidade para o cliente encontrar a sua empresa

Se o consumidor procura por fornecedores de serviços e produtos em mecanismos de buscas, é com um bom site que elas encontrarão sua empresa.

2 – Menor custo na hora de encontrar possíveis clientes

Se o seu site receber em média 10 visitas por dia, ao final de 1 mês terá registrado 300 contatos com clientes interessados. E com uma boa manutenção de conteúdo e otimização das páginas (SEO), este resultado poderá ser ainda maior, gerando mais retorno com grande economia.

3 – Plena integração com suas redes

A implantação de um website amplia o alcance da comunicação que sua empresa já desenvolve nas redes sociais, gerando maior contato com os clientes e oferecendo a leis mais informações sobre produtos e serviços.

4 – Mensuração de dados e resultados

A partir de um website você poderá recolher dados dos clientes com facilidade e rapidez, identificando as informações que eles buscam e podendo, com isso, oferecer conteúdo mais apropriado e direcionado às suas vendas.

5 – É a decisão digital mais estratégica que você pode tomar!

Enquanto o alcance da comunicação de sua empresa é cada vez menor nas redes sociais, por exemplo, no website o alcance de clientes pode ser cada vez maior, pois você é quem “manda” neste território, executando estratégias que podem potencializar ainda mais o número de clientes visitantes e, consequentemente, suas vendas.

Agora que você tem elementos para decidir, está na hora de entrar neste jogo pra ganhar, não acha?

 

 

Filha, você tem o direito de ser diferente!

Reproduzo, abaixo, o texto de Stephen Kanitz que recentemente li e do qual compartilho a opinião e desejo em relação a minhas filhas. Espero que os caros leitores gostem!

“Querida Filha,

Decidi lhe escrever porque ultimamente estou muito preocupado com você, agora no início da sua adolescência.

Vou começar dizendo que você é muito especial, é única, e tem qualidades que ninguém mais tem.

Você também tem defeitos que ninguém mais tem, faz parte da vida.

No fundo, todo ser humano é um pacote de coisas boas e outras nem tanto.

Por isto somos todos únicos, e por isto interessantes.

Mas de uns tempos para cá vejo que você está morrendo de medo de que você seja diferente.

Está com medo que os outros a achem diferente.

Vocês agora querem ser iguais aos seus amigos, ao seu grupo, usando as mesmas roupas, fazendo tatuagens para fazer parte do grpo, bebendo muita cerveja, usando a mesma gíria.

Isto é o que educadores e sociólogos chamam de socialização, e eles acham isto importante.

Alguns vão além, querem que todos distribuam renda entre si, que todos sejam sexualmente receptivos a todos, ou pelo menos a mais de um homem ao mesmo tempo, querem liberdade sexual.

Seus professores nunca dirão que todos nós somos superiores em algum aspecto do caráter humano, e inferiores em outros.

E se soubermos potencializar a superioridade individual e minimizar as fraquezas individuais, teremos um mundo melhor.

Nivelam tudo.

Você era uma princesa, única, especial.

Mas de uns tempos para cá já não vejo diferenças entre você e e suas amiga.

Vestem-se igualmente, bebem, usam os mesmos símbolos, palavras e maneirismos.

Filha, você deveria ter orgulho de ser especial, e não ter medo. Medo de ser diferente, de vir de uma família estruturada, que soube lidar com as diferenças, e viver com elas em vez de se separar.

Você deveria ser incentivada a aprimorar a sua diferença, e não subjugá-la à vontade da maioria.

Seus professores deveriam incentivar todos a aprimorarem aquilo que nos faz especial, e não destruir dizendo que isto seria individualismo ou egoísmo.

Os genes que Deus deu a você são únicos, só você os têm.

E eu como seu pai imploro para que não tenha vergonha do que recebeu, que descubra a unicidade dos seus genes.

E os aprimore em vez de abafá-los para o bem comum.

E digo mais. É justamente este seu lado especial que fará com que você ajude os outros.

Os genes especiais que Deus lhe deu, se forem aprimorados, farão com que ajudar os outros seja mais fácil.

Deus me deu o gene de escrever, que como você sabe eu aprimorei ao longo dos anos.

E por isto ajudar os outros escrevendo é para mim uma tarefa fácil. Fácil e que adoro fazer, porque vejo os resultados.

Se isto é o meu dever divino, minha contribuição à sociedade, ao verdadeiro socialismo, e eu faço com prazer.

