O jogo de cintura do empresário brasiliense

Ser empresário no Distrito Federal não está sendo fácil.

Além de conviver de perto com os principais órgãos de fiscalização e enfrentar a concorrência de empresas de fora que contam com benefícios fiscais mais atrantes, os dirigentes do comércio e da indústria local convivem com altos custos, principalmente imobiliário.

Cada um se vira como pode. Alguns se beneficiam de políticas de incentivo ao seu setor que lhes oferecem até lotes para seu empreendimento a preços e parcelamento vantajosos. Outros extrapolam estes incentivos, construindo em seu lote não só suas instalações, como também apartamentos para alugar para terceiros.

Mas o que mais me admira é o jogo de cintura do empresário que não tem as possibilidades acima. Aquele empresário que mata “um leão por dia”, que vive de suas vendas diárias e precisa se desdobrar para manter sua rentabilidade, pagar suas contas e, se for possível, expandir seus negócios.

Ser empresário, nesta circunstância, não é tarefa para amador. É preciso muito tino comercial e, principalmente, estar permanente informado sobre os movimentos de seu mercado e sobre o comportamento do consumidor.

Empresários brasilienses que enfrentam esta rotina merecem nosso aplauso e o sucesso que acabam experimentando. Eles são o motor de nossa economia.

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