Coxinha no copo a custo baixo leva empresária ao sucesso

Melhor que comer uma saborosa coxinha é ganhar dinheiro revendendo esta delícia! Este é o pensamento da empresária Lorena de Carvalho, de 22 anos, que opera em Vitória-ES, um negócio que movimenta de 600 mil reais mensais vendendo coxinha a 1 real. E não é uma coxinha não, mas um copo com 15 minicoxinhas. Veja o vídeo abaixo e conheça a história de sucesso da Lorena.

Como me tornar um empreendedor de sucesso?

Man jump through the gap. Element of design.

Qual é o segredo para ser um empreendedor de sucesso? Esta é uma pergunta de muitos empresários.

O sucesso é, antes de tudo, a forma como o empresário administra o seu negócio. É alguém com iniciativa, um líder que vai atrás de soluções e está sempre atento ao mercado. É aquela pessoa que se antecipa e faz acontecer, pois enxerga as oportunidades.

Qualidade, eficiência e comprometimento também fazem parte das características de uma pessoa que busca o sucesso. A intenção deste empreendedor é sempre surpreender. Afinal, ele não pode apenas ser ser apenas mais um. Suas ações são pensadas, revistas, monitoradas  e ajustadas e ele só as coloca em prática com um bom planejamento.

Fonte: Sebrae-SP

Vale a pena fazer um curso de coaching?

Fazer coaching vale a pena, mas é preciso critério na escolha da instituição formadora

Muitos amigos e parentes tem me perguntado se vale a pena fazer um curso de coaching.

Resolvi conversar com profissionais da área e pesquisar sobre o tema, tendo encontrado um artigo que trouxe muitas contribuições a esta reflexão, o qual cito ao final desta matéria.

A seguir, resumo os principais aspectos que colhi na pesquisa:

  1. O Coaching é uma ferramenta de grande potencial de desenvolvimento humano e representa uma nova carreira e negócio.
  2. É possível ter uma alta renda sendo coach.
  3. Bons coachs ganham bem, mas a média do que se cobra uma sessão fica entre R$ 100,00 e 150,oo, patamar semelhante a de psicólogos.
  4. É preciso ter outros conhecimentos acadêmicos e culturais além desta formação, bem como experiências profissionais sólidas.
  5. É preciso gostar de lidar com pessoas, de entender sobre comportamento humano, de entender sobre negócios e empresas, e de gostar da profissão de desenvolvedor do potencial humano e dos resultados das organizações.
  6. A maioria da carga horária dos cursos oferecidos é insuficiente para uma boa formação. É preciso ficar atento ao volume real de horas oferecido pelos formadores.
  7. Desconfie de cursos que oferecem formação em 7 dias, mesmo com carga horária intensiva. Isto não é aconselhável, pedagogicamente falando.
  8. Muitas empresas de formação utilizam expressões de impacto como Sociedade, Instituto, Federação, Academia, Associação, para induzir o público e a mídia sobre sua seriedade. Utilizam-se deste artifício para parecerem órgãos representativos e não simples escolas de curso livre, o que na verdade são.
  9. É importante conferir a idoneidade de parcerias internacionais que conferem um caráter desta natureza ao curso formador. Nem sempre uma empresa de fora é séria o suficiente para chancelar um curso livre no Brasil. Além disso, a certificação é para o curso, e não para o aluno.
  10. Para formar outros coachs, não basta fazer o curso de coach, mas também um curso de aperfeiçoamento, como pós-graduação, por exemplo.
  11. Há associações sérias , de portas abertas a profissionais Coaches que demonstrem capacidade e qualidade profissional, e que passem na avaliação de credenciamento, além é claro de se disporem a pagar a anuidade. As mais sérias, normalmente, possuem algum tipo de funil para avaliar o mérito do aluno ser acolhido por elas.
  12. Outra maneira de “valorizar” a formação é dizer que após a conclusão em todos os módulos de coaching você pode fazer mais 90 horas de um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e obter uma pós-graduação. Por ser o Coaching uma profissão ainda não reconhecida pelo Ministério do Trabalho e o MEC não aprovar nenhum curso superior ou de pós-graduação naquela área, o valor deste TCC pode ser questionável como passaporte para o diploma de pós-graduação. Mesmo assim, se desejar uma pós-graduação em coaching, investigue o histórico e a estrutura do instituto formador, principalmente o corpo de professores.
  13. O coaching é um serviço para pessoas com alto grau de evolução e conhecimento, cultura e experiência corporativa e que querem efetivamente saber mais e contribuir para o crescimento das demais pessoas, das empresas e organizações, com ética e congruência.
  14. O mercado de formação de Profissionais Coaches tem se pautado por dinheiro e volume, o custo de uma formação inicial na área é altíssimo, em torno de R$ 5.500,00 por no máximo 80 horas aula (o que justifica investir de R$ 30.000,00 a R$ 80.000,00 mensais no Google para divulgação das formações), e quem quiser efetivamente conhecer e ter mais recursos técnicos e profissionais como Coach tem que obrigatoriamente fazer mais cursos e formações na área, o que pode elevar este investimento a mais de R$ 21.000,00 caso resolva-se fazer uma formação em Master Coach ou muito mais caso resolva-se fazer uma formação fora do país, ou seja, realmente internacional.
  15. Embora se forme cerca de 100 Coaches por mês no Brasil, e com certeza mais de 4000 coaches já atuam no país, o fato é que uma pequena porcentagem efetivamente exerce o coaching profissionalmente, e menos ainda que vivem exclusivamente do Coaching.
  16. Embora o conteúdo e professores sejam bons, o foco financeiro dos formadores faz que com a gestão de cursos rápidos e com grande quantidade de alunos pode prejudicar a adequada aprendizagem das técnicas e da filosofia da área. Aqui esta o “nó”, o gargalo dos cursos de formação, tempo para assimilação e compreensão efetiva.
  17. Se perguntarmos a qualquer formando dos cursos de Coaching o que acharam de sua formação dificilmente ouviremos queixas, muito, mas muito mais provável ouviremos elogios, o investimento é alto. Além disso, as técnicas de alto impacto comportamentais usadas nos treinamentos presenciais, que realmente promovem autoconhecimento e novas percepções, além de oportunizarem insights muito interessantes, muitas vezes mascaram a qualidade da formação, não em termos das ferramentas e sessões ensinadas, mas em termos da absorção real do conhecimento necessário para realmente entender e aplicar o processo de coaching.
  18. Seja, se você fizer uma pesquisa entre os formados das diversas “instituições” formadoras perceberá que todas as formações são excelentes, pois pouquíssimos formandos teriam a coragem de citar falhas ou deficiências, quando muito estes formandos comentam isso entre si, mas jamais com o mercado. Podemos ressaltar que uma das coisas que as “instituições” formadoras de coaching não falam em seu marketing, mas muitas vezes falam no último dia de aula de suas formações, é que em média apenas 2% dos formandos irão realmente se tornar um profissional Coach. É um ponto a se refletir.
  19. coaching é muito mais do que apenas uma nova profissão, é uma filosofia de vida e profissional, pois com sua aplicação pode-se incrementar e potencializar qualquer área pessoal e profissional em que atuamos, assim como nas empresas que atuamos, ou seja, é uma ferramenta que agrega valor ao que fazemos, potencializa resultados, fortalece o trabalho em equipe, alinham objetivos e valores.
  20. É preciso abrir novas perspectivas e analisar o coaching on line, um tendência muito forte no mundo e a área que mais cresce. Uma das possibilidades é o Mix ou Blender, mistura de Coaching presencial com coaching à distância (coaching a distância pode ser feito on line via Skype, telefone ou webconference, jamais via CHAT ou e-mail que são apenas ferramentas de apoio), com muitas vantagens. O Coaching a distância é tão ou mais efetivo que o presencial, muitas pessoas se sentem mais seguras e mais a vontade para se exporem através deste meio. As instituições tradicionais pregam o coaching on line e ao mesmo tempo não fornecem ao aluno que efetivamente aprenda esta prática.
  21. Coaching não é terapia, é reflexão, feedback e ação, e desta maneira cabe ao Coach ser um apoio e fornecedor de ferramentas para o crescimento e execução de ações e resultados e objetivos de seu coachee (cliente).
  22. Para quem pretende ser Coach, se não tiver disciplina e comprometimento, independente do tipo de formação que defina fazer, esta escolhendo a profissão errada.
  23. Infelizmente, os institutos formadores não disseminam aos futuros Coaches o “como” comercializar seus serviços, o “como” atuar na área e ter perspectivas de mercado, e de como fazer esta transição, e muito menos se preocupam em disseminar o coaching como uma filosofia de vida, tanto pessoal como profissional, pois o intuito é atrair mais alunos através do chamariz de grandes ganhos financeiros.
  24. Existem formações mais longas que dão até uma semana de curso sem que o aluno pague para que ele sinta a metodologia, o processo e os resultados antes de se decidir a fazer efetivamente a formação. Mas poucas fazem isso neste mercado, mesmo porque ao analisarmos bem em uma semana ou oito dias a maioria dos cursos existentes já acabaram de dar a sua formação, ou seja, neste prazo de oito dias as pessoas já se tornaram Coaches, rápido, muito rápido.  O máximo que oferecem é: Se em meio dia ou um dia de curso você não gostar do que viu pode desistir e ter o investimento já feito de volta. Só que neste meio tempo você já gastou com passagens, hospedagens, alimentação, negociou no trabalho alguns dias de folga para fazer o curso, etc., acha mesmo que consegue desistir e deixar de ir até o final?
  25. Quer conhecer uma formação, quer experimentar, quer ter uma aula gratuita sem compromisso, desfaça-se de preconceitos e ideias sem comprovação, experimente, pesquise, informe-se, seja crítico, e defenda seus direitos de ter o melhor valorizando seu tempo e seu investimento.
  26. É imprescindível que os Coaches completem uma formação com total conhecimento, maestria e confiança nas técnicas e processos de coaching para que efetivamente a profissão e o processo de coaching sejam valorizados e reconhecidos por quem realmente interessa: O mercado.
  27. Se deseja seguir a carreira de coach, saiba que o mais importante é que você atinja seus objetivos e encontre o que procura, sempre, sentindo-se realizado e feliz. Sucesso!