É um imposto que a sociedade espera de mim, que pago com prazer. Pode até ocupar 35% do meu tempo, mas parece menos.

Em vez de dar 35% da minha renda para uma burocracia homogênea e nada especial.

Portanto minha filha, não tente ser igual aos outros.

Não se esforce tanto para se socializar. Isto é um engodo imposto pelos seus professores, não pelos seus pais.

Quem vai ganhar muito com isso é o tatuador, a Ambev, a Nike, a Coca-Cola que fazem a sua cabeça que não deve ser igual a todas.

Uma cidadã igual às outras.

Feita para pagar os impostos direitinho, votar no candidato determinado pela cúpula do partido, comprar uma bolsa Louis Vuitton, e casar com um rapaz que se preocupa com os outros e não com sua própria família.

O homem que vai se apaixonar por você o fará pelas suas diferenças, e não pelas suas igualdades.

E você vai querer que ele se apaixone pelas suas qualidades e não pelas suas tatuagens, latas de cerveja e tênis Nike.

Portanto não se afaste de nós, sua família careta.

Não tenha medo de beijar o seu pai em público como você agora beija o seu professor de Sociologia.

Não tenha medo de dizer que você é diferente, especial, e quer nutrir esta sua especialidade para o bem comum.

Que você não quer ser a média medíocre da mediocridade que estão incentivando, onde tirar 10 é visto como ameaça ao grupo.

Filha você é especial, foi assim que Deus a fez, com genes totalmente únicos, diferenciados.

Te amo,

Seu pai muito especial.”

(Texto: Stephen Kanitz)

Por que devemos aprender digitação?

Digitar rápido e com precisão é uma exigência do mercado de trabalho

Em uma época em que a maioria das pessoas concentra-se em digitar mensagens ao celular, talvez soe ultrapassado falar em datilografia, mas ela é justamente a habilidade que muitos necessitaram desenvolver para escrever mais e melhor, em outros tempos.

O surgimento de estações de trabalho com teclados mais macios permitiram a evolução da datilografia em digitação, permitindo maior velocidade e produtividade.

Embora muitas aplicações hoje dispensem o trabalho intermediário de digitar, os teclados ainda são muito utilizados nos ambientes profissionais e, por isso, requerem aquela habilidade de seus usuários.

Como aprender digitação

A datilografia é a técnica de digitar sem olhar muito para as teclas e com certa velocidade.  Para alcançar excelência, é preciso fazer um curso específico, que antigamente era ministrado em escolas específicas.

Hoje em dia, há softwares específicos para este aprendizado, como TypeFaster, Sense-Lang, KeyBR, KeyBlaze  e Rapid Typing, entre outros,]

Em apenas 6 meses é possível aprender esta técnica, desde que se controle a ansiedade, aprendendo lição por lição, dia a dia.

Benefícios do aprendizado de datilografia

Digitar corretamente, rapidamente e sem olhar para o teclado ainda pode fazer muita diferença na sua produtividade, e consequentemente, na sua empregabilidade. Afinal, esta técnica é praticamente universal e serve para as mais diversas profissões.

Um redator, por exemplo, obtém muita produtividade se tiver uma boa datilografia. O mesmo serve para secretárias, profissionais de telemarketing, atendentes, digitadores, jornalistas, publicitários e escritores, entre outros.

O principal benefício de aprender digitação é a rápida transposição de ideias próprias ou ligeira transcrição de textos de terceiros.

Espero ter oferecido uma dica de preparação para sua empregabilidade. Este texto fez sentido pra você? Dê sua opinião para que eu produza outros mais úteis ainda para sua vida!

 

 

 

Inteligência artificial ou “quebra-galho” tecnológico?

Bom senso x inteligência artificial

Inteligência artificial pode ser útil, mas não para tudo

Tenho percebido uma ansiosa procura por parte das corporações em usar recursos de inteligência artificial.

Cada vez mais este recurso é adotado na gestão, no marketing e até na seleção de pessoas, o que tem permitido a grandes corporações, por exemplo, recrutar colaboradores a partir de um grande volume de candidatos com grande abrangência geográfica. O que me preocupa, entretanto, no uso deste recurso é a falta de parcimônia no seu período pré-implantação nas organizações.

Adotar inteligência artificial exige testes rigorosos, validações e a certeza de que o recurso é plenamente viável, ético e vantajoso para a organização, sob pena de a inteligência artificial ser apenas um “quebra-galho artificial”.

