Um convite para o ano de 2013

Amanhã será um novo ano em nossas vidas. Para terminarmos um ano e começar outro com alto astral, que tal assistir a este vídeo produzido pelo internauta Raphael Gouvea Monteiro, que já foi assistido por mais de 140.000 pessoas no YouTube. Aproveite e repasse para os amigos. Quem sabe esta corrente não contagia todo mundo e realmente teremos um ótimo 2013, não? Tenham todos um Feliz 2013, com muita atitude e realizações.

O que você quer ser quando crescer?

Eis um vídeo com primorosa produção e mensagem altamente estimulante para o ano que se inicia. O texto é de Deivison Cavalcante Pedroza, consultor ambiental e empreendedor por natureza. Deivison dá palestras por todo País, é fundador de presidente das instituições Verde Ghaia e Oksigeno, além de autor da coleção de livros “Semente Ecológica”. Assista o vídeo e reflita sobre a pergunta: “O que você quer ser quando crescer?”

Nosso maior medo

O trecho acima é do filme “Coach Carter” e representa um dos textos mais simples e belos que já vi sobre motivação. Após usar todas as suas técnicas para motivar o time de basquete e procurar desenvolver o potencial de seu time, Carter afasta-se da escola mas é surpreendido pela atitude dos atletas que não queria sua ajuda. Repare no depoimento de um dos jogadores sobre motivação. Assista e reflita!

Hoje tem Boxing Day

O comércio eletrônico brasileiro fará um saldão a partir de hoje para vender com desconto produtos encalhados do Natal. Entre as empresas que aderiram ao chamado Boxing Week estão Walmart, Netshoes, Centauro, Submarino, Compra Fácil, Brastemp, Consul e TAM. Os organizadores, os mesmos da Black Friday, prometem descontos entre 20% e 30%, mas que podem chegar a 70% em alguns produtos.

Inspirado no Boxing Day, data tradicional em países da Europa, o evento foi realizado pela primeira vez no Brasil no ano passado e movimentou R$ 58,9 milhões em apenas um dia (26/12). A data representou o segundo maior faturamento do comércio eletrônico em 2011, atrás apenas da Black Friday, que naquele ano movimentou R$ 100 milhões. Em 2012, a Black Friday teve vendas de R$ 217 milhões e os organizadores esperam que a Boxing Week atinja a marca de R$ 75 milhões.

A maioria dos produtos deverá ser eletrônicos, roupas e passagens aéreas. Como serão vendidos apenas itens que sobraram no estoque, acredita-se que nem todos os tamanhos e modelos estarão disponíveis.

Esperamos, apenas, que os problemas ocorridos na Black Friday, como sites fora do ar e falsos descontos não se repitam na Boxing Week.

Falar com o Papai Noel é fácil

Cada vez mais comuns na publicidade, as intervenções urbanas (alguns chamam de marketing de guerrilha) procuram inovar e, sempre que possível, divulgar causas sociais. Nesta intervenção da Oi para o Natal, as crianças falam com o Papai Noel a partir de um orelhão. A ação faz parte do apoio da empresa à Casa dos Artistas, para onde será revertido o valor das ligações geradas para falar com o Papai Noel. Show de bola!

Fim do mundo: de lenda dos maias à mote de promoção de vendas

“Segundo o calendário maia, hoje ocorre o fim do mundo. Se eles estiverem certos, este será meu último post. Gostaria de agradecer a todos os leitores pela preferência em frequentar este humilde blog, que procurou nos últimos 5 anos refletir os fatos e técnicas mais importantes no ambiente de marketing e negócios. Onde estivermos a partir de amanhã, espero que continuemos juntos. Meu muito obrigado!”

Este poderia ser meu texto de despedida, caso fosse verdade o vaticínio dos maias acerca do fim da existência humana na face da terra. Como imagino que eles estejam errado, gostaria de refletir o quão impactante foi este mote nos ambientes sociais em 2012. Nas redes sociais não se falou em outra coisa, além do The Voice e do Gangnam Style.

Mas foi curiosamente no ambiente mercadológico que o fim do mundo tornou-se um mote bem humorado para as abordagens publicitárias. Uma bênção para os criadores que semana a semana precisam variar o discurso dos anunciantes com seu público-alvo. Em Brasília por exemplo, o texto de uma concessionária anunciava: “Segundo o calendário maia, o mundo vai acabar no dia 21. Mas nosso estoque vai primeiro!”