Fonte: (Ricardo Gameiro – Administradores.com)

Design thiking se consolida como técnica criativa

Design Thinking

Nenhuma marca mais tem dúvida do poder que está nas mãos de consumidores, que não hesitam em ir ao Reclame Aqui e às redes sociais contar experiências ruins com produtos e serviços. Eles também já não estão mais satisfeitos em aceitar as ofertas de modo passivo, querem ter voz e poder de influência naquilo que compram. Muitas companhias perceberam na metodologia do Design Thiking um modo de tirar suas próprias verdades e demandas do centro para colocar o cliente nessa posição privilegiada.

Esse novo modelo mental de solução de problemas busca desconstruir todas as respostas que o mercado já dá aos desafios diários, vai a campo vivenciar o que realmente falta à experiência das pessoas e escolhe alternativas, que são prototipadas e testadas a todo o momento, para minimizar riscos. Todas as fases favorecem que o pensamento criativo aflore entre aqueles que foram escolhidos para desenvolverem o projeto, equipes essas que costumam e devem ser multidisciplinares. Positivo, Natura e Coca-Cola são algumas das empresas que já adotaram a metodologia em seus projetos.

Fonte: Mundo do Marketing

O lado empreendedor de Luciano Huck

Luciano Huck começou sua carreira empreendendo por acaso: durante a faculdade de Direito, nos anos 90, abriu um bar em São Paulo com outros três amigos. O negócio deu certo, ganhou visibilidade e Luciano recebeu um convite para a redação de um jornal. Sua coluna se transformou em um programa de rádio, que se transformou em um quadro na TV. Assumindo-se como um cara de idéias, foi migrando seus interesses para esse ramo.

Quando chegou na TV Globo, em 2000, viu que televisão tinha virado uma parte séria de sua vida. Nessa época, ele tinha vários negócios espalhados pelo Brasil, de boate a hotel. Era a hora de focar e fechar seu ciclo como empreendedor. Vendeu tudo e voltou suas atenções para criar uma tv de alta performance que pudesse também servir de ferramenta para mudar a vida das pessoas.