Como concorrer com empresas grandes?

Concorrer com grandes empresas

Concorrência exige atenção ao cliente

A vida do pequeno varejista não é fácil, principalmente porque conta com a concorrência dos gigantes do mercado.

Tentar ganhar no preço é difícil, isso porque as grandes redes sempre terão mais poder de negociação com os fornecedores.

A saída está no bom atendimento. Quanto maior  a proximidade com o consumidor, melhor! Por isso, treine sua equipe para que ela ofereça um tratamento exclusivo ao seu cliente. Isto fará com que ele se sinta valorizado. Procure saber das preferências e ofereça os produtos que costuma comprar.

Informe sobre promoções e novidades. Receber este tratamento na esquina de onde mora ou trabalha, de uma loja agradável, certamente fará diferença na escolha do cliente.

 

Vale a pena participar de feiras e eventos?

Feiras

Participação em feiras exige planejamento adequado

Feiras e eventos de negócios são ótimas oportunidades para empreendedores.

São nesses locais que vão encontrar novidades para o setor, estreitar relações, conhecer novos parceiros e fornecedores, e principalmente impulsionar as vendas.

Mas para tirar um melhor proveito, é preciso pesquisar quais os melhores eventos para participar e de que maneira será sua participação.

Avalie o tipo de encontro, o público-alvo e se trará o resultado esperado. Determine quem ou qual equipe visitará a feira. Selecione as pessoas certas da empresa e que tenham domínio do produto ou serviço que seu negócio oferece.

Os encontros podem gerar bons resultados para sua organização.

 

É bom negócio abrir loja em shopping center?

Loja em Shopping Center

Planeje bem seu negócio e usufrua todas as vantagens de estar neste ambiente

Por um curto espaço de tempo atuei no marketing de um shopping center no Distrito Federal, onde há  um grande concentração deste tipo de empreendimento.

Pelo que observei interagindo com os lojistas, percebi que não é um negócio para amadores.  São muitos custos envolvidos e muitas regras da administração a observarr. Para lucrar, é necessário ter um bom modelo de negócio, uma boa comunicação e um atendimento melhor ainda.

Aqui vão algumas dicas a partir da experiência que tive.

Não existe nenhuma fórmula para determinar se é melhor instalar uma loja em shopping center ou em rua. Em ambos os casos, há pros e contras.

O ideal é ter em mãos um bom plano de negócios.

A decisão dependerá dos custos e do perfil do público que você quer atender. Loja de rua tem menos opções para estacionar, mas dá mais liberdade para divulgação. Em shopping, há mais segurança, mas por outro lado há gastos fixos como taxa de condomínio e fundo de promoção para divulgação.

Calcule corretamente o investimento, a rentabilidade e o prazo de retorno.

Seja no shopping ou na rua, o que fará diferença mesmo será o atendimento, as táticas de fidelização e campanhas promocionais.

Espero que estas dicas contribuam para uma decisão tão importante quanto se estabelecer em um shopping center.

Como fazer o lançamento de minha loja?

Abertura de loja

Com a estratégia correta, você pode lançar sua loja com eficiência

Abrir um negócio é tão especial que merece uma inauguração. Esse momento é único e pode fazer com que você comece com o pé direito.

Não perca o foco, organize um evento relacionado ao seu tipo de negócio. Se for um restaurante, por exemplo, faça uma degustação.

Divulgação é muito importante. Afinal, ninguém conhece seu estabelecimento.

Prepare um material de qualidade, com bom texto, informações sobre a inauguração e envie para a mídia. Para os moradores num raio de 1 a 2 km da loja, distribua panfletos de casa em casa.

Use também faixas e banners em frente à loja.

Prepare ofertas para chamar a atenção do público que passa em frente ao local.

No dia do evento, não esqueça de criar vínculos com os visitantes. Cadastre as pessoas e depois envie um agradecimento em mensagem de pós-vendas.

Como atender melhor o meu cliente?

Atender bem é fundamental

Na maioria das vezes, o atendimento é o diferencial de uma empresa

É comprovado que conforto e bom atendimento são decisivos na hora do cliente optar pela compra. São medidas simples e baratas que dão resultado.

Detalhes como ar condicionado, manobrista e entrega a domicílio são vistos com bons olhos e agradam os clientes. Música alta, bagunça e propaganda enganosa são alguns obstáculos que precisam ser eliminados.