De tempos em tempos, surgem novas previsões do fim do mundo. Isto já aconteceu no ano 2000, quando os religiosos previam que “2000 não passarás”. A previsão dos maias deu o mote para a realização do blockbuster “2012”, que estourou nas bilheteria s de todo mundo.

Publicitários, promotores de shows, redatores e apresentadores de programas de TV. Todos aproveitaram o tema para exercitarem sua criatividade e venderem seus produtos.

O mundo pode não acabar hoje, mas o fim dele foi, sem dúvida, o elemento de promoção de vendas do ano!

Sucesso no Mundial de Clubes desafia o marketing do Corinthians

A ilustração acima apresenta a evolução da marca do S.C. Corinthians ao longo do século XX.

A conquista do Bicampeonato Mundial de Clubes pelo Sport Clube Corinthians é inquestionável. A invasão de seus torcedores nas cidades e estádios do Japão impressionou, demonstrando a força de sua marca, representada pela maior torcida do país, já superando a do Flamengo. Não sou corinthiano, mas reconheço que o clube-empresa tem feito bem o seu dever de casa. Quem dera outros clubes fossem assim…

Sucesso nos campos e na gestão, o Corinthians agora se vê diante de um belo desafio: consolidar sua marca no plano internacional. Fatores positivos para esta empreitada não faltam: boa gestão, criatividade, grande torcida e um nome fácil de ser falado em qualquer idioma, graças à sua origem inglesa.

Está nas mãos do departamento de marketing do clube, com apoio da diretoria, a missão de capitalizar esta fama internacional para angariar mais associados tanto no Brasil quanto no exterior. A marca Corinthians possui muita força e, se os profissionais da área souberem lançar mão das mesmas ferramentas utilizadas por Barcelona, Chelsea e Real Madrid, a internacionalização do clube será uma realidade, junto com um maior faturamento.

O que o clube deve fazer? Minha sugestão é contratar atletas com nomes de impacto, agilizar a construção de seu estádio, fazer excursões no exterior e licenciar sua marca para um número maior de indústrias no País e no exterior.

O Corinthians tem tudo para ser uma marca consolidada, desde que faça o dever de casa que o Flamengo, por exemplo, não fez. Aposto na capacidade dos dirigentes alvi-negros.

Como proteger o nome de sua empresa

Proteger o nome de sua empresa é possível e imperativo para seus negócios.  Além de ser a identidade que a empresa vai usar para conquistar o mercado, o nome muitas vezes pode distinguir um negócio de outros do mesmo segmento. Mas, com a normatização atual, o empreendedor encontra dificuldades na hora de protegê-lo. Por isso, é importante compreender a legislação.

O nome de empresa hoje é tutelado por diversas leis. Cada uma fala um pouco, como a Constituição, o Código Civil, a Lei dos Registros Públicos e a Lei da Propriedade Industrial. Mas não existe uma que consolide tudo e trate de forma clara e objetiva a questão.  O que fazer então?

O primeiro passo para o registro é pesquisar na Junta Comercial da cidade que será a sede do negócio se já existe outra empresa com o mesmo nome registrado.

Outra dica importante é que, além de consultar a Junta Comercial, o empreendedor pesquise se existe uma marca registrada similar ou idêntica ao nome do negócio. Ao contrário do registro na Junta, que tem validade estadual e consulta os registros apenas do Estado, o registro de marca tem abrangência nacional.

Para realizar essa pesquisa, basta acessar o site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial. É recomendável, também, que a empresa conte com a consultoria de empresas especializadas no assunto nesse período de registro. Isto pode aumentar o nível de segurança.

A consultoria também é importante para o trabalho de monitoramento, que deve ser feito no longo prazo. É importante observar se foram constituídas empresas ou marcas que possam conflitar com o nome, para poder tomar providências em casos positivos.

Com a interpretação atual, duas empresas com o mesmo nome podem conviver em Estados diferentes, já que a proteção do nome está ligada apenas ao território da Junta na qual foi registrada. Por isso, a melhor forma de garantir a proteção do nome é fazer o registro na Junta comercial e o registro de marca, para se proteger nacionalmente.

Mercado quer obrigar profissionais de marketing a serem designers

“Precisa-se de profissional de Publicidade ou Marketing, formado ou cursando, com experiência em produção de eventos, criação e execução de projetos  Deve escrever bem e ter noções básicas do pacote Adobe.”