No painel do CEO Summit, sendo mediado por Mario Chady, do Grupo Trigo, Luciano Huck conta um pouco mais desse seu lado menos conhecido. Acompanhe a trajetória empreendedora do apresentador.

Como utilizar o Canvas

Canvas

O processo de estruturação do seu negócio não precisa ser longo e detalhado. Principalmente em startups, tudo passa por validação e muda tão rápido que um relatório tradicional nem sempre é a forma mais prática de modelagem. O Canvas é uma ferramenta bastante eficiente para ilustrar as características do seu Modelo de Negócios (Business Model). Ele permite o gerenciamento estratégico utilizado em negócios existentes ou que ainda estão no papel.

O Canvas é um mapa simples e visual, que aborda os principais aspectos que o empreendedor precisa considerar ao trazer sua empresa para a realidade do mercado. Ele deve conter um resumo dos pontos chaves de um bom planejamento. O Canvas não substitui totalmente o Plano de Negócios (PN), mas é uma ferramenta mais fácil de ser utilizada no dia a dia e pode ajudar no ganho de competitividade, já que oferece agilidade ao processo e é flexível o suficiente para suportar alterações constantes.

Criando o seu Canvas

Seu modelo de negócios deverá possuir nove campos, que fazem parte de quatro pilares essenciais e insubstituíveis: infraestrutura, oferta, cliente e finanças. A infraestrutura diz respeito à avaliação dos recursos disponíveis para se chegar a um valor do produto para o cliente. A oferta se refere ao produto ou serviço oferecido ao consumidor e sua proposta de valor. O pilar de cliente é composto por público alvo, canais de contato com o consumidor (distribuição e marketing) e o relacionamento estabelecido durante e após a venda. As finanças abrangem os custos gerais e as fontes de receita da empresa.

A organização visual do Canvas já existe e o modelo pode ser baixado online no site do Business Model Generation (em inglês). Para que a equipe de uma empresa que deseja usá-lo possa discutir os aspectos de uma forma mais clara e tangível, recomenda-se a utilização de post-its no quadro impresso, que facilitam o preenchimento dos campos e sua alteração, quando necessário. Um Canvas preenchido visível a todos os colaboradores da empresa, como em um mural no escritório, permite uma visão completa do negócio e incentiva a reflexão sobre aspectos com espaço para melhorias.

Instrumento de inovação

O Canvas é uma excelente ferramenta para a diferenciação do seu negócio no mercado. Tendo uma visão objetiva do todo, é possível entender seu potencial e planejar melhor como atingir o seu público alvo e obter o retorno financeiro desejado. Além disso, nunca é tarde demais para rever seu modelo de negócios. O quadro é útil mesmo para empresas já maduras, mas que desejam entender melhor como seus setores interagem e inovar em seus processos.

Fonte: Endeavor

Para que divulgar minha empresa se não consigo vender mais do que vendo?

Esta pergunta me foi formulada recentemente por um empresário ao se justificar por que não possuía um website para seu negócio. Como sempre faço, inicialmente concordei com seu ponto de vista, mas provoquei-lhe uma reflexão sobre seu planejamento estratégico e a função da comunicação para o empreendimento.

Concordo, do ponto de vista negocial, que ao trabalhar no limite de sua comercialização, o empresário passe a se concentrar na administração da empresa e deixe para segundo plano o processo comunicacional junto ao seu público-alvo. Abandonar a comunicação, entretanto, prejudica a valorização da marca e seu posicionamento junto ao target. É aí que quero chegar.

Uma organização que desfruta de permanente êxito comercial deve aproveitá-lo para a construção de sua marca. Perceba que obter sucesso na comercialização não significa tornar-se o número um em vendas. A competitividade, normalmente, é grande nos mercados atrativos e, em muitas ocasiões, o sucesso da comercialização de toda produção da empresa pode não revelar crescimento no mercado, mas sim uma limitação nas possibilidades de crescimento. Como, então, crescer no mercado sem construir uma marca sólida?