Fique de olho nos produtos que interessa. Não adianta ter itens baratos e sem qualidade!

Esteja presente na vida do cliente. Invista em mala direta, redes sociais ou telefone, e convide-o para um café no estabelecimento.

Outra dica fundamental é criar um cliente misterioso, alguém de sua confiança que vai comprar e depois relatar tudo o que aconteceu. Essa é uma ferramenta de controle eficaz e barata. Com ela, você verifica o conhecimento dos vendedores, agilidade e a simpatia no atendimento.

Como tomar decisões de estratégia de produtos

Produto

Decidir pela estratégia correta faz toda diferença em se tratando de produtos

Uma das maiores dúvidas dos gestores modernos são que decisão tomar a respeito de seu produto conforme o ciclo de vida e seu posicionamento de marca. Afinal, uma decisão errada pode comprometer todos os esforços de posicionamento de marca e até a política de expansão de seus negócios.
Para auxiliar nossos leitores, relembremos quais são as opções possíveis para este caso.
Composto de Produtos
As decisões de estratégia de produtos compõem o chamado composto de produtos, que é o conjunto de decisões estratégicas de marketing referentes às linhas de produtos da organização. Segundo Philip Kotler, as decisões de composto de produtos possuem quatro dimensões: amplitude, extensão, profundidade e consistência.

 

Para compreender melhor estes conceitos, tomemos como exemplo uma empresa de laticínios (derivados de leite).
a) Amplitude de Produtos
Refere-se ao número de linhas de produtos da empresa, que representam a diversidade da natureza de seus produtos. Exemplo: leite, margarina, iogurte e queijo.

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b) Extensão de Produtos
Este termo diz respeito ao número de itens de produto em cada linha, considerando-se as variações dentro de uma própria natureza do produto. Exemplo: leite com as variedades integral, semidesnatado, desnatado, fortificado e sem lactose.

 

c) Profundidade de Produtos
Esta expressão refere-se ao número de versões de produtos, com variações do mesmo produto em tamanho, quantidade e sabores. Exemplo: leite em embalagem de 500 ml e 1 litro e com sabores (como chocolate).

 

d) Consistência de Produtos

 

Um composto de produtos é consistente quando apresenta nível de semelhança entre as linhas e os produtos quanto à matéria-prima, ao processo de produção, aos canais de distribuição, ao padrão de qualidade e à imagem de marca.  No caso do laticínio, há semelhança entre matéria-prima, processo de fabricação, padrão de qualidade e distribuição entre os produtos fabricados pela indústria.

 

Gestores de produtos e de marketing devem levar em consideração todas as variáveis acima relacionadas para estabelecer a melhor estratégia para seus produtos, otimizando as linhas com boa curva de vendas e reduzindo ou extinguindo aquelas deficitárias.

 

Conheça também os 5 conselhos de Philip Kotler para o marketing moderno.

Os 4 tipos de clientes

Tipos de clientes

Cada tipo de cliente exige uma negociação diferente

Ao longo de minha experiência mercadológico-comercial, constatei que existem 3 tipos de clientes conforme seu comportamento ao analisar uma proposta comercial.

O cliente 1.0 é aquele que está mais preocupado com o que o fornecedor irá receber com o serviço que propõe.

Já o cliente 2.0 é aquele que se concentra nos resultados que poderá ganhar com o investimento proposto.

Por sua vez, o cliente 3.0 preocupa-se tanto com a qualidade do serviço quando com os resultados que poderá obter.

E por fim, o cliente 4.0 é aquele que preocupa-se com uma relação sustentável, em que ambas as partes ganhem com o negócio, a partir de custos justos, serviço de qualidade e investimento otimizado.

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Textos interessantes sobre marketing digital

Blog da Integrate

O Blog da Integrate traz textos oportunos sobre marketing digital

Desde janeiro estou colaborando com o Blog da Integrate, empresa para qual trabalho.

Se você gosta de textos interessantes sobre marketing digital, saiba que explorei temas bem atuais para auxiliá-los a compreender melhor este universo mercadológico.

Hoje publiquei um texto muito esclarecedor sobre os cookies. Na semana passada, abordei o que é e para que serve o copywriting. Além deste conteúdo, também preparei um post legal sobre Design Thinking.

Acesse o Blog da Integrate e aprenda muito mais sobre marketing digital.