“Contata-se de Comunicação e Marketing para atuar juntamente a diretoria comercial e de mercado sendo responsável pela identificação de novos mercados, análise e pesquisa de concorrentes e clientes potenciais. Realizar gestão das redes sociais, site, uso do Adwords e Google Analytics. Atuação direta em campanhas de marketing, endomarketing e CRIAÇÃO de artes e peças. Experiência com campanhas de marketing, criação publicitária, eventos e planejamento estratégico. NECESSÁRIO conhecimentos AVANÇADOS nas ferramentas de criação e edição: Photoshop, Illustrator, Indesign ou Corel…”

Os textos acima estão reproduzidos literalmente, incluindo as enfáticas letras maiúsculas, e foram publicados no site Comoequetalá, que periodicamente publica vagas de empregos nas áreas de Comunicação e Marketing.

O que deveria ser apenas a contratação de um profissional com experiência em análise, planejamento, implementação e controle de ações mercadológicas transformou-se na busca por um profissional que também entenda de softwares de editoração e criação gráfica. Atentas à grande oferta de profissionais no mercado, as empresas ampliaram as exigências para contratação, visando encontrar em um único candidato habilidades normalmente encontradas em profissionais distintos. Assim, procuram economizar em contratações. Mas será que os profissionais selecionados são bons planejadores e, simultaneamente, bons designers?

Creio que não, embora tenha sempre acreditado que profissionais de marketing devessem, de fato, fazer cursos de softwares gráficos, não para aprofundar em design, mas para entender os recursos daqueles aplicativos e, com isso, colaborar com idéias aos diretores de arte em reuniões criativas.

Cabe aos candidatos a emprego aceitar ou não esta imposição das empresas do mercado. Quanto mais pessoas aceitarem estas exigências, mais elas serão irreversíveis e acabarão transformando estes mesmo profissionais em planejadores mais ou menos e designers idem, o que será negativo para o curriculum, a carreira e o bolso dos profissionais que se sujeitarem às exigências.

Uma análise sobre os 10 livros de marketing mais vendidos

Um levantamento nas principais livrarias do país aponta as 10 principais obras sobre Marketing. É fácil notar a busca cada vez mais intensa por bibliografias relacionadas ao marketing digital. A seguir, analiso uma a uma, procurando orientar os prezados leitores em sua escolha:
1º) Marketing 3.0 – As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano – Pelo quinto ano consecutivo, Philip Kotler encabeça a lista, com uma obra que consolida a percepção acadêmica sobre os novos paradigmas do marketing, especialmente no ambiente digital.
2º) Administração de Marketing – Este clássico de Philip Kotler mantém-se em um patamar de vendas condizente com seu conteúdo. Indicado para o estudo inicial da disciplina.
3º) A Bíblia do Marketing Digital – Esta obra de Cláudio Torres é uma das mais completas em se tratando de Marketing Digital, juntamente com o quarto colocado.
4º) Os 8 Ps do Marketing Digital – O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital – Editado inicialmente no final da década passada, este livro de Conrado Adolpho Vaz é obrigatório na estante de quem deseja entender a evolução e as ferramentas do marketing digital, o que o autor denomina Google Marketing.
5º) Marketing Na Era Digital – Conceitos, Plataformas e Estratégias – Este é o nome da escritora, professora e palestrante Martha Gabriel, indicado para quem deseja se aprofundar no marketing moderno.
6º) A Lógica do Consumo – O especialista em neuromarketing Martin Lindstrom desvenda o comportamento do consumidor nesta obra oportuna e polêmica.
7º) Princípios de Marketing – Um dos livros mais acessíveis de Philip Kotler para entender o marketing.
8º) Nos bastidores do Google – Tudo o que sei sobre Marketing aprendi com o Google – Neste livro, Aaron Goldman revela sua experiência com as ferramentas do mais famoso buscador.
ente.
9º) Marketing de A a Z – 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Saber 
– De forma didática, Kotler apresenta conceitos básicos para entender o jargão e as técnicas do marketing.
10º) Marketing de Atitude – O mestre do planejamento Júlio Ribeiro, consagrado por seu desempenho à frente da Talent, uma das mais criativas agências do país, apresenta seu conceito, antenado com as modernas tendências do marketing.