A única explicação para aquela postura do empresário é a acomodação com o patamar alcançado. Esta atitude, por si só, é compreensível, porém toda empresa que se acomoda no mercado cria abertura para o crescimento de outra às suas custas, o que ocorre gradualmente e só é percebido tardiamente por quem optou pela estagnação.

A Comunicação não serve apenas aos propósitos de venda, mas à formação de um bom conceito da empresa e de seus produtos no mercado, revertendo para a valorização de sua(s) marca(s). Ainda que não esteja nos planos da organização a venda pela internet, a comunicação via website, blog, e-mail e outras ferramentas básicas pode contribuir substancialmente para uma melhor percepção dela pelo mercado.

 

Trabalhadores informais: lucro hoje, prejuízo amanhã

olho

A contratação informal, infelizmente, ainda é uma realidade no meio empresarial brasileiro. Em meu trabalho como consultor, deparo-me frequentemente com empresários que lançam mão deste expediente para reduzir seus custos. Mas isto pode ser, a longo prazo, uma bomba-relógio para as finanças de sua organização.

Normalmente, a contratação informal dar-se-á por uma relação de confiança estabelecida entre patrão e empregado. Este tipo de acordo, embora comum, é ilegal. Caso a relação de trabalho se estenda por alguns anos, os direitos trabalhistas irão se acumular e representar um grande passivo para o empresário. Neste contexto, o gestor dependerá da “boa-vontade” do funcionário em não denunciá-lo às instâncias trabalhistas.

Se este é o caso dos funcionários de sua empresa, sugiro que repense esta estratégia de recursos humanos. Embora seja aparentemente sedutora, esta alternativa pode se revelar o estopim da falência da empresa, no futuro. Isto porque, enquanto contratado, o funcionário pode até admitir esta situação, mas uma vez demitido, seguramente lançará mão de recursos judiciais para receber todos os direitos assegurados pela Consolidação das Leis do Trabalho.

O melhor a fazer, se esta é sua situação, é redimensionar sua força de trabalho e ajustá-la dentro dos parâmetros da legislação trabalhista. Se necessário, reduza sua equipe e formalize os empregados remanescentes.

Pode uma indústria investir apenas na produção de itens rentáveis?

custos

Esta pergunta pode parecer óbvia. Afinal, os manuais de administração recomendam que as empresas concentrem-se apenas na produção de itens lucrativos. Esta máxima pode ser verdade, porém tem aplicação relativa nas indústrias que dependem das vendas em canais de vendas exigentes e competitivos, como super e hipermercados, por exemplo.

Atualmente, atendo uma indústria de temperos e tenho me dedicado a analisar sua planilha de custos. Esta indústria possui um portifólio de 60 produtos, dos quais apenas 30 possuem rentabilidade dentro do percentual de 20% esperado pelo empresário.

A análise fria dos números pode sugerir que ele opere apenas com estes 30 produtos, porém a grande competitividade nas gôndolas dos supermercados forçam esta empresa de temperos a manter itens deficitários no seu portifólio apenas para não deixar espaço para a concorrência entrar em seus pontos-de-venda. Isto ocorre porque os compradores daqueles canais buscam fornecedores com grande variedade de itens para parcerias de maior vulto e melhor oferta aos consumidores. Afinal, o cliente de um supermercado gosta de encontrar uma ampla variedade de temperos, no caso da indústria que atendo. Se esta indústria não oferecer variedade, o cliente a buscará em um concorrente.

Pode-se perceber, neste exemplo, que a gestão de custos torna-se um imperativo para as empresas, principalmente para as indústrias, que operam com margens de lucro normalmente menores que as obtidas pelo varejo.

A solução para empresários que enfrentam esta situação pode estar no incremento das vendas dos itens de maior rentabilidade. O empresário deve empreender um maior esforço de vendas junto a outros canais de vendas, como pequenos varejistas, no sentido de ampliar o faturamento daqueles produtos rentáveis. Outra alternativa é o lançamento de novos produtos com maior rentabilidade, desde que precedidos de estudos prévios.

 

O comércio está pior ou apenas na situação normal?

Este foi o questionamento que fiz ontem a um empresário da área de restaurantes que atendo em Taguatinga-DF.

Na ocasião, ele argumentou que a Copa do Mundo e as eleições atrapalharam seu negócio de refeições self-service, pois o movimento de seu restaurante estava fraco, com cerca de 40% de ocupação dos assentos no horário de maior demanda.

Ao refletirmos juntos, chegamos à conclusão de que a situação que ele enfrenta é a situação normal que seu estabelecimento enfrentaria, pois na região há diversos concorrentes, todos eles com movimento semelhante ao dele.

Embora o restaurante deste empresário tenha cumprido o dever de casa nos quesitos logística, produção, recursos humanos e produção, o empresário reconhece que é necessário tomar alguma providência para melhorar seu faturamento. Lembrei-lhe, então, que há dois caminhos para que isto ocorra:

a) Maior investimento em publicidade – No caso dele, há pouco investimento nesta área, uma vez que seu capital foi aplicado prioritariamente no ponto de venda e na qualidade de seus produtos. Maior visibilidade no mercado poderá destacá-lo perante a concorrência e melhorar o posicionamento de sua marca perante o consumidor.

b) Ampliação de seu portifólio de serviços – No caso de seu restaurante, seus serviços podem ser ampliados com o funcionamento do restaurante também no período noturno, oferecendo pizzas à la carte ou pelo sistema rodízio, por exemplo. Ao otimizar uma estrutura já existente e investindo apenas nos itens adicionais que o horário noturno requer, o empresário poderá obter maiores público e rentabilidade.

Seja qual for a alternativa que o empresário escolha, o importante é que ele faça a leitura correta de sua situação e se mobilize para melhorar seus resultados.

Projeto PEIEX: Missão cumprida

No dia 30 de setembro, desliguei-me do Projeto de Extensão Industrial Exportador – PEIEX, uma iniciativa da Apex-Brasil da qual tive o prazer de participar como consultor por um período de dois frutíferos anos.

Nestes 24 meses atendendo a clientes, tive a oportunidade de conviver com empresários de portes diferentes, com idéias diferentes e inovadoras. Também pude contar com uma equipe fantástica de colegas consultores, como Marcelo De Lucca, Sylvio Rego, Jocelita Palhano e Ulisses Medeiros, amigos com grande experiência em consultoria e soluções de negócios. Foram 2 anos de intenso trabalho, 1.200 documentos produzidos  e mais de 160 melhorias propostas para os empresários que atendi. Multiplique estes números por 4 e tenha a dimensão do trabalho desempenhado por nossa equipe!

Nos próximos posts, abordarei algumas destas experiências e soluções propostas para alguns dos 52 empresários atendidos. Espero que as histórias contribuam para muitos de meus leitores colocarem em prática soluções que podem alavancar muito os seus negócios. Por questões éticas, limitar-me-ei à essência dos problemas, sem citar nomes ou números que identifiquem a empresa atendida.

Caso desejem conversar pessoalmente sobre as soluções que proponho, estarei à disposição pelos meus contatos que se encontram na coluna ao lado. Fique à vontade para conversarmos, caro leitor!

Érico Rocha e o pai da Fórmula de Lançamento

Não costumo entrar no coro de fórmulas mágicas que prometem muito dinheiro em pouco tempo e com pouco trabalho, especialmente alternativas onde poucos ganham muito sobre o trabalho suado de muitos, como marketing de rede, por exemplo.

Entretanto, nesta semana tive contato com uma metodologia de vendas implementada no Brasil pelo brasiliense e empresário digital Érico Rocha, do Ignição Digital. Trata-se da Fórmula de Lançamento, receita com a qual ele teve contato nos Estados Unidos, em um treinamento chamado Product Launch Formula, criado pelo empreendedor Jeff Walker.

A Fórmula de Lançamento é uma receita para fazer dinheiro, com metodologia própria, cuja execução, normalmente, oferece um rápido retorno mediante diversas estratégias. O curso para aprender o método custa em torno de R$ 4 mil reais e as vagas são muito disputadas.

Para que você também tenha contato com esta alternativa, pluguei abaixo um vídeo recente, onde Érico entrevista o próprio criador da Fórmula de Lançamento, Jeff Walker.

Não tenho elementos para julgar esta metodologia, mas tenho lido bastante e gostado das dicas desta dupla. À medida em que tiver contato com esta prática, prometo relatar minha experiência neste blog. Assista e aproveite!

Instabilidade econômica põe as franquias à prova

cmv

Nos últimos dois meses, vivenciei o dia a dia de  uma das principais franquias de restaurante do Distrito Federal.

Após analisar todos os aspectos internos da operação, pude constatar o quão é relevante a administração do fluxo de caixa fluxo de caixa da operação.

O franqueador deve preocupar-se com o CMV (custo da mercadoria vendida), para que obtenha o lucro desejado e evite desperdícios de recursos.  Neste contexto, faz diferença o franqueador  montar uma rede de fornecedores credenciados para oferecer a seus licenciados alternativas de qualidade e preço de insumos para seus pratos. Em um negócio onde a perecebilidade ameaça permanentemente seus estoques, a gestão adequada do CMV deve ser uma preocupação diária.

No atual ambiente de instabilidade econômica que nos encontramos, a gestão precisa de custos como energia, água, aluguel e, principalmente, ingredientes, é fator crítico para a sobrevivência das operações de franquia, por mais encantadora e bem modelada que esta pareça.

Assim, o segredo atual para os franqueadores é estabelecer um jogo de cintura para ajustar-se à competição do mercado sem perder o glamour de sua marca. Sabendo competir com criatividade e boa gestão de custos, uma rede terá vida longa e franqueados felizes.

Os cartuchos Flower Shell, ao invés de tirar vidas, geram novos organismos

Per Cromwell, que trabalha na famosa  agência de publicidade sueca Studio Total, criou um dispositivo inovador que subverte a ideia tradicional de armas e plantações.

Tratam-se de cartuchos de espingarda calibre 12 recheados de sementes que podem ser disparados em direção à terra para ajudar no plantio.

O projetil foi pensado com uma estrutura para proteger as sementes do calor da explosão da arma.

Ele já lançou três vídeos explicativos e diferentes qualidades de sementes. Já podem ser encontradas balas de margarida, girassol, lavanda e mais de dez espécies de planta.

(Fonte: Catraca Livre)

Missão comercial é opção estratégica para negócios internacionais

A participação de um representante da empresa em missões técnicas ou comerciais, dirigidas a potenciais países importadores, é cada vez mais uma opção estratégica para quem deseja expandir seus negócios em nível internacional.

Em geral, as missões técnicas e comerciais servem para:

  • Verificar as possibilidades de exportação;
  • Analisar a estrutura política, econômica e social do mercado alvo e coletar informações;
  • Observar a concorrência e legislação comercial do país (patentes, barreiras técnicas, entre outras);
  • Conhecer e estabelecer contato com importadores ou seus representantes comerciais;
  • Viabilizar acordos e parcerias comerciais.

O maior benefício de uma missão em relação a uma viagem individual consiste nos contatos realizados. Valendo-se da experiência das entidades de apoio, é possível aos participantes marcar encontros com importadores considerados inacessíveis. As missões comerciais permitem ainda: divulgar o setor, divulgar as empresas, observar a realidade do mercado visitado, obter informações técnico-comerciais, visitar centros tecnológicos e empresas de ponta do setor, contatar entidades que promovam o comércio exterior. Enfim, possibilita conhecimentos e contatos que dificilmente seriam possíveis em viagens individuais.

A programação de uma missão empresarial é estruturada de acordo com os objetivos específicos do grupo, que podem ser a promoção de negócios, a realização de parcerias ou o contato com novos mercados ou técnicas. A agenda da viagem pode incluir a visita ou a participação em programas comerciais, políticos e técnicos.

Normalmente, esses eventos são promovidos ou apoiados por uma ou mais associações, organizações ou pelo próprio governo.

Ficou interessado? Acesse o site da Apex-Brasil e conheça as missões comerciais programadas para os próximos meses.